Índice
- 1. Visão Geral do Produto
- 2. Análise Aprofundada de Parâmetros Técnicos
- 2.1 Valores Máximos Absolutos
- 2.2 Características Elétricas e Ópticas
- 2.2.1 Características do LED IR de Entrada
- 2.2.2 Características do Fototransistor de Saída
- 2.2.3 Características do Acoplador (Sistema)
- 3. Informações Mecânicas e de Embalagem
- 4. Diretrizes de Soldagem e Montagem
- 5. Sugestões de Aplicação
- 5.1 Circuitos de Aplicação Típicos
- 5.2 Considerações de Projeto
- 6. Princípio de Funcionamento
- 7. Curvas de Desempenho e Análise
- 8. Perguntas e Respostas Comuns
- 9. Exemplo Prático de Caso de Uso
- 10. Tendências Tecnológicas
1. Visão Geral do Produto
O LTH-301-27P1 é um fotointerruptor refletivo, um tipo de sensor fotoelétrico. A sua função principal é detetar a presença ou ausência de um objeto sem contacto físico. Isto é conseguido através da combinação de um díodo emissor de luz infravermelha (LED IR) e de um fototransistor numa única carcaça compacta. Quando um objeto entra na fenda entre o emissor e o detetor, interrompe o feixe de luz infravermelha, causando uma alteração no estado de saída do fototransistor. Isto torna-o ideal para aplicações que requerem deteção fiável e não mecânica, como deteção de posição, comutação de limite e contagem de objetos.
O dispositivo foi concebido para montagem direta em placas de circuito impresso (PCBs) ou em soquetes padrão de dupla linha, facilitando a integração em conjuntos eletrónicos. As suas principais vantagens incluem imunidade ao "bounce" de contacto, longa vida operacional devido à ausência de partes móveis e velocidades de comutação rápidas adequadas para aplicações de contagem ou temporização de alta velocidade.
2. Análise Aprofundada de Parâmetros Técnicos
2.1 Valores Máximos Absolutos
Estes valores definem os limites de tensão para além dos quais pode ocorrer dano permanente no dispositivo. O funcionamento nestas condições não é garantido.
- Corrente Contínua Direta do Díodo IR (IF):50 mA. Esta é a corrente máxima em regime permanente que pode ser aplicada ao LED infravermelho.
- Tensão Reversa do Díodo IR (VR):5 V. Exceder esta tensão de polarização reversa no LED pode causar rutura.
- Corrente do Coletor do Fototransistor (IC):40 mA. A corrente máxima que o coletor do fototransistor pode suportar.
- Tensão Coletor-Emissor do Fototransistor (VCEO):30 V. A tensão máxima que pode ser aplicada entre o coletor e o emissor do fototransistor.
- Intervalo de Temperatura de Funcionamento:-35°C a +65°C. O intervalo de temperatura ambiente para funcionamento fiável.
- Temperatura de Soldagem dos Terminais:260°C durante 5 segundos a uma distância de 1,6mm da carcaça. Isto é crítico para processos de soldagem por onda ou "reflow" para evitar danos térmicos.
Nota sobre Redução de Potência:Tanto a dissipação de potência do transistor (100 mW) como a do díodo (75 mW) devem ser reduzidas linearmente a uma taxa de 1,33 mW/°C para temperaturas ambientes superiores a 25°C. Isto significa que a potência permitida diminui à medida que a temperatura aumenta, para evitar sobreaquecimento.
2.2 Características Elétricas e Ópticas
Estes parâmetros são medidos a 25°C e definem o desempenho típico do dispositivo em condições de teste especificadas.
2.2.1 Características do LED IR de Entrada
- Tensão Direta (VF):Tipicamente 1,6V (máx. 1,6V) a uma corrente direta (IF) de 20 mA. Isto é usado para calcular o valor da resistência limitadora de corrente: R = (Vfonte- VF) / IF.
- Corrente Reversa (IR):Máximo 100 µA a uma tensão reversa (VR) de 5V. Isto indica a corrente de fuga do LED quando polarizado inversamente.
2.2.2 Características do Fototransistor de Saída
- Tensão de Rutura Coletor-Emissor (V(BR)CEO):Mínimo 30V. Esta é a tensão à qual o fototransistor entra em rutura quando a base está aberta.
- Corrente de Escuridão Coletor-Emissor (ICEO):Máximo 100 nA a VCE=10V. Esta é a corrente de fuga quando o fototransistor está no estado "desligado" (sem luz incidente). Um valor baixo é desejável para uma boa relação sinal-ruído.
2.2.3 Características do Acoplador (Sistema)
Estes parâmetros descrevem o desempenho do par combinado LED-fototransistor.
