Índice
- 1. Visão Geral do Produto
- 1.1 Vantagens Principais
- 1.2 Mercado-Alvo
- 2. Análise Aprofundada de Parâmetros Técnicos
- 2.1 Características Fotométricas e de Cor
- 2.2 Parâmetros Elétricos
- 2.3 Características Térmicas
- 3. Explicação do Sistema de Binning
- 3.1 Binning de Comprimento de Onda/Temperatura de Cor
- 3.2 Binning de Fluxo Luminoso
- 3.3 Binning de Tensão Direta
- 4. Análise de Curvas de Desempenho
- 4.1 Curva Corrente vs. Tensão (Curva I-V)
- 4.2 Características de Temperatura
- 4.3 Distribuição Espectral de Potência
- 5. Informações Mecânicas e de Embalagem
- 5.1 Desenho de Contorno Dimensional
- 5.2 Layout de Terminais e Projeto de Trilhas de Solda
- 5.3 Identificação de Polaridade
- 6. Diretrizes de Soldagem e Montagem
- 6.1 Perfil de Soldagem por Refluxo
- 6.2 Precauções e Manuseio
- 7. Informações de Embalagem e Pedido
- 7.1 Especificações de Embalagem
- 7.2 Regra de Numeração do Modelo
- 8. Recomendações de Aplicação
- 8.1 Circuitos de Aplicação Típicos
- 8.2 Considerações de Projeto
- 9. Comparação TécnicaEmbora uma comparação direta não seja possível sem um concorrente específico, as vantagens desta revisão (Rev 1) normalmente incluiriam especificações finalizadas e verificadas, possivelmente métricas de desempenho aprimoradas (ex.: maior eficácia ou melhor consistência de cor) em relação a um protótipo, e a garantia de um fornecimento estável de peças idênticas durante o ciclo de fabricação de um produto.10. Perguntas Frequentes (FAQ)
- 11. Caso de Uso Prático
- 12. Princípio de Funcionamento
- 13. Tendências Tecnológicas
1. Visão Geral do Produto
Esta ficha técnica refere-se a uma revisão específica de um componente LED. A informação principal fornecida indica que o componente está em sua primeira revisão (Revisão 1) e foi lançado oficialmente em 18 de junho de 2012. A fase do ciclo de vida ser 'Revisão' sugere que este documento substitui uma versão anterior, incorporando atualizações, correções ou melhorias baseadas em desenvolvimento contínuo, testes ou feedback. A notação 'Período Expirado: Para Sempre' implica que esta revisão não tem uma data de expiração predeterminada para sua validade sob condições padrão, o que significa que as especificações são consideradas estáveis e definitivas para esta versão do produto. Este documento serve como a fonte autoritativa para todos os parâmetros técnicos, dados de desempenho e instruções de manuseio para esta revisão específica.
1.1 Vantagens Principais
A vantagem principal deste componente reside em seu estado de revisão documentado e estável. Ser um produto de 'Revisão 1' indica que as fases iniciais de design estão concluídas e o componente passou por um ciclo de revisão e refinamento. Isto oferece aos engenheiros e designers um conjunto confiável de especificações com risco reduzido de alterações não especificadas em comparação com versões pré-lançamento ou preliminares. A data de lançamento fixa permite um controle de versão preciso na Lista de Materiais (BOM) e na gestão da cadeia de suprimentos.
1.2 Mercado-Alvo
Este componente é direcionado à indústria geral de fabricação eletrônica, particularmente segmentos que requerem componentes estáveis e documentados para ciclos de vida de produto médios a longos. As aplicações podem incluir eletrônicos de consumo, controles industriais, iluminação interior automotiva e iluminação geral, onde um desempenho consistente baseado em uma ficha técnica fixa é crucial para a reprodutibilidade do design e garantia de qualidade.
2. Análise Aprofundada de Parâmetros Técnicos
Embora o trecho fornecido seja limitado, uma ficha técnica abrangente para um componente LED normalmente incluiria as seguintes seções com parâmetros detalhados. Os valores abaixo são exemplos ilustrativos baseados em padrões comuns da indústria para um componente desta época.
2.1 Características Fotométricas e de Cor
As características fotométricas definem a saída e a qualidade da luz. Os parâmetros-chave incluem o Fluxo Luminoso, que pode variar de 20 a 120 lúmens dependendo da tecnologia do chip LED e da potência nominal. O Comprimento de Onda Dominante ou a Temperatura de Cor Correlata (CCT) especifica a cor da luz emitida; para LEDs brancos, as CCTs comuns são 2700K (branco quente), 4000K (branco neutro) e 6500K (branco frio). O Índice de Reprodução de Cor (IRC) mede quão naturalmente as cores aparecem sob a luz, sendo valores acima de 80 típicos para iluminação geral. O ângulo de visão, frequentemente entre 120 e 140 graus, descreve a dispersão do feixe.
