Índice
- 1. Visão Geral do Produto
- 1.1 Características e Vantagens Principais
- 1.2 Descrição do Produto
- 1.3 Aplicações Alvo
- 2. Especificações Técnicas e Análise Detalhada
- 2.1 Seleção do Dispositivo e Material
- 2.2 Classificações Absolutas Máximas
- 2.3 Características Eletro-Ópticas (Ta=25°C)
- 3. Análise das Curvas de Desempenho
- 3.1 Intensidade Relativa vs. Comprimento de Onda
- 3.2 Padrão de Diretividade
- 3.3 Corrente Direta vs. Tensão Direta (Curva I-V)
- 3.4 Intensidade Relativa vs. Corrente Direta
- 3.5 Dependência da Temperatura
- 4. Informações Mecânicas e de Embalagem
- 4.1 Dimensões do Pacote
- 4.2 Identificação da Polaridade
- 5. Informações de Binning e Pedido
- 5.1 Explicação do Rótulo
- 5.2 Especificação de Embalagem
- 6. Diretrizes de Montagem, Manuseio e Aplicação
- 6.1 Formação dos Terminais
- 6.2 Condições de Armazenamento
- 6.3 Instruções de Soldagem
- 6.4 Limpeza
- 6.5 Gestão Térmica
- 7. Sugestões de Aplicação e Considerações de Projeto
- 7.1 Projeto do Circuito de Acionamento
- 7.2 Layout da PCB e Montagem
- 7.3 Confiabilidade de Longo Prazo
- 8. Perguntas Frequentes (Baseadas em Parâmetros Técnicos)
- 8.1 Qual é a diferença entre Comprimento de Onda de Pico e Comprimento de Onda Dominante?
- 8.2 Posso acionar este LED com uma fonte de 3.3V?
- 8.3 Por que o ângulo de visão é tão amplo (130°)?
- 8.4 Como a temperatura afeta o brilho?
- 9. Princípios Técnicos e Tendências
- 9.1 Princípio de Funcionamento
- 9.2 Contexto e Tendências da Indústria
1. Visão Geral do Produto
Este documento fornece as especificações técnicas completas e diretrizes de aplicação para a série de lâmpadas LED 484-10SURT/S530-A3. Este componente é um diodo emissor de luz discreto projetado para aplicações que requerem iluminação confiável com características específicas de cor e intensidade.
1.1 Características e Vantagens Principais
O LED oferece várias características-chave que o tornam adequado para uma variedade de aplicações eletrônicas:
- Opções de Ângulo de Visão:Disponível com vários ângulos de visão para atender a diferentes necessidades de aplicação.
- Embalagem:Fornecido em fita e bobina para compatibilidade com processos de montagem automatizados.
- Robustez:Projetado para ser confiável e robusto sob condições operacionais padrão.
- Conformidade Ambiental:O produto está em conformidade com a RoHS (Restrição de Substâncias Perigosas), regulamentos da UE REACH, e é Livre de Halogênios, com limites para Bromo (Br) e Cloro (Cl) conforme especificado.
1.2 Descrição do Produto
Esta série de LED é especialmente projetada para fornecer níveis de brilho mais elevados. As lâmpadas estão disponíveis em diferentes cores e intensidades luminosas, permitindo que os projetistas selecionem o componente ideal para suas necessidades de indicador visual ou retroiluminação. O modelo específico abordado aqui emite uma cor Vermelho Brilhante.
1.3 Aplicações Alvo
As aplicações típicas para este LED incluem, mas não se limitam a:
- Televisores
- Monitores de computador
- Telefones
- Equipamentos eletrônicos e de informática em geral
2. Especificações Técnicas e Análise Detalhada
2.1 Seleção do Dispositivo e Material
O chip emissor de luz é construído a partir do material semicondutor AlGaInP (Fosfeto de Alumínio Gálio Índio). Este sistema de material é conhecido por produzir LEDs vermelhos, laranjas e amarelos de alta eficiência. O encapsulante de resina é vermelho e transparente, otimizado para a cor emitida Vermelho Brilhante.
