Índice
- 1. Visão Geral do Produto
- 2. Ciclo de Vida e Gestão de Revisões
- 2.1 Definição da Fase do Ciclo de Vida
- 2.2 Validade e Informações de Lançamento
- 3. Parâmetros e Especificações Técnicas
- 3.1 Valores Máximos Absolutos
- 3.2 Características Eletro-Ópticas
- 3.3 Características Térmicas
- 4. Sistema de Binning e Classificação
- 5. Análise de Curvas de Desempenho
- 6. Informações Mecânicas e de Embalagem
- 7. Diretrizes de Soldagem e Montagem
- 8. Informações de Embalagem e Pedido
- 9. Notas de Aplicação e Considerações de Projeto
- 10. Comparação e Diferenciação Técnica
- 11. Perguntas Frequentes (FAQ)
- 12. Exemplo Prático de Caso de Uso
- 13. Introdução ao Princípio de Funcionamento
- 14. Tendências e Desenvolvimentos da Indústria
1. Visão Geral do Produto
Este documento técnico fornece uma visão abrangente do ciclo de vida e da gestão de revisões para um componente padrão de Diodo Emissor de Luz (LED). O foco principal é a documentação estruturada do histórico de revisões do componente, garantindo rastreabilidade e integridade dos dados ao longo de todo o seu ciclo de vida do produto. Embora parâmetros elétricos ou fotométricos específicos não sejam detalhados no material fonte fornecido, o documento estabelece uma estrutura crítica para compreender como as alterações e atualizações técnicas são formalmente registradas e comunicadas. Isto é essencial para engenheiros, especialistas em compras e equipes de garantia de qualidade que dependem de documentação precisa e controlada por versão para processos de design, fabricação e manutenção. A principal vantagem desta abordagem estruturada é a mitigação do risco associado ao uso de especificações de componentes incorretas ou desatualizadas em conjuntos eletrónicos.
2. Ciclo de Vida e Gestão de Revisões
Os dados fornecidos centram-se num único estado de ciclo de vida, claramente definido, para o componente.
2.1 Definição da Fase do Ciclo de Vida
AFase do Ciclo de Vidaé explicitamente declarada comoRevisão: 1. Isto indica que a documentação do componente passou pela sua primeira revisão ou atualização formal desde o seu lançamento inicial. Na engenharia de componentes, uma alteração de revisão normalmente significa modificações que não alteram a forma, o encaixe ou a função da peça de uma forma que afete a intercambiabilidade. Exemplos incluem correções de erros tipográficos na ficha técnica, esclarecimentos de condições de teste, atualizações de diretrizes de armazenamento recomendadas ou alterações menores na embalagem. Identificar o nível de revisão é crucial para garantir que todas as partes na cadeia de fornecimento estão a referenciar exatamente o mesmo conjunto de especificações.
2.2 Validade e Informações de Lançamento
O documento especifica umPeríodo de Validade: Para Sempre. Isto denota que a revisão em si, uma vez lançada, não tem uma data de expiração predeterminada para a sua validade como documento de referência. A informação contida na Revisão 1 permanece a fonte autoritativa, a menos que seja substituída por uma revisão subsequente (por exemplo, Revisão 2). AData de Lançamentoé precisamente registada como2012-08-13 13:57:59.0. Este carimbo temporal fornece um ponto de origem exato para esta revisão, permitindo um rastreamento e auditoria precisos. O uso de um carimbo temporal até ao segundo sublinha a importância do controlo de versões na documentação técnica.
3. Parâmetros e Especificações Técnicas
Embora o excerto principal não liste parâmetros de desempenho específicos, uma ficha técnica de LED completa derivada desta estrutura de revisão normalmente incluiria as seguintes secções. Os valores abaixo são exemplos ilustrativos baseados em componentes padrão da indústria.
3.1 Valores Máximos Absolutos
Estes parâmetros definem os limites de tensão além dos quais pode ocorrer dano permanente no LED. Não se destinam à operação normal.
- Corrente Direta (IF):30 mA (contínua).
- Tensão Reversa (VR):5 V.
- Temperatura de Junção (Tj):+125 °C.
- Temperatura de Armazenamento (Tstg):-40 °C a +100 °C.
3.2 Características Eletro-Ópticas
Medidas a Ta=25°C salvo indicação em contrário, estas são as principais métricas de desempenho.
- Tensão Direta (VF):3.2 V (típico) a IF= 20 mA. Esta é a queda de tensão através do LED durante a operação.
- Intensidade Luminosa (Iv):5600 mcd (mínimo) a 7000 mcd (típico) a IF= 20 mA. Isto define a saída de luz.
