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Ficha Técnica de LED Âmbar PLCC-2 - Âmbar por Conversão de Fósforo - Ângulo de Visão de 120° - 3,0V @ 20mA - Grau Automotivo

Ficha técnica de um LED Âmbar por Conversão de Fósforo em encapsulamento PLCC-2. Especificações incluem intensidade luminosa típica de 900 mcd, ângulo de visão de 120°, qualificação AEC-Q102 e conformidade com RoHS, REACH e padrões livres de halogênio. Projetado para iluminação interna automotiva.
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Capa do documento PDF - Ficha Técnica de LED Âmbar PLCC-2 - Âmbar por Conversão de Fósforo - Ângulo de Visão de 120° - 3,0V @ 20mA - Grau Automotivo

Índice

1. Visão Geral do Produto

Este documento detalha as especificações de um LED de montagem em superfície de alta confiabilidade, em encapsulamento PLCC-2. O dispositivo emite luz Âmbar por Conversão de Fósforo (PCA), oferecendo uma intensidade luminosa típica de 900 milicandelas (mcd) quando alimentado por uma corrente direta de 20 miliamperes (mA). O seu foco principal de projeto está nas aplicações de iluminação interna automotiva, onde desempenho consistente, confiabilidade a longo prazo e conformidade com rigorosos padrões da indústria são primordiais.

O LED apresenta um amplo ângulo de visão de 120 graus, tornando-o adequado para aplicações que requerem iluminação uniforme sobre uma área ampla, como retroiluminação de interruptores e painéis de instrumentos. É qualificado segundo o padrão AEC-Q102 para semicondutores optoeletrónicos discretos em aplicações automotivas, garantindo que atende aos rigorosos requisitos de qualidade e confiabilidade para uso em veículos. Além disso, o produto está em conformidade com as diretivas ambientais, incluindo RoHS, REACH e especificações livres de halogênio, alinhando-se com os padrões modernos de fabricação e ecológicos.

2. Análise Aprofundada dos Parâmetros Técnicos

2.1 Características Fotométricas e Elétricas

Os parâmetros operacionais principais são definidos sob condições típicas de uma corrente direta (IF) de 20mA e uma temperatura ambiente de 25°C. A tensão direta (VF) mede tipicamente 3,0 volts, com uma faixa especificada de 2,5V (mín.) a 3,5V (máx.). Este parâmetro é crucial para projetar o circuito de acionamento e garantir uma entrega de energia estável.

A principal saída fotométrica é a intensidade luminosa (IV), com um valor típico de 900 mcd. Os limites mínimo e máximo para esta referência específica são 560 mcd e 1400 mcd, respetivamente. É importante notar que a tolerância de medição para o fluxo luminoso é de ±8%. As coordenadas de cromaticidade dominantes (CIE x, y) são especificadas como (0,56; 0,42) com uma tolerância apertada de ±0,005, garantindo uma saída de cor âmbar consistente entre lotes de produção.

2.2 Valores Máximos Absolutos e Gestão Térmica

Operar o dispositivo além destes limites pode causar danos permanentes. A corrente direta contínua máxima absoluta é de 30 mA, com uma dissipação de potência máxima de 75 mW. Para pulsos curtos (t ≤ 10 µs, ciclo de trabalho D=0,005), o dispositivo pode suportar uma corrente de surto (IFM) de até 250 mA. A temperatura de junção (TJ) não deve exceder 125°C, com uma faixa de temperatura de operação (Topr) de -40°C a +110°C.

A gestão térmica é crítica para o desempenho e longevidade do LED. A ficha técnica especifica dois valores de resistência térmica: uma resistência térmica real (Rth JS real) de 160 K/W máx. e uma resistência térmica elétrica (Rth JS el) de 120 K/W máx. Estes valores representam a impedância térmica da junção do semicondutor até o ponto de solda, orientando o projeto do dissipador de calor. A curva de derating da corrente direta mostra claramente que a corrente contínua máxima permitida deve ser reduzida à medida que a temperatura do *solder pad* aumenta, caindo para 27 mA a 110°C.

3. Explicação do Sistema de Binning

Para gerir as variações de produção, os LEDs são classificados em *bins* com base em parâmetros-chave. Compreender este sistema é essencial para a consistência do projeto.

3.1 Binning da Intensidade Luminosa

A intensidade luminosa é classificada usando um sistema de código alfanumérico que vai desde L1 (11,2-14 mcd) até GA (18000-22400 mcd). Para este número de peça específico (65-11-PA0200H-AM), os *bins* de saída possíveis são destacados e situam-se dentro das faixas V1 (710-900 mcd) e V2 (900-1120 mcd), com o valor típico de 900 mcd situando-se no limite.

3.2 Binning de Cromaticidade e Tensão Direta

A cor Âmbar por Conversão de Fósforo é definida dentro de regiões específicas no diagrama de cromaticidade CIE. A estrutura de *bin* fornecida mostra coordenadas para códigos como 8285, 8588 e 8891, que definem o espaço de cor permitido para a emissão âmbar. A tensão direta também é classificada com códigos como 2527 (2,50-2,75V), 2730 (2,75-3,00V) e 3032 (3,00-3,25V), medidos a IF=20mA. O valor típico de 3,0V situa-se dentro do *bin* 2730.

