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Ficha Técnica do Fotodíodo LTR-C155DD-G - Comprimento de Onda de Pico 940nm - Tensão Reversa 5V - Documento Técnico em Português

Ficha técnica do fotodíodo infravermelho LTR-C155DD-G, com sensibilidade de pico a 940nm, resposta de alta velocidade e conformidade RoHS para aplicações em comandos à distância e sensores.
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1. Visão Geral do Produto

O LTR-C155DD-G é um componente discreto de fotodíodo infravermelho projetado para aplicações de sensoriamento no espectro do infravermelho próximo. Faz parte de uma ampla família de dispositivos optoeletrônicos destinados a sistemas que exigem detecção confiável de sinais infravermelhos. Sua função principal é converter luz infravermelha incidente em corrente elétrica, permitindo seu uso como elemento receptor ou sensor.

1.1 Vantagens Principais e Mercado-Alvo

Este componente oferece várias vantagens-chave para os projetistas. Apresenta uma alta relação sinal-ruído, crucial para distinguir comandos infravermelhos válidos do ruído da luz ambiente em locais como salas de estar ou escritórios. O dispositivo é compatível com equipamentos de colocação automática e processos de soldagem por refluxo infravermelho, tornando-o adequado para linhas de produção automatizadas de alto volume. Seus principais mercados-alvo incluem eletrônicos de consumo para sistemas de controle remoto, sistemas de segurança e alarme para detecção de movimento ou feixe, e várias aplicações envolvendo transmissão de dados infravermelhos de curto alcance.

1.2 Características

1.3 Aplicações

2. Parâmetros Técnicos: Interpretação Objetiva e Detalhada

As características elétricas e ópticas definem os limites operacionais e o desempenho do fotodíodo. Compreender estes parâmetros é essencial para o projeto adequado do circuito e para garantir a operação confiável na aplicação pretendida.

2.1 Especificações Máximas Absolutas

Estas especificações definem os limites além dos quais pode ocorrer dano permanente ao dispositivo. Elas não são para operação contínua.

2.2 Características Elétricas e Ópticas (TA=25°C)

Estes são os parâmetros de desempenho típicos e garantidos sob condições de teste especificadas.

3. Análise das Curvas de Desempenho

Os gráficos fornecidos oferecem insights visuais sobre o comportamento do dispositivo sob condições variáveis.

3.1 Fotocorrente vs. Irradiância

A curva mostra a relação entre a potência da luz incidente (irradiância Ee) e a fotocorrente gerada (Ip). Para um fotodíodo operando na região linear (polarizado reversamente), esta relação é tipicamente linear. O gráfico confirma que a 1 mW/cm² de luz a 940nm, a fotocorrente é aproximadamente 16 µA, conforme declarado na tabela. Esta linearidade é crucial para aplicações de sensoriamento analógico.

3.2 Sensibilidade Espectral

Este gráfico traça a sensibilidade radiante relativa em função do comprimento de onda. Mostra um pico em torno de 910nm e uma resposta significativa na faixa de aproximadamente 800nm a 1050nm. A sensibilidade cai abruptamente para a luz visível (abaixo de 700nm), o que é benéfico para rejeitar ruído de luz ambiente de fontes como lâmpadas incandescentes ou luz solar. A inclusão de um filtro, como mencionado na descrição, aguçaria ainda mais este corte.

3.3 Dissipação de Potência Total vs. Temperatura Ambiente

Esta curva de derating ilustra como a dissipação de potência máxima permitida diminui à medida que a temperatura ambiente aumenta. A 25°C, os 150 mW completos são permitidos. Conforme a temperatura sobe em direção ao limite máximo de operação de 85°C, a dissipação de potência permitida diminui linearmente. Isto é crítico para o gerenciamento térmico no projeto da aplicação para evitar superaquecimento.

3.4 Diagrama de Sensibilidade Angular

O diagrama polar descreve a sensibilidade relativa em diferentes ângulos da luz incidente. Um fotodíodo com lente plana, como este, tipicamente tem um ângulo de visão relativamente amplo (frequentemente em torno de ±60 graus onde a sensibilidade cai para 50%). Este ângulo amplo é vantajoso para receptores que precisam capturar sinais de uma área ampla sem alinhamento preciso.

