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Ficha Técnica do LED SMD LTST-S220KGKT - Chip de Visão Lateral - Verde (568nm) - 2.4V - 75mW - Documento Técnico em Português

Ficha técnica completa do LED SMD LTST-S220KGKT. Características: chip AlInGaP, luz verde (568nm), tensão direta 2.4V, dissipação 75mW, encapsulamento lateral e compatível com soldagem por refluxo IR.
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Índice

1. Visão Geral do Produto

Este documento detalha as especificações técnicas de um LED SMD (Dispositivo de Montagem em Superfície) de alta luminosidade e visão lateral. O dispositivo utiliza um chip semicondutor avançado de AlInGaP (Fosfeto de Alumínio, Índio e Gálio) para produzir luz verde. Foi concebido para processos de montagem automatizados e é compatível com soldagem por refluxo por infravermelhos (IR), sendo adequado para fabricação em grande volume. O encapsulamento é fornecido em fita padrão da indústria de 8mm enrolada em carretéis de 7 polegadas.

1.1 Vantagens Principais

1.2 Aplicações Alvo

Este LED destina-se a ser utilizado em equipamentos eletrónicos padrão. As aplicações típicas incluem, mas não se limitam a:

2. Análise Aprofundada dos Parâmetros Técnicos

Todos os parâmetros são especificados a uma temperatura ambiente (Ta) de 25°C, salvo indicação em contrário.

2.1 Valores Máximos Absolutos

Estes valores definem os limites além dos quais pode ocorrer dano permanente no dispositivo. O funcionamento nestas condições não é garantido.

2.2 Características Eletro-Óticas

Estes são os parâmetros de desempenho típicos medidos em condições de teste padrão (IF= 20mA).

3. Explicação do Sistema de Classificação

Para garantir consistência na produção em massa, os LEDs são classificados (binned) com base em parâmetros-chave. Isto permite aos projetistas selecionar componentes que atendam a requisitos específicos de cor, brilho e tensão.

3.1 Classificação da Tensão Direta

As classes garantem que os LEDs num circuito tenham quedas de tensão semelhantes, promovendo brilho uniforme quando ligados em paralelo. A tolerância dentro de cada classe é de ±0.1V.

3.2 Classificação da Intensidade Luminosa

As classes categorizam os LEDs pela sua saída de brilho. A tolerância dentro de cada classe é de ±15%.

3.3 Classificação do Comprimento de Onda Dominante

Isto garante consistência de cor. A tolerância dentro de cada classe é de ±1nm.

O número de peça específico LTST-S220KGKT implica uma combinação destas classes (provavelmente uma classe específica de VF, IV, e λd).

4. Análise das Curvas de Desempenho

Embora gráficos específicos sejam referenciados na ficha técnica (ex: Fig.1, Fig.5), a seguinte análise baseia-se no comportamento padrão do LED e nos parâmetros fornecidos.

4.1 Característica Corrente vs. Tensão (I-V)

A tensão direta (VF) tem um coeficiente de temperatura positivo e aumenta logaritmicamente com a corrente. Operar aos típicos 20mA garante desempenho estável dentro da gama especificada de VF de 2.0-2.4V. Alimentar o LED acima da corrente DC máxima absoluta (30mA) gerará calor excessivo, reduzirá a eficiência (eficácia luminosa) e encurtará a vida útil.

4.2 Dependência da Temperatura

Os LEDs de AlInGaP exibem alterações de desempenho com a temperatura. Tipicamente, a intensidade luminosa diminui à medida que a temperatura da junção aumenta. A gama de operação especificada de -30°C a +85°C define as condições ambientais onde o LED funcionará dentro das suas especificações publicadas. Para uma longevidade ótima e saída de luz estável, recomenda-se manter uma temperatura de operação mais baixa através de um projeto térmico adequado da PCB.

4.3 Distribuição Espectral

Com um comprimento de onda dominante de 568nm e uma largura de banda espectral de 15nm, este LED emite uma luz verde relativamente pura. O comprimento de onda de pico (574nm) é ligeiramente superior ao comprimento de onda dominante, o que é típico para LEDs verdes de AlInGaP. O amplo ângulo de visão de 130° resulta do design da lente do encapsulamento, que difunde a luz emitida pelo chip de visão lateral.

