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Ficha Técnica da Série H11AAX - Fotocoplador de Entrada CA - Pacote DIP 6 Pinos - Isolamento 5000Vrms - Documento Técnico em Português

Ficha técnica completa dos fotocopladores de entrada CA série H11AAX. Características: isolamento de 5000Vrms, entrada com LEDs IR em antiparalelo, saída com fototransistor e múltiplas opções de encapsulamento.
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1. Visão Geral do Produto

A série H11AAX representa uma família de fotocopladores de entrada CA, também conhecidos como optocopladores ou isoladores ópticos. Estes dispositivos são especificamente projetados para fornecer isolamento galvânico entre um circuito de entrada CA ou CC de polaridade desconhecida e um circuito de controle de saída. A função principal é transferir sinais elétricos utilizando luz, eliminando assim conexões elétricas e impedindo a propagação de malhas de terra, picos de tensão e ruído entre os circuitos.

A série inclui quatro variantes principais: H11AA1, H11AA2, H11AA3 e H11AA4. O principal fator de diferenciação entre elas é a Taxa de Transferência de Corrente (CTR), que define a eficiência da transferência de sinal da entrada para a saída. Estes dispositivos são alojados num compacto pacote Dual In-line (DIP) de 6 pinos, com opções para montagem através de furo padrão, espaçamento largo de terminais e tecnologia de montagem em superfície (SMD).

1.1 Vantagens Principais e Mercado-Alvo

A série H11AAX oferece várias vantagens-chave que a tornam adequada para aplicações industriais e de consumo exigentes. A sua característica mais proeminente é a alta tensão de isolamento de 5000Vrms, crucial para a segurança e fiabilidade em equipamentos ligados à rede elétrica. Uma distância de fuga superior a 7,62mm reforça ainda mais esta classificação de segurança. Os dispositivos possuem aprovações das principais agências de segurança internacionais, incluindo UL, cUL, VDE, SEMKO, NEMKO, DEMKO, FIMKO e CQC, tornando-os globalmente aceitáveis para produtos que requerem conformidade regulatória.

A configuração integrada de LEDs infravermelhos em antiparalelo no lado da entrada é uma característica definidora. Este projeto permite que o dispositivo seja acionado diretamente por uma tensão CA ou uma tensão CC de polaridade desconhecida, simplificando o projeto do circuito ao eliminar a necessidade de circuitos retificadores externos. A saída é um fototransistor de silício NPN.

Os mercados e aplicações-alvo são diversos, focando-se principalmente em áreas onde o isolamento elétrico e a deteção de sinal CA são primordiais. Aplicações típicas incluem monitorização de linha CA para detetar a presença ou ausência de tensão da rede, circuitos de interface de linha telefónica e sensores para detetar sinais CC de polaridade desconhecida em sistemas de controlo industrial.

2. Análise Aprofundada dos Parâmetros Técnicos

Esta secção fornece uma análise objetiva e detalhada das características elétricas, óticas e térmicas especificadas na ficha técnica. Compreender estes parâmetros é crucial para um projeto de circuito fiável.

2.1 Valores Máximos Absolutos

Estes valores definem os limites de stress além dos quais pode ocorrer dano permanente no dispositivo. O funcionamento nestas condições não é garantido.

2.2 Características Eletro-Óticas

Estes parâmetros são tipicamente medidos a 25°C e definem o desempenho do dispositivo em condições normais de operação.

2.2.1 Características de Entrada

2.2.2 Características de Saída

2.2.3 Características de Transferência

Estes parâmetros definem a eficiência e velocidade da transferência de sinal.

3. Explicação do Sistema de Classificação

A série H11AAX emprega um sistema de classificação direto baseado unicamente na Taxa de Transferência de Corrente (CTR).

Classificação por CTR (X em H11AAX):O sufixo numérico (1, 2, 3, 4) corresponde diretamente à percentagem mínima garantida de CTR, conforme listado na secção 2.2.3. Não há classificação baseada em comprimento de onda, tensão direta ou outros parâmetros. Os projetistas devem selecionar a classe apropriada com base na capacidade de acionamento de corrente de saída requerida versus a corrente de entrada disponível. Por exemplo, o H11AA4 (CTR mín. 100%) é o mais sensível e seria escolhido para aplicações onde a capacidade de acionamento de entrada é muito baixa, enquanto o H11AA2 pode ser suficiente e mais económico em circuitos com corrente de acionamento disponível mais elevada.

4. Análise das Curvas de Desempenho

A ficha técnica referencia curvas típicas de características eletro-óticas. Embora os gráficos específicos não sejam reproduzidos no texto fornecido, o seu propósito e a informação que transmitem são padrão para este tipo de componentes.

