Índice
- 1. Visão Geral do Produto
- 2. Interpretação Aprofundada dos Parâmetros Técnicos
- 2.1 Dados de Ciclo de Vida e Administrativos
- 2.2 Características Fotométricas e Ópticas
- 3. Explicação do Sistema de Binning
- 3.1 Binning de Comprimento de Onda / Cor
- 4. Análise de Curvas de Desempenho
- 4.1 Curva de Distribuição Espectral
- 4.2 Curva Corrente Direta vs. Tensão Direta (I-V)
- 4.3 Características de Dependência de Temperatura
- 5. Informações Mecânicas e de Embalagem
- 6. Diretrizes de Soldagem e Montagem
- 6.1 Perfil de Soldagem por Refluxo
- 6.2 Precauções de Manuseio e Armazenamento
- 7. Informações de Embalagem e Pedido
- 7.1 Especificação de Embalagem
- 7.2 Regra de Numeração de Modelo / Número de Peça
- 8. Recomendações de Aplicação
- 8.1 Cenários de Aplicação Típicos
- 8.2 Considerações de Projeto
- 9. Comparação e Diferenciação Técnica
- 10. Perguntas Frequentes (Baseadas em Parâmetros Técnicos)
- 10.1 O que significa "FaseCicloVida: Revisão 2" para o meu projeto?
- 10.2 O valor do comprimento de onda não é um número único, mas um bin (ex.: 465-470nm). Qual valor devo usar nas minhas simulações ópticas?
- 10.3 Quão crítica é a gestão térmica para este componente?
- 11. Estudos de Caso de Aplicação Prática
- 11.1 Estudo de Caso: Projetando uma Unidade de Luz de Fundo Uniforme
- 12. Introdução ao Princípio de Operação
- 13. Tendências e Desenvolvimentos Tecnológicos
1. Visão Geral do Produto
Este documento técnico fornece especificações e análises abrangentes para uma série de componentes LED. O foco principal dos dados fornecidos está na gestão do ciclo de vida e no parâmetro óptico chave, especificamente o comprimento de onda. O documento indica um processo padronizado de controle de revisão, garantindo que os dados técnicos estejam atualizados e mantidos. A informação central gira em torno dos parâmetros de comprimento de onda definidos, que são críticos para aplicações que requerem uma saída espectral precisa. O mercado-alvo para tais componentes inclui indústrias que utilizam dispositivos optoeletrónicos para sinalização, iluminação, sensoriamento e tecnologias de exibição onde a emissão de comprimento de onda específico é primordial.
2. Interpretação Aprofundada dos Parâmetros Técnicos
O excerto de dados fornecido destaca vários parâmetros técnicos e administrativos essenciais para a identificação do componente e o rastreamento do seu ciclo de vida.
2.1 Dados de Ciclo de Vida e Administrativos
O documento lista consistentementeFaseCicloVida: Revisão 2. Isto indica que o componente está num estado de revisão, especificamente a segunda revisão da sua documentação ou projeto técnico. Isto é crucial para os engenheiros garantirem que estão a referenciar a versão correta das especificações. OPeríodo de Expiração: Para Sempredenota que esta revisão do documento não tem uma data de obsolescência planeada e destina-se a ser a referência autoritativa indefinidamente, ou até que uma nova revisão seja emitida. AData de Lançamento: 2013-10-07 11:50:32.0fornece um carimbo temporal preciso para quando esta revisão foi formalmente lançada, permitindo rastreabilidade e controlo de versões.
2.2 Características Fotométricas e Ópticas
O parâmetro técnico central extraído é o comprimento de onda. Estão presentes duas notações específicas:
- Comprimento de Onda λ(nm): Isto denota o comprimento de onda dominante ou de pico da emissão do LED, medido em nanómetros (nm). Este é o comprimento de onda no qual a distribuição de potência espectral atinge a sua intensidade máxima. É o principal descritor da cor do LED para dispositivos monocromáticos.
- Comprimento de Onda λp(nm): O subscrito 'p' tipicamente significa 'pico'. Em muitos contextos, λ e λp são usados de forma intercambiável para significar comprimento de onda de pico. No entanto, em algumas especificações detalhadas, λp pode ser usado para especificar um ponto particular no espectro, mas, dados os dados, é aqui interpretado como o comprimento de onda de emissão de pico. O valor exato em nanómetros não é fornecido no excerto, indicando que este é um marcador de posição ou cabeçalho para um campo de dados que seria preenchido numa ficha técnica completa.
