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Especificação do LED Emissor de Infravermelho 940nm Visão Lateral - 3.0x2.8x1.9mm - Tensão Direta 1.2V - Intensidade Radiante 3.0mW/sr - Documento Técnico em Português

Ficha técnica de um LED emissor de infravermelho 940nm de visão lateral. Inclui características elétricas/ópticas, valores máximos absolutos, dimensões, diretrizes de soldagem e notas de aplicação.
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1. Visão Geral do Produto

Este documento detalha as especificações de um componente emissor de infravermelho discreto. O dispositivo foi projetado para aplicações que requerem transmissão confiável de sinal infravermelho, apresentando um comprimento de onda de emissão de pico de 940nm. Sua função principal é converter corrente elétrica em radiação infravermelha, tornando-o um componente-chave em sistemas de comunicação e sensoriamento por luz não visível.

1.1 Vantagens Principais e Mercado-Alvo

O componente oferece uma combinação de alto desempenho e facilidade de fabricação. As principais vantagens incluem compatibilidade com equipamentos de montagem automática e processos de soldagem por refluxo infravermelho, o que agiliza a montagem em grande volume. O encapsulamento de visão lateral com lente "water-clear" proporciona um amplo ângulo de visão, sendo adequado para aplicações onde a direção de emissão é paralela à PCB de montagem. Os principais mercados-alvo incluem eletrônicos de consumo para funções de controle remoto, sistemas de transmissão de dados sem fio de curto alcance e diversas aplicações de sensores de segurança e alarme.

2. Análise Detalhada dos Parâmetros Técnicos

As seções a seguir fornecem uma interpretação objetiva e detalhada das principais especificações do dispositivo, conforme definidas nas condições padrão de teste (TA=25°C).

2.1 Valores Máximos Absolutos

Estes valores definem os limites de estresse além dos quais pode ocorrer dano permanente ao dispositivo. A operação sob ou nestes limites não é garantida. Os limites principais incluem uma dissipação de potência de 100mW, uma corrente direta de pico de 1A em condições pulsadas (300pps, largura de pulso de 10µs) e uma corrente direta contínua DC de 50mA. O dispositivo pode suportar uma tensão reversa de até 5V, embora não seja projetado para operação reversa. A faixa de temperatura de operação é especificada de -40°C a +85°C.

2.2 Características Elétricas e Ópticas

Estes parâmetros definem o desempenho do dispositivo em condições normais de operação. A intensidade radiante (IE) é de no mínimo 3,0 mW/sr quando acionado por uma corrente direta (IF) de 20mA. A tensão direta (VF) é tipicamente de 1,2V, com um máximo de 1,5V a 20mA. O comprimento de onda de emissão de pico (λp) está centrado em 940nm, que está no espectro do infravermelho próximo e é invisível ao olho humano. O ângulo de visão (2θ1/2) é de 45 graus, definido como o ângulo total onde a intensidade radiante cai para metade do seu valor no eixo.

3. Explicação do Sistema de Binning

O dispositivo é categorizado em diferentes "bins" com base na sua saída de intensidade radiante. Isto permite que os projetistas selecionem componentes com potência óptica consistente para sua aplicação. Os códigos de bin fornecidos são J, K e L. Por exemplo, um dispositivo do Bin J terá uma intensidade radiante entre 3,0 e 4,5 mW/sr quando medido a 20mA. O Bin K varia de 4,0 a 6,0 mW/sr, e o Bin L tem um mínimo de 5,0 mW/sr. Uma tolerância de teste de ±15% se aplica a cada bin.

4. Análise das Curvas de Desempenho

A ficha técnica inclui várias curvas características típicas que ilustram o comportamento do dispositivo sob condições variáveis.

4.1 Distribuição Espectral

A curva de distribuição espectral mostra a intensidade radiante relativa em função do comprimento de onda. Ela confirma o pico em 940nm e ilustra a largura de banda espectral, com uma meia-largura típica (Δλ) de 50nm. Esta informação é crucial para combinar o emissor com a sensibilidade espectral de um fotodetector correspondente.

4.2 Corrente Direta vs. Tensão Direta

Esta curva IV descreve a relação entre a corrente direta e a queda de tensão direta através do diodo. É não-linear, típica de um diodo semicondutor. Compreender esta curva é essencial para projetar o circuito de acionamento limitador de corrente apropriado, garantindo operação estável e prevenindo a fuga térmica.