As Curvas Típicas incluiriam:

Os projetistas devem consultar estas curvas na ficha técnica completa para compreender comportamentos não lineares e fatores de redução não capturados pela tabela de valores mínimos/típicos/máximos.

5. Informação Mecânica e de Encapsulamento

O dispositivo é oferecido em várias variantes de encapsulamento para se adequar a diferentes processos de montagem.

5.1 Dimensões e Tipos de Encapsulamento

Desenhos dimensionados detalhados são fornecidos para cada tipo, incluindo tamanho do corpo, comprimento dos terminais, espaçamento dos terminais e especificações de coplanaridade. Estes são essenciais para o projeto da pegada na PCB.

5.2 Layout de Pads e Identificação de Polaridade

É fornecido um layout de pads recomendado para as opções de montagem em superfície (S e S1). A ficha técnica nota que esta é uma sugestão e os projetistas devem modificá-la com base no seu processo específico de fabrico de PCB e requisitos térmicos.

Marca do Dispositivo:O topo do encapsulamento está marcado com:

- \"EL\" (código do fabricante)

- O número de peça completo (ex., H11AA1)

- Um código de 1 dígito para o ano (Y)

- Um código de 2 dígitos para a semana (WW)

- Um sufixo opcional \"V\" se a aprovação de segurança VDE for especificada para essa unidade.

Configuração dos Pinos (DIP 6 Pinos):

1. Ânodo / Cátodo (Ânodo do LED1, Cátodo do LED2)

2. Cátodo / Ânodo (Cátodo do LED1, Ânodo do LED2)

3. Sem Conexão (NC)

4. Emissor (do Fototransistor)

5. Coletor (do Fototransistor)

6. Base (do Fototransistor). O pino da base é tipicamente deixado aberto ou ligado ao emissor através de uma resistência para ajuste de sensibilidade ou melhoria de velocidade.

6. Diretrizes de Soldadura e Montagem

A diretriz principal dos Valores Máximos Absolutos é a temperatura de soldadura: 260°C durante no máximo 10 segundos. Isto é compatível com perfis de refluxo padrão sem chumbo (SnAgCu).

Considerações Importantes:

7. Embalagem e Informação de Encomenda

O código de encomenda segue o padrão:H11AAXY(Z)-V

Especificações da Fita e Bobina:São fornecidas dimensões detalhadas para a fita transportadora (tamanho do bolso A, B), fita de cobertura e bobina para montagem automatizada pick-and-place.

8. Sugestões de Aplicação

8.1 Circuitos de Aplicação Típicos

Monitor de Linha CA:A entrada é ligada diretamente através da linha CA (com uma resistência limitadora de corrente). O transistor de saída comuta em sincronia com os cruzamentos por zero da CA, fornecendo um trem de pulsos digital ou um sinal retificado a um microcontrolador para detetar a presença de energia.

Sensor CC de Polaridade Desconhecida:A entrada em antiparalelo permite que o dispositivo seja ligado a uma fonte de tensão CC sem considerar a polaridade, tornando-o ideal para deteção em equipamentos alimentados a bateria ou sensores industriais onde a polaridade da fiação pode estar invertida.

Interface de Linha Telefónica:Utilizado para deteção de toque ou deteção de ausência de gancho, fornecendo isolamento entre a linha telefónica e o circuito lógico.

8.2 Considerações de Projeto

9. Comparação e Diferenciação Técnica

A série H11AAX diferencia-se principalmente através da suacapacidade de entrada CAvia a estrutura de LEDs em antiparalelo. A maioria dos fotocopladores padrão (ex., 4N25, PC817) têm uma entrada de LED único que requer uma polarização direta definida, necessitando de um retificador de ponte externo para operação CA. O H11AAX integra esta funcionalidade.

Comparado com outros fotocopladores de entrada CA, as suas principais vantagens são aelevada classificação de isolamento de 5000Vrmse oconjunto abrangente de aprovações de segurança internacionais(UL, VDE, etc.), que são essenciais para produtos vendidos em múltiplos mercados globais. A disponibilidade de múltiplas classes de CTR e tipos de encapsulamento (através de furo e SMD) proporciona flexibilidade de projeto.

10. Perguntas Frequentes (Baseadas em Parâmetros Técnicos)

P1: Posso acionar o H11AAX diretamente a partir da rede de 120VCA ou 230VCA?

R: Não diretamente. Deve utilizar uma resistência limitadora de corrente em série com a entrada. O valor da resistência deve ser calculado com base na tensão de pico da rede (ex., ~340V para 230VCA), a corrente direta desejada e a VF do LED. A potência nominal da resistência também deve ser considerada.

P2: Qual é a frequência CA máxima que posso usar com este fotocoplador?