A ausência de valores numéricos específicos para estes comprimentos de onda no conteúdo fornecido sugere que a estrutura do documento inclui tabelas ou gráficos onde estes valores são listados para diferentes bins ou modelos de produto.
3. Explicação do Sistema de Binning
Com base na estrutura que menciona parâmetros de comprimento de onda, uma prática padrão para a fabricação de LEDs é a implementação de um sistema de binning. Os LEDs são classificados (agrupados em bins) após a produção com base em características medidas para garantir consistência.
3.1 Binning de Comprimento de Onda / Cor
Este é o parâmetro de binning mais crítico para LEDs coloridos. Devido a variações inerentes no processo de crescimento epitaxial do semicondutor, o comprimento de onda de pico dos LEDs do mesmo lote de produção pode variar. Os fabricantes medem cada LED e agrupam-nos em intervalos de comprimento de onda específicos (bins). Por exemplo, um LED azul pode ser classificado em intervalos como 465-470nm, 470-475nm, etc. Isto permite aos clientes selecionar LEDs com a cor precisa necessária para a sua aplicação, garantindo uniformidade de cor num produto final como um ecrã ou sinalização.
4. Análise de Curvas de Desempenho
Embora curvas específicas não sejam fornecidas no texto, uma ficha técnica completa incluiria representações gráficas críticas para o projeto.
4.1 Curva de Distribuição Espectral
Este gráfico traça a intensidade relativa em função do comprimento de onda. Mostra visualmente o comprimento de onda de pico (λp) e a largura de banda espectral (Largura a Meia Altura - FWHM), que indica quão pura ou monocromática é a luz. Um FWHM mais estreito significa uma cor mais pura. Esta curva é essencial para aplicações em espectroscopia, dispositivos médicos ou correspondência de cores precisa.
4.2 Curva Corrente Direta vs. Tensão Direta (I-V)
Esta característica elétrica fundamental mostra a relação entre a corrente que flui através do LED e a queda de tensão nos seus terminais. Os LEDs são dispositivos acionados por corrente. A curva tipicamente mostra uma subida exponencial, com uma tensão direta (Vf) definida a uma corrente de teste especificada. Compreender esta curva é vital para projetar o circuito de acionamento de limitação de corrente correto para garantir operação adequada e longevidade.
4.3 Características de Dependência de Temperatura
O desempenho do LED é altamente sensível à temperatura. Parâmetros-chave que mudam com a temperatura da junção incluem:
- Tensão Direta (Vf): Geralmente diminui à medida que a temperatura aumenta.
- Intensidade Luminosa / Fluxo: Diminui à medida que a temperatura aumenta.
- Comprimento de Onda de Pico (λp): Tipicamente desloca-se ligeiramente (geralmente para comprimentos de onda mais longos) à medida que a temperatura aumenta. Isto é crucial para aplicações críticas em termos de cor.
5. Informações Mecânicas e de Embalagem
O conteúdo fornecido não inclui detalhes mecânicos. Uma especificação completa conteria esta secção com:
- Dimensões da Embalagem: Desenho mecânico detalhado com todas as dimensões críticas (comprimento, largura, altura, espaçamento dos terminais) em milímetros.
- Layout da Pasta / Pegada: Padrão recomendado de pasta de solda para projeto de PCB, crucial para soldagem fiável e gestão térmica.
- Identificação de Polaridade: Marcação clara do ânodo e cátodo, muitas vezes indicada por um entalhe, uma borda plana, um terminal mais longo ou um ponto marcado na embalagem.
- Material da Embalagem: Informação sobre o material da lente (ex.: silicone, epóxi) e material do corpo, o que afeta a extração de luz e a fiabilidade.
6. Diretrizes de Soldagem e Montagem
O manuseamento adequado é essencial para a fiabilidade do LED. Esta secção cobriria:
6.1 Perfil de Soldagem por Refluxo
Um perfil recomendado de temperatura vs. tempo para montagem de superfície. Isto inclui as fases de pré-aquecimento, imersão, refluxo (temperatura de pico) e arrefecimento. Exceder a temperatura máxima da embalagem ou o choque térmico pode danificar o LED ou as suas ligações internas.
6.2 Precauções de Manuseio e Armazenamento
Os LEDs são sensíveis à descarga eletrostática (ESD). Devem ser seguidas diretrizes para manuseamento seguro contra ESD (pulseiras, espuma condutora). As condições de armazenamento recomendadas (temperatura, humidade) para prevenir a absorção de humidade (que pode causar "pipocagem" durante o refluxo) também seriam especificadas.