- Ângulo de Visão (2θ1/2):120 graus. Isto especifica a largura angular na qual a intensidade é metade do valor de pico.
- Comprimento de Onda / Comprimento de Onda Dominante (λd):465 nm (para um LED azul) ou 625 nm (para um LED vermelho), sujeito a binning.
3.3 Características Térmicas
- Resistência Térmica, Junção para Ambiente (RθJA):300 K/W (típico para um pequeno LED SMD). Este parâmetro é crítico para calcular o aumento de temperatura durante a operação.
4. Sistema de Binning e Classificação
Os LEDs são tipicamente classificados (binned) após a fabricação para garantir consistência. Uma ficha técnica definirá os intervalos permitidos para cada bin.
- Binning de Intensidade Luminosa:Os LEDs são classificados em grupos com base na saída de luz medida (por exemplo, Bin A: 5600-6000 mcd, Bin B: 6000-6400 mcd, Bin C: 6400-7000 mcd).
- Binning de Tensão Direta:Classificados pela queda de tensão (por exemplo, Bin V1: 3.0-3.2V, Bin V2: 3.2-3.4V).
- Binning de Comprimento de Onda/Cromaticidade:Para LEDs coloridos, são classificados por comprimento de onda dominante ou dentro de coordenadas cromáticas específicas no gráfico CIE para garantir consistência de cor.
5. Análise de Curvas de Desempenho
Dados gráficos são essenciais para o projeto.
- Curva I-V (Corrente-Tensão):Mostra a relação exponencial entre a corrente direta e a tensão direta, crucial para projetar circuitos limitadores de corrente.
- Intensidade Luminosa Relativa vs. Corrente Direta:Demonstra como a saída de luz aumenta com a corrente, tipicamente numa região linear antes da saturação.
- Intensidade Luminosa Relativa vs. Temperatura Ambiente:Mostra a redução da saída de luz à medida que a temperatura aumenta, um fator crítico para a gestão térmica.
- Gráfico de Distribuição Espectral:Traça a potência radiante versus comprimento de onda, mostrando o comprimento de onda de pico e a largura espectral.
6. Informações Mecânicas e de Embalagem
Especificações físicas garantem um projeto e montagem adequados da PCB.
- Dimensões da Embalagem:Desenho mecânico detalhado com dimensões críticas (comprimento, largura, altura, espaçamento dos terminais). Para um LED SMD comum como o pacote 2835, as dimensões típicas são 2.8mm (L) x 3.5mm (W) x 1.2mm (H).
- Layout dos Pads (Footprint):Padrão de terra recomendado para a PCB para uma soldagem fiável.
- Identificação de Polaridade:Marca clara (por exemplo, um entalhe, um ponto verde ou uma marca de cátodo na embalagem) para indicar o terminal do cátodo (-).
7. Diretrizes de Soldagem e Montagem
Instruções para prevenir danos durante a fabricação.
- Perfil de Soldagem por Reflow:Curva tempo-temperatura recomendada (pré-aquecimento, imersão, pico de reflow, arrefecimento) em conformidade com os padrões JEDEC ou IPC. A temperatura de pico normalmente não deve exceder 260°C durante um tempo especificado (por exemplo, 10 segundos).
- Soldagem Manual:Se permitida, limites na temperatura do ferro (máx. 350°C) e tempo de contacto (máx. 3 segundos).
- Limpeza:Compatibilidade com solventes de limpeza comuns.
- Condições de Armazenamento:Recomenda-se armazenar num ambiente seco e inerte (por exemplo, <40°C/<90% HR) para preservar a soldabilidade.
8. Informações de Embalagem e Pedido
- Formato de Embalagem:Especificações de fita e carretel (por exemplo, compatível com EIA-481), incluindo diâmetro do carretel, largura da fita e passo dos bolsos.
- Quantidade por Carretel:Quantidades padrão (por exemplo, 2000 ou 4000 peças por carretel).
- Regra de Numeração do Modelo:Explicação de como o número da peça codifica atributos como cor, bin de intensidade, bin de tensão e opção de embalagem (por exemplo, LED-2835-B-BIN2-V1-TR).
9. Notas de Aplicação e Considerações de Projeto
Orientação para uma implementação bem-sucedida.
- Limitação de Corrente:Um LED deve ser alimentado por uma fonte de corrente ou com uma resistência em série para limitar a corrente direta. O valor da resistência é calculado como R = (Vfonte- VF) / IF.
- Gestão Térmica:Mesmo a baixa potência, o layout da PCB deve fornecer área de cobre adequada (alívio térmico) para dissipar calor, especialmente para LEDs de alta luminosidade, para manter o desempenho e a longevidade.