- Tensão de Saturação Coletor-Emissor (VCE(SAT)):Máximo 0,4V quando o fototransistor é levado à saturação (IC=0,25mA, IF=20mA). Uma baixa tensão de saturação é fundamental para a interface com circuitos lógicos.
- Corrente do Coletor em Estado Ligado (IC(ON)):Mínimo 1,5 mA quando o fototransistor está iluminado (VCE=5V, IF=20mA). Esta é a fotocorrente gerada e define a sensibilidade do sensor. A corrente real pode ser maior dependendo da refletividade do objeto interrompedor e do alinhamento.
3. Informações Mecânicas e de Embalagem
O LTH-301-27P1 é alojado num invólucro padrão de 4 pinos de dupla linha. As dimensões exatas são fornecidas no desenho da embalagem na folha de dados. Notas mecânicas importantes incluem:
- Todas as dimensões estão em milímetros, com uma tolerância padrão de ±0,25mm, salvo indicação em contrário.
- A embalagem apresenta uma fenda ou abertura entre o emissor IR e o fotodetector. O objeto a ser detetado passa por esta abertura.
- A polaridade está claramente marcada. Os terminais do ânodo e cátodo do LED IR estão identificados, assim como os terminais do coletor e emissor do fototransistor. A orientação correta durante a montagem na PCB é essencial.
- O dispositivo é adequado tanto para montagem em PCB como em soquete, oferecendo flexibilidade na montagem e potencial para substituição em campo.
4. Diretrizes de Soldagem e Montagem
O manuseamento adequado é crucial para a fiabilidade.
- Soldagem:Os terminais podem suportar uma temperatura de 260°C durante um máximo de 5 segundos, medidos a 1,6mm do corpo da carcaça de plástico. Esta diretriz é crítica para processos de soldagem por onda. Para soldagem "reflow", é recomendado um perfil padrão com uma temperatura de pico abaixo de 260°C.
- Limpeza:Utilize agentes de limpeza suaves compatíveis com a carcaça de plástico. Evite a limpeza ultrassónica com potência excessiva, pois pode danificar os componentes internos.
- Armazenamento:Armazene num ambiente dentro do intervalo de temperatura de armazenamento especificado de -40°C a +100°C, de preferência em condições de baixa humidade para evitar a absorção de humidade.
- Precauções ESD:Embora não seja explicitamente declarado como sensível, os procedimentos padrão de manuseamento ESD (Descarga Eletrostática) para dispositivos semicondutores devem ser seguidos durante a montagem.
5. Sugestões de Aplicação
5.1 Circuitos de Aplicação Típicos
A configuração mais comum é ligar o LED IR em série com uma resistência limitadora de corrente a uma fonte de tensão (ex.: 5V). O fototransistor é tipicamente ligado numa configuração de emissor comum: o coletor é ligado a uma tensão de alimentação (ex.: 5V) através de uma resistência de carga (RL), e o emissor é ligado à terra. O sinal de saída é retirado do nó do coletor.
- Quando o feixe não está obstruído, a luz incide sobre o fototransistor, fazendo-o conduzir e puxando a tensão do coletor para baixo (próximo de VCE(SAT)).
- Quando um objeto bloqueia o feixe, o fototransistor desliga-se e a tensão do coletor é puxada para cima pela resistência de carga.
- O valor da resistência de carga (RL) determina a velocidade de comutação e o consumo de corrente. Um RLmenor permite uma comutação mais rápida, mas consome mais corrente quando o transistor está ligado.
5.2 Considerações de Projeto
- Alinhamento:O alinhamento mecânico preciso do percurso do objeto com a abertura do sensor é crítico para um funcionamento fiável.
- Luz Ambiente:Como o sensor utiliza luz infravermelha, pode ser suscetível a interferências de fontes fortes de IR ambiente (ex.: luz solar, lâmpadas incandescentes). O uso de um sinal IR modulado e de um circuito detetor sincronizado pode melhorar muito a imunidade.
- Características do Objeto:A eficácia do sensor depende da capacidade do objeto refletir ou absorver o feixe IR. Objetos escuros e não reflexivos podem não ser detetados de forma tão fiável como os de cor clara. Recomenda-se testar com o material alvo real.
- Debouncing:Embora o sensor em si não tenha "bounce" de contacto, a saída elétrica ainda pode ter ruído. Pode ser necessário "debouncing" por software ou hardware (ex.: um simples filtro RC ou uma entrada Schmitt trigger) para sinais digitais limpos.
