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Datasheet LED RF-A4H11-WYSH-E2S - Pacote Cerâmico 1,65x1,25x0,80mm - 2,8-3,4V - 1W - Âmbar - Grau Automotivo

LED âmbar de alta potência em pacote cerâmico para iluminação externa automotiva. Dimensões 1,65x1,25x0,80 mm, tensão direta 2,8-3,4 V, fluxo luminoso 90-135 lm, qualificado AEC-Q102.
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1. Visão Geral do Produto

1.1 Descrição Geral

Este produto é um LED âmbar de alta potência com estrutura de pacote cerâmico, projetado para alta confiabilidade em aplicações exigentes de iluminação externa automotiva. O dispositivo mede 1,65 mm x 1,25 mm x 0,80 mm, sendo compacto para módulos com espaço limitado. Ele oferece excelente desempenho térmico e longa vida útil sob condições de estresse automotivo.

1.2 Características

1.3 Aplicações

Iluminação externa automotiva, incluindo faróis diurnos, faróis principais e faróis de neblina. O pacote cerâmico robusto e a alta eficácia luminosa tornam-no ideal para ambientes automotivos exigentes.

2. Dimensões do Pacote

O pacote LED tem dimensões de 1,65 mm (comprimento) x 1,25 mm (largura) x 0,80 mm (altura). Todas as tolerâncias são ±0,2 mm, salvo indicação contrária. A vista inferior mostra dois terminais de ânodo/cátodo com marcações de polaridade. O padrão de solda recomendado proporciona conexão térmica e elétrica ideal.

2.1 Layout da Ilha de Solda

As dimensões recomendadas da ilha de solda são 0,45 mm x 0,76 mm em cada lado, com espaçamento de 0,30 mm entre as ilhas. O design adequado da ilha garante boa transferência de calor e estabilidade mecânica.

3. Parâmetros Técnicos

3.1 Características Elétricas e Ópticas (a Ts=25°C, IF=350mA)

ParâmetroSímboloMínTípMáxUnidade
Tensão DiretaVF2.83.4V
Corrente ReversaIR10µA
Fluxo LuminosoΦ90135lm
Ângulo de Visão2θ1/2120graus
Resistência Térmica (Carretel)RTHJ-S carretel7.68.3°C/W
Resistência Térmica (Elétrica)RTHJ-S el5.15.6°C/W

Nota: A eficiência de conversão fotovoltaica a 25°C em modo pulso é de 42%. Os valores de resistência térmica são medidos com 1000 mA a 25°C.

3.2 Classificações Máximas Absolutas

ParâmetroSímboloValorUnidade
Dissipação de PotênciaPD2380mW
Corrente DiretaIF700mA
Corrente Direta de Pico (1/10 ciclo, 10 ms)IFP1000mA
Tensão ReversaVR5V
Descarga Eletrostática (HBM)ESD8000V
Temperatura de OperaçãoTOPR-40 ~ +125°C
Temperatura de ArmazenamentoTSTG-40 ~ +125°C
Temperatura de JunçãoTJ150°C

Deve-se ter cuidado para não exceder esses limites. A corrente máxima deve ser determinada com base na dissipação de calor real e a temperatura da junção deve permanecer abaixo de 150°C.

4. Faixa de Bins e Cromaticidade

4.1 Bins de Tensão Direta e Fluxo Luminoso (IF=350mA)

O LED é classificado em bins para tensão direta e fluxo luminoso. Bins de tensão: G0 (2,8-3,0V), H0 (3,0-3,2V), I0 (3,2-3,4V). Bins de fluxo luminoso: AC (90-105 lm), AD (105-120 lm), AE (120-135 lm). Esse sistema de binning permite que os clientes selecionem a faixa de desempenho desejada.

4.2 Bins de Cromaticidade

Dois bins de cromaticidade são definidos: AM1 e AM2. Suas coordenadas são fornecidas na folha de dados, cobrindo a região âmbar do diagrama CIE 1931. O centro do bin AM1 está em torno de x=0,57, y=0,42, e o centro do AM2 em torno de x=0,58, y=0,41. Isso garante cor consistente para aplicações de iluminação automotiva.