- Sensibilidade a ESD (Descarga Eletrostática):A maioria dos LEDs é sensível a ESD. Podem ser necessários procedimentos de manuseamento adequados (postos de trabalho aterrados, pulseiras) e proteção do circuito (por exemplo, diodos TVS).
- Aplicações Típicas:Iluminação de fundo para ecrãs, indicadores de estado, iluminação decorativa, iluminação interior automóvel e iluminação geral em cenários de baixa potência.
10. Comparação e Diferenciação Técnica
Embora esta estrutura genérica de ficha técnica seja comum, produtos específicos diferenciam-se com base em:
- Eficiência (Eficácia Luminosa):Maior eficácia (lúmens por watt) é uma vantagem chave para aplicações sensíveis à potência.
- Índice de Reprodução de Cor (IRC):Crítico para LEDs brancos em aplicações de iluminação onde é necessária uma perceção precisa da cor.
- Longevidade e Manutenção de Lúmens (L70/L90):Especificações que preveem o tempo até que a saída de luz degrade para 70% ou 90% do valor inicial sob condições declaradas.
- Miniaturização:Tamanhos de embalagem menores (por exemplo, 0402, 0201) permitem projetos de PCB mais densos.
11. Perguntas Frequentes (FAQ)
P: O que significa "Revisão: 1" para o meu projeto?
R: Confirma que está a usar a primeira versão atualizada da ficha técnica. Verifique sempre se existe uma revisão mais recente antes de finalizar um projeto para incorporar quaisquer alterações.
P: O período de validade é "Para Sempre". Isto significa que o componente estará disponível para sempre?
R: Não. "Para Sempre" refere-se à validade do documento de revisão em si. A obsolescência do componente é um evento de ciclo de vida separado (por exemplo, fase de descontinuação, descontinuado) não indicado aqui.
P: Como seleciono a resistência limitadora de corrente correta?
R: Use o VFtípico da ficha técnica e o seu IFdesejado (frequentemente 20mA para LEDs padrão) no cálculo da Lei de Ohm com a sua tensão de alimentação. Verifique sempre o VFreal no circuito se for necessária precisão.
P: Posso alimentar o LED diretamente com uma fonte de tensão?
R: Absolutamente não. A curva I-V de um LED é exponencial. Um pequeno aumento na tensão causa um grande aumento, potencialmente destrutivo, na corrente. Use sempre um mecanismo de limitação de corrente.
12. Exemplo Prático de Caso de Uso
Cenário: Projetar um indicador de estado para um router de consumo.
O projetista seleciona um LED verde com um VFtípico de 3.2V e define IF= 15mA para brilho adequado e longa vida. A alimentação lógica interna do router é de 3.3V. Usando a fórmula R = (3.3V - 3.2V) / 0.015A = 6.67Ω. O valor padrão mais próximo é 6.8Ω. A dissipação de potência na resistência é P = I2R = (0.015^2)*6.8 = 0.00153W, portanto, uma pequena resistência de 1/10W é suficiente. O footprint da PCB é projetado de acordo com o padrão de terra recomendado na ficha técnica, e a casa de montagem segue o perfil de reflow especificado. O número de revisão (1) na ficha técnica é registado na Lista de Materiais (BOM) do produto para referência futura.
13. Introdução ao Princípio de Funcionamento
Um LED é um díodo semicondutor. Quando uma tensão direta que excede a sua energia de bandgap é aplicada, os eletrões no material tipo n recombinam-se com as lacunas no material tipo p na junção. Esta recombinação liberta energia na forma de fotões (luz), um processo chamado eletroluminescência. O comprimento de onda específico (cor) da luz emitida é determinado pela energia de bandgap dos materiais semicondutores usados (por exemplo, Fosfeto de Arsénio de Gálio para vermelho, Nitreto de Gálio e Índio para azul). Os LEDs brancos são tipicamente LEDs azuis revestidos com um fósforo que converte parte da luz azul em amarelo, resultando num espectro amplo percecionado como branco.
14. Tendências e Desenvolvimentos da Indústria
A indústria de LED continua a evoluir rapidamente. As principais tendências incluem:
- Aumento da Eficiência:A I&D contínua impulsiona a eficácia luminosa para valores mais altos, reduzindo o consumo de energia para iluminação.
- Miniaturização e Integração:Desenvolvimento de micro-LEDs e LEDs de pacote à escala do chip (CSP) para ecrãs de ultra-alta resolução e dispositivos compactos.
- Melhoria da Qualidade da Cor:Avanços na tecnologia de fósforos e matrizes de LED multicolor (por exemplo, RGB, RGBA) permitem gamas de cores mais amplas e IRC mais elevado para iluminação especializada.
