Índice
- 1. Visão Geral do Produto
- 2. Análise Profunda dos Parâmetros Técnicos
- 2.1 Características Fotométricas e Elétricas
- 2.2 Valores Máximos Absolutos e Gestão Térmica
- 3. Explicação do Sistema de Binning
- 3.1 Bins de Fluxo Luminoso
- 3.2 Bins de Tensão Direta
- 3.3 Bins de Cor (Cromaticidade)
- 4. Análise das Curvas de Desempenho
- 4.1 Curva IV e Fluxo Luminoso vs. Corrente
- 4.2 Dependência da Temperatura
- 4.3 Distribuição Espectral
- 5. Informações Mecânicas e do Pacote
- 6. Diretrizes de Soldagem e Montagem
- 7. Informações de Embalagem e Pedido
- 8. Recomendações de Aplicação
- 8.1 Cenários de Aplicação Típicos
- 8.2 Considerações de Projeto
- 9. Comparação e Diferenciação Técnica
- 10. Perguntas Frequentes (FAQs)
- 10.1 Qual o significado da classificação MSL 2?
- 10.2 Como interpretar os dois valores diferentes de Resistência Térmica (Rth JS)?
- 10.3 Estes LEDs podem ser usados em paralelo sem balanceamento de corrente?
- 11. Estudo de Caso Prático de Projeto
- 12. Introdução ao Princípio de Funcionamento
- 13. Tendências Tecnológicas
1. Visão Geral do Produto
A série 2820-C02001M-AM é um LED de montagem em superfície (SMD) de alto desempenho, projetado principalmente para aplicações exigentes de iluminação automotiva. É construído para atender a rigorosos padrões de confiabilidade de grau automotivo, incluindo a qualificação AEC-Q102. O LED emite uma luz branca fria e é oferecido em um pacote compacto 2820, tornando-o adequado para projetos com espaço limitado onde é necessária uma iluminação brilhante e consistente.
As principais vantagens desta série incluem sua construção robusta para ambientes de alta confiabilidade, excelente eficiência luminosa e um amplo ângulo de visão de 120 graus que garante uma distribuição de luz ampla e uniforme. Sua conformidade com as diretivas RoHS, REACH e livre de halogênios reforça ainda mais sua adequação para montagens eletrônicas modernas e ecologicamente conscientes.
2. Análise Profunda dos Parâmetros Técnicos
2.1 Características Fotométricas e Elétricas
O desempenho central é definido sob uma condição operacional típica de corrente direta (IF) de 200 mA. Nesta corrente, o LED produz um fluxo luminoso (IV) típico de 80 lúmens (lm), com um mínimo de 70 lm e um máximo de 100 lm. A tensão direta (VF) a 200 mA é tipicamente de 3,00 volts, variando de 2,75V a 3,5V. Este parâmetro é crítico para o projeto do circuito acionador e cálculos de gestão térmica.
As coordenadas de cromaticidade dominantes são especificadas em CIE x=0,3227 e CIE y=0,3351, definindo um ponto de branco frio. A tolerância para estas coordenadas é de ±0,005, garantindo consistência de cor dentro de um lote. O dispositivo oferece um amplo ângulo de visão (φ) de 120 graus, que é o ângulo onde a intensidade luminosa cai para metade do seu valor axial de pico.
2.2 Valores Máximos Absolutos e Gestão Térmica
Para garantir confiabilidade a longo prazo, o dispositivo não deve ser operado além dos seus Valores Máximos Absolutos. A corrente direta contínua máxima (IF) é de 350 mA. O dispositivo pode suportar uma corrente de surto (IFM) de 750 mA para pulsos ≤ 10 µs com um baixo ciclo de trabalho. A temperatura máxima de junção (TJ) é de 150°C.
A gestão térmica é crucial. A resistência térmica da junção ao ponto de solda (Rth JS) tem dois valores especificados: uma medição real de 20-22 K/W e uma medição elétrica de 16 K/W máx. A curva de derating da corrente direta mostra claramente que a corrente contínua permitida deve ser reduzida à medida que a temperatura do ponto de solda (Ts) aumenta acima de 25°C. Por exemplo, a uma Ts de 125°C, o IF máximo permitido é de 350 mA, e diminui linearmente a partir daí.