5. Curvas Típicas de Características Ópticas

5.1 Tensão Direta vs. Corrente Direta

A tensão direta aumenta com a corrente direta, conforme esperado de um LED típico. A 350 mA, a tensão varia de 2,8 V a 3,4 V. Os projetistas devem considerar essa variação ao projetar drivers de corrente constante.

5.2 Fluxo Luminoso Relativo vs. Corrente Direta

O fluxo luminoso relativo aumenta de forma não linear com a corrente. Em correntes mais altas, o fluxo aumenta a uma taxa mais lenta devido aos efeitos térmicos. A operação próxima à corrente nominal máxima requer gerenciamento térmico cuidadoso.

5.3 Efeitos da Temperatura

A temperatura da junção afeta fortemente o fluxo luminoso: à medida que a temperatura aumenta, o fluxo diminui. A curva mostra que a 150°C de temperatura de junção, o fluxo relativo cai para cerca de 70% do valor a 25°C. Da mesma forma, a tensão direta se desloca negativamente com a temperatura.

5.4 Diagrama de Radiação

O LED possui um ângulo de visão amplo de 120 graus (FWHM), adequado para aplicações que exigem iluminação ampla, como faróis de neblina e luzes diurnas. O padrão de radiação é simétrico.

5.5 Distribuição Espectral

O espectro do LED âmbar tem pico em torno de 590-595 nm com meia largura estreita. Isso é típico para LEDs âmbar baseados em InGaAlP usados em sinalização automotiva.

5.6 Desvio das Coordenadas Cromáticas

As coordenadas cromáticas mudam ligeiramente com a temperatura da junção e a corrente direta. Os desvios estão dentro dos limites aceitáveis para iluminação externa automotiva, garantindo aparência de cor consistente em toda a faixa de operação.

6. Informações de Embalagem

6.1 Dimensões da Fita Portadora e do Carretel

Os LEDs são embalados em fita portadora com dimensões: A0=1,50 mm, B0=1,80 mm, K0=1,00 mm, passo P0=4,00 mm, P1=2,00 mm, P2=2,00 mm, largura W=8,00 mm. O carretel tem diâmetro externo de 180±2 mm, diâmetro do cubo 60±1 mm e largura 12±0,3 mm. Cada carretel contém 4000 peças.

6.2 Etiqueta e Saco Barreira de Umidade

O carretel é selado em um saco barreira de umidade com dessecante e um indicador de umidade. A etiqueta inclui número da peça, número de especificação, número do lote, código do bin, bin de fluxo luminoso e cromaticidade, bin de tensão direta, quantidade e data.

7. Teste de Confiabilidade e Qualificação

O produto é qualificado de acordo com AEC-Q102. Os principais testes incluem: pré-condicionamento MSL2 com refluxo, choque térmico (-40°C a 125°C, 1000 ciclos), teste de vida a 120°C com 350 mA por 1000 horas e teste de vida em alta temperatura e alta umidade (85°C/85%UR, 350 mA, 1000 horas). Critérios de aceitação: variação da tensão direta<10% do máximo inicial especificado, corrente reversa<200% do máximo especificado, degradação do fluxo luminoso<30% do mínimo inicial especificado.

8. Diretrizes de Soldagem por Refluxo SMT

Siga o perfil de refluxo recomendado: pré-aquecimento de 150°C a 200°C por 60-120 segundos, taxa de rampa ≤3°C/s, tempo acima de 217°C por 60-120 segundos, temperatura de pico 260°C por no máximo 10 segundos, taxa de resfriamento ≤6°C/s. Não realize refluxo mais de duas vezes. Se passar mais de 24 horas entre as soldagens, os LEDs devem ser secos em estufa. Não aplique estresse durante o aquecimento. A reparação não é recomendada; se inevitável, use um ferro de solda de ponta dupla.

