Índice
- 1. Visão Geral do Produto
- 2. Interpretação Profunda e Objetiva dos Parâmetros Técnicos
- 2.1 Características Fotométricas e de Cor
- 2.2 Parâmetros Elétricos
- 2.3 Características Térmicas
- 3. Explicação do Sistema de *Binning*
- 3.1 *Binning* por Comprimento de Onda/Temperatura de Cor
- 3.2 *Binning* por Fluxo Luminoso
- 3.3 *Binning* por Tensão Direta
- 4. Análise de Curvas de Desempenho
- 4.1 Curva Corrente vs. Tensão (Curva I-V)
- 4.2 Características de Temperatura
- 4.3 Distribuição Espectral de Potência
- 5. Informação Mecânica e de Embalagem
- 5.1 Diagrama de Dimensões
- 5.2 Desenho do *Layout* das *Pads*
- 5.3 Identificação da Polaridade
- 6. Diretrizes de Soldadura e Montagem
- 6.1 Perfil de Soldadura por Refluxo
- 6.2 Precauções
- 6.3 Condições de Armazenamento
- 7. Informação de Embalagem e Encomenda
- 7.1 Especificações de Embalagem
- 7.2 Informação de Etiquetagem
- 7.3 Regra de Numeração de Peças
- 8. Sugestões de Aplicação
- 8.1 Cenários de Aplicação Típicos
- 8.2 Considerações de Projeto
- 9. Comparação Técnica
- 10. Perguntas Frequentes
- 11. Caso de Utilização Prático
- 12. Introdução ao Princípio
- 13. Tendências de Desenvolvimento
1. Visão Geral do Produto
Este documento detalha as especificações para um componente eletrónico, especificamente um LED, que se encontra atualmente naRevisão 2da fase do seu ciclo de vida do produto. O componente foi oficialmente lançado em5 de dezembro de 2014, às 11:57:35. Uma característica fundamental assinalada nos dados fornecidos é o seuPeríodo de Validade, que está designado comoIndefinido. Isto indica que, da perspetiva do fabricante, esta revisão específica não tem uma data de obsolescência planeada e permanece válida para referência e utilização indefinidamente, salvo documentação subsequente que a substitua. As entradas repetidas desta informação de ciclo de vida sugerem um cabeçalho ou bloco de metadados padronizado utilizado em múltiplas páginas ou secções do PDF original, enfatizando a estabilidade e a natureza finalizada desta revisão.
2. Interpretação Profunda e Objetiva dos Parâmetros Técnicos
Embora o excerto principal do PDF se foque em metadados administrativos, um documento técnico abrangente para um componente LED incluiria tipicamente parâmetros detalhados. Com base na prática padrão da indústria para estes componentes, as seguintes secções seriam analisadas criticamente.
2.1 Características Fotométricas e de Cor
Esta secção detalharia objetivamente as propriedades de emissão de luz. Os parâmetros-chave incluem oFluxo Luminoso, medido em lúmens (lm), que quantifica a potência de luz percecionada.O Comprimento de Onda Dominanteou aTemperatura de Cor Correlacionada (CCT)define a cor da luz emitida, variando do branco quente ao branco frio para LEDs brancos, ou cores monocromáticas específicas como vermelho, azul ou verde.O Índice de Renderização de Cor (CRI), particularmente para LEDs brancos, indica com que precisão a fonte de luz revela as cores dos objetos em comparação com uma fonte de luz natural. OÂngulo de Visãoespecifica a gama angular na qual a intensidade luminosa é pelo menos metade do seu valor máximo, afetando o padrão do feixe de luz.
2.2 Parâmetros Elétricos
Esta parte fornece as condições operacionais elétricas essenciais. ATensão Direta (Vf)é a queda de tensão no LED quando este emite luz a uma corrente especificada. É um parâmetro crucial para o desenho do *driver*. ACorrente Direta (If)é a corrente operacional recomendada, tipicamente fornecida como um valor DC contínuo. Exceder aCorrente Direta Máximapode levar a uma degradação acelerada ou a uma falha imediata. A classificação daTensão Reversa (Vr)indica a tensão máxima que pode ser aplicada no sentido inverso sem danificar o LED. A dissipação de potência é calculada a partir de Vf e If.
2.3 Características Térmicas
O desempenho e a vida útil do LED dependem fortemente da temperatura. AResistência Térmica (Rthj-a), medida em graus Celsius por watt (°C/W), quantifica a dificuldade de transferência de calor da junção do LED para o ambiente. Um valor mais baixo indica uma melhor dissipação de calor. ATemperatura Máxima da Junção (Tjmáx.)) é a temperatura mais elevada que a junção semicondutora pode suportar sem danos permanentes. Operar abaixo desta temperatura, idealmente muito abaixo, é essencial para uma fiabilidade a longo prazo. É necessário um dissipador de calor adequado para manter a temperatura da junção dentro de limites seguros.