7. Informações de Embalagem e Pedido
Esta secção detalha como os componentes são fornecidos e como encomendá-los.
7.1 Especificação de Embalagem
Descreve o meio de transporte, como fita e bobina (padrão para peças SMD), tubo ou bandeja. Inclui especificações como diâmetro da bobina, largura da fita, espaçamento dos bolsos e quantidade por bobina.
7.2 Regra de Numeração de Modelo / Número de Peça
Explica a estrutura do número de peça. Tipicamente, um número de peça codifica atributos-chave como tipo de embalagem, cor (bin de comprimento de onda), bin de fluxo, bin de tensão direta e, por vezes, características especiais. Por exemplo, um número de peça pode ser estruturado como: [Série][Embalagem][BinComprimentoOnda][BinFluxo][BinVf]. Compreender esta regra permite aos engenheiros decodificar um número de peça e selecionar a variante exata necessária.
8. Recomendações de Aplicação
8.1 Cenários de Aplicação Típicos
LEDs caracterizados por parâmetros de comprimento de onda específicos encontram uso em diversos campos:
- Indicadores e Luzes de Painel: Indicadores de estado em eletrónica de consumo, eletrodomésticos e equipamento industrial.
- Luz de Fundo: Para ecrãs LCD em dispositivos como smartphones, monitores e TVs, frequentemente usando LEDs azuis com fósforo para luz branca ou cores específicas para sistemas RGB.
- Iluminação Geral: LEDs brancos (chip azul + fósforo) ou LEDs coloridos para iluminação arquitetónica, decorativa e de ambiente.
- Iluminação Automóvel: Luzes de sinalização (travão, mudança de direção), iluminação interior e, cada vez mais, faróis.
- Sensoriamento e Comunicação Óptica: LEDs infravermelhos (IR) para comandos à distância, sensores de proximidade e ligações de dados ópticas. LEDs de comprimento de onda específico são usados em sensores médicos (ex.: oximetria de pulso).
- Horticultura: LEDs com comprimentos de onda específicos (ex.: vermelho profundo, azul) são usados para otimizar o crescimento de plantas na agricultura em ambiente controlado.
8.2 Considerações de Projeto
- Corrente de Acionamento: Acione sempre os LEDs com uma fonte de corrente constante, não uma tensão constante, para manter uma saída de luz estável e prevenir fuga térmica. A ficha técnica especificará as classificações máximas absolutas e a corrente de operação típica.
- Gestão Térmica:** O fator mais importante que afeta a vida útil e o desempenho do LED. Deve ser projetado um dissipador de calor adequado para manter a temperatura da junção do LED dentro dos limites especificados. Isto envolve o projeto térmico da PCB (áreas de cobre, vias térmicas) e possivelmente dissipadores de calor externos.
- Projeto Óptico: A escolha de ópticas secundárias (lentes, difusores) depende do ângulo de feixe e distribuição desejados. O ângulo de visão nativo do LED (especificado na ficha técnica) é o ponto de partida.
- Seleção de Binning: Para aplicações que requerem consistência de cor (ex.: paredes de vídeo, luminárias), especificar um bin de comprimento de onda apertado e possivelmente um bin de fluxo apertado é necessário, embora possa aumentar o custo.
9. Comparação e Diferenciação Técnica
Embora uma comparação direta com outros produtos não seja possível a partir do excerto, os principais diferenciadores para LEDs geralmente incluem:
- Eficácia Luminosa (lm/W): A quantidade de saída de luz por watt elétrico de entrada. Maior eficácia significa menor consumo de energia e geração de calor para a mesma saída de luz.
- Índice de Reprodução de Cor (IRC): Para LEDs brancos, quão fielmente reproduzem as cores em comparação com uma fonte de luz natural. Alto IRC (>90) é necessário para iluminação de retalho, museus e residencial de alta qualidade.
- Fiabilidade e Vida Útil (L70, L90): O número de horas antes da saída de luz do LED depreciar para 70% ou 90% do seu valor inicial sob condições especificadas. Uma vida útil mais longa reduz os custos de manutenção.
- Consistência de Cor e Apertura do Binning: A gama de variação dentro de um bin. Bins mais apertados proporcionam melhor uniformidade.
10. Perguntas Frequentes (Baseadas em Parâmetros Técnicos)
10.1 O que significa "FaseCicloVida: Revisão 2" para o meu projeto?
Significa que está a usar a segunda revisão da especificação do componente. Deve verificar se quaisquer projetos anteriores que usem a Revisão 1 ainda são válidos ou se há alterações críticas (ex.: em dimensões, parâmetros elétricos ou materiais) que exijam uma atualização do projeto. Refira sempre a revisão mais recente para novos projetos.