3. Explicação do Sistema de Binning
Os LEDs são classificados em bins para garantir consistência de desempenho para o utilizador final. Três parâmetros-chave são classificados: Fluxo Luminoso, Tensão Direta e Cromaticidade.
3.1 Bins de Fluxo Luminoso
Os bins de fluxo luminoso são designados por códigos como F7, F8 e F9. Por exemplo, o bin F7 abrange LEDs com um fluxo luminoso entre 70 lm (mín.) e 80 lm (máx.) quando medidos em IF=200mA. Isto permite aos projetistas selecionar o grau de brilho apropriado para a sua aplicação.
3.2 Bins de Tensão Direta
Os bins de tensão direta garantem compatibilidade elétrica. Exemplos incluem o bin 2730 (VF: 2,75V - 3,00V) e o bin 3032 (VF: 3,00V - 3,25V). Combinar LEDs do mesmo bin de tensão pode ajudar a alcançar uma distribuição de corrente uniforme em configurações paralelas.
3.3 Bins de Cor (Cromaticidade)
O diagrama de cromaticidade fornecido mostra a estrutura para bins de branco frio, como 56M, 58M, 61M e 63M. Cada bin é definido por uma área quadrilátera no gráfico de cromaticidade CIE 1931, especificada por quatro conjuntos de coordenadas (x, y). Esta classificação precisa garante um controlo apertado da cor, o que é vital na iluminação automotiva onde muitas vezes é necessário o emparelhamento de cores entre múltiplos LEDs.
4. Análise das Curvas de Desempenho
4.1 Curva IV e Fluxo Luminoso vs. Corrente
O gráfico Corrente Direta vs. Tensão Direta mostra uma relação exponencial típica de um díodo. A 200 mA, o VF está centrado em torno de 3,0V. O gráfico Fluxo Luminoso Relativo vs. Corrente Direta indica que a saída de luz aumenta de forma sub-linear com a corrente. Embora o aumento da corrente impulsione a saída, também aumenta a dissipação de potência e a temperatura de junção, o que pode afetar a longevidade e a estabilidade da cor.
4.2 Dependência da Temperatura
O gráfico Fluxo Luminoso Relativo vs. Temperatura de Junção é crítico para o projeto térmico. A saída luminosa diminui à medida que a temperatura de junção aumenta. A 100°C, o fluxo relativo é aproximadamente 85% do seu valor a 25°C. Isto sublinha a importância de uma dissipação de calor eficaz.
O gráfico Desvio das Coordenadas de Cromaticidade vs. Temperatura de Junção mostra um desvio mínimo (Δx, Δy dentro de ±0,01) na gama de -50°C a +125°C, indicando boa estabilidade de cor com a temperatura. A Tensão Direta tem um coeficiente de temperatura negativo, diminuindo cerca de 2 mV/°C.
4.3 Distribuição Espectral
O gráfico de Distribuição Espectral Relativa mostra um pico na região do comprimento de onda azul (em torno de 450-455 nm) típico de um LED branco convertido por fósforo, com um amplo pico secundário na região amarela proveniente do fósforo, combinando-se para produzir luz branca.
5. Informações Mecânicas e do Pacote
O LED utiliza um pacote SMD 2820 padrão. O desenho mecânico especifica as dimensões físicas em milímetros. As características principais incluem as localizações dos terminais do ânodo e cátodo e a altura total do pacote. O layout recomendado para a solda é fornecido para garantir uma fixação mecânica adequada, conexão elétrica e transferência térmica ideal da almofada térmica do LED para a PCB. Aderir a este padrão de solda é essencial para a confiabilidade, especialmente sob condições de ciclagem térmica experimentadas em ambientes automotivos.
