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Ficha Técnica do LED SMD LTST-C950KSKT - Amarelo AlInGaP - 25mA - 62.5mW - Documento Técnico em Português

Ficha técnica completa do LED SMD LTST-C950KSKT. Características: chip AlInGaP, cor amarela, corrente direta de 25mA, dissipação de 62.5mW e compatível com soldagem por refluxo IR.
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1. Visão Geral do Produto

O LTST-C950KSKT é um LED de montagem em superfície de alta luminosidade, projetado para aplicações eletrónicas modernas que requerem fontes de luz compactas, eficientes e confiáveis. Utilizando a tecnologia avançada de chip AlInGaP (Fosfeto de Alumínio, Índio e Gálio), este LED oferece intensidade luminosa superior num encapsulamento miniatura. O seu principal objetivo de design é facilitar os processos de montagem automatizada, fornecendo desempenho consistente em ambientes com espaço limitado.

1.1 Vantagens Principais

As principais vantagens deste componente derivam do seu material e construção. O material semicondutor AlInGaP é conhecido pela sua alta eficiência e excelente pureza de cor no espectro amarelo-laranja-vermelho. O design da lente em forma de cúpula melhora a extração de luz e o ângulo de visão. Além disso, o dispositivo é totalmente compatível com as diretivas RoHS (Restrição de Substâncias Perigosas), tornando-o adequado para mercados globais com regulamentações ambientais rigorosas. A sua compatibilidade com processos de soldagem por refluxo por infravermelhos (IR) alinha-se com as linhas de montagem modernas de PCB sem chumbo (Pb-free), garantindo fabricabilidade em grande volume.

1.2 Mercado-Alvo e Aplicações

Este LED é projetado para uma ampla gama de eletrónica de consumo e industrial. Os seus principais mercados-alvo incluem telecomunicações (ex.: telemóveis e telefones sem fios), informática (computadores portáteis, teclados), sistemas de rede, eletrodomésticos e sinalização interior. Aplicações específicas aproveitam o seu brilho e fator de forma compacto para retroiluminação de teclados, indicação de estado, micro-displays e vários sinais ou símbolos luminosos.

2. Parâmetros Técnicos: Interpretação Objetiva e Detalhada

Compreender as características elétricas e óticas é crucial para um design de circuito adequado e previsão de desempenho.

2.1 Especificações Máximas Absolutas

Estas especificações definem os limites de stress além dos quais pode ocorrer dano permanente. O dispositivo pode dissipar um máximo de 62.5mW de potência. A corrente direta contínua em DC é especificada em 25mA, enquanto uma corrente direta de pico mais elevada de 60mA é permitida em condições pulsadas (ciclo de trabalho de 1/10, largura de pulso de 0.1ms). A tensão reversa máxima é de 5V. As faixas de temperatura de operação e armazenamento são, respetivamente, -30°C a +85°C e -40°C a +85°C. Exceder estes limites, especialmente corrente e temperatura, pode degradar a vida útil e a saída luminosa do LED.

2.2 Características Elétricas e Óticas

Medidos a uma temperatura de junção padrão de 25°C e uma corrente direta (IF) de 20mA, são definidos os parâmetros de desempenho típicos. A intensidade luminosa (Iv) tem uma ampla gama, desde um mínimo de 1120 milicandelas (mcd) até um máximo de 4500 mcd, com valores típicos esperados dentro desta faixa de binning. O ângulo de visão (2θ1/2), onde a intensidade é metade do valor no eixo, é de 25 graus, indicando um feixe relativamente focado. O comprimento de onda de emissão de pico (λP) é de 588 nm, situando-o firmemente no espectro amarelo. O comprimento de onda dominante (λd) varia entre 584.5 nm e 597.0 nm, dependendo do bin. A tensão direta (VF) situa-se tipicamente entre 1.8V e 2.4V a 20mA, o que é importante para o design do driver. A corrente reversa (IR) é especificada com um máximo de 10 μA quando aplicada uma polarização reversa de 5V.

3. Explicação do Sistema de Binning

Para garantir consistência de cor e brilho na produção, os LEDs são classificados em bins com base em parâmetros-chave.

3.1 Binning da Tensão Direta (VF)

Os LEDs são categorizados em três bins de tensão (D2, D3, D4) com intervalos de 1.8-2.0V, 2.0-2.2V e 2.2-2.4V, respetivamente, medidos a 20mA. Uma tolerância de ±0.1V é aplicada a cada bin. Isto permite aos designers selecionar LEDs com correspondência de tensão mais apertada para aplicações onde a regulação de corrente é crítica.

3.2 Binning da Intensidade Luminosa (IV)

O brilho é classificado em três bins: W (1120-1800 mcd), X (1800-2800 mcd) e Y (2800-4500 mcd), todos a 20mA. Uma tolerância de ±15% é aplicada por bin. Este binning é essencial para aplicações que requerem brilho uniforme em múltiplos indicadores.

