Índice
- 1. Visão Geral do Produto
- 2. Análise Aprofundada dos Parâmetros Técnicos
- 2.1 Especificações Absolutas Máximas
- 2.2 Características Elétricas e Ópticas
- 3. Análise das Curvas de Desempenho
- 3.1 Distribuição Espectral (Fig. 1)
- 3.2 Corrente Direta vs. Tensão Direta (Fig. 3)
- 3.3 Intensidade Radiante Relativa vs. Corrente Direta (Fig. 5)
- 3.4 Intensidade Radiante Relativa vs. Temperatura Ambiente (Fig. 4)
- 3.5 Diagrama de Radiação (Fig. 6)
- 4. Informações Mecânicas e de Embalagem
- 4.1 Dimensões da Embalagem
- 4.2 Identificação da Polaridade
- 5. Diretrizes de Soldagem e Montagem
- 6. Sugestões de Aplicação
- 6.1 Cenários de Aplicação Típicos
- 6.2 Considerações de Projeto
- 7. Comparação e Diferenciação Técnica
- 8. Perguntas Frequentes (Baseadas nos Parâmetros Técnicos)
- 9. Caso Prático de Projeto
- 10. Introdução ao Princípio de Funcionamento
- 11. Tendências Tecnológicas
1. Visão Geral do Produto
O LTE-3276 é um emissor infravermelho (IR) de alto desempenho projetado para aplicações que exigem tempos de resposta rápidos e uma saída radiante significativa. As suas principais vantagens residem na combinação de capacidades de alta velocidade e alta potência, tornando-o adequado para operação em pulso em ambientes exigentes. O dispositivo é alojado numa embalagem transparente, típica para emissores IR, para permitir a transmissão máxima da luz infravermelha. O mercado-alvo inclui automação industrial, sistemas de comunicação (como IrDA), controlos remotos, interruptores ópticos e sistemas de sensores onde é necessária sinalização infravermelha confiável e de alta intensidade.
2. Análise Aprofundada dos Parâmetros Técnicos
2.1 Especificações Absolutas Máximas
Estas especificações definem os limites além dos quais pode ocorrer dano permanente ao dispositivo. Não é recomendada a operação nestes limites ou próximo deles por períodos prolongados.
- Dissipação de Potência (PD):200 mW. Esta é a potência total máxima que o dispositivo pode dissipar como calor em qualquer condição de operação.
- Corrente Direta de Pico (IFP):1 A. Esta corrente elevada é permitida apenas em condições de pulso (300 pulsos por segundo, largura de pulso de 10 μs). Destaca a capacidade do dispositivo para rajadas curtas e intensas de luz.
- Corrente Direta Contínua (IF):100 mA. Esta é a corrente DC máxima que pode ser aplicada continuamente.
- Tensão Reversa (VR):5 V. Exceder esta tensão em polarização reversa pode danificar a junção semicondutora.
- Intervalo de Temperatura de Operação e Armazenamento:-40°C a +85°C. Esta ampla gama garante fiabilidade em condições ambientais severas.
- Temperatura de Soldagem dos Terminais:260°C durante 6 segundos a 1,6mm do corpo. Isto é crítico para processos de soldagem por onda ou *reflow* para evitar danos térmicos.
2.2 Características Elétricas e Ópticas
Estes parâmetros são especificados a uma temperatura ambiente (TA) de 25°C e definem o desempenho típico do dispositivo.
- Intensidade Radiante (IE):Uma medida chave da potência óptica de saída por ângulo sólido. Com IF= 20mA, é de 12,75 mW/sr (típico). Com IF= 50mA, aumenta significativamente para 32 mW/sr (típico), demonstrando um aumento não linear e eficiente com a corrente.
- Comprimento de Onda de Emissão de Pico (λP):850 nm (típico). Isto está no espectro do infravermelho próximo, invisível ao olho humano mas facilmente detetado por fotodíodos de silício e câmaras com sensibilidade IR.