6. Diretrizes de Soldagem e Montagem
O dispositivo é classificado para soldagem por refluxo com uma temperatura de pico de 260°C por um máximo de 30 segundos, de acordo com o perfil IPC/JEDEC J-STD-020. O Nível de Sensibilidade à Humidade (MSL) é 2, o que significa que os componentes devem ser secos em estufa se expostos a condições ambientais por mais de um ano antes do uso. Seguir o perfil de refluxo recomendado e as precauções de manuseamento é obrigatório para evitar fissuras no pacote ou defeitos nas juntas de solda.
7. Informações de Embalagem e Pedido
Os LEDs são fornecidos em fita e bobina para montagem automatizada. A informação de embalagem detalha as dimensões da bobina, largura da fita, espaçamento dos compartimentos e orientação dos componentes na fita. A estrutura do número de peça (ex., 2820-C02001M-AM) codifica atributos-chave como o tamanho do pacote (2820), cor/tipo de chip (C02001M) e designação da série (AM). A encomenda envolve especificar os bins necessários para fluxo luminoso, tensão direta e cromaticidade.
8. Recomendações de Aplicação
8.1 Cenários de Aplicação Típicos
A aplicação principal é a iluminação automotiva. Isto inclui iluminação interior (luzes de teto, luzes de leitura, iluminação ambiente), sinalização exterior (luzes de stop traseiras centrais altas - CHMSL) e potencialmente algumas funções de iluminação auxiliar. A sua qualificação AEC-Q102 e resistência ao enxofre (Classe A1) tornam-no adequado para o ambiente severo sob o capô ou exterior do veículo.
8.2 Considerações de Projeto
Circuito Acionador:Um acionador de corrente constante é essencial para manter uma saída de luz estável e prevenir fuga térmica. O acionador deve ser projetado para acomodar a gama de bins de tensão direta e fornecer uma limitação de corrente adequada até 350 mA.
Projeto Térmico:Uma gestão térmica eficaz é não negociável. A PCB deve usar vias térmicas sob a almofada térmica do LED conectadas a um grande plano de cobre ou a um dissipador de calor externo para minimizar o aumento de temperatura no ponto de solda (Ts). Consulte sempre a curva de derating da corrente direta.
Projeto Ótico:O ângulo de visão de 120 graus proporciona uma cobertura ampla. Para aplicações focadas, serão necessárias óticas secundárias (lentes, refletores). O desenho mecânico fornece as dimensões necessárias para projetar tais óticas.
Proteção ESD:Embora o LED tenha uma classificação ESD robusta de 8 kV (HBM), ainda são recomendadas precauções padrão de manuseamento ESD durante a montagem.
9. Comparação e Diferenciação Técnica
Comparado com LEDs comerciais genéricos, os principais diferenciadores desta série são as suas certificações de confiabilidade de grau automotivo (AEC-Q102), testes explícitos de resistência a gases de enxofre (Classe A1) e uma gama alargada de temperaturas de operação (-40°C a +125°C). A estrutura detalhada de binning para cor e fluxo proporciona um nível de consistência exigido para aplicações automotivas onde múltiplos LEDs são usados numa única montagem. A combinação de boa eficácia luminosa (80 lm a 200mA equivale a ~133 lm/W considerando ~0,6W de entrada) e um amplo ângulo de visão num pacote compacto oferece uma solução equilibrada para projetos críticos em termos de espaço e desempenho.
10. Perguntas Frequentes (FAQs)
10.1 Qual o significado da classificação MSL 2?
MSL 2 (Nível de Sensibilidade à Humidade 2) indica que o LED embalado pode ser exposto a condições ambientais do chão de fábrica (
10.2 Como interpretar os dois valores diferentes de Resistência Térmica (Rth JS)?
A ficha técnica lista um Rth JS "Real" de 20-22 K/W e um Rth JS "Elétrico" de 16 K/W máx. O valor "real" é tipicamente medido usando um sensor de temperatura físico e é considerado mais preciso para modelação térmica. O método "elétrico" usa a tensão direta sensível à temperatura como um proxy para a temperatura de junção. Para um projeto térmico conservador, recomenda-se usar o valor "real" mais alto (22 K/W) para garantir uma margem de segurança suficiente.
