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Ficha Técnica LED 264-7SURD/S530-A3 - Vermelho Brilhante - 20mA - 125mcd - Documento Técnico em Português

Ficha técnica para uma lâmpada LED vermelha brilhante (264-7SURD/S530-A3). Inclui características eletro-ópticas, especificações máximas, dimensões e diretrizes de aplicação.
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Índice

1. Visão Geral do Produto

Este documento fornece as especificações técnicas para uma lâmpada LED vermelha brilhante de alta luminosidade. O dispositivo faz parte de uma série projetada para aplicações que exigem uma saída luminosa superior. Utiliza tecnologia de chip AlGaInP encapsulada em resina difusa vermelha, resultando numa emissão vermelha distinta e vibrante. O produto foi concebido tendo a fiabilidade e robustez como princípios fundamentais, garantindo um desempenho consistente em várias montagens eletrónicas.

O LED está em conformidade com normas ambientais e de segurança essenciais, incluindo RoHS, REACH da UE e é Livre de Halogéneos (Br <900 ppm, Cl <900 ppm, Br+Cl < 1500 ppm). Está disponível em diferentes ângulos de visão e pode ser fornecido em fita e bobina para processos de montagem automatizada, atendendo às necessidades de fabrico de alto volume.

2. Parâmetros Técnicos: Interpretação Objetiva e Detalhada

2.1 Especificações Máximas Absolutas

As Especificações Máximas Absolutas definem os limites de stress além dos quais pode ocorrer dano permanente no dispositivo. Estas não são condições de operação normal.

2.2 Características Eletro-Ópticas

Estes parâmetros são medidos numa condição de teste padrão de Ta=25°C e IF=20mA, fornecendo os dados de desempenho de referência.

São notadas as incertezas de medição: ±0.1V para VF, ±10% para Iv, e ±1.0nm para λd.

3. Explicação do Sistema de Binning

A ficha técnica indica o uso de um sistema de binning para parâmetros-chave, conforme referido na explicação do rótulo de embalagem. Este sistema garante a consistência de cor e brilho dentro de tolerâncias definidas para lotes de produção.

Os valores específicos dos códigos de bin e os seus intervalos não são detalhados neste excerto, mas são tipicamente fornecidos em documentos de binning separados do fabricante.

4. Análise das Curvas de Desempenho

A ficha técnica inclui vários gráficos característicos que ilustram o comportamento do dispositivo em condições variáveis.

4.1 Intensidade Relativa vs. Comprimento de Onda

Esta curva de distribuição espectral mostra a saída de luz em função do comprimento de onda, centrada no pico de 632 nm. A largura de banda estreita (Δλ tip. 20 nm) confirma uma cor vermelha saturada.

4.2 Padrão de Direcionalidade

Um gráfico polar ilustrando a distribuição espacial da luz, correlacionando-se com o ângulo de visão de 60 graus. Mostra como a intensidade diminui a partir do eixo central.

4.3 Corrente Direta vs. Tensão Direta (Curva I-V)

Este gráfico mostra a relação exponencial entre corrente e tensão, típica de um díodo. A curva ajuda no projeto de circuitos limitadores de corrente.

4.4 Intensidade Relativa vs. Corrente Direta

Mostra que a saída de luz aumenta com a corrente, mas pode tornar-se sublinear a correntes mais elevadas devido à queda de eficiência e efeitos térmicos.

4.5 Intensidade Relativa vs. Temperatura Ambiente

Demonstra o coeficiente de temperatura negativo da saída de luz. A intensidade luminosa diminui à medida que a temperatura ambiente aumenta, o que é crítico para a gestão térmica na aplicação.

4.6 Corrente Direta vs. Temperatura Ambiente

Pode ilustrar diretrizes de derating, mostrando como a corrente direta máxima permitida deve ser reduzida a temperaturas ambientes mais elevadas para permanecer dentro dos limites de dissipação de potência.

5. Informações Mecânicas e de Encapsulamento

5.1 Desenho das Dimensões do Encapsulamento

É fornecido um desenho mecânico detalhado mostrando as dimensões físicas do LED. Notas-chave incluem: todas as dimensões estão em milímetros, a altura da flange deve ser inferior a 1.5mm, e a tolerância geral é de ±0.25mm salvo indicação em contrário. O desenho define o espaçamento dos terminais, o tamanho do corpo e a forma geral, que são essenciais para o design da pegada na PCB.

5.2 Identificação da Polaridade

O cátodo é tipicamente identificado por um lado plano na lente do LED ou por um terminal mais curto. O desenho da ficha técnica deve indicar isto claramente, o que é vital para uma instalação correta e prevenir polarização reversa.

6. Diretrizes de Soldadura e Montagem

A manipulação adequada é crítica para manter o desempenho e fiabilidade do LED.

6.1 Formação dos Terminais

6.2 Armazenamento

6.3 Soldadura

Regra Geral:Mantenha uma distância mínima de 3mm da junta de solda até à cápsula de epóxi.

Soldadura Manual:Temperatura máxima da ponta do ferro 300°C (para um ferro de 30W), tempo de soldadura máximo 3 segundos.

Soldadura por Onda/Imersão:Temperatura de pré-aquecimento máxima 100°C por no máximo 60 segundos. Temperatura do banho de solda máxima 260°C por no máximo 5 segundos.

