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Ficha Técnica de LED SMD 0201 Azul - Dimensões 0.6x0.3x0.25mm - Tensão 2.4-3.3V - Potência 99mW - Documento Técnico em Português

Ficha técnica completa para um LED SMD azul miniatura em encapsulamento 0201. Inclui especificações detalhadas, características elétricas/ópticas, sistema de classificação, diretrizes de soldagem e notas de aplicação.
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Índice

1. Visão Geral do Produto

Este documento detalha as especificações de um Diodo Emissor de Luz (LED) miniatura de Montagem em Superfície (SMD) no formato de encapsulamento 0201. O dispositivo foi concebido para montagem automatizada em placas de circuito impresso (PCB) e é ideal para aplicações com restrições de espaço. Utiliza um material semicondutor de InGaN (Nitreto de Gálio e Índio) para produzir luz azul com uma lente transparente, oferecendo um amplo ângulo de visão adequado para diversos fins de sinalização e retroiluminação.

1.1 Características

1.2 Aplicações

Este LED destina-se a uma vasta gama de equipamentos eletrónicos onde é necessária uma indicação de estado compacta e fiável. As áreas de aplicação típicas incluem:

2. Interpretação Profunda dos Parâmetros Técnicos

2.1 Valores Máximos Absolutos

Os seguintes parâmetros definem os limites além dos quais pode ocorrer dano permanente no dispositivo. O funcionamento nestas condições não é garantido.

2.2 Características Elétricas / Ópticas

Estes parâmetros são medidos a uma temperatura ambiente padrão (Ta) de 25°C e definem o desempenho típico do dispositivo.

3. Explicação do Sistema de Classificação

Para garantir consistência na produção, os LEDs são classificados em grupos com base em parâmetros-chave. Isto permite aos projetistas selecionar componentes que satisfaçam requisitos específicos de cor, brilho e tensão direta.

3.1 Classificação da Tensão Direta (VF)

Classificado a uma corrente de teste de 20mA. A tolerância para cada grupo é de ±0.1V.

3.2 Classificação da Intensidade Luminosa (IV)

Classificado a uma corrente de teste de 20mA. A tolerância em cada grupo de intensidade é de ±11%.

3.3 Classificação da Matiz (Comprimento de Onda Dominante)

Classificado a uma corrente de teste de 20mA. A tolerância para cada grupo é de ±1nm.

4. Análise das Curvas de Desempenho

A ficha técnica referencia curvas de desempenho típicas que são essenciais para compreender o comportamento do dispositivo em condições variáveis. Embora gráficos específicos não sejam reproduzidos em texto, as suas implicações são analisadas abaixo.

4.1 Corrente Direta vs. Tensão Direta (Curva I-V)

A característica I-V é não linear, típica de um díodo. A tensão direta (VF) tem um coeficiente de temperatura positivo, o que significa que diminui ligeiramente à medida que a temperatura da junção aumenta para uma dada corrente. Os projetistas devem ter isto em conta ao projetar circuitos limitadores de corrente para garantir um funcionamento estável em toda a gama de temperaturas.

4.2 Intensidade Luminosa vs. Corrente Direta

A intensidade luminosa é geralmente proporcional à corrente direta dentro da área de operação segura. No entanto, a eficiência pode diminuir a correntes muito elevadas devido ao aumento da geração de calor (efeito de queda). Operar no ou abaixo do ponto recomendado de 20mA garante eficiência e longevidade ótimas.

4.3 Distribuição Espectral

A curva de saída espectral centra-se no comprimento de onda de pico de 466nm com uma FWHM de aproximadamente 35nm. Isto define a pureza da cor azul. O comprimento de onda dominante, utilizado para classificação, é calculado a partir deste espectro ponderado pela sensibilidade do olho humano.

4.4 Características de Temperatura

O desempenho do LED depende da temperatura. A intensidade luminosa tipicamente diminui à medida que a temperatura da junção aumenta. As gamas de temperatura de funcionamento e armazenamento (-40°C a +85°C e -100°C, respetivamente) garantem que a integridade do material semicondutor e do encapsulamento é mantida.