4. Análise das Curvas de Desempenho

A ficha técnica inclui vários gráficos que descrevem a relação entre parâmetros elétricos, térmicos e óticos.

4.1 Relações Elétricas e Óticas

O gráficoCorrente Direta vs. Tensão Diretamostra a característica exponencial clássica do díodo. AIntensidade Luminosa Relativa vs. Corrente Diretaé quase linear até ao ponto típico de 20mA, indicando eficiência estável dentro da faixa de operação normal. ODeslocamento das Coordenadas de Cromaticidade vs. Corrente Diretademonstra uma mudança mínima na cor (tanto Δx como Δy são muito pequenos) com a variação da corrente, o que é desejável para uma saída de cor estável.

4.2 Dependência da Temperatura

A temperatura afeta significativamente o desempenho do LED. ATensão Direta Relativa vs. Temperatura de Junçãomostra um coeficiente de temperatura negativo, com VFa diminuir linearmente à medida que a temperatura aumenta. Esta propriedade pode por vezes ser usada para deteção de temperatura. Por outro lado, aIntensidade Luminosa Relativa vs. Temperatura de Junçãomostra um declínio claro na saída de luz à medida que a temperatura sobe, um fenómeno conhecido como *thermal droop*. Portanto, um projeto térmico eficaz é crítico para manter o brilho. ODeslocamento das Coordenadas de Cromaticidade vs. Temperatura de Junçãoindica uma mudança de cor mais pronunciada com a temperatura em comparação com a variação da corrente, o que deve ser considerado em aplicações de cor de alta precisão.

4.3 Padrões Espectrais e de Radiação

O gráfico deCaracterísticas do Comprimento de Ondamostra a distribuição espectral de potência relativa da luz âmbar convertida por fósforo, tipicamente apresentando um pico amplo na região amarelo-âmbar. ODiagrama Característico Típico de Radiaçãoilustra a distribuição espacial da intensidade, confirmando o amplo ângulo de visão de 120°, onde a intensidade cai para metade do seu valor de pico a ±60° fora do eixo.

5. Informações Mecânicas, de Montagem e Embalagem

5.1 Dimensões Físicas e Polaridade

O componente está alojado num encapsulamento padrão PLCC-2 (*Plastic Leaded Chip Carrier*) para montagem em superfície. O desenho mecânico fornece as dimensões precisas do comprimento, largura, altura do corpo e espaçamento dos terminais. O cátodo é tipicamente identificado por um marcador visual, como um entalhe ou um ponto no encapsulamento, ou um canto chanfrado, o que é claramente indicado no desenho. A orientação correta durante a montagem é vital.

5.2 Diretrizes de Soldadura e Reflow

É fornecida uma disposição recomendada da pista de solda (*land pattern*) para garantir a formação de uma junta de solda fiável e uma estabilidade mecânica adequada. O dispositivo está classificado para soldadura por reflow com uma temperatura de pico de 260°C por um máximo de 30 segundos, conforme o gráfico do perfil de reflow fornecido. Este perfil define as zonas críticas: pré-aquecimento, *soak*, reflow (com tempo acima do líquido) e arrefecimento. O cumprimento deste perfil evita danos térmicos no encapsulamento do LED e no *die* interno.

5.3 Embalagem e Manuseamento

Os LEDs são fornecidos em fita e bobina para compatibilidade com equipamentos de montagem automática *pick-and-place*. A informação de embalagem detalha as dimensões da bobina, largura da fita, espaçamento dos bolsos e orientação dos componentes na fita. O Nível de Sensibilidade à Humidade (MSL) é classificado como 3, o que significa que a embalagem pode ser exposta às condições do chão de fábrica (≤ 30°C / 60% UR) por até 168 horas antes de necessitar de *baking*. Recomenda-se um manuseamento adequado de acordo com as normas IPC/JEDEC para evitar danos induzidos por humidade durante o reflow.

6. Notas de Aplicação e Considerações de Projeto

6.1 Cenários de Aplicação Principais

Este LED é explicitamente projetado paraIluminação Interna Automotiva. Isto inclui, mas não se limita a:

A cor âmbar é frequentemente escolhida pelo seu menor brilho percebido à noite e pelo seu uso tradicional em funções de aviso/indicação.

6.2 Projeto de Circuito e Precauções

Como em todos os LEDs, a regulação de corrente é obrigatória; o dispositivo deve ser acionado por uma fonte de corrente constante, não por uma fonte de tensão constante, para garantir uma saída de luz estável e prevenir *thermal runaway*. Um resistor limitador de corrente em série é o método mais simples quando se utiliza uma fonte de tensão. O circuito de acionamento deve respeitar os valores máximos absolutos, incluindo a limitação de tensão reversa (o dispositivo não foi projetado para operação reversa).

