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Ficha Técnica de LED Azul Céu PLCC-2 - 3.1x2.8x1.9mm - 3.1V - 0.031W - Documento Técnico em Português

Ficha técnica completa para um LED SMD Azul Céu PLCC-2. Inclui especificações detalhadas, gráficos de características, informação de binning, dimensões mecânicas e diretrizes de aplicação.
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Índice

1. Visão Geral do Produto

Este documento fornece as especificações técnicas completas para um LED de alta luminosidade na cor Azul Céu, em encapsulamento de montagem em superfície PLCC-2 (Plastic Leaded Chip Carrier). Este componente foi projetado para confiabilidade e desempenho em aplicações exigentes, apresentando uma intensidade luminosa típica de 300 milicandelas (mcd) a uma corrente direta de 10mA. Os seus principais alvos de design incluem ambientes interiores automotivos e outras aplicações que requerem cor consistente e saída estável.

As vantagens centrais deste LED derivam da combinação do seu amplo ângulo de visão de 120 graus, tornando-o adequado para iluminação de área, e da sua qualificação para o padrão AEC-Q101, que é crítico para componentes de grau automotivo. É também compatível com as diretivas ambientais RoHS e REACH. O dispositivo é oferecido com informação detalhada de binning tanto para intensidade luminosa como para coordenadas de cromaticidade, permitindo uma seleção precisa em designs críticos para a cor.

1.1 Mercado-Alvo & Aplicações

O mercado-alvo principal para este LED é o setor de eletrônica automotiva, especificamente para aplicações de iluminação interior. As suas especificações de confiabilidade tornam-no adequado para integração em sistemas veiculares que devem operar numa ampla gama de temperaturas e suportar uso prolongado.

2. Análise Aprofundada de Parâmetros Técnicos

A seguinte secção fornece uma interpretação objetiva e detalhada dos principais parâmetros elétricos, óticos e térmicos especificados na ficha técnica. Compreender estes valores é crucial para um correto design de circuito e gestão térmica.

2.1 Características Fotométricas & Óticas

O desempenho ótico é definido numa condição de teste padrão de corrente direta de 10mA (IF) e uma temperatura do ponto de solda de 25°C.

2.2 Características Elétricas

2.3 Características Térmicas

3. Classificações Absolutas Máximas

Exceder estes limites pode causar danos permanentes ao dispositivo. Não são condições de operação.

4. Explicação do Sistema de Binning

Para garantir consistência de cor e brilho na produção, os LEDs são classificados em bins. Este dispositivo usa duas estruturas de binning primárias.

4.1 Binning de Intensidade Luminosa

A saída luminosa é classificada em grupos denotados por um código alfanumérico (ex., L1, R2, T1). Cada bin define uma intensidade luminosa mínima e máxima em milicandelas (mcd). Os bins seguem uma progressão logarítmica, tipicamente onde o máximo de um bin é aproximadamente 1.26 vezes (a quinta raiz de 10) o seu mínimo. Para este número de parte específico, os bins de saída possíveis destacados centram-se na gama T1/T2 (280-450 mcd), alinhando-se com o valor típico de 300 mcd. A medição do fluxo luminoso tem uma tolerância de ±8%.

4.2 Binning de Coordenadas de Cromaticidade (Azul Céu)

A cor é definida dentro do diagrama de cromaticidade CIE 1931 (x, y). A ficha técnica mostra um gráfico detalhado da estrutura de bins para azul céu. Os bins são rotulados (ex., JA1, JA2, JA11) e cada um é definido por quatro pontos de coordenadas formando um quadrilátero no gráfico de cores. As coordenadas típicas (0.16, 0.08) situam-se dentro desta estrutura. A tolerância apertada de ±0.005 garante variação de cor visual mínima entre unidades do mesmo bin.

5. Análise das Curvas de Desempenho

Os gráficos fornecidos ilustram como os parâmetros-chave mudam com as condições de operação, o que é vital para análise de design dinâmico.