- Largura a Meia Altura Espectral (Δλ):40 nm (típico). Isto indica a largura de banda espectral; uma largura mais estreita indicaria uma fonte mais monocromática.
- Tensão Direta (VF):Com IF= 50mA, VFé 1,49V (típico), com um máximo de 1,80V. Com IF= 200mA, VFsobe para 1,83V (típico), máx. 2,3V. Este coeficiente de temperatura positivo deve ser considerado no projeto do *driver*.
- Ângulo de Visão (2θ1/2):50 graus (típico). Este é o ângulo total no qual a intensidade radiante cai para metade do seu valor de pico. Um ângulo de 50° proporciona um bom equilíbrio entre concentração do feixe e cobertura.
3. Análise das Curvas de Desempenho
A folha de dados fornece várias curvas características típicas que são essenciais para o projeto do circuito e para compreender o comportamento do dispositivo em condições variáveis.
3.1 Distribuição Espectral (Fig. 1)
Esta curva traça a intensidade radiante relativa em função do comprimento de onda. Confirma o comprimento de onda de pico em torno de 850 nm e mostra a forma e largura (largura a meia altura de 40 nm) do espectro de emissão. Isto é crucial para combinar o emissor com a sensibilidade espectral de um detetor.
3.2 Corrente Direta vs. Tensão Direta (Fig. 3)
Esta curva IV mostra a relação exponencial típica de um díodo. A curva permite aos projetistas determinar a tensão de acionamento necessária para uma corrente de operação desejada, o que é crítico para projetar *drivers* de corrente constante.
3.3 Intensidade Radiante Relativa vs. Corrente Direta (Fig. 5)
Este gráfico mostra como a saída de luz aumenta com a corrente de acionamento. Geralmente é linear em correntes mais baixas, mas pode mostrar efeitos de saturação em correntes muito altas devido a limitações térmicas e de eficiência. Estes dados são vitais para definir o ponto de operação para alcançar a potência óptica necessária.
3.4 Intensidade Radiante Relativa vs. Temperatura Ambiente (Fig. 4)
Esta curva demonstra o coeficiente de temperatura negativo da saída do LED. À medida que a temperatura ambiente aumenta, a intensidade radiante diminui. Esta redução térmica deve ser considerada em projetos destinados a ambientes de alta temperatura para garantir uma margem de sinal suficiente.
3.5 Diagrama de Radiação (Fig. 6)
Este gráfico polar representa visualmente a distribuição espacial da luz emitida, ilustrando claramente o ângulo de visão de 50 graus. Ajuda no projeto de sistemas ópticos para focar ou colimar o feixe IR.
4. Informações Mecânicas e de Embalagem
4.1 Dimensões da Embalagem
O dispositivo utiliza uma embalagem de orifício passante padrão, provavelmente do estilo T-1 3/4 (5mm) comum para emissores IR. Notas dimensionais chave da folha de dados incluem:
- Todas as dimensões estão em milímetros (polegadas).
- A tolerância é de ±0,25mm(.010") salvo indicação em contrário.
- A resina saliente sob o flange é de 1,5mm(.059") no máximo.
- O espaçamento dos terminais é medido onde os terminais saem da embalagem.
O material da embalagem transparente é tipicamente epóxi, otimizado para alta transmitância a 850 nm.
4.2 Identificação da Polaridade
Para uma embalagem de LED padrão, o terminal mais longo é tipicamente o ânodo (positivo), e o terminal mais curto é o cátodo (negativo). A embalagem também pode ter um lado plano perto do cátodo. Observar a polaridade correta é essencial para evitar danos por polarização reversa.
5. Diretrizes de Soldagem e Montagem
A especificação máxima absoluta para soldagem dos terminais é explicitamente declarada:260°C durante 6 segundos, medido a 1,6mm (.063") do corpo. Este é um parâmetro crítico para a montagem.
- Soldagem por Onda/Manual:Aderir estritamente ao limite de 260°C/6s. O pré-aquecimento é recomendado para minimizar o choque térmico.
