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Ficha Técnica do LED Azul SMD 19-217 - Pacote 2.0x1.25x0.8mm - Tensão 2.6-2.9V - Potência 40mW - Documentação Técnica em Português

Ficha técnica completa do LED Azul SMD 19-217. Características incluem chip InGaN, comprimento de onda 468nm, ângulo de visão 120°, conformidade RoHS e especificações detalhadas para projeto e aplicação.
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Capa do documento PDF - Ficha Técnica do LED Azul SMD 19-217 - Pacote 2.0x1.25x0.8mm - Tensão 2.6-2.9V - Potência 40mW - Documentação Técnica em Português

Índice

1. Visão Geral do Produto

O 19-217 é um LED azul de montagem em superfície compacto, projetado para aplicações eletrónicas modernas que requerem soluções confiáveis de sinalização e retroiluminação. Este componente utiliza um chip semicondutor de InGaN (Nitreto de Gálio e Índio) para produzir luz no espectro azul, com um comprimento de onda de pico típico de 468 nanómetros. A sua principal vantagem reside na sua pegada minúscula, que permite economias significativas de espaço nas placas de circuito impresso (PCBs) e facilita uma maior densidade de embalagem em comparação com componentes tradicionais com terminais. O dispositivo está em total conformidade com os padrões ambientais e de fabrico contemporâneos, incluindo RoHS (Restrição de Substâncias Perigosas), regulamentos REACH da UE, e é classificado como livre de halogéneos.

1.1 Vantagens Principais e Mercado-Alvo

O design do LED SMD 19-217 oferece vários benefícios-chave para engenheiros e projetistas. O seu tamanho reduzido e natureza leve tornam-no ideal para aplicações onde o espaço e o peso são restrições críticas. O pacote é fornecido em fita de 8mm enrolada numa bobina de 7 polegadas de diâmetro, tornando-o totalmente compatível com equipamentos de montagem automática de pick-and-place de alta velocidade, otimizando assim o processo de fabrico. O LED também é compatível com os processos padrão de soldagem por refluxo infravermelho e de fase de vapor. Os seus principais mercados-alvo incluem eletrónica automotiva (para retroiluminação de painéis de instrumentos e interruptores), equipamentos de telecomunicações (para indicadores em telefones e faxes), eletrónica de consumo para retroiluminação de LCD e aplicações gerais de sinalização.

2. Análise Aprofundada dos Parâmetros Técnicos

Esta secção fornece uma análise objetiva e detalhada dos principais parâmetros elétricos, óticos e térmicos especificados na ficha técnica, cruciais para o projeto correto do circuito e avaliação da fiabilidade.

2.1 Valores Máximos Absolutos

Os Valores Máximos Absolutos definem os limites de stress além dos quais pode ocorrer dano permanente no dispositivo. Estas não são condições de operação normal.

2.2 Características Eletro-Ópticas

Estes parâmetros são medidos numa condição de teste padrão de Ta=25°C e IF=2mA, salvo indicação em contrário. Eles definem o desempenho ótico do LED.

3. Explicação do Sistema de Binning

Para garantir desempenho consistente na produção em massa, os LEDs são classificados em bins com base em parâmetros-chave. O 19-217 utiliza um sistema de binning tridimensional.

3.1 Binning de Intensidade Luminosa

Os LEDs são categorizados em quatro bins (K1, K2, L1, L2) com base na sua intensidade luminosa medida a 2mA.

Uma tolerância de ±11% é aplicada aos limites dos bins.

3.2 Binning de Comprimento de Onda Dominante

A cor é controlada dentro de um único bin para este produto.

3.3 Binning de Tensão Direta

A tensão direta é classificada em três bins para auxiliar no projeto de drivers de corrente consistentes.

Uma tolerância de ±0,05V é aplicada.

4. Análise das Curvas de Desempenho

A ficha técnica fornece vários gráficos característicos que são essenciais para compreender o comportamento do LED sob diferentes condições de operação.

4.1 Intensidade Luminosa Relativa vs. Corrente Direta

Esta curva mostra que a saída luminosa não é linear com a corrente. Aumenta com a corrente, mas acabará por saturar. Operar acima da corrente contínua recomendada (10mA) pode levar a eficiência reduzida e envelhecimento acelerado.

4.2 Intensidade Luminosa Relativa vs. Temperatura Ambiente

Este gráfico demonstra o coeficiente de temperatura negativo da saída de luz do LED. À medida que a temperatura da junção aumenta, a intensidade luminosa diminui. Para o 19-217, a saída pode cair significativamente à medida que a temperatura ambiente se aproxima do limite máximo de operação de 85°C. Isto deve ser considerado em projetos que requerem brilho consistente numa ampla faixa de temperatura.

4.3 Curva de Derating da Corrente Direta

Este é um dos gráficos mais críticos para a fiabilidade. Mostra a corrente direta contínua máxima permitida em função da temperatura ambiente. À medida que a temperatura sobe, a corrente segura máxima diminui. A 85°C, a corrente permitida é substancialmente inferior à classificação de 10mA a 25°C. A falha em reduzir a corrente pode levar a fuga térmica e falha do dispositivo.