Devem ser implementadas medidas de proteção contra Descarga Eletrostática (ESD) durante o manuseamento e montagem, uma vez que o dispositivo tem uma sensibilidade ESD de 8kV (Modelo do Corpo Humano). A ficha técnica também incluiPrecauções de UtilizaçãoeCritérios de Teste ao Enxofre, destacando modos de falha potenciais em ambientes agressivos contendo gases corrosivos como o sulfeto de hidrogénio, que podem atacar os terminais prateados. Isto é particularmente relevante para aplicações automotivas onde tais ambientes podem ser encontrados.

7. Comparação Técnica e Contexto de Mercado

Comparado com LEDs não automotivos, os principais diferenciadores deste dispositivo são a sua qualificação AEC-Q102, a faixa de temperatura de operação estendida (-40°C a +110°C) e os testes de confiabilidade reforçados para ambientes automotivos. A tecnologia Âmbar por Conversão de Fósforo oferece uma cor mais consistente e saturada em comparação com alguns LEDs âmbar de chip tradicionais, com melhor tolerância a variações de corrente de acionamento e temperatura. O encapsulamento PLCC-2 proporciona um bom equilíbrio entre uma pegada compacta e um desempenho térmico melhorado em relação a encapsulamentos menores como 0402 ou 0603, devido à sua maior área de *thermal pad*.

8. Perguntas Frequentes (FAQ)

P: Qual é a diferença entre a resistência térmica real e a elétrica (Rth JS)?

R: A Rthelétrica é calculada a partir do parâmetro elétrico sensível à temperatura (a tensão direta), enquanto a Rthreal pode ser medida com um sensor físico. O valor elétrico é frequentemente mais baixo; os projetistas devem usar o valor real mais conservador (mais alto) de 160 K/W para o projeto térmico do pior caso.P: Posso acionar este LED continuamente a 30mA?R: Embora 30mA seja o valor máximo absoluto, a operação contínua a esta corrente não é recomendada. Consulte a curva de derating da corrente direta. A uma temperatura elevada do *solder pad* (por exemplo, 80°C), a corrente contínua máxima permitida é significativamente inferior a 30mA. Projete para os típicos 20mA ou menos para garantir longevidade e confiabilidade.

P: Como interpreto o código de *bin* de intensidade luminosa para encomendar?

R: O número de peça 65-11-PA0200H-AM especifica uma combinação particular de *bins*. Para solicitar um *bin* de intensidade ou cor diferente, terá de consultar a informação de encomenda ou contactar o fornecedor para obter os códigos de sufixo específicos que correspondem aos *bins* V1, V2 ou outros desejados dentro da família de produtos.

9. Estudo de Caso de Projeto

Considere projetar a retroiluminação para um painel de interruptores da consola central automotiva. O projeto requer iluminação uniforme e de baixo brilho em vários botões. Utilizando este LED âmbar PLCC-2, o amplo ângulo de visão de 120° ajuda a espalhar a luz uniformemente sob um difusor. Um circuito de acionamento de corrente constante é projetado para fornecer 18mA (ligeiramente abaixo dos 20mA típicos) a cada LED, proporcionando uma margem de segurança e reduzindo a temperatura de junção. A análise térmica do *layout* do PCB garante que a temperatura do *solder pad* permaneça abaixo de 85°C na pior temperatura ambiente da cabine (70°C), mantendo os LEDs dentro dos limites de corrente com derating. A qualificação AEC-Q102 dá confiança na capacidade do componente para suportar vibração e ciclos de temperatura automotivos.

10. Princípio Tecnológico e Tendências

Princípio:

Este é um LED por Conversão de Fósforo. Provavelmente utiliza um *die* semicondutor azul ou próximo do UV. Uma parte da luz primária é absorvida por uma camada de fósforo à base de cerâmica ou silicone, que reemite luz em comprimentos de onda mais longos. A combinação da luz primária restante e da luz convertida pelo fósforo resulta na cor âmbar percebida. Este método geralmente proporciona melhor consistência e estabilidade de cor do que usar um material semicondutor âmbar de emissão direta.

Tendências:O mercado de iluminação automotiva continua a exigir maior confiabilidade, maior eficiência (lúmens por watt) e miniaturização. Existe uma tendência para maior integração, como LEDs com *drivers* ou circuitos integrados de controlo incorporados. Além disso, o impulso para sistemas avançados de assistência ao condutor (ADAS) e veículos autónomos está a aumentar o uso de LEDs para aplicações de deteção no interior (por exemplo, monitorização do condutor), o que pode impulsionar requisitos para saídas espectrais específicas ou capacidades de modulação. A conformidade ambiental (RoHS, REACH, livre de halogênio) continua a ser uma tendência forte e não negociável em toda a indústria.

Trends:The automotive lighting market continues to demand higher reliability, greater efficiency (lumens per watt), and miniaturization. There is a trend towards higher integration, such as LEDs with built-in drivers or control ICs. Furthermore, the push for advanced driver assistance systems (ADAS) and autonomous vehicles is increasing the use of LEDs for interior sensing applications (e.g., driver monitoring), which may drive requirements for specific spectral outputs or modulation capabilities. Environmental compliance (RoHS, REACH, halogen-free) remains a strong and non-negotiable trend across the industry.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.