- Soldagem por *Reflow*:Embora não mencionado explicitamente para SMD, o perfil de temperatura deve garantir que a temperatura do corpo da embalagem não exceda o máximo de armazenamento de 85°C por períodos prolongados, e a temperatura do terminal no ponto especificado não deve exceder 260°C.
- Condições de Armazenamento:Armazenar num ambiente seco e antiestático dentro do intervalo de temperatura especificado (-40°C a +85°C) para evitar absorção de humidade e degradação.
6. Sugestões de Aplicação
6.1 Cenários de Aplicação Típicos
- Transmissão de Dados por Infravermelhos (IrDA):A sua alta velocidade torna-o adequado para ligações de dados seriais.
- Controlos Remotos:A alta potência garante longo alcance e operação confiável.
- Interruptores Ópticos e Deteção de Objetos:Usado em conjunto com um fotodetector para detetar presença, posição ou contagem.
- Cortinas de Segurança Industriais:Criando uma barreira de feixe invisível para proteção de máquinas.
- Iluminação para Visão Noturna:Para câmaras de CCTV com sensibilidade IR.
6.2 Considerações de Projeto
- Circuito de Acionamento (*Driver*):Utilizar sempre um resistor limitador de corrente em série ou um *driver* de corrente constante. Calcular com base na tensão direta (VF) na corrente de operação desejada (IF).
- Gestão de Calor:Para operação contínua perto da corrente máxima, considerar a dissipação de potência (PD= VF* IF) e garantir dissipação de calor adequada, se necessário, para manter a temperatura da junção dentro dos limites.
- Operação em Pulsos:Para a corrente de pulso de pico de 1A, garantir que o *driver* pode fornecer o pulso de alta corrente necessário com tempos de subida/descida rápidos para aproveitar a capacidade de alta velocidade.
- Projeto Óptico:Usar lentes ou refletores para moldar o feixe de 50° de acordo com a necessidade da aplicação (ex.: estreito para longo alcance, largo para cobertura de área).
- Combinação com Detetor:Emparelhar com um fotodetector (ex.: fototransístor, fotodíodo) cuja sensibilidade espectral de pico seja em torno de 850 nm para um desempenho ótimo.
7. Comparação e Diferenciação Técnica
O LTE-3276 diferencia-se no mercado através da sua combinação específica de parâmetros:
- Alta Potência com Corrente Moderada:32 mW/sr a 50mA é uma saída forte, benéfica para aplicações que requerem uma boa relação sinal-ruído.
- Capacidade de Alta Velocidade:A especificação para operação em pulso implica um tempo de resposta intrínseco rápido, adequado para sinais modulados.
- Construção Robusta:A ampla gama de temperatura de operação e a embalagem transparente indicam um projeto para fiabilidade.
- Comparado com LEDs IR padrão de baixa potência, este dispositivo oferece uma intensidade radiante significativamente maior. Comparado com díodos laser, é mais seguro (seguro para os olhos nesta classe de potência), tem um feixe mais amplo e é geralmente mais robusto e fácil de acionar.
8. Perguntas Frequentes (Baseadas nos Parâmetros Técnicos)
P: Posso acionar este LED diretamente a partir de um pino de um microcontrolador de 5V?
R: Não. Deve usar um resistor limitador de corrente. Por exemplo, para acionar com IF=50mA e uma VFde ~1,5V a partir de uma fonte de 5V: R = (5V - 1,5V) / 0,05A = 70 Ohms. Use um resistor de 68 ou 75 Ohm e verifique a potência nominal (P = I2R = 0,175W, portanto um resistor de 1/4W é suficiente).
P: Qual é a diferença entre Intensidade Radiante (mW/sr) e Irradiância na Abertura (mW/cm²)?
R: A Intensidade Radiante é a potência emitida por unidade de ângulo sólido (esterradiano), descrevendo a força direcional da fonte. A Irradiância na Abertura é a densidade de potência (mW por cm²) que chega à superfície de um detetor a uma distância e alinhamento especificados. Esta última depende da primeira e da distância/lei do inverso do quadrado.
