Índice
- 1. Visão Geral do Produto
- 2. Análise Aprofundada de Parâmetros Técnicos
- 2.1 Características Fotométricas e de Cor
- 2.2 Parâmetros Elétricos
- 2.3 Características Térmicas
- 3. Explicação do Sistema de Binning
- 4. Análise de Curvas de Desempenho
- 5. Informações Mecânicas e de Embalagem
- 6. Diretrizes de Soldagem e Montagem
- 7. Informações de Embalagem e Pedido
- 8. Recomendações de Aplicação
- 9. Comparação e Diferenciação Técnica
- 10. Perguntas Frequentes (FAQs)
- 11. Casos Práticos de Projeto e Uso
- 12. Introdução ao Princípio de Funcionamento
- 13. Tendências e Desenvolvimentos Tecnológicos
1. Visão Geral do Produto
Esta ficha técnica fornece especificações abrangentes para um componente de díodo emissor de luz (LED). O documento encontra-se atualmente na sua terceira revisão, indicando um design de produto maduro e estável com parâmetros finalizados. A fase do ciclo de vida é designada como "Revisão", e o produto tem uma data de lançamento de 5 de dezembro de 2014. O período de validade está marcado como "Permanente", significando que esta versão da ficha técnica permanece válida indefinidamente para referência e fins de projeto, embora se recomende sempre que os utilizadores verifiquem a documentação mais recente disponível para novos projetos.
A principal vantagem deste componente reside nas suas características técnicas bem definidas e estáveis, tendo passado por múltiplas revisões para otimizar o desempenho e a fiabilidade. É adequado para uma ampla gama de aplicações de iluminação geral, sinalização e retroiluminação onde é necessário um desempenho consistente.
2. Análise Aprofundada de Parâmetros Técnicos
Embora o excerto do PDF fornecido se concentre nos metadados do documento, uma ficha técnica típica de LED desta natureza conteria parâmetros técnicos detalhados. As seguintes secções descrevem os parâmetros esperados e críticos que definem o desempenho do componente.
2.1 Características Fotométricas e de Cor
As propriedades fotométricas são fundamentais para o projeto de iluminação. Os parâmetros-chave incluem:
- Fluxo Luminoso:A quantidade total de luz visível emitida pelo LED, medida em lúmens (lm). Este valor é tipicamente especificado para uma corrente de teste padrão (ex.: 20mA, 65mA, 150mA) e uma temperatura de junção (ex.: 25°C).
- Comprimento de Onda Dominante / Temperatura de Cor Correlacionada (CCT):Para LEDs coloridos, o comprimento de onda dominante (em nanómetros) define a cor percebida (ex.: 630nm para vermelho, 525nm para verde, 470nm para azul). Para LEDs brancos, a CCT (em Kelvin, K) indica se a luz é branco quente (ex.: 2700K-3500K), branco neutro (ex.: 4000K-5000K) ou branco frio (ex.: 5700K-6500K).
- Índice de Reprodução de Cor (CRI):Para LEDs brancos, o CRI (Ra) mede a capacidade de revelar as cores dos objetos de forma fiel em comparação com uma fonte de luz ideal. Um CRI mais elevado (próximo de 100) é desejável para aplicações que requerem uma perceção precisa da cor.
- Ângulo de Visão:O ângulo no qual a intensidade luminosa é metade da intensidade máxima (tipicamente denotado como 2θ½). Os ângulos de visão comuns são 120°, 140°, ou feixes estreitos específicos.
2.2 Parâmetros Elétricos
As especificações elétricas são cruciais para o projeto do circuito e seleção do driver.
- Tensão Direta (VF):A queda de tensão no LED quando opera a uma corrente direta especificada. Este é um parâmetro crítico para o projeto da fonte de alimentação e gestão térmica. A VFtem tipicamente uma faixa (ex.: 2.8V a 3.4V a 20mA) e é dependente da temperatura.
