Índice
- 1. Visão Geral do Produto
- 1.1 Vantagens Principais e Mercado-Alvo
- 2. Análise Detalhada dos Parâmetros Técnicos
- 2.1 Especificações Máximas Absolutas
- 2.2 Características Eletro-Ópticas
- 2.3 Características Térmicas
- 3. Explicação do Sistema de CategorizaçãoA ficha técnica indica que os dispositivos são categorizados ("binned") por intensidade luminosa. Isso significa que, durante a fabricação, os LEDs são testados e classificados em grupos com base em sua saída de luz medida em uma corrente padrão (ex.: 10mA). Isso garante consistência no brilho para os usuários finais, especialmente importante quando múltiplos displays são usados em um único produto. A tolerância para intensidade luminosa é especificada como ±10%. Da mesma forma, a tensão direta tem uma tolerância de ±0,1V em torno do valor típico, o que auxilia no projeto de circuitos de acionamento estáveis.4. Análise das Curvas de Desempenho
- 4.1 Distribuição Espectral
- 4.2 Corrente Direta vs. Tensão Direta (Curva I-V)
- 4.3 Curva de Redução de Corrente Direta
- 5. Informações Mecânicas e de Embalagem
- 6. Diretrizes de Soldagem e Montagem
- 7. Embalagem e Informações de Pedido
- 8. Recomendações de Aplicação
- 8.1 Circuitos de Aplicação Típicos
- 8.2 Considerações e Avisos de Projeto
- 9. Comparação e Diferenciação Técnica
- 10. Perguntas Frequentes (FAQs)
- 11. Exemplos Práticos de Projeto e Uso
- 12. Introdução ao Princípio de Operação
- 13. Tendências e Contexto Tecnológico
1. Visão Geral do Produto
O ELD-512SURWB/S530-A3 é um display alfanumérico de sete segmentos de alta confiabilidade, projetado para montagem furo-passante. Possui um tamanho padrão industrial com altura de dígito de 14,22 mm (0,56 polegadas), sendo adequado para aplicações que requerem leitura numérica clara. O display utiliza segmentos brancos sobre uma superfície de fundo preta, proporcionando excelente contraste e legibilidade mesmo em condições de iluminação ambiente intensa. Sua construção e materiais estão em conformidade com os padrões ambientais sem chumbo e RoHS.
1.1 Vantagens Principais e Mercado-Alvo
As principais vantagens deste display incluem seu baixo consumo de energia, formato padronizado para fácil integração em projetos existentes e categorização da intensidade luminosa para desempenho consistente entre lotes de produção. É construído para confiabilidade em ambientes exigentes. As aplicações-alvo são principalmente em eletrônicos de consumo e industriais, incluindo eletrodomésticos (ex.: fornos, micro-ondas), vários painéis de instrumentos para sistemas de medição e controle, e displays digitais de leitura de propósito geral onde números claros e legíveis são necessários.
2. Análise Detalhada dos Parâmetros Técnicos
Esta seção fornece uma análise objetiva e detalhada das características elétricas, ópticas e térmicas do dispositivo, conforme definido nas tabelas de especificações máximas absolutas e características eletro-ópticas.
2.1 Especificações Máximas Absolutas
O dispositivo é classificado para uma corrente direta contínua máxima (IF) de 25 mA. Para operação pulsada com ciclo de trabalho de 1/10 a 1 kHz, a corrente direta de pico (IFP) pode atingir 60 mA. A tensão reversa máxima (VR) é limitada a 5 V; exceder este valor pode danificar as junções do LED. A dissipação total de potência (Pd) não deve exceder 60 mW. A faixa de temperatura operacional é especificada de -40°C a +85°C, com uma faixa de armazenamento mais ampla de -40°C a +100°C. O dispositivo pode suportar uma temperatura de soldagem de 260°C por uma duração máxima de 5 segundos, compatível com processos padrão de refusão sem chumbo e soldagem manual.
2.2 Características Eletro-Ópticas
Sob condições padrão de teste (Ta=25°C, IF=10mA), a intensidade luminosa típica (Iv) para um único segmento é de 17,6 mcd, com um valor mínimo especificado de 7,8 mcd. A tensão direta (VF) a 20mA é tipicamente 2,0V, com um máximo de 2,4V. A cor emitida é vermelho brilhante, obtida usando um material de chip AlGaInP (Fosfeto de Alumínio Gálio Índio). O comprimento de onda de pico (λp) é tipicamente 632 nm, e o comprimento de onda dominante (λd) é tipicamente 624 nm, com uma largura de banda espectral (Δλ) de aproximadamente 20 nm, definindo a pureza e o tom da cor vermelha. A corrente reversa (IR) é muito baixa, com um máximo de 100 µA a 5V de polarização reversa.