- Iluminação Inteligente e Conectada:Integração de circuitos de controlo e interfaces de comunicação (como Zigbee ou Bluetooth) diretamente com os módulos LED.
- Fiabilidade e Previsões de Vida Útil:Testes e modelação mais sofisticados para fornecer dados precisos de vida útil (L90, L70) sob várias condições de operação.
- Sustentabilidade:Foco na redução do uso de materiais de terras raras em fósforos e na melhoria da reciclabilidade.
Este documento, enraizado no seu ciclo de vida de revisão específico, serve como uma base estável nesta paisagem tecnológica dinâmica, garantindo que as especificações fundamentais e o histórico de alterações são meticulosamente documentados para uma aplicação fiável.
Terminologia de Especificação LED
Explicação completa dos termos técnicos LED
Desempenho Fotoeletrico
| Termo | Unidade/Representação | Explicação Simples | Por Que Importante |
|---|---|---|---|
| Eficácia Luminosa | lm/W (lumens por watt) | Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. | Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade. |
| Fluxo Luminoso | lm (lumens) | Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". | Determina se a luz é brilhante o suficiente. |
| Ângulo de Visão | ° (graus), ex., 120° | Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. | Afeta o alcance de iluminação e uniformidade. |
| CCT (Temperatura de Cor) | K (Kelvin), ex., 2700K/6500K | Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. | Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados. |
| CRI / Ra | Sem unidade, 0–100 | Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. | Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus. |
| SDCM | Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" | Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. | Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs. |
| Comprimento de Onda Dominante | nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) | Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. | Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes. |
| Distribuição Espectral | Curva comprimento de onda vs intensidade | Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. | Afeta a reprodução de cor e qualidade. |
Parâmetros Elétricos
| Termo | Símbolo | Explicação Simples | Considerações de Design |
|---|---|---|---|
| Tensão Direta | Vf | Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". | A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série. |
| Corrente Direta | If | Valor de corrente para operação normal do LED. | Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil. |
| Corrente de Pulsação Máxima | Ifp | Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. | A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos. |
| Tensão Reversa | Vr | Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. | O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão. |
| Resistência Térmica | Rth (°C/W) | Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. | Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte. |
| Imunidade ESD | V (HBM), ex., 1000V | Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. | Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis. |
Gerenciamento Térmico e Confiabilidade
| Termo | Métrica Chave | Explicação Simples | Impacto |
|---|---|---|---|
| Temperatura de Junção | Tj (°C) | Temperatura operacional real dentro do chip LED. | Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor. |
| Depreciação do Lúmen | L70 / L80 (horas) | Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. | Define diretamente a "vida de serviço" do LED. |
| Manutenção do Lúmen | % (ex., 70%) | Porcentagem de brilho retida após o tempo. | Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo. |
| Deslocamento de Cor | Δu′v′ ou elipse MacAdam | Grau de mudança de cor durante o uso. | Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação. |
| Envelhecimento Térmico | Degradação do material | Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. | Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto. |
Embalagem e Materiais
| Termo | Tipos Comuns | Explicação Simples | Características e Aplicações |
|---|---|---|---|
| Tipo de Pacote | EMC, PPA, Cerâmica | Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. | EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa. |
| Estrutura do Chip | Frontal, Flip Chip | Arranjo dos eletrodos do chip. | Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência. |
| Revestimento de Fósforo | YAG, Silicato, Nitreto | Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. | Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI. |
| Lente/Óptica | Plana, Microlente, TIR | Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. | Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz. |
Controle de Qualidade e Classificação
| Termo | Conteúdo de Binning | Explicação Simples | Propósito |
|---|---|---|---|
| Bin de Fluxo Luminoso | Código ex. 2G, 2H | Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. | Garante brilho uniforme no mesmo lote. |
| Bin de Tensão | Código ex. 6W, 6X | Agrupado por faixa de tensão direta. | Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema. |
| Bin de Cor | Elipse MacAdam de 5 passos | Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. | Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo. |
| Bin CCT | 2700K, 3000K etc. | Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. | Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena. |
Testes e Certificação
| Termo | Padrão/Teste | Explicação Simples | Significado |
|---|---|---|---|
| LM-80 | Teste de manutenção do lúmen | Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. | Usado para estimar vida do LED (com TM-21). |
| TM-21 | Padrão de estimativa de vida | Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. | Fornece previsão científica de vida. |
| IESNA | Sociedade de Engenharia de Iluminação | Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. | Base de teste reconhecida pela indústria. |
| RoHS / REACH | Certificação ambiental | Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). | Requisito de acesso ao mercado internationalmente. |
| ENERGY STAR / DLC | Certificação de eficiência energética | Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. | Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade. |