P: Como o uso em modo de pulso?
R: Use um interruptor de transístor (BJT ou MOSFET) controlado pelo seu sinal lógico para pulsar o LED. Garanta que o *driver* pode fornecer a alta corrente de pico (até 1A) com comutação rápida. A corrente média ainda deve respeitar a especificação de corrente contínua (100mA) ao considerar o ciclo de trabalho.
P: Por que a saída diminui com a temperatura?
R: Esta é uma característica fundamental dos LEDs semicondutores. O aumento da temperatura aumenta os processos de recombinação não radiativa dentro do material semicondutor, reduzindo a eficiência quântica interna e, consequentemente, a saída de luz.
9. Caso Prático de Projeto
Caso: Projetar um Sensor de Deteção de Objetos por Infravermelhos de Longo Alcance.
Objetivo: Detetar um objeto a 5 metros.
Passos do Projeto:
1. Acionamento do Emissor:Operar o LTE-3276 com IF=50mA (em pulsos a 1kHz, ciclo de trabalho de 50%) para alcançar alta intensidade de pico (32 mW/sr) mantendo a potência média controlável.
2. Ótica:Adicionar uma lente colimadora simples em frente do emissor para estreitar o feixe de 50° para um feixe mais focado de ~10°, aumentando significativamente a intensidade à distância.
3. Detetor:Usar um fototransístor de silício combinado com uma resposta de pico a 850nm. Colocar um filtro óptico de banda estreita (centrado em 850nm) em frente para rejeitar a luz ambiente.
4. Circuito:O circuito recetor amplifica a pequena fotocorrente. Usar deteção síncrona (modulando o emissor e sintonizando o recetor para a mesma frequência) para rejeitar luz ambiente DC e ruído de baixa frequência, melhorando muito o alcance e a fiabilidade.
Esta configuração aproveita a alta potência e velocidade do LTE-3276 para um sistema de deteção robusto e imune a interferências.
10. Introdução ao Princípio de Funcionamento
Um emissor infravermelho como o LTE-3276 é um díodo emissor de luz (LED) baseado na física dos semicondutores. Quando uma tensão direta é aplicada através da junção p-n, eletrões e lacunas são injetados na região ativa. Quando estes portadores de carga se recombinam, libertam energia. Neste dispositivo específico, o material semicondutor (tipicamente baseado em Arsenieto de Gálio e Alumínio - AlGaAs) é projetado para que esta energia seja libertada como fotões no espectro infravermelho, com um comprimento de onda de pico de 850 nanómetros. A embalagem de epóxi "transparente" é dopada para ser transparente a este comprimento de onda, permitindo que os fotões escapem eficientemente. A característica de "alta velocidade" refere-se aos tempos rápidos de ligar e desligar deste processo de recombinação, permitindo que o LED seja modulado em altas frequências para transmissão de dados.
11. Tendências Tecnológicas
A tecnologia de emissores infravermelhos continua a evoluir juntamente com as tendências mais amplas da optoeletrónica. Os principais desenvolvimentos incluem:
Maior Eficiência Energética:A investigação foca-se em melhorar a eficiência quântica interna (mais fotões por eletrão) e a eficiência de extração de luz da embalagem, levando a uma maior intensidade radiante para a mesma potência elétrica de entrada.
Formatos Mais Pequenos:A tendência para a miniaturização impulsiona embalagens de dispositivos de montagem em superfície (SMD) com desempenho semelhante ou melhor do que os tipos tradicionais de orifício passante.
Velocidade Aprimorada:Para aplicações de comunicação, estão a ser desenvolvidos dispositivos com larguras de banda de modulação ainda mais rápidas para suportar taxas de dados mais elevadas.
Diversificação do Comprimento de Onda:Embora 850nm e 940nm sejam comuns, outros comprimentos de onda estão a ser otimizados para aplicações específicas, como comprimentos de onda mais longos seguros para os olhos ou linhas de absorção específicas para deteção de gases.