4. Informações Mecânicas e de Embalagem

4.1 Dimensões de Contorno

O dispositivo está em conformidade com um contorno de encapsulamento padrão da indústria. As dimensões-chave incluem o tamanho do corpo, o espaçamento dos terminais e a altura total. O encapsulamento é projetado para tecnologia de montagem em superfície (SMT). Todas as dimensões estão em milímetros com uma tolerância padrão de ±0,1mm, salvo indicação em contrário.

4.2 Identificação de Polaridade e Projeto do *Pad*

O cátodo é tipicamente marcado no encapsulamento. A ficha técnica fornece as dimensões sugeridas dos *pads* de solda para o *layout* da PCB. Um projeto de *pad* recomendado garante uma junta de solda confiável e estabilidade mecânica adequada durante e após o processo de refluxo. É aconselhável usar um estêncil metálico com espessura de 0,1mm a 0,12mm para aplicação da pasta de solda.

5. Diretrizes de Soldagem e Montagem

5.1 Perfil de Soldagem por Refluxo

O componente é qualificado para processos de soldagem por refluxo sem chumbo (Pb-free). Um perfil de temperatura sugerido é fornecido, aderindo aos padrões JEDEC. Os parâmetros-chave incluem uma zona de pré-aquecimento (150-200°C), uma temperatura de pico não excedendo 260°C, e um tempo acima do líquido (TAL) que garante a formação adequada da junta de solda sem expor o componente a estresse térmico excessivo. O dispositivo pode suportar este perfil por um máximo de 10 segundos na temperatura de pico, até duas vezes.

5.2 Soldagem Manual

Se a soldagem manual for necessária, deve ser realizada com a temperatura da ponta do ferro de soldar não excedendo 300°C, e o tempo de contato deve ser limitado a um máximo de 3 segundos por junta. Isto minimiza o risco de dano térmico ao *die* semicondutor ou ao encapsulamento plástico.

5.3 Condições de Armazenamento

Para evitar a absorção de umidade, que pode causar "*popcorning*" durante o refluxo, condições específicas de armazenamento são exigidas. Em sua bolsa selada à prova de umidade original com dessecante, o dispositivo deve ser armazenado a ≤30°C e ≤90% de UR e usado dentro de um ano. Uma vez aberta a bolsa, os componentes devem ser armazenados a ≤30°C e ≤60% de UR e idealmente processados dentro de uma semana. Para armazenamento mais longo fora da embalagem original, é necessário um cozimento a aproximadamente 60°C por pelo menos 20 horas antes da soldagem.

5.4 Limpeza

Se a limpeza pós-soldagem for necessária, apenas solventes à base de álcool, como álcool isopropílico, devem ser usados. Limpadores químicos agressivos devem ser evitados, pois podem danificar o material do encapsulamento ou a lente.

6. Embalagem e Informações de Pedido

6.1 Especificações da Fita e Bobina

O componente é fornecido em fita transportadora relevada com uma fita de cobertura protetora. A largura da fita é de 8mm, enrolada em uma bobina padrão de diâmetro de 7 polegadas (178mm). Cada bobina contém 3000 peças. A embalagem está em conformidade com as especificações ANSI/EIA 481-1-A-1994, garantindo compatibilidade com alimentadores automatizados.

7. Sugestões de Aplicação e Considerações de Projeto

7.1 Configuração de Circuito Típica

O modo de operação mais comum para um fotodíodo como o LTR-C155DD-G é o modo fotocondutivo. Aqui, o diodo é polarizado reversamente com uma tensão (ex.: 5V, como na condição de teste). A fotocorrente gerada é proporcional à intensidade da luz. Esta corrente pode ser convertida em uma tensão usando um resistor de carga (RL). O valor de RL afeta tanto a amplitude da tensão de saída quanto a largura de banda (velocidade) do circuito devido à constante de tempo RC formada com a capacitância de junção do fotodíodo (CT). Para aplicações de alta velocidade como a decodificação de controles remotos IR de 38 kHz, um RL menor (ex.: 1kΩ a 10kΩ) é usado. Para maior sensibilidade em condições de pouca luz, um RL maior ou um circuito de amplificador de transimpedância (TIA) é recomendado.

7.2 Considerações de Projeto Óptico

Para otimizar o desempenho, a fonte infravermelha (IRED) deve ter um comprimento de onda de emissão correspondente à sensibilidade de pico do fotodíodo (em torno de 940nm). Um filtro óptico pode ser colocado na frente do fotodíodo para bloquear a luz visível, melhorando significativamente a relação sinal-ruído em ambientes com forte luz ambiente. O amplo ângulo de visão do fotodíodo simplifica o alinhamento óptico, mas também pode torná-lo mais suscetível à luz difusa; um anteparo mecânico pode ajudar a definir o campo de visão.

