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Ficha Técnica do LED Amarelo 1608-UY0100M-AM PLCC-2 - 1.6x0.8mm - 2.1V Típ. - 10mA - Iluminação Interior Automotiva

Ficha técnica de um LED Amarelo em encapsulamento PLCC-2 1608. Características: ângulo de visão de 120°, luminância típica de 240 mcd, qualificação AEC-Q102, projetado para iluminação interior automotiva.
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Capa do documento PDF - Ficha Técnica do LED Amarelo 1608-UY0100M-AM PLCC-2 - 1.6x0.8mm - 2.1V Típ. - 10mA - Iluminação Interior Automotiva

1. Visão Geral do Produto

Este documento detalha as especificações de um LED de montagem em superfície (SMD) em encapsulamento PLCC-2 com o número de peça 1608-UY0100M-AM. O foco principal da aplicação é a iluminação interior automotiva, onde a fiabilidade e o desempenho sob diversas condições ambientais são fundamentais. O dispositivo emite luz amarela e caracteriza-se por uma pegada compacta 1608 (1.6mm x 0.8mm). As suas principais vantagens incluem um amplo ângulo de visão de 120 graus para iluminação uniforme, conformidade com rigorosas normas de qualificação automotiva como a AEC-Q102, e adesão a regulamentações ambientais como RoHS, REACH e requisitos livres de halogéneos.

2. Análise Aprofundada dos Parâmetros Técnicos

2.1 Características Fotométricas e Elétricas

Os principais parâmetros de operação são definidos para uma corrente direta (IF) de 10mA. A intensidade luminosa típica é de 330 mcd, com um mínimo de 280 mcd e um máximo de 520 mcd, indicando possíveis variações de binning. A tensão direta (VF) mede tipicamente 2.1V, variando entre 1.5V e 2.75V. O comprimento de onda dominante (λd) está centrado em 591nm (espectro amarelo), com uma tolerância de ±1nm. O ângulo de visão é especificado como 120 graus.

2.2 Valores Máximos Absolutos

Estes valores definem os limites de stress além dos quais pode ocorrer dano permanente. A corrente direta máxima absoluta é de 20mA, com uma capacidade de corrente de surto de 50mA para pulsos ≤10μs. A dissipação de potência máxima é de 50mW. O dispositivo pode operar e ser armazenado numa gama de temperaturas de -40°C a +110°C, com uma temperatura máxima de junção de 125°C. Não foi concebido para operação com tensão reversa. A sensibilidade ESD é classificada em 2kV (Modelo do Corpo Humano). A temperatura máxima de soldadura durante o reflow é de 260°C durante 30 segundos.

2.3 Características Térmicas

A gestão térmica é crítica para a longevidade do LED e estabilidade do desempenho. A ficha técnica fornece dois valores de resistência térmica: a resistência térmica real (Rth JS real) da junção ao ponto de solda é de 150 K/W, enquanto o valor derivado pelo método elétrico (Rth JS el) é de 120 K/W. Este parâmetro é essencial para calcular o aumento da temperatura da junção sob determinadas condições de operação e para um correto dimensionamento da dissipação de calor na aplicação.

3. Análise das Curvas de Desempenho

3.1 Curva IV e Eficiência Luminosa

O gráfico da corrente direta vs. tensão direta mostra uma relação exponencial característica. No ponto de operação típico de 10mA, VFé aproximadamente 2.1V. A curva da intensidade luminosa relativa vs. corrente direta demonstra que a saída de luz aumenta com a corrente, mas pode exibir comportamento não linear e queda de eficiência a correntes mais elevadas, enfatizando a importância de operar dentro dos limites recomendados.

3.2 Dependência da Temperatura

Vários gráficos ilustram a variação do desempenho do dispositivo com a temperatura da junção (Tj). A intensidade luminosa relativa diminui à medida que a temperatura aumenta, uma característica comum nos LEDs. A tensão direta tem um coeficiente de temperatura negativo, diminuindo linearmente com o aumento da temperatura. O comprimento de onda dominante também se desloca com a temperatura, o que é uma consideração para aplicações críticas em termos de cor. A curva de derating da corrente direta obriga a uma redução da corrente máxima permitida à medida que a temperatura do ponto de solda aumenta acima de 25°C, para evitar exceder a temperatura máxima da junção.

3.3 Distribuição Espectral e Padrão de Radiação

O gráfico da distribuição espectral relativa confirma a emissão na região do comprimento de onda amarelo, centrada em torno de 591nm. O diagrama do padrão de radiação representa visualmente o ângulo de visão de 120 graus, mostrando a distribuição angular da intensidade luminosa.