5.1 Corrente Direta vs. Tensão Direta (Curva I-V)

Este gráfico mostra a relação exponencial típica dos díodos. A 25°C, a tensão aumenta de aproximadamente 2.9V a 5mA para cerca de 3.3V a 25mA. Esta curva é essencial para calcular o valor do resistor limitador de corrente e a dissipação de potência no LED.

5.2 Intensidade Luminosa Relativa vs. Corrente Direta

A saída de luz aumenta de forma super-linear com a corrente. A 10mA, a intensidade relativa é definida como 1.0. Aumenta para cerca de 2.2 a 25mA. Isto mostra que conduzir o LED acima dos típicos 10mA produz mais luz, mas também aumenta o calor e reduz a eficiência (lúmens por watt).

5.3 Dependência da Temperatura

5.4 Distribuição Espectral & Padrão de Radiação

O gráfico de distribuição espectral relativa mostra um comprimento de onda de pico característico de um LED azul com um revestimento de fósforo para produzir a cor azul céu, resultando num espectro de emissão mais amplo do que um chip azul puro. O diagrama do padrão de radiação confirma o perfil de emissão tipo Lambertiano com um ângulo de visão de 120 graus.

5.5 Derating da Corrente Direta & Capacidade de Pulso

A curva de derating obriga a que a corrente direta contínua máxima permitida seja reduzida à medida que a temperatura do ponto de solda aumenta. Na temperatura máxima de operação do ponto de 110°C, a corrente não deve exceder 20mA. O gráfico de capacidade de manuseio de pulso mostra que para ciclos de trabalho muito curtos, o LED pode suportar correntes de pico (IFP) muito mais altas do que a sua classificação CC.

6. Informação Mecânica & do Encapsulamento

6.1 Dimensões Mecânicas

O encapsulamento PLCC-2 tem um tamanho do corpo de aproximadamente 3.1mm (comprimento) x 2.8mm (largura) x 1.9mm (altura). São fornecidos desenhos detalhados com tolerâncias para as dimensões gerais, espaçamento dos terminais e detalhes da cavidade.

6.2 Layout Recomendado para os Pads de Solda

É sugerido um design de padrão de solda para o layout da PCB, de modo a garantir soldagem confiável e alinhamento correto. As dimensões dos pads são tipicamente ligeiramente maiores do que os terminais do dispositivo para facilitar bons filetes de solda.

6.3 Identificação da Polaridade

O encapsulamento PLCC-2 tem um indicador de polaridade incorporado. Um canto do dispositivo é chanfrado ou entalhado. O cátodo (-) está tipicamente localizado neste canto identificado. O desenho na ficha técnica marca claramente o ânodo e o cátodo.

7. Diretrizes de Soldagem & Montagem

7.1 Perfil de Soldagem por Refluxo

É fornecido um perfil de refluxo recomendado, em conformidade com os processos padrão sem chumbo (Pb-free). O parâmetro-chave é uma temperatura de pico de 260°C, que o dispositivo pode suportar até 30 segundos. As taxas de pré-aquecimento, imersão, refluxo e arrefecimento são especificadas para minimizar o stress térmico no componente.

7.2 Precauções de Utilização

7.3 Nível de Sensibilidade à Humidade (MSL)

O dispositivo tem classificação MSL 2. Isto significa que pode ser exposto às condições do chão de fábrica (≤ 30°C / 60% RH) até um ano. Se o saco selado a seco for aberto, os componentes devem ser soldados dentro de uma semana, ou requerem pré-aquecimento antes do refluxo para prevenir danos por "popcorning".

8. Embalagem & Informação de Encomenda

8.1 Informação de Embalagem

Os LEDs são fornecidos em fita transportadora relevada e carretel para montagem automática pick-and-place. A ficha técnica especifica a largura da fita, dimensões dos compartimentos, diâmetro do carretel e número de componentes por carretel.