3. Explicação do Sistema de *Binning*
Variações no processo de fabrico causam ligeiras diferenças entre LEDs individuais. Um sistema de *binning* agrupa componentes com características semelhantes.
3.1 *Binning* por Comprimento de Onda/Temperatura de Cor
Os LEDs são classificados em *bins* com base no seu comprimento de onda dominante (para LEDs coloridos) ou CCT e Duv (para LEDs brancos). Isto garante a consistência de cor dentro de um único lote de produção ou aplicação.
3.2 *Binning* por Fluxo Luminoso
Os LEDs são categorizados de acordo com a sua emissão de luz a uma corrente de teste padrão. Isto permite aos projetistas selecionar componentes que cumpram requisitos específicos de brilho.
3.3 *Binning* por Tensão Direta
Os componentes são agrupados pela sua queda de tensão direta. Isto é importante para aplicações onde múltiplos LEDs estão ligados em série, pois Vf desiguais podem levar a uma distribuição de corrente e brilho irregular.
4. Análise de Curvas de Desempenho
Dados gráficos fornecem uma visão mais profunda do comportamento do componente em condições variáveis.
4.1 Curva Corrente vs. Tensão (Curva I-V)
Esta curva mostra a relação entre a corrente direta e a tensão direta. É não linear, com uma tensão característica de "joelho" abaixo da qual flui muito pouca corrente. A curva ajuda na seleção do circuito limitador de corrente apropriado.
4.2 Características de Temperatura
Os gráficos mostram tipicamente como a tensão direta diminui e o fluxo luminoso se degrada à medida que a temperatura da junção aumenta. Compreender estas relações é vital para o desenho da gestão térmica, de modo a manter o desempenho ao longo da vida útil do produto.
4.3 Distribuição Espectral de Potência
Para LEDs brancos, este gráfico mostra a intensidade relativa da luz ao longo do espetro visível. Revela os picos do LED azul bombeador e a ampla emissão do fósforo, ajudando a compreender a qualidade da cor e o CRI.
5. Informação Mecânica e de Embalagem
Especificações físicas precisas são necessárias para o desenho e montagem da PCB.
5.1 Diagrama de Dimensões
Um desenho detalhado com tolerâncias que mostra o comprimento, largura, altura do componente e quaisquer características críticas como a forma da lente ou dimensões dos terminais.
5.2 Desenho do *Layout* das *Pads*
O padrão recomendado para as *pads* de cobre na PCB para dispositivos de montagem em superfície (SMD), incluindo o tamanho, forma e espaçamento das *pads* para garantir uma soldadura fiável e resistência mecânica.
5.3 Identificação da Polaridade
Marca clara no corpo do componente (por exemplo, um entalhe, ponto ou canto cortado) e no diagrama para indicar o ânodo e o cátodo. A polaridade correta é essencial para o funcionamento do circuito.
6. Diretrizes de Soldadura e Montagem
Uma manipulação adequada garante fiabilidade.
6.1 Perfil de Soldadura por Refluxo
Um gráfico tempo-temperatura que especifica as fases de pré-aquecimento, estabilização, refluxo e arrefecimento. Os parâmetros-chave incluem a temperatura de pico (tipicamente 245-260°C para solda sem chumbo) e o tempo acima do líquido (TAL). O cumprimento previne choque térmico.
6.2 Precauções
As instruções podem incluir: evitar tensão mecânica na lente, usar fluxo *no-clean*, prevenir a absorção de humidade (classificação MSL) e garantir proteção contra descargas eletrostáticas (ESD) durante a manipulação.
6.3 Condições de Armazenamento
Intervalos recomendados de temperatura e humidade para armazenar componentes não utilizados, frequentemente em sacos de barreira à humidade com dessecante se o Nível de Sensibilidade à Humidade (MSL) for superior a 1.
7. Informação de Embalagem e Encomenda
Detalhes para aquisição e logística.
7.1 Especificações de Embalagem
Descreve as dimensões da fita e da bobina, o tamanho do compartimento, o diâmetro da bobina e a orientação dos componentes para máquinas automáticas de *pick-and-place*.
7.2 Informação de Etiquetagem
Explica os dados impressos na etiqueta da bobina, incluindo número de peça, quantidade, número de lote, código de data e códigos de *binning*.
7.3 Regra de Numeração de Peças
Descodifica a estrutura do número de peça, mostrando como diferentes campos representam atributos como cor, *bin* de fluxo, *bin* de tensão, tipo de embalagem e características especiais.