2.3 Características Térmicas
O desempenho do dispositivo depende da temperatura. A corrente direta deve ser reduzida conforme a temperatura ambiente aumenta acima de 25°C para evitar exceder a temperatura máxima de junção e garantir confiabilidade de longo prazo. A curva de redução de corrente direta fornecida define visualmente a corrente contínua máxima permitida em qualquer temperatura operacional dentro da faixa especificada.
3. Explicação do Sistema de Categorização
A ficha técnica indica que os dispositivos são categorizados ("binned") por intensidade luminosa. Isso significa que, durante a fabricação, os LEDs são testados e classificados em grupos com base em sua saída de luz medida em uma corrente padrão (ex.: 10mA). Isso garante consistência no brilho para os usuários finais, especialmente importante quando múltiplos displays são usados em um único produto. A tolerância para intensidade luminosa é especificada como ±10%. Da mesma forma, a tensão direta tem uma tolerância de ±0,1V em torno do valor típico, o que auxilia no projeto de circuitos de acionamento estáveis.
4. Análise das Curvas de Desempenho
4.1 Distribuição Espectral
A curva de distribuição espectral mostra a intensidade relativa da luz emitida em diferentes comprimentos de onda. Para este LED vermelho baseado em AlGaInP, a curva estará centrada na faixa de 624-632 nm com a largura de banda especificada de 20 nm. Esta curva é importante para aplicações onde pureza de cor ou correspondência de comprimento de onda específica é crítica.
4.2 Corrente Direta vs. Tensão Direta (Curva I-V)
Esta curva fundamental ilustra a relação entre a tensão aplicada ao LED e a corrente resultante. Ela é não linear. O VF típico de 2,0V a 20mA é um ponto de operação chave desta curva. Compreender esta relação é essencial para projetar circuitos de limitação de corrente apropriados, pois os LEDs são dispositivos acionados por corrente.
4.3 Curva de Redução de Corrente Direta
Este gráfico crucial traça a corrente direta contínua máxima permitida em função da temperatura ambiente. À medida que a temperatura sobe, a corrente segura máxima diminui linearmente. Seguir esta curva de redução é vital para prevenir fuga térmica e garantir que o dispositivo opere dentro de sua área de operação segura (SOA), maximizando assim sua vida útil operacional.
5. Informações Mecânicas e de Embalagem
O dispositivo é um componente furo-passante com um pacote padrão de altura de dígito de 14,22mm. O desenho detalhado das dimensões do pacote fornece todas as medidas mecânicas críticas, incluindo altura total, largura, dimensões dos segmentos do dígito e espaçamento e diâmetro dos terminais (pinos). Tolerâncias para dimensões não especificadas são de ±0,25mm. O diagrama de circuito interno mostra a configuração de ânodo comum dos sete segmentos e do ponto decimal, o que é essencial para projetar corretamente o circuito de multiplexação ou acionamento direto. A pinagem identifica qual pino corresponde a cada segmento (a-g) e ao ânodo comum.
6. Diretrizes de Soldagem e Montagem
A especificação máxima absoluta para temperatura de soldagem é de 260°C por uma duração não superior a 5 segundos. Este parâmetro deve ser estritamente observado durante processos de soldagem por onda ou soldagem manual para evitar danos aos chips LED internos e ao pacote de resina epóxi. Precauções padrão contra ESD (Descarga Eletrostática) devem ser seguidas durante a manipulação e montagem, pois os chips LED são sensíveis à eletricidade estática. Isso inclui o uso de pulseiras aterradas, estações de trabalho anti-ESD e tapetes condutivos. Os LEDs devem sempre operar sob condições de polarização direta.
7. Embalagem e Informações de Pedido
O processo de embalagem padrão é: 20 peças por tubo, 63 tubos por caixa e 4 caixas por cartão mestre. O rótulo na embalagem contém vários campos-chave para rastreabilidade e identificação: CPN (Número do Produto do Cliente), P/N (Número do Produto), QTY (Quantidade da Embalagem), CAT (Classificação/Categoria da Intensidade Luminosa) e LOT No. (Número do Lote). Compreender esta rotulagem é importante para o controle de estoque e para garantir que a versão correta do componente seja usada na produção.
8. Recomendações de Aplicação
8.1 Circuitos de Aplicação Típicos
Como um display de ânodo comum, o cátodo de cada segmento é acionado independentemente, tipicamente via um resistor limitador de corrente e um transistor ou um CI driver de LED dedicado capaz de drenar a corrente necessária. O pino do ânodo comum é conectado à tensão positiva de alimentação. Multiplexar vários dígitos é uma técnica comum para reduzir o número de pinos de acionamento necessários em um microcontrolador.