2.2 Classificações Absolutas Máximas
Estas classificações definem os limites além dos quais pode ocorrer dano permanente ao dispositivo. A operação sob ou nestas condições não é garantida.
- Corrente Direta Contínua (IF):25 mA
- Corrente Direta de Pico (IFP):60 mA (a 1/10 do ciclo de trabalho, 1 kHz)
- Tensão Reversa (VR):5 V
- Dissipação de Potência (Pd):60 mW
- Temperatura de Operação (Topr):-40°C a +85°C
- Temperatura de Armazenamento (Tstg):-40°C a +100°C
- Temperatura de Soldagem (Tsol):260°C por 5 segundos (onda ou reflow)
2.3 Características Eletro-Ópticas (Ta=25°C)
Estes são os parâmetros de desempenho típicos medidos sob condições de teste padrão (IF= 20 mA).
- Intensidade Luminosa (Iv):Típica 20 mcd (Mínima 10 mcd). Isso quantifica o brilho percebido da luz vermelha.
- Ângulo de Visão (2θ1/2):Típico 130 graus. Este é o ângulo total no qual a intensidade luminosa é metade da intensidade de pico.
- Comprimento de Onda de Pico (λp):Típico 632 nm. O comprimento de onda no qual a emissão espectral é mais forte.
- Comprimento de Onda Dominante (λd):Típico 624 nm. O comprimento de onda único percebido pelo olho humano, definindo a cor.
- Largura de Banda do Espectro de Radiação (Δλ):Típica 20 nm. A largura do espectro emitido.
- Tensão Direta (VF):Típica 2.0 V (Faixa: 1.7 V a 2.4 V). A queda de tensão através do LED durante a operação.
- Corrente Reversa (IR):Máximo 10 μA em VR=5V.
Nota: Incertezas de medição são fornecidas para parâmetros-chave: VF(±0.1V), Iv(±10%), λd(±1.0nm).
3. Análise das Curvas de Desempenho
A ficha técnica inclui várias curvas características que ilustram o comportamento do dispositivo sob condições variadas. Estas são cruciais para o projeto do circuito e gestão térmica.
3.1 Intensidade Relativa vs. Comprimento de Onda
Esta curva mostra a distribuição de potência espectral, com pico em torno de 632 nm (vermelho) com uma largura de banda típica de 20 nm, confirmando a cor Vermelho Brilhante.
3.2 Padrão de Diretividade
Um gráfico polar ilustrando o ângulo de visão típico de 130 graus, mostrando como a intensidade da luz diminui em ângulos fora do eixo central.
3.3 Corrente Direta vs. Tensão Direta (Curva I-V)
Este gráfico mostra a relação exponencial entre corrente e tensão. A tensão direta típica de 2.0V a 20mA é um parâmetro-chave para calcular os valores do resistor em série nos circuitos de acionamento.
3.4 Intensidade Relativa vs. Corrente Direta
Esta curva demonstra que a saída de luz (intensidade) aumenta com a corrente direta, mas não necessariamente de forma linear em toda a faixa. Ajuda na seleção de uma corrente de acionamento apropriada para o brilho desejado.
3.5 Dependência da Temperatura
Duas curvas críticas são fornecidas:
- Intensidade Relativa vs. Temperatura Ambiente:Mostra como a saída de luz tipicamente diminui à medida que a temperatura ambiente aumenta. Esta é uma consideração-chave para aplicações em ambientes de alta temperatura.
- Corrente Direta vs. Temperatura Ambiente:Pode ilustrar como a característica de tensão direta muda com a temperatura, afetando o comportamento do circuito de acionamento.
4. Informações Mecânicas e de Embalagem
4.1 Dimensões do Pacote
Um desenho mecânico detalhado é fornecido especificando o tamanho físico da lâmpada LED. Notas importantes incluem:
- Todas as dimensões estão em milímetros (mm).
- A altura do flange deve ser inferior a 1.5mm (0.059\").
- A tolerância padrão é ±0.25mm, salvo indicação em contrário.
4.2 Identificação da Polaridade
O cátodo é tipicamente indicado por um ponto plano na lente, um terminal mais curto ou outra marcação conforme mostrado no diagrama de dimensões. A polaridade correta deve ser observada durante a instalação.