4.3 Dependência da Temperatura

São fornecidas curvas que mostram a variação da corrente direta e da intensidade radiante relativa com a temperatura ambiente. Estes gráficos demonstram que a tensão direta tem um coeficiente de temperatura negativo (diminui com o aumento da temperatura), enquanto a potência óptica de saída tipicamente diminui à medida que a temperatura sobe. Esta é uma consideração crítica para aplicações que operam em ambientes térmicos extremos.

4.4 Padrão de Radiação

Um diagrama polar de radiação representa visualmente a distribuição espacial da luz infravermelha emitida. O encapsulamento de visão lateral produz um padrão semelhante ao lambertiano, com a intensidade sendo mais alta perpendicular ao chip e diminuindo em direção às bordas, definindo o ângulo de visão de 45 graus.

5. Informações Mecânicas e de Encapsulamento

5.1 Dimensões de Contorno

O componente é um encapsulamento padrão de montagem em superfície (SMD) EIA. As dimensões principais incluem um comprimento do corpo de aproximadamente 3,0mm, uma largura de 2,8mm e uma altura de 1,9mm. Desenhos detalhados com tolerâncias (±0,1mm salvo indicação em contrário) são fornecidos para o projeto da área de montagem na PCB.

5.2 Layout das Pastilhas de Solda

É especificado um padrão de área de solda recomendado para a PCB. Isto inclui as dimensões e espaçamento das pastilhas para garantir uma junta de solda confiável durante o refluxo. A recomendação inclui o uso de um estêncil metálico com espessura de 0,1mm (4 mils) ou 0,12mm (5 mils) para aplicação da pasta de solda.

5.3 Identificação de Polaridade

O cátodo é tipicamente marcado no encapsulamento. O diagrama da ficha técnica deve ser consultado para identificar a polaridade, o que é essencial para a orientação correta durante a montagem, garantindo o funcionamento adequado do dispositivo.

6. Diretrizes de Soldagem e Montagem

6.1 Parâmetros de Soldagem por Refluxo

O dispositivo é compatível com processos de soldagem por refluxo infravermelho, especificamente para solda sem chumbo (Pb-free). Um perfil de refluxo sugerido é fornecido, com parâmetros-chave incluindo uma zona de pré-aquecimento (150-200°C), uma temperatura de pico não excedendo 260°C, e um tempo acima de 260°C limitado a no máximo 10 segundos. O perfil deve aderir aos padrões JEDEC.

6.2 Condições de Armazenamento

O componente é sensível à umidade, classificado no Nível 3. Se a embalagem à prova de umidade original não foi aberta, deve ser armazenada a ≤ 30°C e ≤ 90% de UR e usada dentro de um ano. Uma vez aberta, os componentes devem ser armazenados a ≤ 30°C e ≤ 60% de UR. Para armazenamento prolongado fora da embalagem original, use um recipiente selado com dessecante. Componentes expostos por mais de uma semana devem ser pré-aquecidos ("baked") a aproximadamente 60°C por pelo menos 20 horas antes da soldagem para evitar o efeito "popcorn" durante o refluxo.

6.3 Limpeza

Se a limpeza for necessária após a soldagem, apenas solventes à base de álcool, como álcool isopropílico, devem ser usados. Produtos químicos agressivos podem danificar o encapsulamento ou a lente.

7. Embalagem e Informações de Pedido

7.1 Especificações da Fita e Carretel

Os componentes são fornecidos em fita transportadora de 8mm de largura em carretéis de 13 polegadas de diâmetro. Cada carretel contém 6000 peças. A embalagem está em conformidade com as especificações ANSI/EIA 481-1-A-1994. O número máximo permitido de componentes ausentes consecutivos na fita é dois.

8. Sugestões de Aplicação

8.1 Cenários de Aplicação Típicos

A aplicação principal é como emissor infravermelho em unidades de controle remoto para eletrônicos de consumo (TVs, sistemas de áudio, aparelhos de ar condicionado). Também é adequado para transmissão de dados IR de curta distância (ex.: comunicação semelhante a IrDA), detecção de intrusão em alarmes de segurança e sensoriamento de objetos onde a interferência da luz visível deve ser evitada.

8.2 Considerações de Projeto

Circuito de Acionamento:Um LED é um dispositivo acionado por corrente. Um resistor limitador de corrente em série ou um circuito driver de corrente constante é obrigatório para definir o ponto de operação (ex.: 20mA) e proteger o dispositivo contra sobrecorrente. A baixa tensão direta permite que seja acionado diretamente por circuitos lógicos de baixa tensão (3,3V, 5V) com um simples resistor.