6. Princípio de Funcionamento
O fotointerruptor funciona com base no princípio da interrupção do feixe óptico. Internamente, um LED infravermelho emite luz a um comprimento de onda tipicamente em torno de 940nm, que é invisível ao olho humano. Diretamente oposto, um fototransistor de silício está posicionado para receber esta luz. O fototransistor atua como um interruptor controlado por luz. Quando os fotões do LED IR atingem a sua região da base, geram pares eletrão-lacuna, que por sua vez permitem que uma corrente de coletor muito maior flua - este é o efeito fotoelétrico. A magnitude desta corrente de coletor é proporcional à intensidade da luz incidente. Quando um objeto opaco entra na abertura entre o LED e o fototransistor, o caminho da luz é bloqueado. A intensidade da luz no fototransistor cai drasticamente, fazendo com que a sua corrente de coletor caia para um valor muito baixo (essencialmente a corrente de escuridão). Esta mudança brusca de corrente (ou a correspondente mudança de tensão através de uma resistência de carga) é detetada pelo circuito externo e interpretada como um evento de comutação.
7. Curvas de Desempenho e Análise
A folha de dados inclui curvas características típicas que fornecem informações valiosas para além dos valores mín./típ./máx. tabelados.
- Características de Transferência (ICvs. IF):Esta curva mostra como a corrente de saída do fototransistor (IC) varia com a corrente de entrada do LED (IF) a uma tensão coletor-emissor fixa. Demonstra a relação linear entre a excitação de entrada e a resposta de saída em condições específicas, ajudando a otimizar a corrente de acionamento do LED para a sensibilidade desejada.
- Características de Saída (ICvs. VCE):Estas curvas, traçadas para diferentes níveis de luz incidente (ou diferentes IF), mostram como o fototransistor se comporta como uma fonte de corrente. A corrente do coletor permanece relativamente constante numa gama de VCEaté atingir a saturação.
- Dependência da Temperatura:Curvas que mostram a variação de parâmetros como a tensão direta (VF) ou a corrente de escuridão do coletor (ICEO) com a temperatura são cruciais para projetar sistemas que operam em toda a gama de temperatura especificada. Por exemplo, VFtipicamente diminui com o aumento da temperatura, o que poderia afetar ligeiramente a saída de luz do LED se for acionado por uma fonte de tensão constante.
8. Perguntas e Respostas Comuns
P: Qual é o tempo de resposta típico deste sensor?
R: Embora não seja explicitamente declarado nos dados fornecidos, fotointerruptores como este tipicamente têm tempos de resposta na gama dos microssegundos, tornando-os adequados para contagem de alta velocidade. A velocidade real é limitada pelo tempo de subida/descida do fototransistor e pela constante de tempo RC do circuito externo.
P: Posso usar este sensor ao ar livre?
R: Com cautela. A luz solar direta contém fortes componentes infravermelhos que podem saturar o fototransistor, causando disparos falsos. Uma proteção física ou carcaça para bloquear a luz ambiente, juntamente com técnicas de filtragem óptica ou modulação de sinal, é necessária para uso ao ar livre fiável.
P: Como escolho o valor da resistência limitadora de corrente do LED?
R: Use a fórmula: R = (VCC- VF) / IF. Por exemplo, com uma alimentação de 5V (VCC), um VFtípico de 1,6V, e um IFdesejado de 20 mA: R = (5 - 1,6) / 0,02 = 170 Ω. Uma resistência padrão de 180 Ω seria apropriada, resultando em IF≈ 18,9 mA.
P: Qual é o propósito da especificação da Tensão de Rutura Emissor-Coletor (V(BR)ECO)?
R: Esta especificação (5V) é relevante se o fototransistor estiver ligado numa configuração invertida (emissor a um potencial mais alto que o coletor), o que é incomum. Garante que o dispositivo pode suportar uma pequena tensão reversa na junção C-E sem danos.
9. Exemplo Prático de Caso de Uso
Aplicação: Deteção de Papel numa Impressora
O LTH-301-27P1 pode ser usado para detetar a borda dianteira do papel numa impressora ou fotocopiadora. O sensor é montado de modo que o papel passe pela sua abertura. Uma bandeira refletora ou o próprio papel interrompe o feixe. Quando o feixe não está obstruído (sem papel), o fototransistor está ligado, fornecendo uma tensão baixa. Quando o papel entra na abertura, o feixe é bloqueado, o fototransistor desliga-se e a tensão de saída sobe. Este sinal de borda de subida pode ser enviado para um microcontrolador para iniciar uma sequência de impressão, confirmar a presença de papel ou contar páginas. A natureza sem contacto garante que não há desgaste no papel ou no sensor, e a resposta rápida permite a deteção mesmo a altas velocidades de alimentação de papel. As considerações de projeto incluiriam garantir que o percurso do papel está alinhado com precisão com a abertura do sensor e selecionar uma resistência de carga que forneça uma oscilação de tensão limpa e rápida para o pino de entrada do microcontrolador.
