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Ficha Técnica da Série ELM8XL-G de Fotocoplador - Pacote SOP 5 Pinos - Alimentação 3.3V/5V - Velocidade 15MBit/s - Documentação Técnica em Português

Ficha técnica completa do fotocoplador de porta lógica de alta velocidade da série ELM8XL-G. Características: pacote SOP 5 pinos, compatibilidade CMOS 3.3V/5V, taxa de dados 15MBit/s, isolamento 3750Vrms e operação de -40°C a 85°C.
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1. Visão Geral do Produto

A Série ELM8XL-G representa uma família de fotocopladores (isoladores ópticos) de saída de porta lógica de alta velocidade, projetados para aplicações modernas de isolamento digital. A função principal deste dispositivo é fornecer isolamento galvânico entre os circuitos de entrada e saída, transmitindo sinais lógicos digitais em alta velocidade. Ele integra um diodo emissor de luz infravermelha (LED) no lado da entrada, que é acoplado opticamente a um circuito integrado detector CMOS no lado da saída. Este método de acoplamento óptico elimina a conexão elétrica, fornecendo alto isolamento de tensão e imunidade a ruídos, o que é crucial em sistemas com diferentes potenciais de terra ou em ambientes elétricos ruidosos.

O dispositivo é encapsulado em um pacote de montagem em superfície (SOP) compacto de 5 pinos, tornando-o adequado para processos de montagem automatizados e projetos de PCB com espaço limitado. Seu objetivo principal de projeto é facilitar a transmissão de dados confiável e de alta velocidade através de barreiras de isolamento, servindo como um substituto direto para transformadores de pulso em muitas aplicações, oferecendo vantagens em tamanho, custo e integração.

1.1 Vantagens Principais e Mercado-Alvo

A Série ELM8XL-G oferece várias vantagens-chave que definem sua posição no mercado. A primeira é suacapacidade de alta velocidade, suportando taxas de dados de até 15 Megabits por segundo (MBit/s). Isso o torna adequado para interfaces de comunicação modernas e sinais de controle rápidos. A segunda é suacompatibilidade com tensão de alimentação dupla, funcionando corretamente com níveis lógicos CMOS de 3.3V e 5V, o que proporciona flexibilidade de projeto para sistemas com tensões mistas. A terceira é suaalta classificação de isolamentode 3750 Vrms, garantindo segurança e confiabilidade em aplicações que requerem proteção contra transientes de alta tensão ou diferenças no potencial de terra.

O dispositivo também é fabricado para atender a rigorosos padrões ambientais e de segurança. Ele élivre de halogênios(com Bromo <900ppm, Cloro <900ppm, Br+Cl <1500ppm), em conformidade com os regulamentos da UE REACH, e é livre de chumbo e compatível com RoHS. Possui aprovações das principais agências de segurança internacionais, incluindo UL, cUL, VDE, SEMKO, NEMKO, DEMKO e FIMKO, o que é essencial para produtos destinados a mercados globais, especialmente em equipamentos industriais, de telecomunicações e de computação.

As aplicações-alvo são diversas e centram-se na necessidade de isolamento de sinal:

2. Análise Aprofundada dos Parâmetros Técnicos

Uma compreensão completa das características elétricas e de comutação é crucial para a implementação bem-sucedida do fotocoplador ELM8XL-G em um projeto de circuito.

2.1 Especificações Máximas Absolutas

Estas especificações definem os limites de estresse além dos quais pode ocorrer dano permanente ao dispositivo. A operação sob estas condições não é garantida e deve ser evitada.

Nota de Projeto:A ficha técnica especifica que a alimentação VCCdeve ser desacoplada com um capacitor de 0.1µF ou maior (cerâmico ou tântalo sólido com boas características de alta frequência) colocado o mais próximo possível dos pinos VCCe GND do dispositivo. Isto é crítico para a operação estável e imunidade a ruídos do estágio de saída CMOS de alta velocidade.

2.2 Características Elétricas

Estes parâmetros definem o desempenho garantido do dispositivo sob condições normais de operação (TA=25°C, salvo indicação em contrário).

2.2.1 Características de Entrada (Lado do LED)

2.2.2 Características de Saída (Lado do CI CMOS)

2.3 Características de Comutação

Estes parâmetros definem o desempenho de temporização, que é crítico para transmissão de dados de alta velocidade.