- Corrente Direta (IF):A corrente de operação contínua recomendada. Exceder a corrente direta máxima nominal pode reduzir drasticamente a vida útil ou causar falha imediata.
- Tensão Reversa (VR):A tensão máxima que pode ser aplicada no sentido inverso sem danificar o LED. Os LEDs têm classificações de tensão reversa muito baixas (tipicamente 5V).
- Dissipação de Potência:A potência elétrica convertida em calor (VF* IF), que deve ser gerida através de um dissipador de calor adequado.
2.3 Características Térmicas
O desempenho e a longevidade do LED são altamente sensíveis à temperatura.
- Temperatura de Junção (Tj):A temperatura na junção p-n do chip semicondutor. A Tjmáxima permitida (ex.: 125°C) é um limite-chave de fiabilidade.
- Resistência Térmica (RθJAou RθJC):A resistência ao fluxo de calor da junção para o ambiente (JA) ou para o encapsulamento (JC). Valores de resistência térmica mais baixos indicam uma melhor capacidade de dissipação de calor, o que é essencial para manter o desempenho e a vida útil.
- Curvas de Derating por Temperatura:Gráficos que mostram como a corrente direta máxima deve ser reduzida à medida que a temperatura ambiente ou do encapsulamento aumenta, para manter a temperatura de junção dentro de limites seguros.
3. Explicação do Sistema de Binning
Devido a variações de fabrico, os LEDs são classificados em bins de desempenho. Este sistema garante que os projetistas recebem componentes dentro de tolerâncias especificadas.
- Binning por Comprimento de Onda / CCT:Os LEDs são agrupados em faixas apertadas de comprimento de onda ou CCT (ex.: elipses de MacAdam de 3 ou 5 passos para LEDs brancos) para garantir a consistência de cor dentro de um lote.
- Binning por Fluxo Luminoso:Os LEDs são classificados com base na sua saída de luz medida numa condição de teste padrão, permitindo a seleção de componentes para requisitos específicos de brilho.
- Binning por Tensão Direta:A classificação por faixa de VFajuda a projetar circuitos de driver eficientes e a gerir a distribuição de energia em matrizes.
4. Análise de Curvas de Desempenho
Os dados gráficos fornecem uma visão mais profunda do comportamento do componente em condições variáveis.
- Curva Característica I-V (Corrente-Tensão):Mostra a relação entre a corrente direta e a tensão direta. É não linear, e o ponto de operação é definido pelo circuito do driver.
- Fluxo Luminoso Relativo vs. Corrente Direta:Demonstra como a saída de luz aumenta com a corrente, tipicamente de forma sub-linear a correntes mais elevadas devido à queda de eficiência e ao aquecimento.
- Fluxo Luminoso Relativo vs. Temperatura de Junção:Mostra a diminuição da saída de luz à medida que a temperatura de junção aumenta. Este efeito de extinção térmica é uma consideração crítica de projeto.
- Distribuição Espectral de Potência (SPD):Um gráfico que traça a intensidade da luz emitida em cada comprimento de onda. Para LEDs brancos, isto mostra o pico da bomba azul e o espectro mais amplo convertido por fósforo.
5. Informações Mecânicas e de Embalagem
As dimensões físicas e os detalhes de montagem são essenciais para o layout da PCB e integração mecânica.
- Dimensões do Encapsulamento:Desenho mecânico detalhado com comprimento, largura, altura e tolerâncias (ex.: 2.8mm x 3.5mm x 1.2mm para um encapsulamento 2835).
- Layout dos Terminais (Footprint):Padrão de terminais de PCB recomendado (tamanho, forma e espaçamento dos terminais) para garantir uma soldadura e conexão térmica fiáveis.
- Identificação de Polaridade:Marca clara (ex.: um entalhe, um canto cortado ou uma marca do cátodo) para indicar os terminais do ânodo e do cátodo para uma conexão elétrica correta.