7.3 Considerações de *Layout*

Siga o *layout* de *pads* de solda recomendado para garantir boa soldabilidade e resistência mecânica. Em circuitos analógicos sensíveis, mantenha os traços do ânodo e cátodo do fotodíodo o mais curtos possível para minimizar a captação de ruído e a capacitância parasita. Aterramento e blindagem adequados podem ser necessários em ambientes eletricamente ruidosos.

8. Comparação e Diferenciação Técnica

Comparado a um fototransistor, um fotodíodo como o LTR-C155DD-G oferece um tempo de resposta mais rápido (sub-microssegundo vs. microssegundos), tornando-o superior para transmissão de dados de alta velocidade ou recepção de sinais modulados. Ele também fornece uma saída mais linear em relação à intensidade da luz. Comparado a outros fotodiodos, suas características-chave incluem um encapsulamento padronizado para montagem automatizada, compatibilidade com refluxo sem chumbo e um desempenho de alta velocidade especificado adequado para protocolos IR de consumo.

9. Perguntas Frequentes (Baseadas nos Parâmetros Técnicos)

9.1 Qual é a diferença entre Corrente de Luz Reversa (Ip) e Corrente de Curto-Circuito (Is)?

A Corrente de Luz Reversa (Ip) é medida com o fotodíodo sob uma tensão de polarização reversa (ex.: 5V). Esta é a condição de operação padrão para resposta linear e velocidade. A Corrente de Curto-Circuito (Is) é medida com zero volts através do diodo (modo fotovoltaico). O valor típico é similar, mas o modo fotovoltaico tem uma resposta mais lenta e uma saída de corrente dependente da tensão.

9.2 Como escolho o valor do resistor de carga (RL)?

A escolha envolve um compromisso entre largura de banda e amplitude do sinal. Para um sinal IR de 38kHz, o período é de cerca de 26µs. O tempo de subida/descida do fotodíodo (0,3µs) é muito mais rápido que isso, então não é o fator limitante. A constante de tempo RC (RL * CT) deve ser significativamente menor que a largura do pulso que você precisa detectar. Para um resistor de 1kΩ e capacitância de 14pF, a constante de tempo é de 14ns, o que é excelente para alta velocidade. Um RL maior dá uma tensão de saída maior para o mesmo nível de luz, mas reduz a largura de banda e pode aumentar o ruído.

9.3 Por que o cozimento é necessário se as peças forem armazenadas fora da bolsa?

Encapsulamentos SMT plásticos podem absorver umidade do ar. Durante o processo de soldagem por refluxo em alta temperatura, essa umidade retida pode vaporizar rapidamente, criando pressão interna que pode delaminar o encapsulamento ou rachar o *die* — um fenômeno conhecido como "*popcorning*". O cozimento remove essa umidade absorvida, prevenindo este modo de falha.

10. Introdução ao Princípio de Operação

Um fotodíodo é uma junção PN semicondutora. Quando fótons com energia maior que a banda proibida do semicondutor atingem a região de depleção da junção, eles podem excitar elétrons da banda de valência para a banda de condução, criando pares elétron-lacuna. Sob a influência do campo elétrico interno (inerente à junção ou intensificado por uma tensão de polarização reversa externa), esses portadores de carga são separados, gerando uma corrente mensurável em um circuito externo. Esta fotocorrente é diretamente proporcional à intensidade da luz incidente, desde que o dispositivo opere dentro de sua região linear. O comprimento de onda de pico de sensibilidade é determinado pela energia da banda proibida do material semicondutor utilizado.

11. Tendências de Desenvolvimento

A tendência em sensores infravermelhos discretos como fotodiodos é em direção a uma maior miniaturização dos encapsulamentos, mantendo ou melhorando parâmetros de desempenho como menor corrente de escuro, maior velocidade e maior resistência à interferência da luz ambiente. A integração é outra tendência-chave, com dispositivos combinando o fotodíodo com um amplificador dedicado, filtro e lógica digital em um único encapsulamento para criar "módulos receptores IR" completos que simplificam o projeto do produto final. Há também um impulso contínuo para maior confiabilidade e compatibilidade com padrões ambientais e de fabricação cada vez mais rigorosos, como os para aplicações automotivas ou industriais.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.