4.4 Tensão Direta vs. Corrente Direta

Esta curva IV (Corrente-Tensão) mostra a relação exponencial típica de um díodo. A tensão aumenta logaritmicamente com a corrente. A curva é essencial para selecionar um resistor limitador de corrente apropriado ou projetar um driver de corrente constante.

4.5 Distribuição Espectral e Padrão de Radiação

O gráfico espectral confirma a emissão azul centrada em torno de 468nm com um FWHM de aproximadamente 25nm. O diagrama do padrão de radiação ilustra a distribuição espacial da luz, confirmando o padrão de emissão tipo Lambertiano com o ângulo de visão especificado de 120°.

5. Informações Mecânicas e do Pacote

5.1 Dimensões do Pacote

O 19-217 apresenta um pacote SMD padrão. As dimensões-chave (em milímetros) incluem um tamanho do corpo de aproximadamente 2,0mm de comprimento, 1,25mm de largura e 0,8mm de altura. A ficha técnica fornece um desenho detalhado com tolerâncias de ±0,1mm, salvo indicação em contrário. O ânodo e o cátodo estão claramente marcados, o que é crucial para a orientação correta durante a montagem.

5.2 Identificação da Polaridade

A polaridade correta é vital para a operação do LED. O pacote inclui marcadores visuais (tipicamente um entalhe ou uma marca verde) para identificar o cátodo. Os projetistas devem garantir que a pegada na PCB corresponda a esta orientação.

6. Diretrizes de Soldagem e Montagem

O manuseio e soldagem adequados são críticos para o rendimento e a fiabilidade a longo prazo.

6.1 Armazenamento e Sensibilidade à Umidade

Os LEDs são embalados num saco resistente à humidade com dessecante. O saco não deve ser aberto até que os componentes estejam prontos para uso. Após a abertura, as peças não utilizadas devem ser armazenadas a ≤30°C e ≤60% de Humidade Relativa (HR) e usadas dentro de 168 horas (7 dias). Se este prazo for excedido, é necessário um tratamento de secagem a 60±5°C durante 24 horas antes da soldagem para evitar o "efeito pipoca" (fissuração do pacote devido à pressão de vapor durante o refluxo).

6.2 Perfil de Soldagem por Refluxo

É especificado um perfil de refluxo sem chumbo:

A soldagem por refluxo não deve ser realizada mais de duas vezes. Deve-se evitar stress no corpo do LED durante o aquecimento e empenamento da PCB após a soldagem.

6.3 Soldagem Manual e Retrabalho

Se a soldagem manual for necessária, a temperatura da ponta do ferro deve estar abaixo de 350°C, aplicada por não mais de 3 segundos por terminal, utilizando um ferro de soldar com potência nominal abaixo de 25W. Deve ser permitido um intervalo de arrefecimento de pelo menos 2 segundos entre terminais. O retrabalho é fortemente desencorajado. Se for inevitável, deve ser utilizado um ferro de soldar de dupla cabeça especializado para aquecer simultaneamente ambos os terminais e evitar stress mecânico nas juntas de solda.

7. Informações de Embalagem e Pedido

7.1 Especificações da Fita e da Bobina

Os componentes são fornecidos em fita transportadora relevada com dimensões fornecidas na ficha técnica. A fita tem 8mm de largura e é enrolada numa bobina padrão de 7 polegadas (178mm) de diâmetro. Cada bobina contém 3000 peças.

7.2 Explicação do Rótulo

O rótulo da bobina contém informações críticas para rastreabilidade e aplicação correta:

8. Sugestões de Aplicação e Considerações de Projeto

8.1 Cenários de Aplicação Típicos

8.2 Considerações Críticas de Projeto

  1. Limitação de Corrente é Obrigatória:Um resistor limitador de corrente externo ou um driver de corrente constante DEVE ser usado em série com o LED. A tensão direta tem um coeficiente de temperatura negativo, o que significa que diminui à medida que a temperatura sobe. Sem limitação de corrente, um pequeno aumento na tensão ou temperatura pode causar um grande aumento, potencialmente destrutivo, na corrente.
  2. Gestão Térmica:Considere o ambiente operacional. Use a curva de derating para selecionar uma corrente de operação apropriada, especialmente se a temperatura ambiente for alta ou a PCB tiver dissipação de calor deficiente.
  3. Proteção ESD:Implemente proteção ESD nas linhas de entrada se o LED for acessível ao utilizador, e faça cumprir procedimentos de manuseio seguros contra ESD durante a montagem.
  4. Projeto Ótico:O ângulo de visão de 120° fornece cobertura ampla. Para luz focada, pode ser necessária uma lente externa ou guia de luz.

9. Comparação e Diferenciação Técnica

Embora existam muitos LEDs azuis SMD, a combinação de parâmetros do 19-217 posiciona-o para casos de uso específicos. Em comparação com pacotes menores (ex.: 0402), oferece maior saída de luz e potencialmente melhor dissipação de calor devido ao seu tamanho maior. Comparado com LEDs de alta potência, opera com corrente muito mais baixa e requer circuitos de acionamento mais simples, tornando-o rentável para aplicações de sinalização. A sua conformidade explícita com padrões livres de halogéneos e REACH é um diferenciador-chave para mercados com regulamentações ambientais rigorosas, como a União Europeia.

