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Ficha Técnica de Componente LED - Revisão 1 do Ciclo de Vida - Data de Lançamento 2013-11-14 - Documento Técnico em Português

Ficha técnica detalhando a fase do ciclo de vida, histórico de revisões e informações de lançamento para um componente LED. Inclui especificações e diretrizes de aplicação.
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Capa do documento PDF - Ficha Técnica de Componente LED - Revisão 1 do Ciclo de Vida - Data de Lançamento 2013-11-14 - Documento Técnico em Português

1. Visão Geral do Produto

Este documento técnico fornece especificações abrangentes e diretrizes de aplicação para um componente de diodo emissor de luz (LED). O foco principal desta ficha técnica é detalhar a gestão do ciclo de vida e o histórico de revisões do produto, garantindo que os utilizadores tenham acesso à informação técnica mais atual e precisa. O componente foi concebido para aplicações de iluminação geral e indicadores, oferecendo um equilíbrio entre desempenho, fiabilidade e eficiência. As suas principais vantagens incluem desempenho estável ao longo do seu ciclo de vida, rastreabilidade clara das revisões e adesão a práticas padronizadas de documentação técnica. O mercado-alvo abrange uma vasta gama de indústrias, incluindo eletrónica de consumo, iluminação automóvel, controlos industriais e sinalização geral, onde o desempenho consistente do componente e a sua rastreabilidade são críticos.

2. Interpretação Objetiva Aprofundada dos Parâmetros Técnicos

Embora o excerto do PDF fornecido se concentre em dados do ciclo de vida, uma ficha técnica completa de LED inclui tipicamente parâmetros técnicos detalhados. As secções seguintes descrevem as categorias padrão de informação essenciais para a integração no projeto e aplicação.

2.1 Características Fotométricas e de Cor

As características fotométricas definem a saída de luz e a qualidade do LED. Os parâmetros-chave incluem o fluxo luminoso, medido em lúmens (lm), que indica a potência total de luz emitida percebida. O comprimento de onda dominante ou a temperatura de cor correlacionada (CCT) especifica a cor da luz, variando do branco quente (ex., 2700K) ao branco frio (ex., 6500K) para LEDs brancos, ou valores específicos em nanómetros (nm) para LEDs coloridos (ex., 630nm para vermelho). As coordenadas de cromaticidade (ex., CIE x, y) fornecem um ponto de cor preciso no diagrama do espaço de cores. O ângulo de visão, tipicamente definido como o ângulo em que a intensidade luminosa cai para metade do seu valor máximo, determina o padrão do feixe de luz. Para aplicações que exigem alta reprodução de cor, o Índice de Reprodução de Cor (CRI) é uma métrica crucial, sendo valores acima de 80 considerados bons para iluminação geral.

2.2 Parâmetros Elétricos

Os parâmetros elétricos são fundamentais para o projeto do circuito. A tensão direta (Vf) é a queda de tensão no LED quando opera na sua corrente direta especificada (If). Este valor depende da temperatura e é tipicamente fornecido para uma corrente de teste padrão (ex., 20mA, 150mA, 350mA) e temperatura de junção (ex., 25°C). A classificação de corrente direta é a corrente contínua máxima que o LED pode suportar sem danos. A tensão reversa (Vr) especifica a tensão máxima que pode ser aplicada na direção de polarização inversa antes da ocorrência de ruptura. A resistência dinâmica, derivada da inclinação da curva IV, é importante para a análise da estabilidade do driver.

2.3 Características Térmicas

O desempenho e a vida útil do LED são fortemente influenciados pela gestão térmica. A temperatura de junção (Tj) é a temperatura no próprio chip semicondutor. A resistência térmica da junção para o ponto de solda (Rth j-sp) ou da junção para o ambiente (Rth j-a) quantifica a eficácia com que o calor é transferido para longe do chip. Uma resistência térmica mais baixa indica uma melhor dissipação de calor. A temperatura máxima permitida na junção (Tj máx.) é o limite absoluto para operação fiável. Exceder esta temperatura acelera a depreciação do fluxo luminoso e pode levar a uma falha catastrófica. Um dissipador de calor adequado é essencial para manter a Tj dentro de limites seguros.

3. Explicação do Sistema de Binning

Devido a variações de fabrico, os LEDs são classificados em bins de desempenho para garantir consistência dentro de um lote de produção e entre encomendas.

3.1 Binning de Comprimento de Onda / Temperatura de Cor

Os LEDs são classificados de acordo com o seu comprimento de onda dominante (para LEDs monocromáticos) ou temperatura de cor correlacionada e coordenadas de cromaticidade (para LEDs brancos). Os bins são definidos por pequenos intervalos no gráfico de cores CIE (ex., elipses de MacAdam). Um binning mais apertado (elipses menores) garante uma variação de cor mínima numa matriz, mas pode aumentar o custo.