8.2 Considerações e Avisos de Projeto
Limitação de Corrente:Um resistor em série é obrigatório para cada segmento para definir a corrente direta para o valor desejado (ex.: 10-20 mA), calculado com base na tensão de alimentação e na tensão direta do LED.Proteção contra Tensão Reversa:O circuito deve ser projetado para evitar a aplicação de tensão reversa superior a 5V, pois isso pode causar dano irreversível. Se o circuito de acionamento puder expor o LED à tensão reversa quando desligado, um diodo de proteção em paralelo com o LED (polarizado reversamente durante a operação normal) pode ser necessário.Gerenciamento Térmico:Certifique-se de que a corrente operacional seja reduzida de acordo com a temperatura ambiente. Em ambientes de alta temperatura, considere reduzir a corrente de acionamento ou melhorar a ventilação.
9. Comparação e Diferenciação Técnica
Comparado a tecnologias mais antigas ou displays menores, o ELD-512SURWB/S530-A3 oferece um equilíbrio entre tamanho (0,56\"), brilho e confiabilidade. Seus principais diferenciais incluem o uso do material semicondutor eficiente AlGaInP para emissão vermelha brilhante, um design branco-sobre-preto para alto contraste e conformidade com padrões ambientais modernos (sem chumbo, RoHS). O design furo-passante oferece robustez mecânica e facilidade de prototipagem em comparação com alternativas de montagem em superfície, embora exija mais espaço na placa.
10. Perguntas Frequentes (FAQs)
P: Qual é o propósito da categorização da intensidade luminosa (CAT)?
R: Ela agrupa LEDs com níveis de brilho semelhantes. Isso garante uma aparência uniforme quando múltiplos displays são usados lado a lado em um produto, evitando discrepâncias de brilho/escurecimento.
P: Posso acionar este display diretamente de um pino de microcontrolador de 5V?
R: Não. Você deve usar um resistor limitador de corrente. Para uma alimentação de 5V, um VF típico de 2,0V e um IF desejado de 20mA, o valor do resistor seria R = (5V - 2,0V) / 0,020A = 150 Ω. Além disso, certifique-se de que o pino do MCU possa drenar a corrente de segmento necessária.
P: O que significa \"ânodo comum\"?
R: Significa que os ânodos (lados positivos) de todos os segmentos do LED estão conectados a um pino comum. Para acender um segmento, você conecta o ânodo comum ao Vcc e coloca o pino do cátodo correspondente em nível BAIXO (para o terra através de um resistor).
P: É necessário um dissipador de calor?
R: Para operação contínua na corrente máxima nominal (25mA) próximo ao limite superior de temperatura, é recomendado um layout cuidadoso da placa para dissipação de calor. Para a maioria das aplicações em correntes e temperaturas moderadas, nenhum dissipador de calor separado é necessário.
11. Exemplos Práticos de Projeto e Uso
Exemplo 1: Display Simples de Voltímetro de 4 Dígitos.Quatro displays ELD-512SURWB podem ser multiplexados para mostrar uma leitura de tensão de 0,000 a 19,99V. Um microcontrolador habilitaria sequencialmente o ânodo comum de cada dígito via um transistor PNP e enviaria o padrão correto de 7 segmentos para aquele dígito nas linhas de cátodo compartilhadas, com resistores limitadores de corrente apropriados em cada linha de cátodo. A taxa de atualização deve ser alta o suficiente (>60Hz) para evitar cintilação.
Exemplo 2: Display Industrial de Temporizador/Contagem Regressiva.Usado em um painel de controle, o alto contraste do display garante legibilidade em um ambiente de fábrica bem iluminado. Sua ampla faixa de temperatura operacional (-40°C a +85°C) o torna adequado para espaços sem controle climático. O circuito de acionamento seria projetado para operar a uma corrente conservadora de 15mA por segmento para aumentar a confiabilidade de longo prazo e minimizar a geração de calor.
12. Introdução ao Princípio de Operação
Um display LED de sete segmentos é um conjunto de múltiplos Diodos Emissores de Luz (LEDs) dispostos em um padrão de figura de oito. Cada segmento (rotulado de a a g) é um LED individual. Quando polarizado diretamente — ou seja, uma tensão positiva é aplicada ao ânodo em relação ao cátodo — elétrons e lacunas se recombinam dentro da região ativa do semicondutor (o chip de AlGaInP neste caso), liberando energia na forma de fótons (luz). A composição específica do material (AlGaInP) determina o comprimento de onda (cor) da luz emitida, que está no espectro do vermelho brilhante para este dispositivo. Ao iluminar seletivamente diferentes combinações desses sete segmentos, todos os dígitos decimais (0-9) e algumas letras podem ser formados.