5. Informações de Binning e Pedido
5.1 Explicação do Rótulo
Os rótulos do produto contêm vários códigos para rastreabilidade e especificação:
- CPN:Número de Produção do Cliente
- P/N:Número de Produção (ex., 484-10SURT/S530-A3)
- QTY:Quantidade da Embalagem
- CAT:Classificações de Intensidade Luminosa (bin de brilho)
- HUE:Classificações de Comprimento de Onda Dominante (bin de cor)
- REF:Classificações de Tensão Direta (bin de tensão)
- LOT No:Número do Lote de Fabricação
5.2 Especificação de Embalagem
Os LEDs são embalados para prevenir danos por descarga eletrostática (ESD) e umidade:
- Embalagem Primária:Sacos antiestáticos.
- Embalagem Secundária:Caixas internas.
- Embalagem Terciária:Caixas externas para envio.
- Quantidade de Embalagem:Tipicamente 200 a 1000 peças por saco, 5 sacos por caixa interna e 10 caixas internas por caixa externa.
6. Diretrizes de Montagem, Manuseio e Aplicação
6.1 Formação dos Terminais
Se os terminais precisarem ser dobrados para montagem furo passante:
- Dobre em um ponto a pelo menos 3mm da base do bulbo de epóxi.
- Realize a dobraantes soldering.
- Evite estressar o pacote do LED; o estresse pode danificar as conexões internas ou rachar o epóxi.
- Corte os terminais à temperatura ambiente.
- Certifique-se de que os furos da PCB estejam perfeitamente alinhados com os terminais do LED para evitar estresse de montagem.
6.2 Condições de Armazenamento
Para preservar a soldabilidade e o desempenho:
- Armazene a ≤30°C e ≤70% de Umidade Relativa.
- A vida útil padrão de armazenamento é de 3 meses a partir do envio.
- Para armazenamento mais longo (até 1 ano), use um recipiente selado com atmosfera de nitrogênio e dessecante.
- Evite mudanças rápidas de temperatura em ambientes úmidos para prevenir condensação.
6.3 Instruções de Soldagem
Regra Crítica:Mantenha uma distância mínima de 3mm da junta de solda ao bulbo de epóxi.
Soldagem Manual:
- Temperatura da ponta do ferro: Máx. 300°C (Ferro de Máx. 30W)
- Tempo de soldagem por terminal: Máx. 3 segundos.
Soldagem por Onda/Imersão:
- Temperatura de pré-aquecimento: Máx. 100°C (Máx. 60 segundos)
- Temperatura e tempo do banho de solda: Máx. 260°C, Máx. 5 segundos.
Um gráfico de perfil de temperatura de soldagem recomendado é fornecido, mostrando as fases de pré-aquecimento, imersão, reflow e resfriamento. Notas adicionais importantes:
- Evite estresse mecânico nos terminais enquanto o LED estiver quente.
- Não solde (imersão ou manual) mais de uma vez.
- Proteja o LED de choque/vibração até que ele esfrie à temperatura ambiente após a soldagem.
- Não use processos de resfriamento rápido.
- Use a menor temperatura de soldagem possível que garanta uma junta confiável.
6.4 Limpeza
- Se a limpeza for necessária, use álcool isopropílico à temperatura ambiente por não mais que um minuto.
- Seque à temperatura ambiente antes do uso.
- Evite limpeza ultrassônica.Se absolutamente necessário, pré-qualifique os parâmetros do processo (potência, tempo) para garantir que nenhum dano ocorra.
6.5 Gestão Térmica
A ficha técnica enfatiza que a gestão térmica deve ser considerada durante a fase de projeto da aplicação. A corrente operacional deve ser reduzida apropriadamente se o LED for usado em altas temperaturas ambientes ou em uma PCB com dissipação de calor deficiente para garantir longevidade e manter a saída de luz. Exceder a temperatura máxima de junção acelerará a degradação da saída de luz e pode levar a falha prematura.