3.2 Binning de Fluxo Luminoso

A saída de fluxo luminoso também é classificada. Um esquema de binning típico pode categorizar os LEDs com base no seu fluxo luminoso mínimo a uma corrente de teste especificada. Por exemplo, os bins podem ser rotulados com códigos que representam uma faixa percentual do valor de fluxo típico.

3.3 Binning de Tensão Direta

A tensão direta é classificada para auxiliar no projeto do driver e garantir brilho consistente em configurações paralelas. Os bins especificam uma faixa de valores de Vf (ex., 2.8V - 3.0V, 3.0V - 3.2V). Selecionar LEDs do mesmo bin de Vf pode melhorar a correspondência de corrente em matrizes.

4. Análise de Curvas de Desempenho

Os dados gráficos fornecem uma visão mais profunda do comportamento do LED sob várias condições.

4.1 Curva Característica Corrente-Tensão (I-V)

A curva I-V mostra a relação entre a corrente direta e a tensão direta. É não linear, exibindo uma tensão de ligação (a "curva do joelho") além da qual a corrente aumenta rapidamente com pequenos aumentos de tensão. Esta curva é essencial para projetar drivers de corrente constante, pois destaca a necessidade de regulação de corrente em vez de regulação de tensão para controlar a saída de luz.

4.2 Características de Temperatura

Gráficos-chave ilustram a dependência dos parâmetros com a temperatura. O fluxo luminoso vs. temperatura de junção tipicamente mostra uma diminuição na saída à medida que a temperatura aumenta. A tensão direta vs. temperatura mostra um coeficiente de temperatura negativo (Vf diminui à medida que Tj aumenta). Compreender estas relações é crítico para o projeto térmico e para prever o desempenho no ambiente de aplicação.

4.3 Distribuição Espectral de Potência

O gráfico de distribuição espectral de potência (SPD) traça a potência radiante relativa em função do comprimento de onda. Para LEDs brancos baseados num chip azul e fósforo, mostra o pico de emissão azul e o espectro mais amplo de amarelo/verde/vermelho convertido pelo fósforo. O SPD determina as métricas de qualidade de cor, como o CRI e a temperatura de cor.

5. Informações Mecânicas e de Embalagem

As especificações físicas garantem o layout e montagem corretos da PCB.

5.1 Desenho Dimensional

Um desenho dimensional detalhado fornece todas as medidas críticas: comprimento, largura e altura totais, dimensões da lente e espaçamento dos terminais (para montagem através de orifício) ou dimensões dos terminais (para SMD). As tolerâncias são especificadas para cada dimensão.

5.2 Design do Layout dos Terminais (Pads)

Para dispositivos de montagem em superfície (SMD), é fornecida a impressão recomendada (footprint) para a PCB. Isto inclui o tamanho, forma e espaçamento dos terminais, que são cruciais para obter uma junta de solda fiável e uma conexão térmica adequada.

5.3 Identificação de Polaridade

O método para identificar o ânodo e o cátodo é claramente indicado. Para LEDs SMD, isto é frequentemente uma marcação na embalagem (ex., um ponto verde, um entalhe ou um canto chanfrado) ou um tamanho/forma diferente do terminal na parte inferior. Para LEDs através de orifício, o cátodo é tipicamente indicado por uma borda plana na lente ou por um terminal mais curto.

6. Diretrizes de Soldagem e Montagem

O manuseio e montagem adequados são vitais para a fiabilidade.

6.1 Perfil de Soldagem por Refluxo

É fornecido um perfil de temperatura de soldagem por refluxo recomendado para componentes SMD. Isto inclui taxas e durações de aquecimento prévio, imersão, refluxo (temperatura de pico) e arrefecimento. A temperatura de pico máxima e o tempo acima do líquido são especificados para evitar danos à embalagem do LED e aos materiais internos.

6.2 Precauções e Manuseio

As precauções gerais incluem evitar tensão mecânica na lente, prevenir descargas eletrostáticas (ESD) durante o manuseio (os LEDs são frequentemente sensíveis a ESD) e não tocar na lente com as mãos nuas para evitar contaminação. Recomendações sobre agentes de limpeza compatíveis com o material da embalagem também podem ser incluídas.

6.3 Condições de Armazenamento

São especificadas as condições ideais de armazenamento para manter a soldabilidade e prevenir a absorção de humidade (para embalagens sensíveis à humidade). Isto envolve tipicamente armazenamento num ambiente seco (baixa humidade) a uma temperatura moderada, frequentemente em sacos selados com barreira à humidade e dessecante.

7. Informações de Embalagem e Pedido

Informações para aquisição e logística.

7.1 Especificações de Embalagem

A embalagem unitária é descrita (ex., fita e bobina para SMDs, tubos ou bandejas). As especificações-chave da bobina incluem largura da fita, espaçamento dos compartimentos (passo), diâmetro da bobina e quantidade por bobina. As propriedades antiestáticas do material de embalagem são indicadas.

