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Folha de Dados do Display LED LTS-367JD - Altura do Dígito 0,36 Polegadas - Vermelho Hiper - Tensão Direta 2,6V - Dissipação de Potência 70mW - Documento Técnico em Português

Folha de dados técnica do LTS-367JD, um display LED de sete segmentos, dígito único de 0,36 polegadas, em AlInGaP Vermelho Hiper. Inclui especificações, pinagem, dimensões, características elétricas/ópticas e informações de aplicação.
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1. Visão Geral do Produto

O LTS-367JD é um componente de display numérico compacto e de dígito único, projetado para aplicações que requerem leituras numéricas claras e brilhantes. Sua função principal é representar visualmente os dígitos de 0 a 9 e algumas letras usando uma configuração de sete segmentos, controlada por ânodos individuais para cada segmento. O dispositivo é construído com tecnologia LED de estado sólido AlInGaP (Fosfeto de Alumínio, Índio e Gálio), especificamente na cor Vermelho Hiper, que oferece alto brilho e eficiência. O display apresenta uma face cinza com segmentos brancos, melhorando o contraste e a legibilidade sob várias condições de iluminação. Ele é categorizado por intensidade luminosa, garantindo níveis de brilho consistentes entre lotes de produção. Este componente é tipicamente direcionado a sistemas embarcados, painéis de instrumentação, controles industriais, eletrônicos de consumo e qualquer dispositivo onde um indicador numérico simples e confiável seja necessário.

2. Análise Detalhada das Especificações Técnicas

2.1 Características Fotométricas e Ópticas

O desempenho óptico é central para a funcionalidade do display. O dispositivo utiliza chips LED AlInGaP em um substrato GaAs não transparente. Os principais parâmetros ópticos, medidos a uma temperatura ambiente (Ta) de 25°C, são os seguintes:

As medições de intensidade luminosa são realizadas usando uma combinação de sensor e filtro que aproxima a curva de resposta fotópica do olho da CIE (Commission Internationale de l'Éclairage), garantindo que os valores se correlacionem com a percepção visual humana.

2.2 Parâmetros Elétricos

As características elétricas definem os limites operacionais e as condições para integração confiável em um circuito.

2.3 Especificações Térmicas e Máximas Absolutas

Estas especificações definem os limites ambientais e operacionais que não devem ser excedidos para garantir a longevidade do dispositivo e prevenir falhas.

3. Sistema de Categorização e Binning

A folha de dados afirma explicitamente que o dispositivo é "Categorizado por Intensidade Luminosa". Isto indica um processo de binning na produção. Durante a fabricação, os LEDs são testados e classificados (binned) com base em sua intensidade luminosa medida em uma corrente de teste padrão (provavelmente 1mA ou 10mA). As unidades são agrupadas em faixas ou categorias específicas de intensidade. Isto garante que projetistas e compradores recebam displays com níveis de brilho consistentes e previsíveis. Embora os códigos ou categorias específicas de bin não sejam detalhados neste trecho, a prática garante que os valores mínimo (200 µcd) e típico (650 µcd) sejam atendidos, e as unidades dentro de um determinado pedido terão desempenho muito similar.

4. Análise das Curvas de Desempenho

A folha de dados faz referência a "Curvas Típicas de Características Elétricas / Ópticas". Embora os gráficos específicos não sejam fornecidos no texto, as curvas padrão para tais LEDs tipicamente incluiriam:

Estas curvas são essenciais para projetos avançados, permitindo que os engenheiros otimizem as condições de acionamento para metas específicas de brilho, eficiência e vida útil.

5. Informações Mecânicas e do Encapsulamento

5.1 Dimensões Físicas e Desenho

O dispositivo é descrito como tendo uma altura de dígito de 0,36 polegadas (9,14 mm). A seção "Dimensões do Encapsulamento" conteria um desenho mecânico detalhado. Todas as dimensões são especificadas em milímetros (mm) com tolerâncias padrão de ±0,25 mm (0,01 polegadas), salvo indicação em contrário. Este desenho é crítico para o layout da PCB (Placa de Circuito Impresso), garantindo que a área de montagem e os padrões de furos sejam projetados corretamente. Ele define o comprimento, largura e altura total do encapsulamento, o espaçamento entre os pinos e a posição do dígito em relação às bordas do encapsulamento.

5.2 Configuração de Pinos e Polaridade

O LTS-367JD é um display decátodo comum. Isto significa que todos os cátodos (terminais negativos) dos segmentos LED individuais são conectados internamente. A pinagem é a seguinte:

A conexão interna entre o Pino 1 e o Pino 6 fornece redundância mecânica para a conexão do cátodo comum, melhorando a confiabilidade. A notação "Rt. Hand Decimal" indica que o ponto decimal está posicionado no lado direito do dígito quando se visualiza o display pela frente.