8.2 Número de Parte & Informação de Encomenda

O sistema de numeração de parte não é totalmente detalhado no excerto, mas tipicamente codifica atributos-chave como tipo de encapsulamento, cor, bin de brilho e possivelmente bin de cor. A encomenda específica envolveria a seleção dos bins de intensidade luminosa e cromaticidade desejados a partir das opções disponíveis.

9. Considerações de Design de Aplicação

9.1 Design do Circuito

Para operação básica com uma fonte de tensão constante (VCC), calcule o resistor em série (RS) usando: RS= (VCC- VF) / IF. Utilize o VFmáximo da ficha técnica para garantir que a corrente mínima é atingida em todas as condições. Por exemplo, com uma alimentação de 5V e uma IFdesejada de 10mA: RS= (5V - 3.75V) / 0.01A = 125Ω. Utilize o próximo valor padrão, 130Ω. A classificação de potência do resistor deve ser pelo menos IF2* RS= 0.013W, portanto um resistor de 1/8W ou 1/10W é suficiente.

9.2 Design Térmico em Aplicações Automotivas

Num interior automotivo, as temperaturas ambientes podem facilmente atingir 85°C. Se o LED for montado numa PCB pequena com cobre limitado, a temperatura do ponto de solda (TS) pode aproximar-se da ambiente. Pela curva de derating, a TS=85°C, a IFmáxima permitida ainda está acima de 20mA, portanto o acionamento a 10mA é seguro. No entanto, se o LED for colocado perto de outros componentes geradores de calor, a temperatura local pode ser mais alta, necessitando de uma análise térmica.

9.3 Integração Ótica

O ângulo de visão de 120 graus fornece iluminação ampla e uniforme. Para aplicações que requerem um feixe mais focado, seria necessária uma ótica secundária externa (lente). O material da lente de plástico pode ser sensível à exposição prolongada a luz UV intensa, o que geralmente não é uma preocupação para aplicações interiores.

10. Comparação & Diferenciação Técnica

Comparado com LEDs PLCC-2 genéricos não automotivos, os diferenciadores-chave deste dispositivo são a sua qualificação AEC-Q101 e a estrutura de binning detalhada e garantida. Muitos LEDs padrão têm tolerâncias mais amplas na intensidade luminosa e cor, o que pode levar a inconsistências visíveis num produto final. A classificação ESD de 8kV também é mais alta do que a de muitos LEDs comerciais básicos. A ampla gama de temperatura de operação (-40 a +110°C) tem como alvo específico os requisitos automotivos, enquanto os LEDs de consumo têm frequentemente uma gama mais estreita como -20 a +85°C.

11. Perguntas Frequentes (Baseadas em Parâmetros Técnicos)

P: Posso acionar este LED continuamente a 20mA?

R: Sim, mas apenas se a temperatura do ponto de solda (TS) estiver a 25°C ou abaixo. À medida que TSaumenta, a corrente máxima permitida diminui de acordo com a curva de derating. A uma temperatura elevada típica, uma corrente mais baixa como 10-15mA é mais segura para a confiabilidade a longo prazo.

P: A VFtípica é 3.1V, mas o meu circuito mede 3.0V. Isto é um problema?

R: Não. A VFtem uma gama (2.75V a 3.75V) e uma distribuição de produção. Uma medição de 3.0V está bem dentro dos valores mínimo e típico especificados. A sua intensidade luminosa real pode ser ligeiramente diferente da prevista pela curva típica, mas ainda estará dentro dos limites do binning.

P: Por que é que a intensidade luminosa é especificada a 10mA em vez do máximo de 20mA?

R: 10mA é a condição de teste padrão que garante medição e comparação consistentes entre diferentes LEDs e fabricantes. Representa um ponto de operação comum que equilibra brilho, eficiência e longevidade do dispositivo.

P: Como seleciono o bin correto para a minha aplicação?