Perfil:É incluído um gráfico de perfil de temperatura de soldadura recomendado, mostrando as zonas de pré-aquecimento, imersão, reflow e arrefecimento para minimizar o choque térmico.

Notas Críticas:

6.4 Limpeza

6.5 Gestão Térmica

Uma nota breve mas crucial enfatiza que a gestão térmica deve ser considerada durante a fase de design da aplicação. A corrente de operação deve ser definida tendo em mente a temperatura de junção, uma vez que o calor excessivo reduz a saída de luz e a vida útil.

7. Embalagem e Informação de Encomenda

7.1 Especificação de Embalagem

Os LEDs são embalados num saco antiestático, colocados numa caixa interior e depois numa caixa exterior para proteção durante o transporte.

Quantidade de Embalagem:Mínimo de 200 a 1000 peças por saco. Quatro sacos são embalados numa caixa interior. Dez caixas interiores são embaladas numa caixa exterior.

7.2 Explicação do Rótulo

O rótulo de embalagem contém vários códigos:

8. Sugestões de Aplicação

8.1 Cenários de Aplicação Típicos

As aplicações listadas incluem televisores, monitores, telefones e computadores. Isto indica o uso como luzes indicadoras, retroiluminação para pequenos visores ou LEDs de estado em equipamentos eletrónicos de consumo e TI.

8.2 Considerações de Design

9. Comparação e Diferenciação Técnica

Embora uma comparação direta com outros números de peça não seja fornecida nesta ficha técnica única, as características diferenciadoras-chave desta série de LED podem ser inferidas:

10. Perguntas Frequentes (Baseadas em Parâmetros Técnicos)

P1: Que valor de resistência devo usar com uma alimentação de 5V para obter 20mA?

R1: Usando a Lei de Ohm: R = (V_alimentação - VF) / IF. Com V_alimentação=5V, VF(típ)=2.0V, IF=0.02A, R = (5-2)/0.02 = 150 Ω. Use uma resistência padrão de 150 Ω. Calcule sempre para o pior caso VF(mín) para garantir que a corrente não excede os limites.

P2: Posso alimentar este LED com uma fonte de 3.3V?

R2: Sim. Usando o mesmo cálculo: R = (3.3-2.0)/0.02 = 65 Ω. Uma resistência padrão de 68 Ω seria apropriada. Garanta que a fonte pode fornecer a corrente necessária.

P3: Porque é que a saída de luz diminui a altas temperaturas?

R3: Esta é uma característica fundamental dos LEDs semicondutores. O aumento da temperatura eleva a taxa de recombinação não radiativa dentro do chip, reduzindo a eficiência quântica interna (IQE), diminuindo assim a saída de luz.

P4: Qual é a diferença entre Comprimento de Onda de Pico e Comprimento de Onda Dominante?

R4: O Comprimento de Onda de Pico (λp) é o pico físico do espectro emitido. O Comprimento de Onda Dominante (λd) é o comprimento de onda único da luz monocromática que corresponderia à perceção de cor da luz do LED. Para uma cor saturada como este vermelho, estão próximos mas não são idênticos.

11. Exemplo de Caso de Uso Prático

Cenário: Projetar um painel de indicadores de estado para um router de rede.

O LED (264-7SURD/S530-A3) é selecionado pela sua saída vermelha brilhante e fiabilidade. Quatro LEDs são usados para indicar Alimentação, Internet, Wi-Fi e atividade Ethernet.

Passos de Design:

1. Layout da PCB: Coloque os LEDs de acordo com o desenho mecânico, garantindo 3mm de distância das almofadas de solda até qualquer corte para lente no painel.

2. Design do Circuito: Usando uma linha de sistema de 3.3V, calcule a resistência em série: R = (3.3V - 2.0V) / 0.02A = 65Ω. Selecione resistências de 68Ω, 1/8W. A dissipação de potência na resistência é I^2*R = (0.02^2)*68 = 0.0272W, bem dentro da classificação.

3. Consideração Térmica: O painel é ventilado e os LEDs estão espaçados. A temperatura ambiente operacional estimada é de 45°C. Consultando a curva "Intensidade Relativa vs. Temperatura Ambiente", a saída será ligeiramente reduzida mas aceitável.

4. Montagem: Siga o perfil de soldadura por onda especificado. Após a montagem, realize uma inspeção visual e teste funcional.

12. Introdução ao Princípio

Este LED opera com base no princípio da eletroluminescência numa junção p-n semicondutora. A região ativa é composta por Fosfeto de Alumínio Gálio Índio (AlGaInP). Quando uma tensão direta é aplicada, eletrões da região tipo-n e lacunas da região tipo-p são injetados na região ativa. Quando estes portadores de carga se recombinam, libertam energia na forma de fotões (luz). A composição específica da liga AlGaInP determina a energia da banda proibida, que por sua vez define o comprimento de onda (cor) da luz emitida—neste caso, no espectro vermelho (~624-632 nm). O encapsulamento de resina epóxi difusa vermelha serve para proteger o chip semicondutor, atuar como uma lente primária para moldar a saída de luz e difundir a luz para criar uma aparência uniforme.

13. Tendências de Desenvolvimento

A evolução dos LEDs indicadores como este segue várias tendências da indústria:

Estas tendências são impulsionadas pelas exigências dos mercados automóvel, eletrónica de consumo e iluminação geral por componentes mais eficientes, fiáveis e amigáveis ao design.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.