10.2 O valor do comprimento de onda não é um número único, mas um bin (ex.: 465-470nm). Qual valor devo usar nas minhas simulações ópticas?
Para simulação rigorosa, é prudente considerar os extremos do bin. Execute simulações nos limites inferior e superior do intervalo de comprimento de onda para garantir que o seu projeto (ex.: desempenho do filtro, resposta do sensor) funciona em todo o bin. Para uma estimativa conservadora, usar o ponto médio é comum, mas compreender a sensibilidade do sistema ao desvio de comprimento de onda é fundamental.
10.3 Quão crítica é a gestão térmica para este componente?
Extremamente crítica para todos os LEDs de potência. Temperatura de junção excessiva leva a uma depreciação acelerada do lúmen (escurecimento), desvio de cor (deriva do comprimento de onda) e, em última análise, falha catastrófica. As curvas de derating da ficha técnica, que mostram a corrente máxima permitida vs. temperatura ambiente, devem ser estritamente seguidas. O layout adequado da PCB com pastas e vias térmicas não é opcional para operação fiável.
11. Estudos de Caso de Aplicação Prática
11.1 Estudo de Caso: Projetando uma Unidade de Luz de Fundo Uniforme
Desafio: Criar uma luz de fundo para um ecrã de 10 polegadas com cor branca e brilho perfeitamente uniformes.
Abordagem da Solução:
- Binning: Selecionar LEDs brancos do mesmo bin de fluxo e bin de temperatura de cor correlacionada (CCT). Para um controlo ainda mais apertado, usar LEDs do mesmo lote de produção.
- Projeto Térmico: Implementar uma PCB de núcleo metálico (MCPCB) para espalhar eficientemente o calor da matriz de LED, prevenindo pontos quentes que causam desvio de cor local e variação de brilho.
- Projeto Elétrico: Usar um acionador de corrente constante multi-canal que possa ajustar a corrente para pequenos grupos de LEDs para afinar a uniformidade do brilho.
- Projeto Óptico: Usar uma placa guia de luz (LGP) e filmes difusores otimizados para o padrão de radiação espacial do LED para alcançar distribuição de luz uniforme na superfície.
12. Introdução ao Princípio de Operação
Díodos Emissores de Luz (LEDs) são dispositivos semicondutores que emitem luz através de um processo chamado eletroluminescência. Quando uma tensão direta é aplicada através da junção p-n do material semicondutor (comumente baseado em arsenieto de gálio, fosfeto de gálio ou nitreto de gálio e índio), os eletrões da região tipo n recombinam-se com as lacunas da região tipo p na camada ativa. Este evento de recombinação liberta energia. Num díodo padrão, esta energia é libertada como calor. Num LED, o material semicondutor é escolhido para que esta energia seja libertada principalmente na forma de fotões (partículas de luz). O comprimento de onda específico (cor) da luz emitida é determinado pela energia da banda proibida do material semicondutor usado na região ativa. Uma banda proibida maior resulta em luz de comprimento de onda mais curto (mais azul), enquanto uma banda proibida menor resulta em luz de comprimento de onda mais longo (mais vermelho).
13. Tendências e Desenvolvimentos Tecnológicos
A indústria de LED continua a evoluir rapidamente. As principais tendências objetivas incluem:
- Aumento da Eficiência e Saída de Lúmen: Melhorias contínuas na eficiência quântica interna, técnicas de extração de luz e tecnologia de fósforo continuam a impulsionar a eficácia luminosa para valores mais altos, reduzindo o consumo de energia para iluminação.
- Miniaturização e Embalagem de Alta Densidade: O desenvolvimento de tamanhos de embalagem menores (ex.: micro-LEDs, embalagens à escala do chip) permite ecrãs de maior resolução e soluções de iluminação mais compactas.
- Melhoria da Qualidade e Consistência da Cor: Avanços em materiais de fósforo e algoritmos de binning estão a fornecer LEDs brancos com Índice de Reprodução de Cor (IRC) mais alto e pontos de cor mais consistentes entre lotes de produção.
- Expansão para Novas Gamas de Comprimento de Onda: Investigação em novos materiais semicondutores (ex.: nitreto de alumínio e gálio para UV profundo, vários compostos para comprimentos de onda IR específicos) está a abrir novas aplicações em esterilização, sensoriamento e comunicações ópticas.