10. Perguntas Frequentes (Baseadas nos Parâmetros Técnicos)

10.1 Por que um resistor limitador de corrente é absolutamente necessário?

Os LEDs são dispositivos acionados por corrente, não por tensão. A característica V-I é exponencial. Na tensão direta típica de ~2,8V, uma mudança muito pequena na tensão de alimentação ou uma queda na Vf do LED devido ao aquecimento pode fazer com que a corrente aumente drasticamente, excedendo a classificação máxima e destruindo o dispositivo. Um resistor define uma corrente fixa com base na Lei de Ohm (I = (Valimentação - Vf) / R).

10.2 Posso acionar este LED diretamente a partir de uma saída lógica de 3.3V ou 5V?

Não, não diretamente.Um pino GPIO de um microcontrolador normalmente não pode fornecer corrente suficiente (muitas vezes limitada a 20-25mA) de forma segura e consistente para um LED, e carece de regulação de corrente. Deve usar um resistor em série. Para uma alimentação de 3,3V e uma corrente-alvo de 5mA com uma Vf de 2,8V, o valor do resistor seria R = (3,3V - 2,8V) / 0,005A = 100 Ohms. Verifique sempre a capacidade de fornecimento de corrente do pino do microcontrolador.

10.3 O que significa o ângulo de visão de 120° para o meu projeto?

Significa que a luz é emitida num cone amplo. Se precisar que o LED seja visível de muitos ângulos (ex.: um indicador de painel), isto é ideal. Se precisar de um feixe de luz focado (ex.: para iluminar um ponto específico), este LED sozinho não é adequado e exigiria ótica secundária.

10.4 Quão crítico é o prazo de 7 dias após a abertura do saco de barreira de umidade?

Muito crítico para soldagem por refluxo. A humidade absorvida pelo pacote plástico pode transformar-se em vapor durante o ciclo de refluxo de alta temperatura, causando delaminação interna ou fissuração ("efeito pipoca"), o que leva a falha imediata ou latente. Se o saco estiver aberto há mais de 168 horas, o procedimento de secagem deve ser seguido.

11. Caso Prático de Projeto e Uso

Cenário: Projetar um indicador de estado para um router de consumo.O LED precisa mostrar "energia ligada" e "atividade WAN" (piscando). O sistema usa uma linha de 3,3V. Para garantir vida longa e evitar sobrecarregar o microcontrolador, é usado um transistor externo (ex.: um pequeno NPN ou um NFET) para comutar o LED. Um resistor em série é colocado entre a linha de 3,3V e o ânodo do LED, e o transistor comuta o cátodo para o terra. Escolher uma corrente conservadora de 5mA para a indicação contínua de "energia" e usar a Vf máxima de 2,9V para o cálculo garante brilho em todas as condições: R = (3,3V - 2,9V) / 0,005A = 80 Ohms (use um resistor padrão de 82 Ohm). A dissipação de potência no LED é Pd = Vf * If = 2,9V * 0,005A = 14,5mW, bem abaixo do máximo de 40mW, garantindo excelente fiabilidade mesmo num invólucro potencialmente quente.

12. Introdução ao Princípio de Funcionamento

O LED 19-217 opera com base no princípio da eletroluminescência numa junção p-n semicondutora. A região ativa é composta por InGaN. Quando uma tensão direta que excede o potencial interno da junção é aplicada, eletrões da região tipo-n e lacunas da região tipo-p são injetados na região ativa. Quando estes portadores de carga se recombinam, libertam energia na forma de fotões (luz). A composição específica da liga de InGaN determina a energia da banda proibida, que corresponde diretamente ao comprimento de onda (cor) da luz emitida—neste caso, azul (~468 nm). O pacote de resina epóxi serve para proteger o chip semicondutor, fornecer estabilidade mecânica e atua como uma lente primária para moldar a saída de luz.

13. Tendências e Contexto Tecnológico

Este dispositivo representa um segmento maduro e otimizado em custo da tecnologia LED. O uso de InGaN para emissão azul está bem estabelecido. As tendências atuais em LEDs SMD do tipo indicador focam-se em várias áreas: 1)Miniaturização:Pacotes ainda menores que o 19-217 estão disponíveis (ex.: 0402, 0201) para placas de ultra-alta densidade. 2)Maior Eficiência:Novos designs de chips e materiais continuam a melhorar os lúmens por watt, permitindo correntes de operação mais baixas e consumo de energia reduzido. 3)Fiabilidade e Consistência Melhoradas:Técnicas avançadas de fabrico e binning produzem distribuições de parâmetros mais apertadas. 4)Ampla Conformidade Ambiental:Como visto nesta peça, a conformidade com os padrões RoHS, REACH e livre de halogéneos é agora uma expectativa básica para o acesso ao mercado global. O 19-217 encaixa-se em aplicações onde um componente comprovado, confiável e padronizado é preferido em detrimento do desempenho de ponta.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.