R: Para aplicações onde múltiplos LEDs são usados lado a lado (ex., uma barra de luz), selecione um bin de intensidade luminosa apertado (ex., apenas T1) e um único código de bin de cromaticidade para garantir brilho e cor uniformes. Para aplicações de LED único, um bin mais amplo como T1/T2 pode ser aceitável e potencialmente mais económico.

12. Estudo de Caso de Implementação

Cenário:A projetar a retroiluminação para um painel de interruptores da consola central automotiva. São necessários quatro LEDs azul céu idênticos para iluminar quatro botões uniformemente.

Passos do Design:

1. Design Elétrico:A alimentação do veículo é 12V nominal. Utilizando um regulador linear para fornecer uma linha estável de 5V para os LEDs. Para cada LED: RS= (5V - 3.75V) / 0.01A = 125Ω. Utilize resistores de 130Ω, 1/10W. Consumo total de corrente: 4 * 10mA = 40mA.

2. Seleção Ótica & de Binning:Para garantir que os quatro botões pareçam idênticos, encomende todos os LEDs do mesmo bin de intensidade luminosa (ex., T1: 280-355 mcd) e do mesmo bin de cromaticidade (ex., JA1). Isto minimiza a variação entre unidades.

3. Layout & Térmico:O interior da consola pode atingir 80°C. Os LEDs serão montados numa PCB pequena. Para manter TSbaixa, utilize uma PCB com pelo menos 1oz de cobre e ligue os pads térmicos do LED a uma pequena área de cobre. A curva de derating mostra que a operação a 10mA ainda é segura a esta temperatura.

4. Validação:Construa um protótipo e meça a saída de luz e cor à temperatura ambiente e após um teste de estabilização térmica a 80°C. Verifique que a queda de intensidade a alta temperatura é aceitável para a aplicação.

13. Visão Geral do Princípio Tecnológico

Este LED é baseado na eletroluminescência de semicondutor. Uma polarização direta aplicada através da junção p-n faz com que eletrões e lacunas se recombinem, libertando energia na forma de fotões. O material semicondutor base (tipicamente InGaN) emite luz no espectro azul. Para alcançar a cor azul céu, a luz azul do chip é parcialmente convertida por um revestimento de fósforo (frequentemente baseado em granada de ítrio e alumínio dopada com cério ou materiais similares). A mistura da emissão azul direta e da luz de espectro mais amplo convertida resulta no ponto de cor azul céu final definido pelas coordenadas CIE. O encapsulamento PLCC-2 fornece uma lente de plástico moldada que molda a saída de luz no padrão de radiação desejado de 120 graus e protege o chip semicondutor e as ligações por fio.

14. Tendências da Indústria

O mercado para LEDs SMD em interiores automotivos continua a crescer, impulsionado pela maior adoção de iluminação ambiente e conjuntos de instrumentos totalmente digitais. As tendências incluem:

Maior Eficiência:O desenvolvimento contínuo visa fornecer maior intensidade luminosa (mcd) às mesmas ou menores correntes de acionamento, reduzindo o consumo de energia e a carga térmica.

Ajuste de Cor & Consistência:A procura por cores precisas e consistentes entre múltiplos LEDs e ao longo da vida útil do produto está a aumentar, levando a especificações de binning mais apertadas e drivers de LED programáveis multi-canal.

Integração:Existe uma tendência para integrar múltiplos chips de LED (ex., RGB) num único encapsulamento ou combinar o LED com um CI driver para design simplificado.

Foco na Confiabilidade:À medida que os LEDs se tornam mais críticos em aplicações adjacentes à segurança (ex., indicadores de aviso), os padrões de qualificação como o AEC-Q102 (o sucessor do AEC-Q101 para optoeletrónica discreta) estão a tornar-se mais rigorosos, exigindo dados de teste de vida útil e stress mais abrangentes dos fornecedores.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.