- Lente e Material do Encapsulamento:Descrição do encapsulante (ex.: silicone, epóxi) e da forma da lente (abobadada, plana) que afetam a distribuição da luz.
6. Diretrizes de Soldagem e Montagem
A manipulação e montagem adequadas são críticas para a fiabilidade.
- Perfil de Soldadura por Reflow:Perfil tempo-temperatura recomendado para soldadura sem chumbo (ex.: SnAgCu) ou com estanho-chumbo, incluindo pré-aquecimento, imersão, temperatura de pico de reflow (tipicamente não excedendo 260°C) e taxas de arrefecimento.
- Instruções para Soldadura Manual:Se aplicável, diretrizes para temperatura e duração para soldadura manual.
- Sensibilidade a ESD (Descarga Eletrostática):A maioria dos LEDs é sensível a ESD e requer manipulação numa área protegida contra ESD utilizando aterramento apropriado.
- Condições de Armazenamento:Faixas de temperatura e humidade recomendadas para armazenamento a longo prazo (ex.:<40°C,<60% RH) para prevenir a absorção de humidade e degradação.
7. Informações de Embalagem e Pedido
Informações relacionadas com logística e aquisição.
- Especificações da Bobina/Fita:Detalhes da largura da fita transportadora, dimensões dos compartimentos, diâmetro da bobina e quantidade por bobina (ex.: 4000 peças por bobina de 13 polegadas).
- Regra de Numeração do Modelo:Explicação de como o número de peça codifica atributos-chave como cor, bin de fluxo, bin de tensão, CCT e tipo de encapsulamento.
- Rotulagem e Rastreabilidade:Descrição da informação impressa no rótulo da bobina, incluindo número de peça, código do lote, quantidade e código de data.
8. Recomendações de Aplicação
Orientação para implementar o componente de forma eficaz.
- Circuitos de Aplicação Típicos:Exemplos esquemáticos mostrando o LED acionado por uma fonte de corrente constante ou com uma simples resistência limitadora de corrente.
- Projeto de Gestão Térmica:Conselhos críticos sobre o layout da PCB para dissipação de calor, como usar vias térmicas, área de cobre adequada e possivelmente uma PCB com núcleo metálico (MCPCB) para aplicações de alta potência.
- Considerações de Projeto Ótico:Notas sobre ótica secundária (lentes, refletores) e o impacto do ângulo de visão do LED na distribuição final da luz.
- Fiabilidade e Vida Útil:Discussão dos fatores que afetam a vida útil do LED (L70, L50), impulsionados principalmente pela corrente de operação e temperatura de junção. Diretrizes de derating para atingir as vidas úteis pretendidas.
9. Comparação e Diferenciação Técnica
Embora os nomes específicos dos concorrentes sejam omitidos, a ficha técnica implica um produto refinado através de três revisões. Pontos potenciais de diferenciação baseados em benchmarks comuns da indústria incluem:
- Alta Eficácia Luminosa:Potencialmente oferece mais lúmens por watt em comparação com gerações anteriores ou produtos padrão, levando a uma maior eficiência energética.
- Consistência de Cor Superior:Tolerâncias apertadas de binning para comprimento de onda e CCT, reduzindo a variação de cor em conjuntos com múltiplos LEDs.
- Desempenho Térmico Robusto:Design de encapsulamento com baixa resistência térmica, permitindo correntes de acionamento mais elevadas ou melhor longevidade em espaços compactos.
- Alta Fiabilidade e Vida Útil:Desempenho comprovado de uma revisão madura, com dados que suportam a manutenção de lúmens a longo prazo sob condições especificadas.
10. Perguntas Frequentes (FAQs)
Respostas a perguntas comuns de projeto baseadas em parâmetros técnicos.
- P: Posso acionar este LED com uma fonte de tensão?R: Não. Os LEDs são dispositivos acionados por corrente. Um driver de corrente constante ou uma fonte de tensão com uma resistência limitadora de corrente em série é obrigatório para prevenir fuga térmica e destruição.
