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Especificações Técnicas do LED SMD Azul - Dimensões 2.8x3.5x0.65mm - Tensão 2.8-3.4V - Potência 1.224W

Especificação detalhada de um LED azul em encapsulamento PLCC com dimensões de 2.8x3.5x0.65mm, faixa de tensão direta 2.8-3.4V a 300mA, fluxo luminoso de 26-36lm e comprimento de onda dominante de 465-475nm.
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Capa do documento PDF - Especificações Técnicas do LED SMD Azul - Dimensões 2.8x3.5x0.65mm - Tensão 2.8-3.4V - Potência 1.224W

1. Visão Geral do Produto

Esta especificação detalha os parâmetros técnicos e as diretrizes de manuseio para um diodo emissor de luz (LED) azul de alta eficiência concebido para aplicações de montagem em superfície. O dispositivo utiliza uma estrutura de material semicondutor InGaN (Nitreto de Gálio e Índio) para produzir luz azul e está encapsulado num robusto pacote PLCC (Portador de Chip com Condutores Plásticos). O seu factor de forma compacto e a compatibilidade com SMT tornam-no adequado para processos de montagem automatizados em ambientes de fabrico de alto volume.

1.1 Vantagens Principais e Mercado-Alvo

As principais vantagens deste LED incluem um ângulo de visão extremamente amplo de 120 graus, que garante uma distribuição de luz uniforme, e conformidade com as diretivas RoHS (Restrição de Substâncias Perigosas). O nível de sensibilidade à humidade está classificado como Nível 3, indicando requisitos específicos de manuseio antes da soldadura. Os mercados-alvo abrangem uma vasta gama de aplicações, incluindo, mas não se limitando a, iluminação arquitetónica para hotéis e espaços comerciais, painéis de informação interiores, iluminação decorativa de paisagismo e fins de iluminação geral onde são necessárias fontes de luz azul fiáveis.

2. Análise Aprofundada dos Parâmetros Técnicos

O desempenho de um LED é definido pelas suas características elétricas, ópticas e térmicas. Compreender estes parâmetros é crucial para um correcto desenho do circuito e para garantir a fiabilidade a longo prazo.

2.1 Características Elétricas e Ópticas

Todas as medições são padronizadas a uma temperatura ambiente (Ts) de 25°C. A tensão direta (VF) varia entre 2,8V e 3,4V quando accionado por uma corrente constante de 300mA. Este parâmetro é crítico para o desenho do *driver*, pois determina os requisitos da fonte de alimentação. O fluxo luminoso (Φv) varia entre 26 lúmens (lm) e 36 lm nas mesmas condições de 300mA, definindo o brilho do dispositivo. O comprimento de onda dominante (λd) especifica o ponto de cor, abrangendo de 465 nm a 475 nm, que se encontra dentro do espectro azul real. O ângulo de visão (2θ1/2), no qual a intensidade cai para metade, é tipicamente de 120 graus, proporcionando um padrão de emissão muito amplo. A corrente reversa (IR) é especificada com um máximo de 10 µA a 5V de polarização reversa, indicando as características de fuga do díodo.

2.2 Valores Máximos Absolutos e Gestão Térmica

Exceder os valores máximos absolutos pode causar danos permanentes. A corrente direta máxima permitida (IF) é de 360 mA para operação DC contínua. É permitida uma corrente de pico direta (IFP) superior de 400 mA, mas apenas em condições de pulso com um ciclo de trabalho de 1/10 e uma largura de pulso de 0,1ms para evitar sobreaquecimento. A tensão reversa máxima (VR) é de 5V. A dissipação total de potência (PD) não deve exceder 1224 mW. A resistência térmica junção-ponto de soldadura (RTHJ-S) é de 35°C/W. Este valor é vital para o desenho térmico; quantifica quanto a temperatura da junção aumenta por cada watt de potência dissipada. A temperatura máxima permitida na junção (TJ) é de 110°C. Uma dissipação de calor adequada através das pastilhas da PCB é essencial para manter a temperatura da junção dentro de limites seguros, especialmente quando operando a correntes mais altas ou em temperaturas ambientes elevadas. A gama de temperatura de operação é de -40°C a +85°C, e a gama de temperatura de armazenamento é de -40°C a +100°C.

3. Explicação do Sistema de "Binning" (Classificação)

Para garantir consistência na produção em massa, os LEDs são classificados em grupos (*bins*) com base em parâmetros-chave medidos a uma corrente de teste de 300mA. Isto permite aos projetistas selecionar componentes que atendam a critérios de desempenho específicos para a sua aplicação.