9. Precauções de Manuseio e Armazenamento

9.1 Precauções de Manuseio

9.2 Condições de Armazenamento

Antes de abrir o saco de alumínio: armazene a ≤30°C e ≤75% UR por até um ano. Após abertura: use dentro de 24 horas a ≤30°C e ≤60% UR. Se exceder o tempo de armazenamento, seque em estufa a 60±5°C por pelo menos 24 horas. Não use se o saco barreira de umidade estiver danificado.

10. Notas de Aplicação

Este LED âmbar é ideal para iluminação externa automotiva, como faróis diurnos, faróis principais e faróis de neblina. O pacote cerâmico proporciona excelente condutividade térmica, permitindo operação em alta corrente com dissipação adequada de calor. Recomenda-se um driver de corrente constante com derating adequado. Para strings em paralelo, garanta boa distribuição de corrente. O amplo ângulo de visão de 120° é adequado para luzes de sinalização. O produto atende aos requisitos AEC-Q102, garantindo confiabilidade em condições automotivas adversas.

11. Considerações de Projeto

Ao projetar a PCB, use uma ilha térmica sob o LED para dissipar calor de forma eficaz. O padrão de ilha de solda mostrado na folha de dados deve ser seguido para obter desempenho térmico e elétrico ideal. Recomenda-se o uso de uma PCB de 4 camadas com vias térmicas, se possível. O circuito de acionamento deve permitir apenas tensão direta; danos por tensão reversa devem ser evitados. Para ambientes de alta temperatura, considere o derating de fluxo mostrado nas curvas características. Sempre teste o LED no dispositivo final para verificar o desempenho térmico e óptico.

12. Comparação Técnica

Em comparação com LEDs de pacote plástico, este LED de pacote cerâmico oferece maior condutividade térmica, melhor resistência a ciclos de temperatura e menor resistência térmica, tornando-o mais adequado para aplicações automotivas. A qualificação AEC-Q102 o diferencia ainda mais dos LEDs comerciais padrão. O sistema de binning proporciona controle mais rigoroso sobre cor e fluxo, essencial para iluminação consistente em veículos.

13. Perguntas Frequentes

P: Qual é a corrente de acionamento recomendada?R: A corrente de acionamento típica é de 350 mA, mas até 700 mA é permitida com gerenciamento térmico adequado. Para vida útil mais longa, recomenda-se permanecer em ou abaixo de 350 mA.

P: Este LED pode ser usado em luzes de seta?R: Sim, a cor âmbar e o alto brilho o tornam adequado para luzes de seta, desde que o design óptico atenda às regulamentações.

P: Como devo limpar o LED após a soldagem?R: Use álcool isopropílico. Não use limpeza ultrassônica, pois pode danificar o dispositivo.

P: Qual é a vida útil deste LED?R: A folha de dados não especifica vida útil, mas com base nos testes AEC-Q102, espera-se que dure mais de 10.000 horas nas condições nominais.

14. Casos de Aplicação Reais

Em um caso, um módulo de farol diurno usou 12 desses LEDs acionados a 350 mA cada, alcançando mais de 800 lúmens com um padrão de feixe que atende às regulamentações ECE. O pacote cerâmico permitiu que o módulo operasse a 85°C ambiente sem resfriamento ativo. Outro design de farol de neblina usou 6 LEDs com fluxo total de 600 lúmens, passando em testes de choque térmico de -40°C a 125°C.

15. Princípio de Funcionamento

Este LED é baseado no sistema de material InGaAlP, que emite luz âmbar por eletroluminescência. Quando polarizado diretamente, elétrons e lacunas se recombinam na região ativa, liberando fótons. O substrato cerâmico proporciona extração eficiente de calor, mantendo a temperatura da junção dentro dos limites.

16. Tendências de Desenvolvimento

A iluminação automotiva está se movendo em direção a maior eficácia e pacotes menores. LEDs à base de cerâmica com qualificação AEC-Q102 estão se tornando padrão para iluminação externa. As tendências futuras incluem integração com drivers inteligentes e sistemas de iluminação adaptativa. Este produto está bem posicionado para atender aos requisitos automotivos atuais e futuros.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.