3. Informações Mecânicas e de Embalagem

3.1 Configuração dos Pinos e Tabela Verdade

O dispositivo utiliza um pacote SOP de 5 pinos, embora seis números de pino sejam referenciados (1-6, sendo o pino 2 presumivelmente Não Conectado ou uma conexão interna). Os pinos funcionais são:

O dispositivo implementa uma função deporta lógica não inversora(Lógica Positiva):

Esta é uma entrada de sumidouro de corrente; uma corrente deve ser fornecida ao LED para produzir uma saída baixa.

3.2 Dimensões do Pacote e Layout da PCB

A ficha técnica fornece desenhos mecânicos detalhados para o pacote SOP de 5 pinos. As dimensões-chave incluem o tamanho do corpo, o espaçamento dos terminais e a altura de afastamento. Umlayout recomendado para os padsde montagem em superfície também é fornecido. Este layout é projetado para garantir a formação confiável das juntas de solda durante a soldagem por reflow. A ficha técnica observa que estas dimensões dos pads são sugestões e podem precisar de modificação com base em processos específicos de fabricação de PCB ou requisitos térmicos, mas servem como um excelente ponto de partida para o projeto.

3.3 Marcação do Dispositivo

A parte superior do pacote é marcada com um código a laser ou tinta para identificação. A marcação segue o formato:EL M81L YWW V.

4. Diretrizes de Aplicação e Considerações de Projeto

4.1 Projeto do Circuito de Entrada

O circuito de entrada deve fornecer uma corrente controlada ao LED. Um simples resistor em série é suficiente. O valor é calculado com base na tensão de acionamento e no IFdesejado. Por exemplo, para acionar IF= 8mA a partir de um sinal lógico de 5V com um VFtípico de 1.4V: Rlimit= (5V - 1.4V) / 0.008A = 450Ω. Um resistor padrão de 470Ω seria adequado. Certifique-se de que a fonte de acionamento pode fornecer a corrente necessária. Para acionar a partir de um pino GPIO de um microcontrolador, verifique a capacidade de fornecimento de corrente do pino. Se insuficiente, um buffer simples com transistor (por exemplo, um NPN ou MOSFET de canal N) pode ser necessário.

4.2 Projeto do Circuito de Saída

A saída é uma saída digital CMOS padrão. Pode acionar diretamente entradas CMOS, TTL ou LVCMOS. Os requisitos-chave são:

  1. Desacoplamento da Fonte de Alimentação:Como enfatizado na ficha técnica, um capacitor cerâmico de 0.1µF deve ser colocado diretamente entre o Pino 6 (VCC) e o Pino 4 (GND). Isto é inegociável para operação estável de alta velocidade e prevenção de ruído na saída.
  2. Considerações de Carga:A saída pode sumir/fornecer até 20mA, mas para melhor velocidade e integridade do sinal, as cargas devem ser principalmente capacitivas (por exemplo, a capacitância de entrada de outra porta). Acionar cargas resistivas pesadas ou trilhas longas aumentará os tempos de subida/descida e pode afetar as margens de temporização.
  3. Resistores de Pull-up:Não são necessários, pois a saída aciona ativamente tanto os estados alto quanto baixo.

4.3 Considerações de Velocidade e Temporização

Para uma taxa de dados de 15 MBit/s, o período de bit é aproximadamente 66.7ns. O atraso total do sinal através do fotocoplador é a soma de tPLHou tPHLmais uma parte do tempo de subida/descida. Com atrasos típicos em torno de 30-50ns, há margem adequada para esta taxa de dados. No entanto, adistorção de largura de pulsoé importante. Uma distorção de 20ns significa que um pulso será estreitado ou alargado por essa quantidade após passar pelo isolador. Para pulsos muito estreitos, isso poderia fazê-los desaparecer se a distorção for maior que a largura do pulso. Sempre considere os valores máximos, não os típicos, para projetos críticos em temporização.