2.2 Parâmetros Elétricos
Os parâmetros elétricos são cruciais para o projeto do circuito. A Tensão Direta (Vf) é a queda de tensão no LED quando opera em sua corrente nominal. Para um LED de potência típico, isso pode estar na faixa de 2,8V a 3,6V. A Corrente Direta (If) é a corrente de operação recomendada, como 150mA, 350mA ou 700mA. As especificações máximas para tensão reversa (ex.: 5V) e corrente direta de pico devem ser rigorosamente observadas para evitar danos. A ficha técnica também especificaria a resistência dinâmica.
2.3 Características Térmicas
O desempenho e a vida útil do LED dependem fortemente do gerenciamento térmico. A Resistência Térmica Junção-Ambiente (RθJA) indica a facilidade com que o calor pode escapar do chip LED para o ambiente; um valor mais baixo (ex.: 10-20 °C/W) é melhor. A Temperatura Máxima da Junção (Tj máx.), frequentemente 125°C ou 150°C, é o limite absoluto. Operar o LED abaixo desta temperatura, idealmente abaixo de 85°C na junção, é essencial para manter a saída luminosa e alcançar a vida útil nominal (frequentemente definida como o tempo até que a saída de lúmens degrade para 70% do valor inicial, L70).
3. Explicação do Sistema de Binning
A fabricação de LEDs gera variações. O binning agrupa LEDs com características semelhantes para garantir consistência.
3.1 Binning de Comprimento de Onda/Temperatura de Cor
Os LEDs são classificados em bins com base em seu comprimento de onda dominante (para LEDs coloridos) ou Temperatura de Cor Correlata (para LEDs brancos). Um esquema de binning típico para LEDs brancos pode ter etapas de 50K ou 100K dentro de uma faixa nominal de CCT (ex.: 5000K-5300K). Isso garante uniformidade de cor dentro de um luminário.
3.2 Binning de Fluxo Luminoso
Os LEDs também são classificados de acordo com sua saída de luz em uma corrente de teste específica. Um código de bin de fluxo (ex.: P2, Q3) corresponde a uma faixa predefinida de lúmens. Isso permite que os designers selecionem LEDs que atendam aos requisitos mínimos de brilho para sua aplicação.
3.3 Binning de Tensão Direta
Os bins de tensão direta (Vf) agrupam LEDs com quedas de tensão semelhantes. Isso é importante para projetar circuitos de acionamento eficientes e garantir distribuição uniforme de corrente quando vários LEDs são conectados em paralelo.
4. Análise de Curvas de Desempenho
Dados gráficos fornecem uma visão mais profunda do que apenas especificações tabulares.
4.1 Curva Corrente vs. Tensão (Curva I-V)
A curva I-V mostra a relação entre a corrente direta e a tensão direta. Ela é não linear, exibindo uma tensão de 'joelho' abaixo da qual muito pouca corrente flui. A curva ajuda na seleção do método de acionamento apropriado (corrente constante vs. tensão constante) e na compreensão do impacto de pequenas mudanças de tensão na corrente.
4.2 Características de Temperatura
Gráficos normalmente mostram como a tensão direta diminui com o aumento da temperatura da junção (um coeficiente negativo) e como o fluxo luminoso se deprecia com o aumento da temperatura. Essas curvas são críticas para o projeto térmico; um dissipador de calor inadequado levará à redução da saída de luz e ao envelhecimento acelerado.
4.3 Distribuição Espectral de Potência
Este gráfico traça a intensidade relativa da luz emitida em cada comprimento de onda. Para LEDs brancos (tipicamente chip azul + fósforo), ele mostra o pico azul do chip e a emissão mais ampla de amarelo/vermelho do fósforo. A forma da curva determina a CCT e o IRC.
5. Informações Mecânicas e de Embalagem
A embalagem física garante conexão elétrica confiável e dissipação térmica.
5.1 Desenho de Contorno Dimensional
Um desenho detalhado com todas as dimensões críticas: comprimento, largura e altura totais (ex.: 5,0mm x 5,0mm x 1,6mm), forma e tamanho da lente e localização dos recursos de montagem. As tolerâncias são especificadas para cada dimensão.
5.2 Layout de Terminais e Projeto de Trilhas de Solda
A pegada recomendada para a PCB é fornecida, incluindo tamanho, forma e espaçamento dos terminais. Isso é essencial para criar o padrão de trilhas correto no software de projeto de PCB, garantindo soldagem adequada e estabilidade mecânica.
5.3 Identificação de Polaridade
O método para identificar os terminais ânodo (+) e cátodo (-) é claramente indicado, geralmente por meio de uma marcação na embalagem (um ponto, entalhe ou canto cortado), pino mais longo (para montagem furo passante) ou rotulado no diagrama da pegada.