10. Tendências Tecnológicas
Os fotointerruptores permanecem uma tecnologia de sensoriamento fundamental devido à sua simplicidade, fiabilidade e baixo custo. As tendências atuais focam-se na miniaturização, levando a embalagens de dispositivo de montagem em superfície (SMD) que economizam espaço na placa na eletrónica moderna. Há também a integração de circuitos adicionais, como "Schmitt triggers" incorporados para histerese e saída digital limpa, ou mesmo soluções totalmente integradas com um acionador IR modulado e um IC detetor sincronizado num único chip para uma rejeição superior da luz ambiente. Além disso, os avanços em materiais e embalagens estão a estender os intervalos de temperatura de funcionamento e a melhorar a fiabilidade a longo prazo para aplicações automotivas e industriais. Embora tecnologias mais recentes, como sensores de tempo de voo (ToF), ofereçam medição de distância, o papel do fotointerruptor básico para deteção binária simples de presença em aplicações sensíveis ao custo permanece firmemente estabelecido.
Terminologia de Especificação LED
Explicação completa dos termos técnicos LED
Desempenho Fotoeletrico
| Termo | Unidade/Representação | Explicação Simples | Por Que Importante |
|---|---|---|---|
| Eficácia Luminosa | lm/W (lumens por watt) | Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. | Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade. |
| Fluxo Luminoso | lm (lumens) | Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". | Determina se a luz é brilhante o suficiente. |
| Ângulo de Visão | ° (graus), ex., 120° | Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. | Afeta o alcance de iluminação e uniformidade. |
| CCT (Temperatura de Cor) | K (Kelvin), ex., 2700K/6500K | Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. | Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados. |
| CRI / Ra | Sem unidade, 0–100 | Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. | Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus. |
| SDCM | Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" | Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. | Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs. |
| Comprimento de Onda Dominante | nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) | Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. | Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes. |
| Distribuição Espectral | Curva comprimento de onda vs intensidade | Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. | Afeta a reprodução de cor e qualidade. |
Parâmetros Elétricos
| Termo | Símbolo | Explicação Simples | Considerações de Design |
|---|---|---|---|
| Tensão Direta | Vf | Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". | A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série. |
| Corrente Direta | If | Valor de corrente para operação normal do LED. | Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil. |
| Corrente de Pulsação Máxima | Ifp | Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. | A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos. |
| Tensão Reversa | Vr | Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. | O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão. |
| Resistência Térmica | Rth (°C/W) | Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. | Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte. |
| Imunidade ESD | V (HBM), ex., 1000V | Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. | Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis. |
Gerenciamento Térmico e Confiabilidade
| Termo | Métrica Chave | Explicação Simples | Impacto |
|---|---|---|---|
| Temperatura de Junção | Tj (°C) | Temperatura operacional real dentro do chip LED. | Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor. |
| Depreciação do Lúmen | L70 / L80 (horas) | Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. | Define diretamente a "vida de serviço" do LED. |
| Manutenção do Lúmen | % (ex., 70%) | Porcentagem de brilho retida após o tempo. | Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo. |
| Deslocamento de Cor | Δu′v′ ou elipse MacAdam | Grau de mudança de cor durante o uso. | Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação. |
| Envelhecimento Térmico | Degradação do material | Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. | Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto. |
Embalagem e Materiais
| Termo | Tipos Comuns | Explicação Simples | Características e Aplicações |
|---|---|---|---|
| Tipo de Pacote | EMC, PPA, Cerâmica | Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. | EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa. |
| Estrutura do Chip | Frontal, Flip Chip | Arranjo dos eletrodos do chip. | Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência. |
| Revestimento de Fósforo | YAG, Silicato, Nitreto | Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. | Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI. |
| Lente/Óptica | Plana, Microlente, TIR | Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. | Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz. |
Controle de Qualidade e Classificação
| Termo | Conteúdo de Binning | Explicação Simples | Propósito |
|---|---|---|---|
| Bin de Fluxo Luminoso | Código ex. 2G, 2H | Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. | Garante brilho uniforme no mesmo lote. |
| Bin de Tensão | Código ex. 6W, 6X | Agrupado por faixa de tensão direta. | Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema. |
| Bin de Cor | Elipse MacAdam de 5 passos | Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. | Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo. |
| Bin CCT | 2700K, 3000K etc. | Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. | Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena. |
Testes e Certificação
| Termo | Padrão/Teste | Explicação Simples | Significado |
|---|---|---|---|
| LM-80 | Teste de manutenção do lúmen | Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. | Usado para estimar vida do LED (com TM-21). |
| TM-21 | Padrão de estimativa de vida | Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. | Fornece previsão científica de vida. |
| IESNA | Sociedade de Engenharia de Iluminação | Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. | Base de teste reconhecida pela indústria. |
| RoHS / REACH | Certificação ambiental | Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). | Requisito de acesso ao mercado internationalmente. |
| ENERGY STAR / DLC | Certificação de eficiência energética | Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. | Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade. |