R: O tempo máximo de comutação é de 10 µs. Isto teoricamente permite uma frequência de onda quadrada até cerca de 50 kHz. No entanto, para a deteção de uma onda senoidal CA limpa de 50/60 Hz, é perfeitamente adequado, pois o período (16,7ms/20ms) é muito maior que o tempo de comutação.

P3: Por que existe um pino Base (Pino 6) e como devo usá-lo?

R: O pino da base fornece acesso à base do fototransistor. Deixá-lo aberto é o padrão. Ligar uma resistência entre a base e o emissor pode:

1. Melhorar a Velocidade:Uma resistência de baixo valor (ex., 10kΩ a 100kΩ) desvia a carga armazenada, reduzindo o tempo de desligamento (Toff).

2. Reduzir a Sensibilidade/Aumentar o Limiar:Uma resistência fornece um caminho de fuga, aumentando ligeiramente a corrente de entrada mínima necessária para ligar a saída.

P4: Como escolho entre as diferentes classes de CTR (H11AA1, AA2, AA3, AA4)?

R: Escolha com base na sua capacidade de acionamento de entrada e na corrente de saída requerida. Se o seu circuito só pode fornecer uma pequena corrente de entrada (ex., de uma resistência de alta tensão), escolha uma classe de CTR mais elevada (AA3 ou AA4) para obter saída suficiente. Se a corrente de entrada for abundante, uma classe mais baixa (AA1 ou AA2) pode ser mais económica. Projete sempre com margem para a degradação da CTR ao longo do tempo e com a temperatura.

11. Estudo de Caso de Projeto Prático

Cenário: Projetar um Detetor de Presença de Rede 230VCA.

Objetivo:Fornecer um sinal lógico alto de 3,3V a um microcontrolador quando a 230VCA estiver presente.

Passos do Projeto:

1. Seleção da Peça:É escolhido o H11AA1 (CTR mín. 20%), pois a corrente de entrada será suficiente.

2. Cálculo da Resistência de Entrada:Tensão de pico = 230V * √2 ≈ 325V. IF desejada ≈ 10mA (para boa CTR). VF ≈ 1,2V. R = (325V - 1,2V) / 0,01A ≈ 32,4kΩ. Utilize uma resistência padrão de 33kΩ. Dissipação de potência em R: P = (230V)^2 / 33000Ω ≈ 1,6W. É necessária uma resistência com potência nominal de 2W ou 3W.

3. Circuito de Saída:Ligue o coletor (Pino 5) à alimentação de 3,3V do microcontrolador através de uma resistência de pull-up (ex., 10kΩ). Ligue o emissor (Pino 4) ao terra. A base (Pino 6) é deixada aberta.

4. Operação:Quando a CA está presente, o transistor de saída liga-se durante cada meio-ciclo, puxando o coletor (e o pino de entrada do MCU) para baixo. O MCU vê um sinal baixo pulsante de 50/60 Hz, que pode ser estabilizado em software para indicar \"energia ligada\".

5. Layout da PCB:Mantenha uma distância de fuga >7,62mm entre os traços do lado da entrada (pinos 1,2,3, resistência) e do lado da saída (pinos 4,5,6, MCU) na PCB para preservar a classificação de isolamento.

12. Princípio de Funcionamento

O H11AAX opera com base no princípio do isolamento optoeletrónico. No lado da entrada, dois díodos emissores de luz infravermelha de arsenieto de gálio (LEDs) estão ligados em antiparalelo. Quando uma tensão CA é aplicada (com uma resistência limitadora de corrente em série), um LED conduz e emite luz durante o semiciclo positivo, e o outro LED conduz e emite luz durante o semiciclo negativo. Assim, são gerados pulsos de luz infravermelha ao dobro da frequência do sinal CA de entrada.

Esta luz viaja através de uma barreira de isolamento transparente dentro do encapsulamento. No lado da saída, a luz incide na região da base de um fototransistor de silício NPN. Os fotões geram pares eletrão-lacuna, criando uma corrente de base que liga o transistor, permitindo que uma corrente de coletor (IC) flua. A razão entre esta corrente de coletor de saída e a corrente direta de entrada é a Taxa de Transferência de Corrente (CTR). A tensão coletor-emissor do fototransistor é controlada pelo circuito de carga externo.

13. Tendências Tecnológicas

A tecnologia dos fotocopladores continua a evoluir. Embora o princípio fundamental permaneça, as tendências incluem:

A série H11AAX, com o seu projeto robusto e aprovações de segurança, representa uma solução madura e fiável para necessidades tradicionais de deteção CA e isolamento básico, onde a sua capacidade integrada de entrada CA proporciona uma vantagem distinta.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.