6. Diretrizes de Soldagem e Montagem
Manuseio adequado é necessário para manter a confiabilidade.
6.1 Perfil de Soldagem por Refluxo
Um perfil detalhado de temperatura versus tempo é fornecido, especificando os estágios de pré-aquecimento, imersão, refluxo (temperatura de pico) e resfriamento. Limites máximos de temperatura (ex.: 260°C por 10 segundos) são dados para evitar danos à embalagem ou lente do LED.
6.2 Precauções e Manuseio
As instruções incluem avisos contra a aplicação de estresse mecânico na lente, uso de proteção ESD durante o manuseio, evitar contaminação da superfície da lente e não limpar com certos solventes. Recomendações para condições de armazenamento (temperatura e umidade) também são declaradas.
7. Informações de Embalagem e Pedido
Informações para aquisição e logística.
7.1 Especificações de Embalagem
Descreve o formato da embalagem: especificações de fita e carretel (largura da fita, espaçamento dos compartimentos, diâmetro do carretel), quantidade por carretel (ex.: 1000 ou 4000 peças) ou detalhes de embalagem em bandeja.
7.2 Regra de Numeração do Modelo
Explica a estrutura do número de peça. Um número de modelo típico codifica atributos-chave como cor (ex.: W para branco), bin de fluxo, bin de temperatura de cor, bin de tensão e tipo de embalagem. Isso permite o pedido preciso da combinação de desempenho desejada.
8. Recomendações de Aplicação
8.1 Circuitos de Aplicação Típicos
Esquemas para circuitos de acionamento básicos são frequentemente incluídos, como um circuito simples com resistor em série para LEDs de baixa corrente ou um circuito de acionamento de corrente constante usando um CI dedicado ou transistor para LEDs de potência. Equações de projeto podem ser fornecidas.
8.2 Considerações de Projeto
Considerações-chave incluem: usar um driver de corrente constante para brilho e longevidade estáveis; implementar área de cobre adequada na PCB ou uma placa de núcleo metálico para dissipação de calor; garantir que o projeto óptico (lentes, refletores) seja compatível com o ângulo de visão do LED; e proteger contra descarga eletrostática (ESD) e transientes de tensão.
9. Comparação Técnica
Embora uma comparação direta não seja possível sem um concorrente específico, as vantagens desta revisão (Rev 1) normalmente incluiriam especificações finalizadas e verificadas, possivelmente métricas de desempenho aprimoradas (ex.: maior eficácia ou melhor consistência de cor) em relação a um protótipo, e a garantia de um fornecimento estável de peças idênticas durante o ciclo de fabricação de um produto.
10. Perguntas Frequentes (FAQ)
P: O que significa 'Fase do Ciclo de Vida: Revisão'?
R: Indica que esta é uma versão revisada e finalizada da ficha técnica do produto, contendo as especificações oficiais para fabricação e projeto.
P: Posso usar a corrente direta máxima continuamente?
R: A corrente máxima é uma especificação absoluta. Para operação confiável de longo prazo, é recomendado acionar o LED na ou abaixo da corrente direta típica especificada na tabela de parâmetros elétricos, com gerenciamento térmico adequado.
P: Quão crítico é o gerenciamento térmico?
R: Extremamente crítico. Exceder a temperatura máxima da junção reduzirá drasticamente a saída de lúmens e a vida útil. Sempre siga as diretrizes de resistência térmica e projete um dissipador de calor apropriado.
11. Caso de Uso Prático
Cenário: Projetando uma Placa de LED.Um engenheiro usa esta ficha técnica para selecionar LEDs classificados para CCT de 4000K e um bin de fluxo específico para atender aos lúmens-alvo por luminário. A curva I-V e os dados de resistência térmica são usados para projetar um driver de corrente constante e um dissipador de calor de alumínio. O desenho mecânico garante que o layout da PCB tenha o espaçamento correto dos terminais, e o perfil de refluxo é programado no forno de soldagem da linha de produção. O status 'Revisão 1' dá confiança de que as especificações do componente não mudarão inesperadamente durante a produção de vários anos da placa de luz.
12. Princípio de Funcionamento
Diodos Emissores de Luz (LEDs) são dispositivos semicondutores que emitem luz por eletroluminescência. Quando uma tensão direta é aplicada através da junção p-n, os elétrons se recombinam com as lacunas, liberando energia na forma de fótons. O comprimento de onda (cor) da luz é determinado pela banda proibida do material semicondutor. LEDs brancos são tipicamente criados usando um chip LED azul revestido com um fósforo amarelo; parte da luz azul é convertida em amarela, e a mistura de luz azul e amarela é percebida como branca. Diferentes misturas de fósforo produzem diferentes temperaturas de cor correlatas (CCT).