3.1 Classificação por Tensão Direta

A tensão direta é categorizada em três grupos: G0 (2,8V - 3,0V), H0 (3,0V - 3,2V) e I0 (3,2V - 3,4V). Selecionar LEDs de um grupo de tensão mais estreito pode simplificar o desenho do *driver* ao reduzir a variação de tensão ao longo da cadeia de LEDs.

3.2 Classificação por Fluxo Luminoso

A saída luminosa é classificada em quatro grupos: QIA (26-28 lm), REA (28-30 lm), RFA (30-33 lm) e RGA (33-36 lm). Esta classificação é essencial para aplicações que requerem níveis de brilho consistentes, como em módulos de retroiluminação de ecrãs.

3.3 Classificação por Comprimento de Onda Dominante

A cor (comprimento de onda dominante) é dividida em quatro grupos: D10 (465-467,5 nm), D20 (467,5-470 nm), E10 (470-472,5 nm) e E20 (472,5-475 nm). Para aplicações críticas quanto à cor, especificar um grupo de comprimento de onda estreito garante um desvio de cor mínimo entre diferentes unidades.

4. Análise das Curvas de Desempenho

As curvas características fornecidas oferecem informações valiosas sobre o comportamento do LED sob diferentes condições de operação.

4.1 Corrente Direta vs. Tensão Direta (Curva IV)

A curva mostra uma relação não linear típica dos díodos. A tensão direta aumenta com a corrente, mas a taxa de aumento não é linear. No ponto de operação típico de 300mA, a tensão está em torno de 3,0V a 3,2V. Os projetistas devem garantir que o *driver* de corrente possa fornecer a tensão necessária, especialmente considerando a variação dos grupos de tensão e os efeitos da temperatura.

4.2 Corrente Direta vs. Intensidade Luminosa Relativa

Esta curva demonstra que a saída de luz é aproximadamente proporcional à corrente direta na gama típica de operação. No entanto, accionar o LED além da sua corrente nominal máxima não produzirá um aumento proporcional de luz e reduzirá severamente o seu tempo de vida útil devido à geração excessiva de calor.

4.3 Dependência da Temperatura

Duas curvas-chave ilustram os efeitos da temperatura: Fluxo Luminoso Relativo vs. Temperatura no Ponto de Soldadura (Ts) e Corrente Direta vs. Ts. À medida que a temperatura aumenta, a saída luminosa geralmente diminui, um fenómeno conhecido como "extinção térmica". Simultaneamente, a tensão direta diminui ligeiramente com o aumento da temperatura. Estes efeitos devem ser compensados em sistemas de iluminação de precisão, muitas vezes através de mecanismos de controlo por retroação no circuito do *driver*.

5. Informações Mecânicas e de Embalamento

5.1 Dimensões e Tolerâncias do Pacote

O dispositivo tem uma pegada retangular medindo 2,80 mm de comprimento e 3,50 mm de largura, com uma altura de perfil de 0,65 mm. Todas as tolerâncias dimensionais são de ±0,2 mm, salvo indicação em contrário. Vistas detalhadas superior, lateral e inferior, juntamente com a identificação da polaridade (normalmente através de uma marca de cátodo ou de um canto chanfrado) e os padrões recomendados de pastilhas de soldadura, são essenciais para o desenho da PCB. Respeitar a geometria recomendada das pastilhas garante a formação adequada das juntas de soldadura, estabilidade mecânica e uma condução térmica ideal para afastar o calor do *die* do LED.

6. Diretrizes de Soldadura e Montagem

6.1 Instruções para Soldadura SMT por Refluxo

Este LED é compatível com processos padrão de soldadura por refluxo infravermelho (IR) ou por convecção. Devido à sua classificação de Nível de Sensibilidade à Humidade (MSL) 3, os componentes devem ser pré-aquecidos em estufa antes da soldadura se o saco seco selado tiver sido aberto e o tempo de exposição à humidade ambiente exceder o limite especificado (geralmente 168 horas a ≤30°C/60% RH). Um perfil típico de refluxo deve ter uma zona de pré-aquecimento para elevar lentamente a temperatura, uma zona de estabilização para ativar o fluxo e igualizar as temperaturas, uma zona de pico de refluxo onde a solda funde (tipicamente com uma temperatura de pico não superior a 260°C por uma duração recomendada pelo fabricante da pasta de solda) e uma zona de arrefecimento controlada. Deve ser evitado exceder a temperatura máxima da junção de 110°C durante este processo.