Integração:Existe uma tendência para integrar o emissor com um CI *driver* ou mesmo com um detetor num único módulo, simplificando o projeto do sistema para os utilizadores finais.
Terminologia de Especificação LED
Explicação completa dos termos técnicos LED
Desempenho Fotoeletrico
| Termo | Unidade/Representação | Explicação Simples | Por Que Importante |
|---|---|---|---|
| Eficácia Luminosa | lm/W (lumens por watt) | Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. | Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade. |
| Fluxo Luminoso | lm (lumens) | Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". | Determina se a luz é brilhante o suficiente. |
| Ângulo de Visão | ° (graus), ex., 120° | Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. | Afeta o alcance de iluminação e uniformidade. |
| CCT (Temperatura de Cor) | K (Kelvin), ex., 2700K/6500K | Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. | Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados. |
| CRI / Ra | Sem unidade, 0–100 | Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. | Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus. |
| SDCM | Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" | Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. | Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs. |
| Comprimento de Onda Dominante | nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) | Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. | Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes. |
| Distribuição Espectral | Curva comprimento de onda vs intensidade | Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. | Afeta a reprodução de cor e qualidade. |
Parâmetros Elétricos
| Termo | Símbolo | Explicação Simples | Considerações de Design |
|---|---|---|---|
| Tensão Direta | Vf | Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". | A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série. |
| Corrente Direta | If | Valor de corrente para operação normal do LED. | Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil. |
| Corrente de Pulsação Máxima | Ifp | Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. | A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos. |
| Tensão Reversa | Vr | Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. | O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão. |
| Resistência Térmica | Rth (°C/W) | Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. | Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte. |
| Imunidade ESD | V (HBM), ex., 1000V | Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. | Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis. |
Gerenciamento Térmico e Confiabilidade
| Termo | Métrica Chave | Explicação Simples | Impacto |
|---|---|---|---|
| Temperatura de Junção | Tj (°C) | Temperatura operacional real dentro do chip LED. | Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor. |
| Depreciação do Lúmen | L70 / L80 (horas) | Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. | Define diretamente a "vida de serviço" do LED. |
| Manutenção do Lúmen | % (ex., 70%) | Porcentagem de brilho retida após o tempo. | Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo. |
| Deslocamento de Cor | Δu′v′ ou elipse MacAdam | Grau de mudança de cor durante o uso. | Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação. |
| Envelhecimento Térmico | Degradação do material | Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. | Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto. |
Embalagem e Materiais
| Termo | Tipos Comuns | Explicação Simples | Características e Aplicações |
|---|---|---|---|
| Tipo de Pacote | EMC, PPA, Cerâmica | Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. | EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa. |
| Estrutura do Chip | Frontal, Flip Chip | Arranjo dos eletrodos do chip. | Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência. |
| Revestimento de Fósforo | YAG, Silicato, Nitreto | Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. | Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI. |
| Lente/Óptica | Plana, Microlente, TIR | Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. | Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz. |
Controle de Qualidade e Classificação
| Termo | Conteúdo de Binning | Explicação Simples | Propósito |
|---|---|---|---|
| Bin de Fluxo Luminoso | Código ex. 2G, 2H | Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. | Garante brilho uniforme no mesmo lote. |
| Bin de Tensão | Código ex. 6W, 6X | Agrupado por faixa de tensão direta. | Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema. |
| Bin de Cor | Elipse MacAdam de 5 passos | Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. | Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo. |
| Bin CCT | 2700K, 3000K etc. | Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. | Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena. |
Testes e Certificação
| Termo | Padrão/Teste | Explicação Simples | Significado |
|---|---|---|---|
| LM-80 | Teste de manutenção do lúmen | Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. | Usado para estimar vida do LED (com TM-21). |
| TM-21 | Padrão de estimativa de vida | Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. | Fornece previsão científica de vida. |
| IESNA | Sociedade de Engenharia de Iluminação | Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. | Base de teste reconhecida pela indústria. |
| RoHS / REACH | Certificação ambiental | Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). | Requisito de acesso ao mercado internationalmente. |
| ENERGY STAR / DLC | Certificação de eficiência energética | Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. | Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade. |