3.3 Binning do Tom (Comprimento de Onda Dominante)

O tom de cor é controlado com precisão através de cinco bins de comprimento de onda: H (584.5-587.0 nm), J (587.0-589.5 nm), K (589.5-592.0 nm), L (592.0-594.5 nm) e M (594.5-597.0 nm), com uma tolerância de ±1 nm. Isto garante variação de cor mínima entre diferentes unidades num único lote de produção ou aplicação.

4. Análise das Curvas de Desempenho

Embora gráficos específicos sejam referenciados na ficha técnica, as suas implicações são padrão. A curva de corrente direta vs. tensão direta (I-V) mostra a relação exponencial típica dos díodos. A curva de intensidade luminosa vs. corrente direta demonstra como a saída aumenta com a corrente, mas os designers devem permanecer dentro das especificações máximas absolutas. A curva de distribuição espectral centra-se em torno de 588 nm com uma largura a meia altura (Δλ) típica de 15 nm, confirmando uma cor amarela pura. O desempenho variará com a temperatura ambiente; a intensidade luminosa geralmente diminui à medida que a temperatura aumenta.

5. Informação Mecânica e do Encapsulamento

5.1 Dimensões do Encapsulamento

O LED está em conformidade com o contorno padrão de encapsulamento SMD. As dimensões críticas incluem o tamanho do corpo, o espaçamento dos terminais e a altura total. Todas as dimensões são fornecidas em milímetros com uma tolerância padrão de ±0.1mm, salvo indicação em contrário. A lente é transparente, e a cor da fonte é amarela proveniente do chip AlInGaP.

5.2 Identificação de Polaridade e Design das Pistas

O componente possui marcações de ânodo e cátodo. É fornecido um padrão de pistas (footprint) recomendado para PCB, para garantir a formação adequada da junta de solda, estabilidade mecânica e gestão térmica durante e após o processo de soldagem. Aderir a este design é crítico para uma montagem confiável.

6. Diretrizes de Soldagem e Montagem

6.1 Condições de Soldagem por Refluxo IR

Para processos sem chumbo (Pb-free), é especificada uma temperatura de pico de refluxo de 260°C, com o corpo do componente a esta temperatura por um máximo de 10 segundos. É recomendada uma fase de pré-aquecimento. O perfil deve seguir os padrões JEDEC para prevenir choque térmico e garantir juntas de solda confiáveis sem danificar a estrutura interna do LED ou a lente de epóxi.

6.2 Soldagem Manual

Se for necessária soldagem manual com ferro, a temperatura da ponta não deve exceder 300°C, e o tempo de contacto deve ser limitado a um máximo de 3 segundos por pista. Isto deve ser realizado apenas uma vez para evitar danos térmicos.

6.3 Armazenamento e Manuseamento

Os LEDs são sensíveis à humidade (MSL 3). Quando armazenados na sua embalagem selada à prova de humidade original com dessecante, têm uma vida útil de prateleira de um ano sob condições de ≤30°C e ≤90% RH. Uma vez aberta a embalagem, devem ser utilizados dentro de uma semana. Para armazenamento mais prolongado após abertura, devem ser mantidos num ambiente seco (≤30°C, ≤60% RH, de preferência num recipiente selado com dessecante). Se expostos por mais de uma semana, é necessário um processo de "bake-out" a aproximadamente 60°C durante pelo menos 20 horas antes da soldagem, para prevenir o fenómeno de "popcorning" durante o refluxo.

6.4 Limpeza

Se for necessária limpeza após a soldagem, devem ser utilizados apenas solventes à base de álcool especificados, como álcool isopropílico (IPA) ou etanol. Produtos químicos não especificados podem danificar o encapsulamento ou a lente do LED.

7. Embalagem e Informação de Encomenda

Os LEDs são fornecidos em fita transportadora relevada com 8mm de largura, enrolada em bobinas com diâmetro de 7 polegadas (178mm). Cada bobina contém 2000 peças. Para quantidades inferiores a uma bobina completa, está disponível uma quantidade mínima de embalagem de 500 peças. A embalagem segue os padrões ANSI/EIA-481. O número de peça LTST-C950KSKT identifica exclusivamente esta variante específica de LED SMD amarelo AlInGaP.

8. Recomendações de Aplicação

8.1 Circuitos de Aplicação Típicos

O LED deve ser acionado com um mecanismo de limitação de corrente. Um simples resistor em série é suficiente para muitas aplicações, calculado como R = (Vfonte - VF) / IF, onde VF é a tensão direta da ficha técnica (utilize o valor máximo para o cálculo da potência do resistor no pior caso). Para brilho constante através de variações de temperatura ou tensão de alimentação, é recomendado um driver de corrente constante. A tensão reversa especificada de 5V é baixa, pelo que deve ter-se cuidado no design do circuito para evitar polarização reversa acidental.