10.3 Estes LEDs podem ser usados em paralelo sem balanceamento de corrente?
A conexão paralela direta geralmente não é recomendada sem medidas adicionais. Devido a variações naturais na tensão direta (mesmo dentro de um bin), os LEDs em paralelo não partilharão a corrente igualmente. O LED com o VF ligeiramente mais baixo irá consumir mais corrente, potencialmente levando a sobreaquecimento e degradação acelerada. Usar um resistor limitador de corrente separado para cada LED ou acionadores de corrente constante multicanal dedicados é o método preferido para acionar múltiplos LEDs.
11. Estudo de Caso Prático de Projeto
Cenário:Projetar um módulo de luz de stop traseira central alta (CHMSL) automotivo usando 10 unidades do LED 2820-C02001M-AM.
Passos do Projeto:
- Projeto Elétrico:Corrente operacional alvo por LED: 200 mA para eficiência e vida útil ótimas. Corrente total: 2,0A. Selecionar um CI acionador de LED de corrente constante capaz de fornecer 2,0A, com uma gama de tensão de entrada que cubra o sistema de bateria automotivo (9V-16V nominal, com transientes de descarga de carga). Escolher LEDs do mesmo bin de tensão direta (ex., 3032) para minimizar o desequilíbrio de corrente se for usado um acionador de canal único com todos os LEDs em série.
- Projeto Térmico:Estimar a dissipação total de potência: 10 LEDs * (3,0V * 0,2A) = 6,0W. Usando o Rth JS conservador de 22 K/W e assumindo uma temperatura máxima de junção alvo (Tj) de 110°C (abaixo do máximo de 150°C), calcular a temperatura máxima necessária no ponto de solda: Ts_máx = Tj_máx - (Potência_por_LED * Rth JS) = 110 - (0,6 * 22) = 96,8°C. A PCB deve ser projetada com uma almofada térmica e área de cobre/vias térmicas suficientes para manter Ts abaixo deste valor no ambiente esperado (ex., dentro de um porta-bagagens de carro quente).
- Projeto Ótico/Mecânico:O ângulo de visão de 120 graus pode ser suficiente para um CHMSL, mas um refletor ou lente pode ser adicionado para atender a requisitos específicos de intensidade fotométrica (ex., normas SAE). O desenho mecânico fornece a pegada para o layout da PCB e as dimensões para projetar um suporte ou grampo de lente.
- Seleção de Componentes:Encomendar todos os 10 LEDs do mesmo bin de fluxo luminoso (ex., F8) e do mesmo bin de cromaticidade (ex., 58M) para garantir brilho e cor uniformes em toda a barra de luz.
12. Introdução ao Princípio de Funcionamento
Este LED é um LED branco convertido por fósforo. No seu núcleo está um chip semicondutor, tipicamente feito de nitreto de gálio e índio (InGaN), que emite luz azul quando polarizado diretamente (corrente elétrica flui através dele). Esta luz azul é parcialmente absorvida por uma camada de fósforo de granada de ítrio e alumínio dopada com cério (YAG:Ce) depositada sobre ou perto do chip. O fósforo absorve alguns dos fotões azuis e re-emite luz através de um amplo espectro centrado na região amarela. A combinação da luz azul remanescente não absorvida e da luz amarela emitida é percebida pelo olho humano como luz branca. O tom exato de branco (frio, neutro, quente) é determinado pela proporção de luz azul para amarela, que é controlada pela composição e espessura do fósforo.
13. Tendências Tecnológicas
A tendência na iluminação LED automotiva continua em direção a uma maior eficácia luminosa (mais lúmens por watt), permitindo luzes mais brilhantes ou menor consumo de energia e carga térmica. Há também um forte impulso para melhorar o índice de reprodução de cor (IRC) e a consistência da cor, especialmente para iluminação ambiente interior onde a experiência do utilizador é fundamental. A miniaturização persiste, com os pacotes a tornarem-se mais pequenos enquanto mantêm ou aumentam a saída de luz. Além disso, a integração é uma tendência crescente, com pacotes de LED a incorporar CIs acionadores, sensores ou interfaces de comunicação para sistemas de iluminação inteligente. A ênfase na confiabilidade e qualificação para ambientes severos (alta temperatura, humidade, vibração, exposição química) permanece primordial no setor automotivo.