4.4 Isolamento e Projeto de Segurança

A classificação de isolamento de 3750Vrmsé um requisito de segurança. Para manter esta classificação no produto final, o layout da PCB é crítico. Certifique-se de que as distâncias decreepage e clearancena PCB entre todos os traços/componentes do lado da entrada e todos os traços/componentes do lado da saída atendam ou excedam os requisitos para a tensão de isolamento de trabalho do sistema (que é menor que a tensão de teste de 3750Vrms). Isto frequentemente significa incorporar um slot largo ou barreira na PCB sob o pacote do fotocoplador. Consulte os padrões de segurança relevantes (por exemplo, IEC 60950, IEC 61010) para requisitos de distância específicos com base na tensão, grau de poluição e grupo de material.

5. Informações de Pedido e Embalagem

O número da peça segue a estrutura:ELM8XL(Z)-V.

Opções de Embalagem:

A ficha técnica inclui especificações detalhadas de fita e carretel, incluindo dimensões dos compartimentos (A, B, D0, D1), passo (P0, P1, P2), espessura da fita (t) e largura do carretel (W). Estas dimensões são essenciais para programar o alimentador em uma máquina de montagem automatizada.

6. Curvas de Desempenho e Características Típicas

Embora o excerto do PDF mencione "Curvas Típicas de Características Eletro-Ópticas", os gráficos específicos não estão incluídos no texto fornecido. Normalmente, tais fichas técnicas incluem curvas mostrando:

Os projetistas devem usar osvalores mínimos e máximosdas tabelas para um projeto robusto, usando as curvas típicas apenas para entender tendências e comportamentos.

7. Comparação e Contexto Tecnológico

O ELM8XL-G está em uma categoria de fotocopladores digitais de alta velocidade. Comparado a fotocopladores mais antigos com saídas de transistor ou Darlington, sua saída de porta lógica CMOS fornece velocidades de comutação muito mais rápidas, bordas mais nítidas e níveis lógicos bem definidos. Comparado a transformadores de pulso, oferece uma pegada menor, capacidade de acoplamento DC (transformadores não podem passar sinais DC) e frequentemente custo mais baixo. Comparado a tecnologias de isolamento mais novas, como isoladores capacitivos (isoladores digitais) ou isoladores de magnetorresistência gigante (GMR), fotocopladores como o ELM8XL-G oferecem a vantagem de confiabilidade comprovada, força de isolamento intrínseca muito alta e imunidade a campos magnéticos. A compensação é geralmente velocidade mais lenta e maior consumo de energia (devido à corrente de acionamento do LED) do que os isoladores baseados em semicondutores mais recentes. A escolha depende dos requisitos específicos da aplicação para velocidade, potência, custo e imunidade a ruídos.

8. Perguntas Frequentes (FAQ)

P: Posso usar isso com um sinal de entrada de 3.3V para acionar o LED?

R: Sim, mas você deve recalcular o resistor limitador de corrente. Para um acionamento de 3.3V e VF~1.4V, para obter IF=8mA, R = (3.3V - 1.4V) / 0.008A = 237.5Ω. Use um resistor de 240Ω. Certifique-se de que a fonte de 3.3V pode fornecer 8mA.

P: Qual é a diferença entre as versões M80L e M81L?

R: A diferença principal é a Imunidade a Transientes de Modo Comum (CMTI). A versão M81L garante um mínimo de 10.000 V/µs, enquanto a M80L garante 5.000 V/µs. Escolha a M81L para ambientes mais ruidosos, como acionamentos de motor ou sistemas de energia industriais.

P: É necessário um resistor de pull-up externo na saída?

R: Não. A saída é um estágio CMOS push-pull ativo que aciona tanto os níveis alto quanto baixo. Um pull-up externo é desnecessário e apenas aumentaria o consumo de energia.

P: Como garantir que a alta classificação de isolamento seja mantida no meu projeto de PCB?

R: Você deve manter distâncias adequadas de creepage (distância ao longo da superfície) e clearance (gap de ar) entre todos os condutores do lado da entrada e todos os condutores do lado da saída. Isto tipicamente requer um gap físico ou slot na PCB sob o corpo do fotocoplador. As distâncias específicas dependem da tensão de trabalho da sua aplicação e dos padrões de segurança que ela deve atender.

P: O pino de saída (5) pode ser conectado diretamente à entrada de outro dispositivo, ou preciso de um resistor em série?

R: Pode ser conectado diretamente. A saída é projetada para acionar entradas digitais padrão. Um resistor em série geralmente não é necessário e retardaria as bordas do sinal.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.