4. Explicação do Sistema de Binning

Os parâmetros do LED são agrupados em bins para garantir consistência dentro de um lote de produção. Três parâmetros-chave são sujeitos a binning.

4.1 Binning da Intensidade Luminosa

A intensidade é agrupada desde 'Q' (71-82 mcd) até 'B' (1800-2800 mcd). Para este número de peça específico (1608-UY0100M-AM), os bins de saída possíveis destacados estão dentro do grupo 'T', especificamente T-X (280-330 mcd), T-Y (330-390 mcd) e T-Z (390-450 mcd), alinhando-se com o valor típico de 330 mcd declarado na tabela de características.

4.2 Binning do Comprimento de Onda Dominante

O comprimento de onda é agrupado em passos de 3nm, codificado com números de quatro dígitos (ex.: 9194 para 591-594nm). Os bins possíveis para este LED amarelo estão destacados na gama desde 8891 (588-591nm) até 9700 (597-600nm), consistente com o valor típico de 591nm e a gama de 585-594nm especificada anteriormente.

4.3 Binning da Tensão Direta

A tensão direta é agrupada em passos de aproximadamente 0.25V, codificada com quatro dígitos (ex.: 1720 para 1.75-2.00V). O VFtípico de 2.1V insere-se no bin 2022 (2.00-2.25V).

5. Informação Mecânica e do Encapsulamento

5.1 Dimensões Mecânicas

O LED utiliza um encapsulamento SMD padrão PLCC-2 (Plastic Leaded Chip Carrier) com uma pegada métrica 1608 (1.6mm de comprimento x 0.8mm de largura). O desenho dimensional exato inclui a altura do corpo, dimensões dos terminais e tolerâncias, que são críticas para o desenho da pegada na PCB e para o espaço de montagem.

5.2 Layout Recomendado para as Pistas de Soldadura

É fornecida uma land pattern (pegada) recomendada para a PCB. Isto inclui as dimensões, espaçamento e forma das pistas otimizadas para a formação de uma ligação de soldadura fiável durante a soldadura por reflow, garantindo uma fixação mecânica e ligação térmica/elétrica adequadas.

5.3 Identificação da Polaridade

O encapsulamento PLCC-2 tem uma marcação específica ou uma característica física (como um entalhe ou um canto cortado) para indicar o cátodo. A orientação correta da polaridade durante a colocação na PCB é essencial para o funcionamento do dispositivo.

6. Diretrizes de Soldadura e Montagem

6.1 Perfil de Soldadura por Reflow

É especificado um perfil de reflow detalhado, com uma temperatura de pico não excedendo 260°C durante um máximo de 30 segundos. O perfil inclui fases de pré-aquecimento, estabilização, reflow e arrefecimento com taxas de rampa e tempo acima do líquido definidos. Aderir a este perfil é crucial para evitar danos térmicos no encapsulamento ou no chip do LED.

6.2 Precauções de Utilização

São fornecidas notas gerais de manuseamento e aplicação. Estas incluem avisos contra a aplicação de tensão reversa, garantia de operação dentro dos valores máximos absolutos, implementação de proteção ESD adequada durante o manuseamento e seguimento das diretrizes de derating da corrente com base na temperatura ambiente.

6.3 Condições de Armazenamento

O dispositivo deve ser armazenado num ambiente dentro da gama de temperatura de armazenamento de -40°C a +110°C, com humidade controlada (conforme indicado pela classificação MSL-3) para evitar a absorção de humidade que poderia causar o efeito "popcorn" durante o reflow.

7. Embalagem e Informação de Encomenda

7.1 Especificações de Embalagem

Os LEDs são fornecidos em fita e bobina, um formato padrão para máquinas de montagem pick-and-place automáticas. A informação de embalagem detalha as dimensões da bobina, largura da fita, espaçamento dos compartimentos e orientação dos componentes na fita.

7.2 Estrutura do Número de Peça

O número de peça 1608-UY0100M-AM pode ser decodificado: "1608" indica o tamanho do encapsulamento, "UY" provavelmente denota a cor (Amarelo), "0100" pode estar relacionado com um código de desempenho, e "M-AM" poderá especificar binning, embalagem ou outras variantes. A lógica exata de decodificação é específica do modelo.

8. Recomendações de Aplicação

8.1 Cenários de Aplicação Típicos

A aplicação principal e declarada é a iluminação interior automotiva. Isto inclui retroiluminação do painel de instrumentos, iluminação de interruptores, iluminação ambiente e luzes indicadoras. A qualificação AEC-Q102 e a ampla gama de temperaturas de operação tornam-no adequado para o ambiente severo no interior de um veículo.