5. Informação Mecânica e de Embalagem

5.1 Dimensões do Encapsulamento

O dispositivo está em conformidade com o padrão de encapsulamento 0201. As dimensões-chave (em milímetros) incluem um comprimento do corpo de aproximadamente 0.6mm, uma largura de 0.3mm e uma altura de 0.25mm. Todas as tolerâncias dimensionais são de ±0.2mm, salvo indicação em contrário. Os terminais do ânodo e do cátodo estão claramente designados para a orientação correta na PCB.

5.2 Ponto de Soldagem Recomendado na PCB

É fornecida uma geometria de pista (footprint) para soldagem por refluxo infravermelho ou de fase vapor. Aderir a este layout de ponto recomendado é crucial para obter juntas de solda fiáveis, um correto auto-alinhamento durante o refluxo e uma dissipação de calor eficaz do chip do LED.

5.3 Embalagem em Fita e Carretel

Os LEDs são fornecidos em fita transportadora relevada com uma largura de 12mm. A fita é enrolada em carretéis com um diâmetro de 7 polegadas (178mm). As quantidades padrão por carretel são de 4000 peças, com uma quantidade mínima de embalagem de 500 peças para lotes remanescentes. A embalagem segue as especificações ANSI/EIA-481 para garantir compatibilidade com equipamentos de montagem automatizada.

6. Diretrizes de Soldagem e Montagem

6.1 Perfil de Soldagem por Refluxo IR

É fornecido um perfil de refluxo sugerido em conformidade com a J-STD-020B para processos sem chumbo. Os parâmetros-chave incluem:

É fundamental notar que o perfil ótimo depende do projeto específico da PCB, da pasta de solda e do forno. O perfil fornecido serve como um alvo genérico baseado nas normas JEDEC.

6.2 Soldagem Manual

Se for necessária soldagem manual, deve ter-se extremo cuidado devido ao tamanho miniatura. As recomendações incluem:

6.3 Limpeza

Se for necessária limpeza pós-soldagem, apenas devem ser utilizados solventes especificados. Imersão do LED em álcool etílico ou isopropílico à temperatura normal por menos de um minuto é aceitável. Produtos químicos não especificados podem danificar a lente de epóxi ou o encapsulamento.

6.4 Armazenamento e Sensibilidade à Humidade

Os LEDs são sensíveis à humidade (MSL 3).

7. Sugestões de Aplicação

7.1 Circuitos de Aplicação Típicos

Este LED requer um mecanismo limitador de corrente quando alimentado por uma fonte de tensão superior à sua tensão direta. O método mais simples é uma resistência em série. O valor da resistência (Rs) pode ser calculado usando a Lei de Ohm: Rs= (Vfonte- VF) / IF. Por exemplo, com uma fonte de 5V, uma VFde 3.0V (típico), e uma IFdesejada de 20mA, Rs= (5V - 3.0V) / 0.020A = 100 Ω. A potência nominal da resistência deve ser pelo menos IF2* Rs.

7.2 Considerações de Projeto

8. Comparação e Diferenciação Técnica

Os principais fatores diferenciadores para este LED são a sua pegada extremamente compacta 0201 e o seu ponto de cor azul específico (comprimento de onda dominante 466-476nm). Comparado com encapsulamentos maiores (ex.: 0603, 0805), o 0201 oferece uma poupança de espaço significativa na PCB, permitindo projetos de maior densidade. A tecnologia InGaN proporciona emissão azul eficiente. A combinação de um amplo ângulo de visão e uma lente transparente resulta numa fonte de luz brilhante e difusa, ideal para indicadores de estado onde o ângulo de visão não é restrito. O sistema de classificação detalhado permite uma seleção precisa em aplicações que requerem correspondência rigorosa de cor ou brilho entre múltiplos LEDs.

9. Perguntas Frequentes (Baseadas em Parâmetros Técnicos)

9.1 Qual é a diferença entre Comprimento de Onda de Pico e Comprimento de Onda Dominante?

O Comprimento de Onda de Pico (λP) é o comprimento de onda físico onde o LED emite a maior potência óptica. O Comprimento de Onda Dominante (λd) é um valor calculado que representa o comprimento de onda único da luz monocromática que pareceria ter a mesma cor que a saída do LED para o olho humano. λdé, portanto, mais relevante para a especificação de cor e classificação.