8. Sugestões de Aplicação
8.1 Cenários de Aplicação Típicos
Este LED, com base nas suas características implícitas por ser um componente padrão, é adequado para uma vasta gama de aplicações, incluindo luzes indicadoras gerais, retroiluminação para pequenos ecrãs, luzes de estado em eletrónica de consumo, iluminação interior automóvel e iluminação decorativa. O seu período de validade "Indefinido" sugere que é destinado a produtos com ciclos de vida longos ou onde a disponibilidade de peças de reposição a longo prazo é uma consideração.
8.2 Considerações de Projeto
Alimente sempre o LED com uma fonte de corrente constante, não de tensão constante, para garantir uma emissão de luz estável e prevenir a fuga térmica. Calcule a resistência limitadora de corrente necessária ou selecione um CI *driver* de LED apropriado com base na tensão direta e na corrente desejada. Garanta uma área de cobre na PCB adequada ou um dissipador de calor dedicado para gestão térmica, especialmente quando operar a correntes elevadas ou em temperaturas ambientes altas. Considere elementos de desenho ótico como difusores ou lentes para alcançar a distribuição de luz desejada.
9. Comparação Técnica
Embora uma comparação direta exija uma peça concorrente específica, o diferenciador-chave desta revisão, de acordo com os dados fornecidos, é a suaFase do Ciclo de Vida: Revisão 2formalizada, com umPeríodo de Validade: Indefinido. Isto oferece uma vantagem em termos de estabilidade de projeto e previsibilidade de fornecimento a longo prazo, em comparação com componentes marcados como "Preliminar", "Obsoleto" ou que têm uma data de fim de vida definida. Os projetistas podem incorporar este componente com a confiança de que as suas especificações estão fixas e que permanecerá uma escolha válida num futuro previsível, reduzindo os esforços de revalidação para futuras séries de produção.
10. Perguntas Frequentes
P: O que significa "Fase do Ciclo de Vida: Revisão 2"?
R: Indica que esta é a segunda versão oficialmente lançada e fixa da especificação do componente. Podem ter existido revisões anteriores (por exemplo, Revisão 0 ou 1). A Revisão 2 é considerada estável para produção.
P: "Período de Validade: Indefinido" significa que o componente nunca se tornará obsoleto?
R: Significa que o fabricante não estabeleceu uma data de expiração para estarevisão específica do documentoe não planeia declará-la obsoleta iminentemente. No entanto, a produção real do componente pode eventualmente cessar com base na procura do mercado, mas a especificação permanece válida para referência.
P: A data de lançamento é 2014. Este componente está desatualizado?
R: Não necessariamente. Uma data de lançamento de 2014 para um documento da Revisão 2 sugere que a tecnologia subjacente era madura naquela altura. Muitos pacotes de LED fundamentais têm uma vida útil de várias décadas no mercado. O período de validade "Indefinido" apoia a sua relevância contínua. Consulte sempre a *datasheet* mais recente do fabricante para eventuais atualizações.
11. Caso de Utilização Prático
Cenário: Luz Indicadora Industrial de Longa Duração
Um fabricante de equipamentos projeta um painel de controlo para maquinaria industrial que deve operar de forma fiável durante mais de 15 anos. Eles selecionam este LED com base no seu estado documentado "Revisão 2" e período de validade "Indefinido", o que sinaliza maturidade de projeto e disponibilidade de especificação estável a longo prazo. A equipa de projeto utiliza os parâmetros de tensão direta e corrente para dimensionar a resistência limitadora de corrente na PCB. Utilizam os dados de resistência térmica para garantir que a pequena área da PCB dedicada ao indicador fornece dissipação de calor suficiente para manter a temperatura da junção baixa, alcançando assim a vida útil pretendida. A marcação clara da polaridade simplifica a montagem. As especificações estáveis significam que a mesma lista de materiais (BOM) pode ser utilizada para toda a série de produção sem receio de alterações elétricas não anunciadas.
12. Introdução ao Princípio
Um LED é um díodo semicondutor. Quando uma tensão direta é aplicada aos seus terminais (ânodo positivo em relação ao cátodo), os eletrões do material semicondutor tipo n recombinam-se com as lacunas do material tipo p dentro da região ativa. Este processo de recombinação liberta energia sob a forma de fotões (luz). O comprimento de onda específico (cor) da luz emitida é determinado pela banda proibida (*bandgap*) dos materiais semicondutores utilizados (por exemplo, InGaN para azul/verde, AlInGaP para vermelho/âmbar). Os LEDs brancos são tipicamente criados revestindo um *chip* de LED azul com um material de fósforo que absorve parte da luz azul e a reemite como um espetro mais amplo de luz amarela; a mistura de luz azul e amarela é percecionada como branca.