5. Informações Mecânicas e de Encapsulamento

5.1 Dimensões do Encapsulamento e Polaridade

O LED está em conformidade com um contorno padrão EIA para LEDs de visão lateral. Desenhos dimensionais detalhados são fornecidos na ficha técnica, incluindo comprimento, largura, altura do corpo e espaçamento dos terminais. O cátodo é tipicamente identificado por um marcador visual no encapsulamento, como um entalhe, um ponto verde ou um terminal mais curto. A polaridade correta deve ser observada durante a montagem para evitar danos.

5.2 Layout Recomendado das Pastilhas de Solda

É fornecido um padrão de solda sugerido (design das pastilhas de solda) para a PCB, a fim de garantir soldagem confiável e alinhamento correto. Seguir este padrão ajuda a obter bons filetes de solda, resistência mecânica e posicionamento correto da lente de emissão lateral. A ficha técnica também sugere uma orientação ótima para o processo de soldagem por onda ou refluxo, para minimizar potenciais defeitos de soldagem.

6. Diretrizes de Soldagem e Montagem

6.1 Perfil de Soldagem por Refluxo IR

O LED está qualificado para processos de soldagem sem chumbo (Pb-free). É sugerido um perfil de temperatura de refluxo detalhado, em conformidade com os padrões JEDEC. Os parâmetros-chave incluem:

É fundamental notar que o perfil ótimo depende do projeto específico da PCB, da pasta de solda e do forno. O perfil fornecido serve como ponto de partida que deve ser validado para a configuração real de produção.

6.2 Soldagem Manual

Se for necessária soldagem manual, deve-se ter extremo cuidado:

6.3 Limpeza

Se for necessária limpeza pós-soldagem, utilize apenas solventes especificados para evitar danificar a lente plástica e o encapsulamento. Os agentes recomendados são álcool etílico ou álcool isopropílico (IPA). O LED deve ser imerso à temperatura ambiente normal por menos de um minuto. Devem ser evitados produtos químicos agressivos ou não especificados.

6.4 Armazenamento e Manuseamento

Precauções contra ESD:Os LEDs são sensíveis à descarga eletrostática (ESD). Devem estar implementados controlos ESD adequados durante o manuseamento, incluindo o uso de pulseiras aterradas, tapetes antiestáticos e recipientes condutores.

Sensibilidade à Humidade:O encapsulamento é sensível à humidade. Os carretéis não abertos (selados com dessecante) devem ser armazenados a ≤30°C e ≤90% de HR e utilizados dentro de um ano. Uma vez aberta a embalagem original, os LEDs devem ser armazenados a ≤30°C e ≤60% de HR. Para armazenamento prolongado fora do saco original, armazene num recipiente selado com dessecante. Componentes armazenados abertos por mais de uma semana devem ser pré-aquecidos (baked) a aproximadamente 60°C durante pelo menos 20 horas antes da soldagem, para remover a humidade absorvida e prevenir o "popcorning" durante o refluxo.

7. Embalagem e Informação de Encomenda

7.1 Especificações da Fita e Carretel

Os LEDs são fornecidos em fita transportadora relevada para montagem automatizada.

8. Notas de Aplicação e Considerações de Projeto

8.1 Limitação de Corrente

Um LED é um dispositivo controlado por corrente. Um resistor limitador de corrente em série é obrigatório quando alimentado por uma fonte de tensão. O valor do resistor pode ser calculado usando a Lei de Ohm: R = (Vfonte- VF) / IF. Utilize sempre o VFmáximo da ficha técnica (2.4V) para um projeto de pior caso, para garantir que a corrente não excede o nível desejado (ex: 20mA). Para precisão ou estabilidade a longo prazo, considere usar um circuito driver de corrente constante.

8.2 Gestão Térmica

Embora a dissipação de potência seja baixa (75mW máx.), uma gestão térmica eficaz é crucial para a fiabilidade e manutenção da saída de luz. Certifique-se de que a PCB tem uma área de cobre adequada ligada à pastilha térmica do LED (se aplicável) ou às pastilhas de solda, para conduzir o calor para longe da junção. Evite colocar o LED perto de outros componentes geradores de calor.

8.3 Projeto Ótico

A emissão em visão lateral e o ângulo de visão de 130° tornam este LED adequado para aplicações onde a luz precisa de ser direcionada paralelamente à superfície da PCB, como para uma placa guia de luz para ecrãs com iluminação lateral ou para iluminação de componentes adjacentes. Considere o perfil da lente e o padrão de emissão ao projetar guias de luz, difusores ou aberturas para alcançar o efeito ótico desejado.