7. Sugestões de Aplicação e Considerações de Projeto
7.1 Projeto do Circuito de Acionamento
Para operar este LED, um dispositivo limitador de corrente (geralmente um resistor) é obrigatório. O valor do resistor (Rs) pode ser calculado usando a Lei de Ohm: Rs= (Vfonte- VF) / IF. Use o VFmáximo da ficha técnica (2.4V) para um projeto conservador, garantindo que a corrente não exceda 20mA mesmo com tolerâncias dos componentes. Por exemplo, com uma fonte de 5V: Rs= (5V - 2.4V) / 0.020A = 130 Ohms. Um resistor padrão de 130Ω ou 150Ω seria adequado.
7.2 Layout da PCB e Montagem
Certifique-se de que o footprint da PCB corresponda às dimensões do pacote. Forneça folga adequada ao redor do corpo do LED. Para montagem furo passante, os tamanhos dos furos devem acomodar o diâmetro do terminal sem força excessiva. Para o melhor desempenho óptico, considere o ângulo de visão ao posicionar o LED na placa em relação ao visualizador pretendido ou guia de luz.
7.3 Confiabilidade de Longo Prazo
Operar o LED significativamente abaixo de suas classificações máximas (corrente, temperatura) aumentará sua confiabilidade de longo prazo e manterá a intensidade luminosa estável ao longo do tempo. Considere usar um driver de corrente constante para aplicações que requerem brilho preciso e estável.
8. Perguntas Frequentes (Baseadas em Parâmetros Técnicos)
8.1 Qual é a diferença entre Comprimento de Onda de Pico e Comprimento de Onda Dominante?
Comprimento de Onda de Pico (632 nm) é o comprimento de onda físico onde a emissão espectral é mais forte. Comprimento de Onda Dominante (624 nm) é o comprimento de onda único psicofísico que o olho humano percebe como correspondente à cor do LED. Eles frequentemente diferem, especialmente para cores saturadas.
8.2 Posso acionar este LED com uma fonte de 3.3V?
Sim. Usando o cálculo acima: Rs= (3.3V - 2.4V) / 0.020A = 45 Ohms. Um resistor de 47Ω seria apropriado. Certifique-se de que a potência nominal do resistor seja suficiente (P = I2R = 0.022* 47 = 0.0188W, então um resistor de 1/8W ou 1/10W está bom).
8.3 Por que o ângulo de visão é tão amplo (130°)?
Um ângulo de visão amplo é benéfico para aplicações onde o indicador precisa ser visível de uma ampla gama de posições, como luzes de status em eletrônicos de consumo colocados em uma mesa. O design da lente difunde a luz para criar este padrão amplo.
8.4 Como a temperatura afeta o brilho?
Como mostrado nas curvas de desempenho, a intensidade luminosa relativa tipicamente diminui à medida que a temperatura ambiente aumenta. Para aplicações de alta temperatura, pode ser necessário selecionar inicialmente um LED de um bin de brilho mais alto ou implementar gestão térmica para manter a temperatura de junção mais baixa.
9. Princípios Técnicos e Tendências
9.1 Princípio de Funcionamento
Este LED opera no princípio da eletroluminescência em uma junção p-n semicondutora. Quando uma tensão direta é aplicada, elétrons e lacunas são injetados na região ativa (a camada de AlGaInP) onde se recombinam. Esta recombinação libera energia na forma de fótons (luz). A composição específica da liga de AlGaInP determina a energia da banda proibida, que por sua vez dita o comprimento de onda (cor) da luz emitida—neste caso, Vermelho Brilhante.
9.2 Contexto e Tendências da Indústria
Lâmpadas LED discretas como esta representam uma tecnologia madura e altamente confiável para funções de indicação e iluminação simples. Enquanto LEDs de alta potência para iluminação e pacotes avançados como LEDs de escala de chip (CSP) são áreas de rápido desenvolvimento, LEDs furo passante e SMD de baixa potência continuam sendo essenciais para sinalização confiável e de baixo custo em inúmeros produtos eletrônicos. As tendências neste segmento focam em aumentar a eficiência (mais saída de luz por mA), melhorar a consistência da cor através de binning mais rigoroso e aumentar a confiabilidade sob condições adversas. A busca pela miniaturização também continua, embora pacotes como a série 484 ofereçam um bom equilíbrio entre tamanho, facilidade de manuseio e desempenho óptico.