13. Tendências de Desenvolvimento
A indústria do LED continua a evoluir. As tendências incluem o aumento daeficácia luminosa(mais lúmens por watt), a melhoria darenderização de cor(valores de CRI e R9 mais elevados para vermelhos vívidos) e a obtenção de umadensidade de corrente máxima mais elevadapara luz mais brilhante a partir de pacotes mais pequenos. Existe uma tendência para aminiaturização(por exemplo, micro-LEDs) e aintegração, como LEDs com *drivers* incorporados (LEDs controlados por CI) ou capacidades de mistura de cores.Funcionalidades de iluminação inteligente, incluindo branco ajustável (ajuste de CCT) e controlo de cor total, estão a tornar-se mais comuns. Além disso, a ênfase emtestes de qualidade e fiabilidade, juntamente com métodos padronizados derelato de vida útilcomo o TM-21, fornece aos projetistas dados de desempenho a longo prazo mais precisos. O conceito de um período de validade "Indefinido" para uma *datasheet* pode tornar-se menos comum, uma vez que a documentação digital permite especificações mais dinâmicas e vivas, mas a necessidade de referências estáveis para produtos com ciclos de vida longos permanecerá.
Terminologia de Especificação LED
Explicação completa dos termos técnicos LED
Desempenho Fotoeletrico
| Termo | Unidade/Representação | Explicação Simples | Por Que Importante |
|---|---|---|---|
| Eficácia Luminosa | lm/W (lumens por watt) | Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. | Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade. |
| Fluxo Luminoso | lm (lumens) | Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". | Determina se a luz é brilhante o suficiente. |
| Ângulo de Visão | ° (graus), ex., 120° | Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. | Afeta o alcance de iluminação e uniformidade. |
| CCT (Temperatura de Cor) | K (Kelvin), ex., 2700K/6500K | Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. | Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados. |
| CRI / Ra | Sem unidade, 0–100 | Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. | Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus. |
| SDCM | Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" | Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. | Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs. |
| Comprimento de Onda Dominante | nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) | Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. | Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes. |
| Distribuição Espectral | Curva comprimento de onda vs intensidade | Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. | Afeta a reprodução de cor e qualidade. |
Parâmetros Elétricos
| Termo | Símbolo | Explicação Simples | Considerações de Design |
|---|---|---|---|
| Tensão Direta | Vf | Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". | A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série. |
| Corrente Direta | If | Valor de corrente para operação normal do LED. | Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil. |
| Corrente de Pulsação Máxima | Ifp | Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. | A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos. |
| Tensão Reversa | Vr | Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. | O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão. |
| Resistência Térmica | Rth (°C/W) | Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. | Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte. |
| Imunidade ESD | V (HBM), ex., 1000V | Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. | Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis. |
Gerenciamento Térmico e Confiabilidade
| Termo | Métrica Chave | Explicação Simples | Impacto |
|---|---|---|---|
| Temperatura de Junção | Tj (°C) | Temperatura operacional real dentro do chip LED. | Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor. |
| Depreciação do Lúmen | L70 / L80 (horas) | Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. | Define diretamente a "vida de serviço" do LED. |
| Manutenção do Lúmen | % (ex., 70%) | Porcentagem de brilho retida após o tempo. | Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo. |
| Deslocamento de Cor | Δu′v′ ou elipse MacAdam | Grau de mudança de cor durante o uso. | Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação. |
| Envelhecimento Térmico | Degradação do material | Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. | Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto. |
Embalagem e Materiais
| Termo | Tipos Comuns | Explicação Simples | Características e Aplicações |
|---|---|---|---|
| Tipo de Pacote | EMC, PPA, Cerâmica | Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. | EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa. |
| Estrutura do Chip | Frontal, Flip Chip | Arranjo dos eletrodos do chip. | Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência. |
| Revestimento de Fósforo | YAG, Silicato, Nitreto | Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. | Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI. |
| Lente/Óptica | Plana, Microlente, TIR | Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. | Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz. |
Controle de Qualidade e Classificação
| Termo | Conteúdo de Binning | Explicação Simples | Propósito |
|---|---|---|---|
| Bin de Fluxo Luminoso | Código ex. 2G, 2H | Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. | Garante brilho uniforme no mesmo lote. |
| Bin de Tensão | Código ex. 6W, 6X | Agrupado por faixa de tensão direta. | Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema. |
| Bin de Cor | Elipse MacAdam de 5 passos | Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. | Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo. |
| Bin CCT | 2700K, 3000K etc. | Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. | Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena. |
Testes e Certificação
| Termo | Padrão/Teste | Explicação Simples | Significado |
|---|---|---|---|
| LM-80 | Teste de manutenção do lúmen | Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. | Usado para estimar vida do LED (com TM-21). |
| TM-21 | Padrão de estimativa de vida | Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. | Fornece previsão científica de vida. |
| IESNA | Sociedade de Engenharia de Iluminação | Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. | Base de teste reconhecida pela indústria. |
| RoHS / REACH | Certificação ambiental | Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). | Requisito de acesso ao mercado internationalmente. |
| ENERGY STAR / DLC | Certificação de eficiência energética | Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. | Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade. |