- Integração e Iluminação Inteligente: Os LEDs estão cada vez mais a ser integrados com acionadores, sensores e chips de comunicação (Li-Fi, IoT) para criar sistemas de iluminação inteligentes e conectados.
- Fiabilidade e Vida Útil: O foco na ciência dos materiais (ex.: encapsulantes mais robustos, interfaces térmicas melhores) continua a estender a vida útil operacional dos sistemas de LED, reduzindo o custo total de propriedade.
Estas tendências são impulsionadas por investigação fundamental em ciência dos materiais e melhorias nos processos de fabrico, levando a componentes optoeletrónicos mais capazes, eficientes e versáteis.
Terminologia de Especificação LED
Explicação completa dos termos técnicos LED
Desempenho Fotoeletrico
| Termo | Unidade/Representação | Explicação Simples | Por Que Importante |
|---|---|---|---|
| Eficácia Luminosa | lm/W (lumens por watt) | Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. | Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade. |
| Fluxo Luminoso | lm (lumens) | Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". | Determina se a luz é brilhante o suficiente. |
| Ângulo de Visão | ° (graus), ex., 120° | Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. | Afeta o alcance de iluminação e uniformidade. |
| CCT (Temperatura de Cor) | K (Kelvin), ex., 2700K/6500K | Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. | Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados. |
| CRI / Ra | Sem unidade, 0–100 | Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. | Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus. |
| SDCM | Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" | Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. | Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs. |
| Comprimento de Onda Dominante | nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) | Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. | Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes. |
| Distribuição Espectral | Curva comprimento de onda vs intensidade | Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. | Afeta a reprodução de cor e qualidade. |
Parâmetros Elétricos
| Termo | Símbolo | Explicação Simples | Considerações de Design |
|---|---|---|---|
| Tensão Direta | Vf | Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". | A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série. |
| Corrente Direta | If | Valor de corrente para operação normal do LED. | Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil. |
| Corrente de Pulsação Máxima | Ifp | Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. | A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos. |
| Tensão Reversa | Vr | Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. | O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão. |
| Resistência Térmica | Rth (°C/W) | Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. | Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte. |
| Imunidade ESD | V (HBM), ex., 1000V | Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. | Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis. |
Gerenciamento Térmico e Confiabilidade
| Termo | Métrica Chave | Explicação Simples | Impacto |
|---|---|---|---|
| Temperatura de Junção | Tj (°C) | Temperatura operacional real dentro do chip LED. | Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor. |
| Depreciação do Lúmen | L70 / L80 (horas) | Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. | Define diretamente a "vida de serviço" do LED. |
| Manutenção do Lúmen | % (ex., 70%) | Porcentagem de brilho retida após o tempo. | Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo. |
| Deslocamento de Cor | Δu′v′ ou elipse MacAdam | Grau de mudança de cor durante o uso. | Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação. |
| Envelhecimento Térmico | Degradação do material | Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. | Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto. |
Embalagem e Materiais
| Termo | Tipos Comuns | Explicação Simples | Características e Aplicações |
|---|---|---|---|
| Tipo de Pacote | EMC, PPA, Cerâmica | Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. | EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa. |
| Estrutura do Chip | Frontal, Flip Chip | Arranjo dos eletrodos do chip. | Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência. |
| Revestimento de Fósforo | YAG, Silicato, Nitreto | Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. | Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI. |
| Lente/Óptica | Plana, Microlente, TIR | Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. | Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz. |
Controle de Qualidade e Classificação
| Termo | Conteúdo de Binning | Explicação Simples | Propósito |
|---|---|---|---|
| Bin de Fluxo Luminoso | Código ex. 2G, 2H | Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. | Garante brilho uniforme no mesmo lote. |
| Bin de Tensão | Código ex. 6W, 6X | Agrupado por faixa de tensão direta. | Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema. |
| Bin de Cor | Elipse MacAdam de 5 passos | Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. | Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo. |
| Bin CCT | 2700K, 3000K etc. | Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. | Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena. |
Testes e Certificação
| Termo | Padrão/Teste | Explicação Simples | Significado |
|---|---|---|---|
| LM-80 | Teste de manutenção do lúmen | Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. | Usado para estimar vida do LED (com TM-21). |
| TM-21 | Padrão de estimativa de vida | Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. | Fornece previsão científica de vida. |
| IESNA | Sociedade de Engenharia de Iluminação | Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. | Base de teste reconhecida pela indústria. |
| RoHS / REACH | Certificação ambiental | Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). | Requisito de acesso ao mercado internationalmente. |
| ENERGY STAR / DLC | Certificação de eficiência energética | Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. | Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade. |