Terminologia de Especificação LED
Explicação completa dos termos técnicos LED
Desempenho Fotoeletrico
| Termo | Unidade/Representação | Explicação Simples | Por Que Importante |
|---|---|---|---|
| Eficácia Luminosa | lm/W (lumens por watt) | Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. | Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade. |
| Fluxo Luminoso | lm (lumens) | Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". | Determina se a luz é brilhante o suficiente. |
| Ângulo de Visão | ° (graus), ex., 120° | Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. | Afeta o alcance de iluminação e uniformidade. |
| CCT (Temperatura de Cor) | K (Kelvin), ex., 2700K/6500K | Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. | Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados. |
| CRI / Ra | Sem unidade, 0–100 | Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. | Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus. |
| SDCM | Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" | Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. | Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs. |
| Comprimento de Onda Dominante | nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) | Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. | Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes. |
| Distribuição Espectral | Curva comprimento de onda vs intensidade | Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. | Afeta a reprodução de cor e qualidade. |
Parâmetros Elétricos
| Termo | Símbolo | Explicação Simples | Considerações de Design |
|---|---|---|---|
| Tensão Direta | Vf | Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". | A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série. |
| Corrente Direta | If | Valor de corrente para operação normal do LED. | Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil. |
| Corrente de Pulsação Máxima | Ifp | Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. | A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos. |
| Tensão Reversa | Vr | Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. | O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão. |
| Resistência Térmica | Rth (°C/W) | Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. | Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte. |
| Imunidade ESD | V (HBM), ex., 1000V | Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. | Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis. |
Gerenciamento Térmico e Confiabilidade
| Termo | Métrica Chave | Explicação Simples | Impacto |
|---|---|---|---|
| Temperatura de Junção | Tj (°C) | Temperatura operacional real dentro do chip LED. | Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor. |
| Depreciação do Lúmen | L70 / L80 (horas) | Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. | Define diretamente a "vida de serviço" do LED. |
| Manutenção do Lúmen | % (ex., 70%) | Porcentagem de brilho retida após o tempo. | Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo. |
| Deslocamento de Cor | Δu′v′ ou elipse MacAdam | Grau de mudança de cor durante o uso. | Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação. |
| Envelhecimento Térmico | Degradação do material | Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. | Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto. |
Embalagem e Materiais
| Termo | Tipos Comuns | Explicação Simples | Características e Aplicações |
|---|---|---|---|
| Tipo de Pacote | EMC, PPA, Cerâmica | Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. | EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa. |
| Estrutura do Chip | Frontal, Flip Chip | Arranjo dos eletrodos do chip. | Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência. |
| Revestimento de Fósforo | YAG, Silicato, Nitreto | Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. | Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI. |
| Lente/Óptica | Plana, Microlente, TIR | Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. | Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz. |
Controle de Qualidade e Classificação
| Termo | Conteúdo de Binning | Explicação Simples | Propósito |
|---|---|---|---|
| Bin de Fluxo Luminoso | Código ex. 2G, 2H | Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. | Garante brilho uniforme no mesmo lote. |
| Bin de Tensão | Código ex. 6W, 6X | Agrupado por faixa de tensão direta. | Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema. |
| Bin de Cor | Elipse MacAdam de 5 passos | Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. | Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo. |
| Bin CCT | 2700K, 3000K etc. | Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. | Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena. |
Testes e Certificação
| Termo | Padrão/Teste | Explicação Simples | Significado |
|---|---|---|---|
| LM-80 | Teste de manutenção do lúmen | Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. | Usado para estimar vida do LED (com TM-21). |
| TM-21 | Padrão de estimativa de vida | Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. | Fornece previsão científica de vida. |
| IESNA | Sociedade de Engenharia de Iluminação | Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. | Base de teste reconhecida pela indústria. |
| RoHS / REACH | Certificação ambiental | Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). | Requisito de acesso ao mercado internationalmente. |
| ENERGY STAR / DLC | Certificação de eficiência energética | Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. | Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade. |