9.2 Posso acionar este LED com 30mA continuamente?

Embora o Valor Máximo Absoluto para a Corrente Direta Contínua seja 30mA, a condição de teste típica e o ponto de operação recomendado para as especificações ópticas publicadas é 20mA. Operar a 30mA pode produzir uma saída de luz mais elevada, mas gerará mais calor, potencialmente reduzindo a vida útil e alterando a cor. Para uma operação fiável a longo prazo, é aconselhável projetar o circuito para 20mA ou menos.

9.3 Por que existe uma especificação de corrente inversa se o dispositivo não é para operação inversa?

A especificação da Corrente Inversa (IR) é um parâmetro de controlo de qualidade medido durante os testes de produção (teste IR). Garante a integridade da junção semicondutora. Na aplicação, uma tensão inversa nunca deve ser intencionalmente aplicada, pois não foi concebido para bloquear tensão inversa significativa e poderia ser danificado.

9.4 Como interpreto os códigos de classificação ao encomendar?

Para garantir que recebe LEDs com desempenho consistente, deve especificar os códigos de classificação para Tensão Direta (F4/F5/F6), Intensidade Luminosa (T2/U1/U2) e Comprimento de Onda Dominante (AC/AD) com base nos seus requisitos de projeto. Por exemplo, uma encomenda pode especificar peças do grupo F5, U1, AC para tensão média, brilho médio-alto e uma tonalidade mais azulada.

10. Caso de Uso Prático

Cenário: Projetar um indicador de estado compacto para um dispositivo vestível.O dispositivo tem uma PCB pequena com espaço limitado. É necessário um indicador azul de ligado. O LED 0201 é selecionado pela sua pegada mínima. O projeto utiliza um pino GPIO de um microcontrolador de 3.3V para controlar o LED. Uma resistência em série é calculada usando a VFmáxima do grupo de tensão escolhido (ex.: máximo do grupo F6 de 3.3V) para garantir corrente suficiente mesmo com a pior VF: Rs= (3.3V - 3.3V) / 0.020A = 0 Ω. Isto não é viável. Portanto, deve ser selecionado um grupo de VFmais baixa (F4 ou F5), ou a tensão de alimentação deve ser aumentada. Escolhendo o grupo F5 (VFmáx.=3.0V) e adicionando um pequeno conversor boost para fornecer 3.6V permite Rs= (3.6V - 3.0V) / 0.020A = 30 Ω. O layout da PCB fornece áreas de cobre modestas nos pontos do LED para dissipação de calor. O LED é colocado na placa utilizando montagem automatizada pick-and-place a partir do carretel de fita de 12mm.

11. Introdução ao Princípio

Este LED é um dispositivo fotónico semicondutor. Baseia-se numa estrutura de heterojunção de Nitreto de Gálio e Índio (InGaN). Quando uma tensão de polarização direta é aplicada, os eletrões e as lacunas são injetados na região ativa a partir das camadas semicondutoras do tipo n e p, respetivamente. Estes portadores de carga recombinam-se de forma radiante, libertando energia sob a forma de fotões. A composição específica da liga de InGaN determina a energia da banda proibida, que por sua vez dita o comprimento de onda (cor) da luz emitida—neste caso, azul. A lente de epóxi transparente encapsula o chip semicondutor, fornece proteção mecânica e molda o padrão de saída de luz para alcançar o ângulo de visão especificado de 110 graus.

12. Tendências de Desenvolvimento

A tendência nos LEDs SMD para aplicações de sinalização continua na direção da miniaturização, aumento da eficiência e maior fiabilidade. Os tamanhos de encapsulamento evoluíram de 0603 para 0402, e agora para 0201 e até equivalentes métricos mais pequenos como o 01005. As melhorias de eficiência (mais lúmens por watt) permitem brilho adequado a correntes de acionamento mais baixas, reduzindo o consumo de energia e a carga térmica. Os avanços em materiais de encapsulamento e tecnologias de fixação do chip melhoram a fiabilidade a longo prazo e a resistência a ciclos térmicos. Além disso, há uma ênfase crescente em tolerâncias de classificação mais apertadas e capacidades de mistura de cores mais sofisticadas para aplicações que requerem reprodução de cor precisa ou luz branca ajustável, embora este dispositivo específico seja um emissor azul de cor única.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.