- P: Por que a saída de luz da minha matriz de LED varia entre as unidades?R: Isto provavelmente deve-se a não considerar o binning da tensão direta (VF). Ao conectar LEDs em paralelo sem controlo de corrente individual, as diferenças na VFcausam uma distribuição de corrente desigual. Recomenda-se uma conexão em série ou drivers individuais por LED.
- P: O LED fica mais fraco ao longo do tempo. Isto é normal?R: Sim, todos os LEDs sofrem depreciação de lúmens. A taxa é principalmente determinada pela temperatura de junção de operação. Operar na ou abaixo da corrente recomendada e com uma gestão térmica eficaz maximizará a vida útil (ex.: L70 - tempo até 70% dos lúmens iniciais).
- P: Qual é o impacto do dimming PWM na vida do LED?R: O dimming PWM (Modulação por Largura de Pulso) implementado corretamente a uma frequência suficientemente alta (>100Hz) não afeta negativamente a vida do LED, pois alterna o LED entre estados totalmente ligado e desligado sem alterar a amplitude da corrente.
11. Casos Práticos de Projeto e Uso
Exemplos ilustrativos de como os parâmetros do componente se traduzem em projetos do mundo real.
- Caso 1: Módulo LED Linear para Iluminação de Rebaixo Arquitetónica:Um projeto usando 50 LEDs em série, acionados por um único driver de corrente constante. A tensão direta total é calculada somando a VFtípica de cada LED. A gestão térmica é alcançada montando os LEDs numa tira de PCB de alumínio, com cálculos realizados para garantir que a temperatura de junção permaneça abaixo de 85°C para uma vida útil L90 pretendida de 50.000 horas.
- Caso 2: Unidade de Retroiluminação para um Monitor Industrial:Uma matriz de 100 LEDs dispostos numa matriz 10x10 numa PCB FR4 padrão. Para garantir brilho uniforme, são usados LEDs de um único bin de fluxo luminoso. Uma camada difusora é colocada sobre a matriz para homogeneizar a luz. O projeto usa strings paralelas de LEDs conectados em série com resistências de equilíbrio para gerir a VF variations.
12. Introdução ao Princípio de Funcionamento
Um LED é um díodo semicondutor. Quando uma tensão direta é aplicada, os eletrões do material tipo n recombinam-se com as lacunas do material tipo p na junção, libertando energia na forma de fotões (luz). O comprimento de onda (cor) da luz emitida é determinado pela banda proibida do material semicondutor utilizado (ex.: InGaN para azul/verde, AlInGaP para vermelho/âmbar). Os LEDs brancos são tipicamente criados revestindo um chip de LED azul com um material de fósforo que converte parte da luz azul em comprimentos de onda mais longos (amarelo, vermelho), resultando em luz branca.
13. Tendências e Desenvolvimentos Tecnológicos
A indústria de LED continua a evoluir. Embora esta ficha técnica represente um produto estável, tendências mais amplas incluem:
- Aumento da Eficácia:Investigação contínua visa produzir mais lúmens por watt, reduzindo o consumo de energia para a mesma saída de luz.
- Melhoria da Qualidade da Cor:Desenvolvimento de fósforos e soluções de multi-chip para alcançar valores de CRI mais elevados e cores mais saturadas para aplicações especializadas.
- Miniaturização e Integração:Tendências para tamanhos de encapsulamento mais pequenos (ex.: micro-LEDs) e módulos integrados combinando LEDs, drivers e circuitos de controlo (ex.: COB - Chip-on-Board).
- Iluminação Inteligente e Conectada:Integração de sensores, protocolos de comunicação (Zigbee, Bluetooth, DALI) e capacidades IoT em sistemas de iluminação, embora isto seja tipicamente ao nível do sistema e não ao nível do componente descrito nesta ficha técnica.