7. Informações sobre Embalamento e Encomenda

Os componentes são fornecidos em fitas transportadoras relevadas enroladas em bobinas, adequadas para máquinas de "pick-and-place" automatizadas. As dimensões da fita transportadora, as dimensões da bobina e as especificações da etiqueta garantem compatibilidade com equipamentos SMT padrão. Para proteção contra humidade, as bobinas são embaladas em sacos de barreira selados com sílica gel e cartões indicadores de humidade. A embalagem externa envolve tipicamente caixas de cartão para envio. Detalhes específicos como largura da fita, espaçamento dos alvéolos e diâmetro da bobina são necessários para a configuração dos alimentadores nas linhas de montagem.

8. Recomendações de Aplicação

Para além das aplicações listadas (hotéis, mercados, mostradores interiores, iluminação de paisagismo), este LED é bem adequado para retroiluminação de pequenos painéis LCD, luzes indicadoras de estado em eletrónica de consumo, tiras de iluminação decorativa e iluminação interior automóvel (não crítica). Considerações de projeto incluem: implementar um *driver* de corrente constante para uma saída de luz estável, providenciar vias térmicas adequadas e área de cobre na PCB para dissipação de calor, evitar sobretensão elétrica devido a descargas eletrostáticas (são aconselhados circuitos de proteção ESD, uma vez que a classificação ESD HBM é de 2000V), e garantir que o desenho óptico tenha em conta o ângulo de visão de 120 graus para a distribuição de luz desejada.

9. Perguntas Frequentes (Baseadas nos Parâmetros Técnicos)

9.1 Que tipo de *driver* é necessário para este LED?

É obrigatório um *driver* de corrente constante. O *driver* deve ser capaz de fornecer até 360 mA DC e deve acomodar a faixa de tensão direta de 2,8V a 3,4V por LED, incluindo quaisquer combinações em série ou paralelo.

9.2 Como a temperatura afeta o desempenho?

À medida que a temperatura aumenta, a saída de luz diminui e a tensão direta diminui. Para um desempenho consistente, a gestão térmica é crucial. Operar próximo da corrente nominal máxima num ambiente de alta temperatura pode exigir a redução da corrente nominal (*derating*).

9.3 Qual é a importância dos códigos de "bin"?

Códigos de "bin" como "RF-BNRI35TS-EK-2T" e os códigos de grupo VF/Φv/λd (ex: H0, RFA, E10) especificam o subconjunto exato de desempenho do LED. Encomendar por código de "bin" garante que recebe LEDs com características muito semelhantes para o seu projeto.

10. Estudo de Caso Prático: Módulo de Mostrador Interior

Considere um projeto para um painel de LED interior de passo fino. Utilizando este LED azul, um projetista selecionaria um grupo específico de fluxo luminoso (ex: RFA para 30-33 lm) e um grupo de comprimento de onda (ex: E10 para 470-472,5 nm) para garantir uniformidade de cor e brilho em todo o ecrã. Os LEDs seriam accionados a uma corrente abaixo do máximo, talvez 280mA, para aumentar a longevidade e reduzir a carga térmica. A PCB incorporaria uma placa de terra sólida e pastilhas térmicas sob cada LED. O amplo ângulo de visão permite boa visibilidade mesmo de ângulos oblíquos, o que é ideal para sinalização e painéis de informação.

11. Princípio de Funcionamento

Trata-se de um díodo semicondutor baseado numa estrutura de poços quânticos múltiplos de InGaN. Quando é aplicada uma tensão direta que excede o limiar de ativação do díodo, eletrões e lacunas são injetados na região ativa, onde se recombinam, libertando energia na forma de fotões. A energia específica da banda proibida do material InGaN determina o comprimento de onda da luz emitida, neste caso, azul. A lente de epóxi ou silicone do pacote PLCC molda a saída de luz e fornece proteção ambiental.

12. Tendências e Desenvolvimento da Indústria

A indústria de LED continua focada em aumentar a eficácia luminosa (lúmens por watt), melhorar o índice de reprodução de cor (IRC) para aplicações de luz branca e reduzir o custo por lúmen. Para LEDs monocromáticos como este dispositivo azul, as tendências incluem alcançar maiores densidades de potência em pacotes mais pequenos, obter distribuições de comprimento de onda mais estreitas para cores mais puras e melhorar a fiabilidade a longo prazo em condições de operação a alta temperatura. O movimento em direção a materiais de encapsulamento mais eficientes e duráveis também permanece uma área-chave de investigação.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.