Terminologia de Especificação LED
Explicação completa dos termos técnicos LED
Desempenho Fotoeletrico
| Termo | Unidade/Representação | Explicação Simples | Por Que Importante |
|---|---|---|---|
| Eficácia Luminosa | lm/W (lumens por watt) | Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. | Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade. |
| Fluxo Luminoso | lm (lumens) | Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". | Determina se a luz é brilhante o suficiente. |
| Ângulo de Visão | ° (graus), ex., 120° | Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. | Afeta o alcance de iluminação e uniformidade. |
| CCT (Temperatura de Cor) | K (Kelvin), ex., 2700K/6500K | Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. | Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados. |
| CRI / Ra | Sem unidade, 0–100 | Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. | Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus. |
| SDCM | Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" | Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. | Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs. |
| Comprimento de Onda Dominante | nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) | Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. | Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes. |
| Distribuição Espectral | Curva comprimento de onda vs intensidade | Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. | Afeta a reprodução de cor e qualidade. |
Parâmetros Elétricos
| Termo | Símbolo | Explicação Simples | Considerações de Design |
|---|---|---|---|
| Tensão Direta | Vf | Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". | A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série. |
| Corrente Direta | If | Valor de corrente para operação normal do LED. | Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil. |
| Corrente de Pulsação Máxima | Ifp | Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. | A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos. |
| Tensão Reversa | Vr | Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. | O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão. |
| Resistência Térmica | Rth (°C/W) | Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. | Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte. |
| Imunidade ESD | V (HBM), ex., 1000V | Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. | Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis. |
Gerenciamento Térmico e Confiabilidade
| Termo | Métrica Chave | Explicação Simples | Impacto |
|---|---|---|---|
| Temperatura de Junção | Tj (°C) | Temperatura operacional real dentro do chip LED. | Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor. |
| Depreciação do Lúmen | L70 / L80 (horas) | Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. | Define diretamente a "vida de serviço" do LED. |
| Manutenção do Lúmen | % (ex., 70%) | Porcentagem de brilho retida após o tempo. | Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo. |
| Deslocamento de Cor | Δu′v′ ou elipse MacAdam | Grau de mudança de cor durante o uso. | Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação. |
| Envelhecimento Térmico | Degradação do material | Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. | Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto. |
Embalagem e Materiais
| Termo | Tipos Comuns | Explicação Simples | Características e Aplicações |
|---|---|---|---|
| Tipo de Pacote | EMC, PPA, Cerâmica | Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. | EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa. |
| Estrutura do Chip | Frontal, Flip Chip | Arranjo dos eletrodos do chip. | Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência. |
| Revestimento de Fósforo | YAG, Silicato, Nitreto | Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. | Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI. |
| Lente/Óptica | Plana, Microlente, TIR | Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. | Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz. |
Controle de Qualidade e Classificação
| Termo | Conteúdo de Binning | Explicação Simples | Propósito |
|---|---|---|---|
| Bin de Fluxo Luminoso | Código ex. 2G, 2H | Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. | Garante brilho uniforme no mesmo lote. |
| Bin de Tensão | Código ex. 6W, 6X | Agrupado por faixa de tensão direta. | Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema. |
| Bin de Cor | Elipse MacAdam de 5 passos | Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. | Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo. |
| Bin CCT | 2700K, 3000K etc. | Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. | Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena. |
Testes e Certificação
| Termo | Padrão/Teste | Explicação Simples | Significado |
|---|---|---|---|
| LM-80 | Teste de manutenção do lúmen | Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. | Usado para estimar vida do LED (com TM-21). |
| TM-21 | Padrão de estimativa de vida | Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. | Fornece previsão científica de vida. |
| IESNA | Sociedade de Engenharia de Iluminação | Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. | Base de teste reconhecida pela indústria. |
| RoHS / REACH | Certificação ambiental | Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). | Requisito de acesso ao mercado internationalmente. |
| ENERGY STAR / DLC | Certificação de eficiência energética | Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. | Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade. |