5.3 Diagrama de Circuito Interno

O diagrama referenciado representa visualmente as conexões elétricas descritas na pinagem. Ele mostra dez pinos conectados a um único dígito. Sete segmentos (A a G) e um ponto decimal (DP) são representados, cada um como um LED individual (ânodo e cátodo). Os cátodos de todos os oito LEDs são mostrados conectados juntos, formando o nó de cátodo comum, que é levado a dois pinos (1 e 6). Cada ânodo é conectado ao seu respectivo pino. Este diagrama é fundamental para entender como acionar o display: o(s) cátodo(s) comum(s) são tipicamente conectados ao terra (GND), e um nível lógico 'alto' ou uma fonte de corrente aplicada a um pino de ânodo irá iluminar aquele segmento específico.

6. Diretrizes de Soldagem e Montagem

A principal especificação de montagem fornecida é a classificação de temperatura de soldagem: o encapsulamento pode suportar 260°C por 3 segundos medidos a 1,6 mm (1/16") abaixo do plano de assentamento. Esta é uma classificação padrão para soldagem por onda. Para soldagem por refusão, deve-se usar um perfil com temperatura de pico não excedendo 260°C e tempo acima do líquido (por exemplo, 217°C) controlado para evitar estresse térmico excessivo. Precauções padrão contra ESD (Descarga Eletrostática) devem ser observadas durante o manuseio, pois os LEDs são sensíveis à eletricidade estática. A ampla faixa de temperatura de armazenamento (-35°C a +85°C) permite flexibilidade no gerenciamento de estoque e nas condições de envio.

7. Sugestões de Aplicação

7.1 Circuitos de Aplicação Típicos

O LTS-367JD é ideal para aplicações que requerem um único dígito altamente legível. Usos comuns incluem:

7.2 Considerações de Projeto e Métodos de Acionamento

Limitação de Corrente:Um resistor em série éobrigatóriopara cada ânodo de segmento (ou um único resistor no cátodo comum se multiplexando) para limitar a corrente direta a um valor seguro (por exemplo, 10-20 mA para brilho total). O valor do resistor é calculado usando a Lei de Ohm: R = (Vfonte- VF) / IF. Para uma fonte de 5V e uma IFalvo de 10mA com VF=2,1V, R = (5 - 2,1) / 0,01 = 290 Ω. Um resistor padrão de 270 Ω ou 330 Ω seria adequado.

Eletrônica de Acionamento:Os segmentos podem ser acionados diretamente a partir dos pinos GPIO de um microcontrolador se eles puderem fornecer/absorver corrente suficiente (verifique as especificações do MCU). Para correntes mais altas ou diferenças de tensão, são recomendados drivers de transistor (BJTs ou MOSFETs) ou CIs dedicados para driver de LED (como registradores de deslocamento 74HC595 com limitação de corrente ou drivers de display MAX7219). Usar um CI driver simplifica o controle, especialmente ao multiplexar múltiplos dígitos.

Multiplexação:Embora este seja um display de dígito único, o princípio se aplica se estiver usando múltiplos dígitos similares. Ao alternar rapidamente qual cátodo comum do dígito está ativo e apresentar os dados de segmento para aquele dígito, muitos dígitos podem ser controlados com menos pinos de I/O. A classificação de corrente de pico (90mA com ciclo de trabalho 1/10) permite uma corrente instantânea mais alta durante o breve tempo de ativação para alcançar um bom brilho médio.

Ângulo de Visão:A folha de dados destaca um "Ângulo de Visão Ampla", o que é benéfico para aplicações onde o display pode ser visualizado a partir de posições fora do eixo.

8. Comparação e Diferenciação Técnica

Os principais diferenciais do LTS-367JD são o uso da tecnologiaAlInGaP (Vermelho Hiper)e seu fator de forma específico. Comparado aos LEDs vermelhos mais antigos de GaAsP ou GaP, o AlInGaP oferece eficiência luminosa significativamente maior, resultando em maior brilho para a mesma corrente de entrada. A "face cinza com segmentos brancos" melhora o contraste em comparação com encapsulamentos totalmente vermelhos ou verdes. A altura de dígito de 0,36 polegadas é um tamanho padrão, oferecendo um bom equilíbrio entre legibilidade e espaço na placa. Sua configuração de cátodo comum é típica e se conecta facilmente com a maioria dos circuitos de microcontrolador, que absorvem corrente mais facilmente do que a fornecem. A categorização por intensidade luminosa é uma marca de controle de qualidade, garantindo consistência de desempenho.

9. Perguntas Frequentes (FAQ)

P1: Qual é o propósito de ter dois pinos de cátodo comum (1 e 6)?

R1: Isto fornece redundância mecânica e elétrica. Permite uma conexão mais robusta ao terra na PCB (usando duas pastilhas/vias de solda), melhorando a confiabilidade. Eletricamente, eles são o mesmo nó.

P2: Posso acionar este display diretamente de um microcontrolador de 3,3V?

R2: Possivelmente, mas você deve verificar a tensão direta (VF). Com uma VFtípica de 2,1V, há uma margem de 1,2V (3,3V - 2,1V). Um resistor limitador de corrente ainda é necessário. Calcule R = (3,3 - 2,1) / IF. Para 10mA, R = 120 Ω. Certifique-se de que o pino do microcontrolador possa fornecer ~10mA.