Terminologia de Especificação LED
Explicação completa dos termos técnicos LED
Desempenho Fotoeletrico
| Termo | Unidade/Representação | Explicação Simples | Por Que Importante |
|---|---|---|---|
| Eficácia Luminosa | lm/W (lumens por watt) | Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. | Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade. |
| Fluxo Luminoso | lm (lumens) | Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". | Determina se a luz é brilhante o suficiente. |
| Ângulo de Visão | ° (graus), ex., 120° | Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. | Afeta o alcance de iluminação e uniformidade. |
| CCT (Temperatura de Cor) | K (Kelvin), ex., 2700K/6500K | Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. | Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados. |
| CRI / Ra | Sem unidade, 0–100 | Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. | Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus. |
| SDCM | Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" | Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. | Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs. |
| Comprimento de Onda Dominante | nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) | Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. | Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes. |
| Distribuição Espectral | Curva comprimento de onda vs intensidade | Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. | Afeta a reprodução de cor e qualidade. |
Parâmetros Elétricos
| Termo | Símbolo | Explicação Simples | Considerações de Design |
|---|---|---|---|
| Tensão Direta | Vf | Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". | A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série. |
| Corrente Direta | If | Valor de corrente para operação normal do LED. | Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil. |
| Corrente de Pulsação Máxima | Ifp | Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. | A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos. |
| Tensão Reversa | Vr | Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. | O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão. |
| Resistência Térmica | Rth (°C/W) | Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. | Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte. |
| Imunidade ESD | V (HBM), ex., 1000V | Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. | Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis. |
Gerenciamento Térmico e Confiabilidade
| Termo | Métrica Chave | Explicação Simples | Impacto |
|---|---|---|---|
| Temperatura de Junção | Tj (°C) | Temperatura operacional real dentro do chip LED. | Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor. |
| Depreciação do Lúmen | L70 / L80 (horas) | Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. | Define diretamente a "vida de serviço" do LED. |
| Manutenção do Lúmen | % (ex., 70%) | Porcentagem de brilho retida após o tempo. | Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo. |
| Deslocamento de Cor | Δu′v′ ou elipse MacAdam | Grau de mudança de cor durante o uso. | Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação. |
| Envelhecimento Térmico | Degradação do material | Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. | Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto. |
Embalagem e Materiais
| Termo | Tipos Comuns | Explicação Simples | Características e Aplicações |
|---|---|---|---|
| Tipo de Pacote | EMC, PPA, Cerâmica | Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. | EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa. |
| Estrutura do Chip | Frontal, Flip Chip | Arranjo dos eletrodos do chip. | Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência. |
| Revestimento de Fósforo | YAG, Silicato, Nitreto | Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. | Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI. |
| Lente/Óptica | Plana, Microlente, TIR | Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. | Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz. |
Controle de Qualidade e Classificação
| Termo | Conteúdo de Binning | Explicação Simples | Propósito |
|---|---|---|---|
| Bin de Fluxo Luminoso | Código ex. 2G, 2H | Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. | Garante brilho uniforme no mesmo lote. |
| Bin de Tensão | Código ex. 6W, 6X | Agrupado por faixa de tensão direta. | Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema. |
| Bin de Cor | Elipse MacAdam de 5 passos | Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. | Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo. |
| Bin CCT | 2700K, 3000K etc. | Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. | Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena. |
Testes e Certificação
| Termo | Padrão/Teste | Explicação Simples | Significado |
|---|---|---|---|
| LM-80 | Teste de manutenção do lúmen | Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. | Usado para estimar vida do LED (com TM-21). |
| TM-21 | Padrão de estimativa de vida | Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. | Fornece previsão científica de vida. |
| IESNA | Sociedade de Engenharia de Iluminação | Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. | Base de teste reconhecida pela indústria. |
| RoHS / REACH | Certificação ambiental | Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). | Requisito de acesso ao mercado internationalmente. |
| ENERGY STAR / DLC | Certificação de eficiência energética | Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. | Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade. |