9. Comparação e Diferenciação Técnica

Comparado com tecnologias mais antigas, como LEDs verdes de GaP (Fosfeto de Gálio), o AlInGaP oferece uma luminosidade e eficiência significativamente superiores. Comparado com LEDs verdes baseados em InGaN (Nitreto de Índio e Gálio), o AlInGaP oferece tipicamente um desempenho superior no espectro do verde verdadeiro ao verde-amarelado (cerca de 570nm), com maior eficácia e comprimento de onda mais estável em função da temperatura e da corrente. O encapsulamento de visão lateral diferencia-o dos LEDs de emissão superior, resolvendo restrições espaciais específicas no projeto.

10. Perguntas Frequentes (FAQ)

10.1 Que resistor devo usar com uma fonte de 5V?

Usando o VFmáximo de 2.4V e um IFalvo de 20mA: R = (5V - 2.4V) / 0.02A = 130 Ohms. O valor padrão mais próximo é 130Ω ou 150Ω. Um resistor de 150Ω produziria uma corrente ligeiramente menor, o que é seguro e economiza energia.

10.2 Posso alimentar este LED sem um resistor limitador de corrente?

Não. Ligar um LED diretamente a uma fonte de tensão fará com que uma corrente excessiva flua, superaquecendo e destruindo rapidamente o dispositivo. É sempre necessário um resistor em série ou um circuito de corrente constante.

10.3 Por que existe um sistema de classificação?

A fabricação de semicondutores tem variações naturais. A classificação separa os LEDs em grupos com parâmetros rigidamente controlados (cor, brilho, tensão), permitindo aos projetistas obter componentes com desempenho consistente para a sua aplicação, garantindo aparência e função uniformes no produto final.

10.4 Como identifico o cátodo?

Consulte o desenho do contorno do encapsulamento na ficha técnica. Para este encapsulamento de visão lateral, o cátodo é tipicamente marcado por um ponto verde no topo do encapsulamento ou por um entalhe/chanfro numa das extremidades do corpo. O terminal ligado ao cátodo também pode ser ligeiramente mais curto.

11. Exemplo de Aplicação Prática

Cenário: Indicador de Estado num Dispositivo Portátil

Um projetista está a criar um scanner manual fino. Eles precisam de uma luz verde brilhante e de baixo consumo para indicar o estado "pronto". O espaço é extremamente limitado na borda da PCB principal.

Solução:O LTST-S220KGKT é uma escolha ideal. A sua emissão lateral permite que seja montado plano na PCB, com a sua lente posicionada exatamente na borda da placa. Um pequeno guia de luz ou uma janela transparente na carcaça pode canalizar a luz para o exterior. O projetista alimenta-o a 15mA (abaixo dos 20mA típicos) usando um pino GPIO de um microcontrolador com um resistor em série, conservando a vida útil da bateria enquanto ainda fornece brilho suficiente. A compatibilidade com soldagem por refluxo simplifica a montagem automatizada de toda a PCB.

12. Introdução ao Princípio Tecnológico

Este LED baseia-se na tecnologia semicondutora de AlInGaP. O chip é composto por camadas de ligas de Alumínio, Índio, Gálio e Fosfeto, crescidas epitaxialmente num substrato. Quando uma tensão direta é aplicada, eletrões e lacunas são injetados na região ativa onde se recombinam, libertando energia na forma de fotões (luz). A composição específica da liga de AlInGaP determina a energia da banda proibida, que define diretamente o comprimento de onda (cor) da luz emitida — neste caso, verde a 568nm. O encapsulamento de visão lateral incorpora o chip montado num suporte de terminais (lead frame), ligado por fios (wire-bonded) e encapsulado numa lente de plástico moldada que modela a saída de luz.

13. Tendências e Desenvolvimentos da Indústria

A tendência geral na tecnologia LED é para maior eficiência (mais lúmens por watt), maior densidade de potência e maior consistência e controlo de cor. Para aplicações de indicação e retroiluminação, a miniaturização continua enquanto se mantém ou melhora o desempenho ótico. Há também uma ênfase crescente em gamas de temperatura de operação mais amplas e fiabilidade melhorada para aplicações automóveis e industriais. Embora esta peça específica represente uma tecnologia madura e confiável, as inovações contínuas em ciência dos materiais e encapsulamento continuam a expandir os limites do que é possível na iluminação e indicação de estado sólido.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.