P3: O que significa "Vermelho Hiper" em comparação com o vermelho padrão?

R3: Os LEDs Vermelho Hiper têm um comprimento de onda dominante/de pico mais longo (tipicamente 640-660 nm) em comparação com o vermelho padrão (620-630 nm). Eles aparecem como uma cor vermelha mais profunda e "verdadeira" e frequentemente têm maior eficiência luminosa.

P4: Como calculo o consumo total de energia do display?

R4: Se todos os 7 segmentos e o ponto decimal estiverem acesos continuamente a, por exemplo, 10mA cada com VF=2,1V, a corrente total é de 80mA. Potência = VF* IFtotal = 2,1V * 0,08A = 0,168W ou 168 mW. Isto está abaixo do limite de dissipação por segmento, mas deve ser considerado para a fonte de alimentação e o calor.

P5: Por que a redução de corrente (derating) é necessária?

R5: A eficiência do LED diminui e o risco de falha catastrófica aumenta à medida que a temperatura de junção sobe. Em temperaturas ambientes mais altas, a mesma potência elétrica de entrada cria uma temperatura de junção mais alta. Reduzir a corrente diminui a potência elétrica de entrada (calor gerado), mantendo a temperatura de junção dentro de limites seguros.

10. Exemplo Prático de Projeto e Uso

Cenário: Construindo um Display de Contador Simples com um Arduino.

O objetivo é exibir uma contagem de 0 a 9, incrementando a cada segundo.

Componentes:Arduino Uno, display LTS-367JD, 8x resistores de 330Ω (um para os segmentos A-G e DP).

Conexões:

1. Conecte os pinos de cátodo comum (1 e 6) do display ao GND do Arduino.

2. Conecte cada ânodo de segmento (Pinos 2,3,4,5,7,8,9,10) a um pino digital separado do Arduino (por exemplo, 2 a 9) através de um resistor limitador de corrente de 330Ω.

Lógica do Software:

O código definiria um array que mapeia dígitos (0-9) para a combinação de segmentos que precisam ser acesos (por exemplo, '0' = segmentos A,B,C,D,E,F). No loop, ele iria:

1. Determinar qual dígito exibir.

2. Consultar o padrão de segmentos para aquele dígito.

3. Definir os pinos correspondentes do Arduino como HIGH (para acender o segmento) ou LOW (para desligá-lo) de acordo com o padrão.

4. Aguardar um segundo, depois incrementar o dígito e repetir.

Nota de Projeto:A corrente total do pino de 5V do Arduino, se todos os segmentos estiverem ligados, seria ~8 * (5V-2,1V)/330Ω ≈ 8 * 8,8mA = 70,4mA. Isto está dentro da capacidade do regulador de tensão do Arduino para um único display, mas deve ser considerado se estiver alimentando outros componentes.

11. Introdução ao Princípio Tecnológico

O LTS-367JD é baseado no material semicondutorAlInGaP (Fosfeto de Alumínio, Índio e Gálio)crescido em umsubstrato GaAs (Arseneto de Gálio) não transparente. Quando uma tensão direta que excede a energia da banda proibida do material é aplicada através da junção p-n, elétrons e lacunas se recombinam, liberando energia na forma de fótons (luz). A composição específica da liga AlInGaP determina a energia da banda proibida, que dita diretamente o comprimento de onda (cor) da luz emitida—neste caso, vermelho hiper (~639-650 nm). O substrato não transparente ajuda a direcionar mais da luz gerada para fora através do topo do dispositivo, melhorando a eficiência quântica externa em comparação com alguns projetos mais antigos com substratos absorventes. Os segmentos individuais são formados padronizando as camadas semicondutoras e os contatos metálicos. O filtro de face cinza absorve a luz ambiente, melhorando o contraste, enquanto as marcações brancas dos segmentos difundem a luz de ponto-fonte do LED para criar uma aparência de segmento uniformemente iluminado.

12. Tendências e Contexto Tecnológico

Embora displays LED de sete segmentos e dígito único como o LTS-367JD representem uma tecnologia madura, eles permanecem altamente relevantes devido à sua simplicidade, confiabilidade, baixo custo e excelente legibilidade, especialmente em situações de alta luz ambiente ou amplo ângulo de visão. A tecnologia de material AlInGaP subjacente representa um avanço significativo em relação aos materiais de LED vermelho anteriores (como GaAsP), oferecendo eficiência e brilho superiores. As tendências atuais em tecnologia de display focam em maior integração (módulos multi-dígitos, displays de matriz de pontos) e interfaces (drivers I2C, SPI). No entanto, componentes discretos de dígito único são perfeitos para aplicações onde apenas um ou alguns dígitos são necessários, minimizando complexidade e custo. Há também uma tendência para maior eficiência, permitindo que displays sejam acionados com correntes mais baixas para reduzir o consumo de energia e a geração de calor, o que se alinha com os princípios de redução de corrente (derating) delineados nesta folha de dados. Os princípios fundamentais de limitação de corrente, gerenciamento térmico e circuito de acionamento detalhados aqui são fundamentais e se aplicam a praticamente todos os projetos de indicadores baseados em LED.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.