8.2 Considerações de Design

Gestão Térmica:Embora a dissipação de potência seja baixa, manter uma baixa temperatura de junção é fundamental para a fiabilidade a longo prazo e saída de luz estável. Garanta área de cobre de PCB adequada ou vias térmicas para dissipação de calor se operar a altas temperaturas ambientes ou próximo da corrente máxima.
Proteção contra ESD:O dispositivo é sensível à descarga eletrostática (ESD). Devem ser utilizados controlos ESD adequados (pulseiras, bancadas de trabalho aterradas) durante o manuseamento. A incorporação de díodos de proteção ESD na PCB pode ser necessária em ambientes sensíveis.
Design Ótico:O ângulo de visão de 25 graus fornece um feixe focado. Para iluminação mais ampla, podem ser necessárias óticas secundárias como guias de luz ou difusores.

9. Comparação e Diferenciação Técnica

Comparado com os LEDs amarelos tradicionais de GaP (Fosfeto de Gálio), a tecnologia AlInGaP oferece eficiência luminosa significativamente mais elevada, resultando numa saída muito mais brilhante para a mesma corrente de acionamento. O encapsulamento com lente em cúpula proporciona melhor extração de luz e um ângulo de visão mais consistente do que designs planos ou truncados. A sua compatibilidade com soldagem por refluxo IR de alta temperatura diferencia-o de encapsulamentos de LED mais antigos que só suportavam soldagem por onda ou processos manuais, tornando-o ideal para linhas de montagem SMT modernas.

10. Perguntas Frequentes (Baseadas em Parâmetros Técnicos)

P: Qual é a diferença entre comprimento de onda de pico e comprimento de onda dominante?
R: O comprimento de onda de pico (λP) é o comprimento de onda único no qual o espectro de emissão tem a sua intensidade máxima. O comprimento de onda dominante (λd) é o comprimento de onda único percebido pelo olho humano que corresponde à cor do LED, calculado a partir do diagrama de cromaticidade CIE. O λd é frequentemente mais relevante para a especificação de cor.

P: Posso acionar este LED a 30mA para obter mais brilho?
R: Não. A corrente direta contínua máxima absoluta é de 25mA. Exceder esta especificação reduzirá a vida útil do LED e pode causar falha catastrófica. Para maior brilho, selecione um LED de um bin de intensidade luminosa mais elevado (bin Y) ou um produto classificado para corrente mais elevada.

P: Porque é que a condição de armazenamento após abertura é tão rigorosa?
R: O material de encapsulamento de epóxi pode absorver humidade do ar. Durante o processo de soldagem por refluxo de alta temperatura, esta humidade retida pode vaporizar-se rapidamente, criando pressão interna que pode rachar o encapsulamento ("popcorning"). As condições de armazenamento especificadas e os procedimentos de "bake-out" previnem este modo de falha.

11. Estudo de Caso de Aplicação Prática

Cenário: Retroiluminação para um Teclado de Membrana.Um designer precisa de iluminar uniformemente 12 teclas num dispositivo médico portátil. Seleciona o LTST-C950KSKT no bin de brilho Y e no bin de comprimento de onda J para cor consistente. Um LED é colocado sob cada tecla. Um circuito driver de corrente constante é projetado para fornecer 20mA a cada LED, dispostos em strings paralelas com resistores individuais de definição de corrente para contabilizar pequenas variações de VF. O ângulo de visão de 25 graus é suficiente para iluminar cada tecla sem transbordamento excessivo. O design considera a classificação MSL 3, agendando a montagem da placa imediatamente após a abertura da bobina e especificando um "bake" se ocorrerem atrasos.

12. Introdução ao Princípio de Funcionamento

A emissão de luz neste LED baseia-se na eletroluminescência numa junção p-n semicondutora feita de materiais AlInGaP. Quando uma tensão direta é aplicada, eletrões da região tipo-n e lacunas da região tipo-p são injetados na região ativa. Quando estes portadores de carga se recombinam, libertam energia na forma de fotões (luz). A composição específica da liga AlInGaP determina a energia da banda proibida, que corresponde diretamente ao comprimento de onda (cor) da luz emitida — neste caso, amarelo (~588 nm). A lente de epóxi em forma de cúpula serve para proteger o chip semicondutor e extrair eficientemente a luz gerada do material semicondutor de alto índice de refração para o ar.

13. Tendências Tecnológicas

A tendência geral nos LEDs SMD é para maior eficiência (mais lúmens por watt), melhor reprodução de cor e maior densidade de potência em encapsulamentos mais pequenos. A tecnologia AlInGaP representa uma solução madura e altamente eficiente para o espectro vermelho-laranja-amarelo-verde. A investigação em curso foca-se em ganhos de eficiência adicionais através de técnicas de crescimento epitaxial melhoradas e designs de encapsulamento avançados para melhor gestão térmica e extração de luz. A integração de LEDs com drivers ou circuitos de controlo incorporados ("LEDs inteligentes") é também uma tendência crescente, embora este componente específico permaneça um dispositivo optoeletrónico discreto de brilho padrão.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.