13. Tendências e Contexto Tecnológico
Embora displays furo-passante como este permaneçam populares por sua robustez e facilidade de uso em certas aplicações, a tendência geral na eletrônica é em direção à miniaturização e à tecnologia de montagem em superfície (SMT). Displays SMT oferecem pegadas menores, perfil mais baixo e são mais adequados para montagem automatizada pick-and-place. No entanto, componentes furo-passante ainda são valorizados em prototipagem, ambientes educacionais, equipamentos industriais onde resistência à vibração é fundamental e para aplicações onde soldagem ou reparo manual é previsto. A tecnologia subjacente do LED, AlGaInP para vermelho/laranja/amarelo e InGaN para azul/verde/branco, continua a melhorar em eficiência (mais luz por watt) e confiabilidade. Displays futuros podem integrar mais inteligência, como drivers embutidos ou interfaces de comunicação (ex.: I2C), simplificando o projeto para o engenheiro final.
Terminologia de Especificação LED
Explicação completa dos termos técnicos LED
Desempenho Fotoeletrico
| Termo | Unidade/Representação | Explicação Simples | Por Que Importante |
|---|---|---|---|
| Eficácia Luminosa | lm/W (lumens por watt) | Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. | Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade. |
| Fluxo Luminoso | lm (lumens) | Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". | Determina se a luz é brilhante o suficiente. |
| Ângulo de Visão | ° (graus), ex., 120° | Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. | Afeta o alcance de iluminação e uniformidade. |
| CCT (Temperatura de Cor) | K (Kelvin), ex., 2700K/6500K | Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. | Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados. |
| CRI / Ra | Sem unidade, 0–100 | Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. | Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus. |
| SDCM | Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" | Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. | Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs. |
| Comprimento de Onda Dominante | nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) | Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. | Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes. |
| Distribuição Espectral | Curva comprimento de onda vs intensidade | Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. | Afeta a reprodução de cor e qualidade. |
Parâmetros Elétricos
| Termo | Símbolo | Explicação Simples | Considerações de Design |
|---|---|---|---|
| Tensão Direta | Vf | Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". | A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série. |
| Corrente Direta | If | Valor de corrente para operação normal do LED. | Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil. |
| Corrente de Pulsação Máxima | Ifp | Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. | A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos. |
| Tensão Reversa | Vr | Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. | O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão. |
| Resistência Térmica | Rth (°C/W) | Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. | Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte. |
| Imunidade ESD | V (HBM), ex., 1000V | Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. | Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis. |
Gerenciamento Térmico e Confiabilidade
| Termo | Métrica Chave | Explicação Simples | Impacto |
|---|---|---|---|
| Temperatura de Junção | Tj (°C) | Temperatura operacional real dentro do chip LED. | Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor. |
| Depreciação do Lúmen | L70 / L80 (horas) | Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. | Define diretamente a "vida de serviço" do LED. |
| Manutenção do Lúmen | % (ex., 70%) | Porcentagem de brilho retida após o tempo. | Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo. |
| Deslocamento de Cor | Δu′v′ ou elipse MacAdam | Grau de mudança de cor durante o uso. | Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação. |
| Envelhecimento Térmico | Degradação do material | Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. | Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto. |
Embalagem e Materiais
| Termo | Tipos Comuns | Explicação Simples | Características e Aplicações |
|---|---|---|---|
| Tipo de Pacote | EMC, PPA, Cerâmica | Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. | EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa. |
| Estrutura do Chip | Frontal, Flip Chip | Arranjo dos eletrodos do chip. | Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência. |
| Revestimento de Fósforo | YAG, Silicato, Nitreto | Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. | Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI. |
| Lente/Óptica | Plana, Microlente, TIR | Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. | Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz. |
Controle de Qualidade e Classificação
| Termo | Conteúdo de Binning | Explicação Simples | Propósito |
|---|---|---|---|
| Bin de Fluxo Luminoso | Código ex. 2G, 2H | Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. | Garante brilho uniforme no mesmo lote. |
| Bin de Tensão | Código ex. 6W, 6X | Agrupado por faixa de tensão direta. | Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema. |
| Bin de Cor | Elipse MacAdam de 5 passos | Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. | Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo. |
| Bin CCT | 2700K, 3000K etc. | Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. | Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena. |
Testes e Certificação
| Termo | Padrão/Teste | Explicação Simples | Significado |
|---|---|---|---|
| LM-80 | Teste de manutenção do lúmen | Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. | Usado para estimar vida do LED (com TM-21). |
| TM-21 | Padrão de estimativa de vida | Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. | Fornece previsão científica de vida. |
| IESNA | Sociedade de Engenharia de Iluminação | Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. | Base de teste reconhecida pela indústria. |
| RoHS / REACH | Certificação ambiental | Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). | Requisito de acesso ao mercado internationalmente. |
| ENERGY STAR / DLC | Certificação de eficiência energética | Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. | Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade. |