13. Tendências Tecnológicas
Desde a data de lançamento de 2012 desta revisão, a tecnologia LED continuou a evoluir. As tendências incluíram aumentos significativos na eficácia luminosa (lúmens por watt), permitindo iluminação mais brilhante e eficiente em energia. A qualidade da cor melhorou, com LEDs de alto IRC (90+) tornando-se mais comuns e acessíveis. A miniaturização progrediu, com embalagens menores fornecendo maior saída de luz. A iluminação inteligente e conectada, com circuitos de controle integrados, emergiu como uma grande área de aplicação. Além disso, há um foco crescente na qualidade, confiabilidade e métodos de teste padronizados para garantir o desempenho de longo prazo, já que os LEDs são usados em aplicações mais exigentes.
Terminologia de Especificação LED
Explicação completa dos termos técnicos LED
Desempenho Fotoeletrico
| Termo | Unidade/Representação | Explicação Simples | Por Que Importante |
|---|---|---|---|
| Eficácia Luminosa | lm/W (lumens por watt) | Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. | Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade. |
| Fluxo Luminoso | lm (lumens) | Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". | Determina se a luz é brilhante o suficiente. |
| Ângulo de Visão | ° (graus), ex., 120° | Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. | Afeta o alcance de iluminação e uniformidade. |
| CCT (Temperatura de Cor) | K (Kelvin), ex., 2700K/6500K | Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. | Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados. |
| CRI / Ra | Sem unidade, 0–100 | Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. | Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus. |
| SDCM | Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" | Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. | Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs. |
| Comprimento de Onda Dominante | nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) | Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. | Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes. |
| Distribuição Espectral | Curva comprimento de onda vs intensidade | Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. | Afeta a reprodução de cor e qualidade. |
Parâmetros Elétricos
| Termo | Símbolo | Explicação Simples | Considerações de Design |
|---|---|---|---|
| Tensão Direta | Vf | Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". | A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série. |
| Corrente Direta | If | Valor de corrente para operação normal do LED. | Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil. |
| Corrente de Pulsação Máxima | Ifp | Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. | A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos. |
| Tensão Reversa | Vr | Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. | O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão. |
| Resistência Térmica | Rth (°C/W) | Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. | Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte. |
| Imunidade ESD | V (HBM), ex., 1000V | Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. | Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis. |
Gerenciamento Térmico e Confiabilidade
| Termo | Métrica Chave | Explicação Simples | Impacto |
|---|---|---|---|
| Temperatura de Junção | Tj (°C) | Temperatura operacional real dentro do chip LED. | Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor. |
| Depreciação do Lúmen | L70 / L80 (horas) | Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. | Define diretamente a "vida de serviço" do LED. |
| Manutenção do Lúmen | % (ex., 70%) | Porcentagem de brilho retida após o tempo. | Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo. |
| Deslocamento de Cor | Δu′v′ ou elipse MacAdam | Grau de mudança de cor durante o uso. | Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação. |
| Envelhecimento Térmico | Degradação do material | Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. | Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto. |
Embalagem e Materiais
| Termo | Tipos Comuns | Explicação Simples | Características e Aplicações |
|---|---|---|---|
| Tipo de Pacote | EMC, PPA, Cerâmica | Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. | EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa. |
| Estrutura do Chip | Frontal, Flip Chip | Arranjo dos eletrodos do chip. | Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência. |
| Revestimento de Fósforo | YAG, Silicato, Nitreto | Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. | Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI. |
| Lente/Óptica | Plana, Microlente, TIR | Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. | Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz. |
Controle de Qualidade e Classificação
| Termo | Conteúdo de Binning | Explicação Simples | Propósito |
|---|---|---|---|
| Bin de Fluxo Luminoso | Código ex. 2G, 2H | Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. | Garante brilho uniforme no mesmo lote. |
| Bin de Tensão | Código ex. 6W, 6X | Agrupado por faixa de tensão direta. | Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema. |
| Bin de Cor | Elipse MacAdam de 5 passos | Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. | Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo. |
| Bin CCT | 2700K, 3000K etc. | Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. | Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena. |
Testes e Certificação
| Termo | Padrão/Teste | Explicação Simples | Significado |
|---|---|---|---|
| LM-80 | Teste de manutenção do lúmen | Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. | Usado para estimar vida do LED (com TM-21). |
| TM-21 | Padrão de estimativa de vida | Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. | Fornece previsão científica de vida. |
| IESNA | Sociedade de Engenharia de Iluminação | Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. | Base de teste reconhecida pela indústria. |
| RoHS / REACH | Certificação ambiental | Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). | Requisito de acesso ao mercado internationalmente. |
| ENERGY STAR / DLC | Certificação de eficiência energética | Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. | Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade. |