8.2 Considerações de Projeto

Ao projetar com este LED, os engenheiros devem considerar vários fatores: A limitação de corrente é obrigatória; deve ser utilizado um resistor em série ou um driver de corrente constante para definir IFao nível desejado (ex.: 10mA para o brilho típico). É necessário um projeto térmico se operar a altas temperaturas ambientes ou altas correntes, utilizando a resistência térmica e a curva de derating. Para matrizes de iluminação uniforme, pode ser necessário especificar códigos de bin apertados para intensidade e comprimento de onda. O amplo ângulo de visão é benéfico para iluminação de área, mas pode requerer difusores ou guias de luz para padrões de feixe específicos.

9. Comparação e Diferenciação Técnica

Comparado com LEDs genéricos não automotivos, os principais diferenciadores deste dispositivo são a sua qualificação formal AEC-Q102, que envolve testes rigorosos para fiabilidade a longo prazo sob choque térmico, humidade e outros stresses. A classificação de robustez à corrosão B1 indica uma resistência melhorada a atmosferas contendo enxofre, o que é valioso em ambientes automotivos. A sua conformidade com as mais recentes regulamentações ambientais (RoHS, REACH, Livre de Halogéneos) é também uma vantagem significativa para a aceitação no mercado global.

10. Perguntas Frequentes (Baseadas em Parâmetros Técnicos)

P: Qual é a corrente de operação recomendada?

R: A ficha técnica define as características a 10mA, que é o ponto de operação típico. O máximo absoluto é 20mA, mas a operação a ou abaixo de 10mA é o padrão para longevidade e eficiência.

P: Como controlo o brilho?

R: O brilho (intensidade luminosa) é controlado principalmente pela corrente direta (IF). A modulação por largura de pulso (PWM) também pode ser utilizada para dimerização sem deslocar significativamente o ponto de cor.

P: Por que é importante o binning da tensão direta?

R: Em aplicações onde múltiplos LEDs são ligados em série e alimentados por uma fonte de tensão constante, variações em VFpodem levar a uma distribuição desigual de corrente e brilho. Utilizar LEDs do mesmo bin de VFgarante uniformidade.

P: Este LED pode ser utilizado no exterior?

R: Embora tenha uma ampla gama de temperaturas, a ficha técnica especifica "Iluminação Interior Automotiva". Para uso exterior, seria necessário avaliar proteção adicional contra radiação UV, entrada de humidade e extremos de temperatura mais amplos, e um produto de grau exterior poderá ser mais apropriado.

11. Caso Prático de Projeto e Utilização

Caso: Retroiluminação de Botões do Painel de Instrumentos

Num painel de instrumentos de automóvel, múltiplos botões requerem uma retroiluminação amarela suave e uniforme. Um projetista utilizaria vários LEDs 1608-UY0100M-AM. Ligá-los-ia em série (se a tensão do driver o permitir) ou em paralelo com resistores individuais para garantir corrente consistente. O ângulo de visão de 120° ajuda a iluminar o botão de forma uniforme a partir de um único LED colocado por baixo. O projetista deve calcular a corrente necessária (provavelmente 5-10mA por LED) para alcançar o brilho desejado sem causar dissipação de potência excessiva ou calor na PCB flexível. A qualificação AEC-Q102 dá confiança na capacidade do componente para suportar os ciclos de temperatura e vibrações ao longo da vida útil do veículo.

12. Introdução ao Princípio de Operação

Este é um díodo emissor de luz (LED) semicondutor. Quando uma tensão direta que excede a sua energia de bandgap é aplicada, os eletrões e as lacunas recombinam-se na região ativa do chip semicondutor (provavelmente baseado em AlInGaP ou material similar para luz amarela). Esta recombinação liberta energia na forma de fotões (luz). A composição específica do material e o doping determinam o comprimento de onda dominante da luz emitida, que neste caso está no espectro amarelo (~591nm). O encapsulamento PLCC-2 aloja o chip semicondutor, fornece ligações elétricas através de dois terminais e incorpora uma lente de plástico moldada que modela o feixe de saída para alcançar o ângulo de visão de 120 graus.

13. Tendências Tecnológicas

A tendência nos LEDs para iluminação interior automotiva é para maior eficiência (mais lúmens por watt), permitindo displays mais brilhantes com menor consumo de energia e menor geração de calor. Há também uma movimentação para tamanhos de encapsulamento mais pequenos (como 1008 ou 0806) para permitir designs mais compactos e elegantes. Além disso, a integração de múltiplos LEDs de cor (RGB) num único encapsulamento para iluminação ambiente dinâmica e personalizável está a tornar-se cada vez mais popular. Padrões de fiabilidade melhorados e uma conformidade ambiental mais ampla permanecem como motores constantes no setor automotivo.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.