7.2 Informações de Rotulagem

É explicada a informação impressa no rótulo da embalagem, que pode incluir número da peça, quantidade, código do lote/lote, código de data e códigos de binning para fluxo luminoso e cor.

7.3 Regras de Numeração de Peça / Nomenclatura de Modelo

A estrutura do número da peça é decodificada. Tipicamente inclui campos que representam a série do produto, cor, bin de fluxo, bin de cor, bin de tensão, tipo de embalagem e, por vezes, características especiais. Isto permite aos utilizadores especificar as características exatas de desempenho necessárias.

8. Sugestões de Aplicação

Orientação para implementar o LED em produtos finais.

8.1 Circuitos de Aplicação Típicos

São frequentemente fornecidos esquemas para circuitos de acionamento básicos. O mais comum é um resistor em série com uma fonte de tensão constante, adequado para indicadores de baixa corrente. Para aplicações de iluminação, são recomendados circuitos de driver de corrente constante (usando ICs dedicados ou transístores) para garantir uma saída de luz estável independentemente das variações da tensão direta.

8.2 Considerações de Projeto

São destacados fatores críticos de projeto: gestão térmica (área de cobre da PCB, vias térmicas, possível dissipador de calor externo), projeto ótico (seleção da lente para o padrão de feixe desejado), projeto elétrico (seleção do driver com base nos requisitos de corrente/tensão, proteção contra polaridade inversa e transitórios) e compatibilidade com dimerização (PWM vs. analógica).

9. Comparação Técnica

Uma comparação objetiva com outras tecnologias de LED ou gerações anteriores pode contextualizar a posição do produto. Isto pode envolver comparar eficácia (lúmens por watt), índice de reprodução de cor (CRI), vida útil (classificações L70/B50), tamanho da embalagem e desempenho térmico com alternativas como lâmpadas incandescentes, CFLs ou outras embalagens de LED. A diferenciação pode estar numa área específica, como maior eficácia a uma dada corrente, melhor uniformidade de cor ou um fator de forma mais compacto que permite novas possibilidades de design.

10. Perguntas Frequentes (FAQ)

Respostas a consultas técnicas comuns baseadas nos parâmetros.

11. Casos de Uso Práticos

Exemplos de como os parâmetros específicos do LED se traduzem em designs do mundo real.

12. Introdução ao Princípio de Funcionamento

Um LED é um díodo semicondutor de junção p-n. Quando uma tensão direta é aplicada, eletrões da região tipo-n e lacunas da região tipo-p são injetados na região da junção. Quando estes portadores de carga se recombinam, a energia é libertada na forma de fotões (luz). O comprimento de onda (cor) da luz emitida é determinado pela energia da banda proibida do material semicondutor utilizado (ex., InGaN para azul/verde, AlInGaP para vermelho/âmbar). Os LEDs brancos são tipicamente criados revestindo um chip de LED azul com um fósforo amarelo; parte da luz azul é convertida em amarela, e a mistura de luz azul e amarela é percebida como branca. LEDs brancos mais avançados usam múltiplos fósforos para obter uma maior reprodução de cor.

13. Tendências de Desenvolvimento

A indústria de LED continua a evoluir com várias tendências objetivas claras. A eficácia (lúmens por watt) está a aumentar constantemente através de melhorias na eficiência quântica interna, extração de luz e tecnologia de fósforo. A qualidade da cor está a melhorar, com LEDs de alto CRI (Ra>90) e de espectro completo a tornarem-se mais comuns para aplicações que exigem reprodução de cor precisa. A miniaturização continua, permitindo maior densidade de píxeis em ecrãs de visualização direta e paredes de vídeo de passo mais fino. Há um forte foco na fiabilidade e previsão da vida útil sob várias condições de stress. A integração é outra tendência, com embalagens de LED a incorporar drivers, sensores e eletrónica de controlo para formar motores de luz "inteligentes". Finalmente, a expansão da saída espectral para além da luz visível é significativa, com LEDs UV-C para desinfeção e LEDs IR para deteção a registarem um desenvolvimento rápido.

14. Gestão do Ciclo de Vida e Revisões

Como indicado no conteúdo do PDF fornecido, este documento é identificado comoRevisão 1. A fase do ciclo de vida está marcada comoRevisão, significando uma versão ativa e atual da especificação do produto. A data de lançamento para esta revisão está documentada como2013-11-14 15:59:23.0. O período de expiração é indicado comoPara Sempre, o que tipicamente indica que esta revisão não tem uma data de obsolescência planeada e permanece válida até ser substituída por uma revisão mais recente. Esta abordagem estruturada à documentação garante que os engenheiros e especialistas em aquisições podem referenciar com precisão a versão específica das especificações do componente usadas nos seus projetos, o que é crítico para o controlo de qualidade, repetibilidade e resolução de problemas. As alterações entre revisões são geralmente resumidas numa secção de histórico de revisões, detalhando quais parâmetros, texto ou desenhos foram modificados, adicionados ou removidos.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.