Gerenciamento Térmico:Embora a dissipação de potência seja baixa, garantir uma área de cobre adequada na PCB para a pastilha do cátodo pode ajudar a dissipar calor, especialmente em condições de alta temperatura ambiente ou durante operação contínua, para manter a estabilidade da saída e a longevidade.

Alinhamento Óptico:O fator de forma de visão lateral é ideal quando o sinal IR precisa ser emitido paralelamente à superfície da PCB. Um projeto mecânico adequado do invólucro é necessário para fornecer um caminho desobstruído para o feixe de IR.

9. Comparação e Diferenciação Técnica

Comparado aos LEDs padrão, este dispositivo emite no espectro infravermelho (940nm), tornando-o invisível. Comparado a outros emissores IR, seus principais diferenciais incluem o encapsulamento de visão lateral para orientações de montagem específicas, um ângulo de visão relativamente amplo de 45 graus para boa cobertura e conformidade com os padrões RoHS e de produto verde. A combinação do material GaAs para emissão em 940nm oferece um bom equilíbrio entre eficiência e custo para aplicações comuns de controle remoto.

10. Perguntas Frequentes (Baseadas nos Parâmetros Técnicos)

P: Qual é o propósito da especificação de tensão reversa de 5V se o dispositivo não é para operação reversa?

R: Esta especificação indica a polarização reversa máxima que a junção do diodo pode suportar sem sofrer ruptura durante uma conexão reversa ocasional ou acidental em um circuito. É uma especificação de robustez, não uma condição de operação.

P: Como seleciono o código de bin correto?

R: Escolha com base na intensidade radiante mínima necessária para o "link budget" da sua aplicação (distância, sensibilidade do receptor). O Bin L oferece a saída garantida mais alta. Para aplicações sensíveis ao custo onde uma intensidade mais baixa é aceitável, o Bin J ou K pode ser adequado.

P: Posso acionar isso diretamente com uma fonte de tensão?

R: Não. A tensão direta varia com a temperatura e entre dispositivos individuais. Acionar com uma tensão constante, mesmo a típica de 1,2V, pode levar a corrente excessiva e falha do dispositivo devido à característica exponencial I-V do diodo. Sempre use um esquema limitador de corrente.

11. Caso Prático de Projeto e Uso

Caso: Projetando um Transmissor Simples de Controle Remoto IR.

Um caso de uso comum é codificar pressionamentos de botão em sinais IR modulados. Um pino GPIO de um microcontrolador pode ser usado para gerar uma frequência portadora (ex.: 38kHz) e um padrão de modulação. Este sinal aciona uma chave transistorizada (ex.: NPN ou MOSFET de canal N) em série com o emissor IR. O ânodo do emissor é conectado à tensão de alimentação (ex.: 3V de duas pilhas AA) através do transistor, e o cátodo é conectado ao terra. Um resistor em série com o emissor define a corrente de pulso para, por exemplo, 20mA. O encapsulamento de visão lateral permite que o controle remoto seja projetado com a PCB paralela à face frontal, com uma janela para o feixe de IR.

12. Introdução ao Princípio de Operação

Um emissor de infravermelho é um diodo de junção p-n semicondutor fabricado com materiais como Arseneto de Gálio (GaAs). Quando uma tensão de polarização direta é aplicada, elétrons da região n e lacunas da região p são injetados através da junção. Quando esses portadores de carga se recombinam, eles liberam energia. Em um diodo emissor de luz, essa energia é liberada na forma de fótons (luz). A energia específica da banda proibida do material semicondutor (GaAs neste caso) determina o comprimento de onda dos fótons emitidos, que está na região do infravermelho (940nm) para este dispositivo.

13. Tendências e Desenvolvimentos da Indústria

A tendência em componentes infravermelhos discretos continua em direção a maior eficiência (mais saída radiante por watt de entrada), o que permite maior vida útil da bateria em dispositivos portáteis. Há também uma busca pela miniaturização dos encapsulamentos enquanto se mantém ou melhora o desempenho óptico. Além disso, componentes com drivers ou lógica integrada para um projeto de sistema mais simples estão se tornando mais comuns. A tecnologia subjacente para emissores padrão de 940nm é madura, mas as melhorias de processo focam no rendimento, consistência (binning mais restrito) e redução de custos para os mercados de consumo de alto volume.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.