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Ficha Técnica do LED SMD 17-215/BHC-BP2Q2M/3T Azul - 2.0x1.25x0.8mm - 3.35V Típ. - 20mA - 75mW - Documento Técnico em Português

Ficha técnica completa do LED SMD azul 17-215/BHC-BP2Q2M/3T. Inclui especificações máximas absolutas, características eletro-ópticas, sistema de classificação (binning), dimensões, diretrizes de soldagem e notas de aplicação.
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Capa do documento PDF - Ficha Técnica do LED SMD 17-215/BHC-BP2Q2M/3T Azul - 2.0x1.25x0.8mm - 3.35V Típ. - 20mA - 75mW - Documento Técnico em Português

1. Visão Geral do Produto

O 17-215/BHC-BP2Q2M/3T é um díodo emissor de luz (LED) de montagem superficial (SMD) que utiliza um chip semicondutor de InGaN (Nitreto de Índio e Gálio) para produzir luz azul. Este componente foi projetado para os processos modernos e automatizados de fabricação eletrônica, oferecendo um tamanho compacto que permite maior densidade na placa de circuito impresso (PCI) e a miniaturização dos equipamentos finais, em comparação com os LEDs tradicionais com terminais (through-hole).

1.1 Vantagens Principais e Posicionamento

As principais vantagens deste LED derivam do seu invólucro SMD. O seu tamanho significativamente menor permite reduzir a área da placa de circuito impresso (PCI), exigir menos espaço de armazenamento e, em última análise, contribuir para o desenvolvimento de dispositivos eletrónicos mais pequenos e leves. A leveza do invólucro torna-o particularmente adequado para aplicações miniaturizadas e portáteis. O produto está posicionado como uma solução de indicação e retroiluminação de uso geral, em conformidade com os padrões ambientais e de fabricação contemporâneos.

1.2 Conformidade e Especificações Ambientais

Este componente adere a vários padrões importantes da indústria. É fabricado como um produto sem chumbo (Pb-free). Os materiais utilizados estão em conformidade com o regulamento REACH da UE. Além disso, atende aos requisitos de isenção de halogéneos, com o conteúdo de Bromo (Br) e Cloro (Cl) cada um abaixo de 900 ppm, e a sua soma total abaixo de 1500 ppm. O produto também foi projetado para permanecer dentro das especificações da diretiva RoHS (Restrição de Substâncias Perigosas).

2. Parâmetros Técnicos: Interpretação Objetiva e Detalhada

As secções seguintes fornecem uma análise objetiva e detalhada das características elétricas, ópticas e térmicas do dispositivo, conforme definido na ficha técnica. Todos os parâmetros são especificados a uma temperatura ambiente (Ta) de 25°C, salvo indicação em contrário.

2.1 Especificações Máximas Absolutas

Estas especificações definem os limites além dos quais pode ocorrer dano permanente no dispositivo. A operação sob ou nestas condições não é garantida e deve ser evitada no projeto do circuito.

2.2 Características Eletro-Ópticas

Estes são os parâmetros de desempenho típicos em condições normais de operação (IF=20mA).

Notas Importantes sobre Tolerâncias:A ficha técnica especifica tolerâncias de fabricação: Intensidade Luminosa (±11%), Comprimento de Onda Dominante (±1nm) e Tensão Direta (±0,1V). Estas devem ser consideradas em projetos que exigem controle rigoroso de parâmetros.

3. Explicação do Sistema de Classificação (Binning)

Para gerir as variações naturais da fabricação de semicondutores, os LEDs são classificados em grupos de desempenho (bins). Isto garante consistência dentro de um lote de produção. O 17-215 utiliza três critérios de classificação independentes.

3.1 Classificação por Intensidade Luminosa

Os LEDs são categorizados em três grupos com base na sua saída de luz a 20mA:
P2: 57,00 - 72,00 mcd
Q1: 72,00 - 90,00 mcd
Q2: 90,00 - 112,00 mcd

3.2 Classificação por Comprimento de Onda Dominante

A cor (tom de azul) é controlada através da classificação em dois grupos de comprimento de onda:
A10: 467,50 - 470,50 nm
A11: 470,50 - 473,50 nm

3.3 Classificação por Tensão Direta

Para auxiliar no projeto da regulação de corrente, os LEDs são classificados pela sua queda de tensão direta a 20mA:
5: 2,75 - 3,05 V
6: 3,05 - 3,35 V
7: 3,35 - 3,65 V
8: 3,65 - 3,95 V

O código de produto específico 17-215/BHC-BP2Q2M/3T indica a combinação de classificação para uma unidade específica (por exemplo, B para Azul, P2/Q2 para intensidade, M para comprimento de onda, etc., conforme a explicação do rótulo).

4. Análise das Curvas de Desempenho

Embora a ficha técnica faça referência a curvas eletro-ópticas típicas na página 5, os gráficos específicos não são fornecidos no conteúdo textual. Normalmente, tais curvas incluiriam:

Os projetistas devem consultar a ficha técnica gráfica para estas curvas, a fim de modelar o desempenho em condições não padrão (correntes, temperaturas diferentes).

5. Informações Mecânicas e do Invólucro

5.1 Dimensões do Invólucro

O LED possui um invólucro SMD retangular compacto. As dimensões principais (em mm, tolerância ±0,1mm salvo especificação) são:
- Comprimento Total: 2,0 mm
- Largura Total: 1,25 mm
- Altura Total: 0,8 mm
- As dimensões e espaçamento dos terminais são definidos para compatibilidade com a pegada padrão 0603 (imperial) ou similar. O cátodo é tipicamente identificado por uma marca no invólucro.

5.2 Identificação da Polaridade

A polaridade correta é essencial. O invólucro inclui um indicador visual (como um entalhe, ponto ou canto chanfrado) para denotar o terminal do cátodo. O desenho da pegada na PCI deve corresponder a esta orientação.

6. Diretrizes para Soldagem e Montagem

A adesão a estas diretrizes é crítica para a confiabilidade e para prevenir danos durante a montagem.

6.1 Perfil de Soldagem por Refluxo (Sem Chumbo)

O perfil de temperatura recomendado é crucial:
- Pré-aquecimento:150-200°C durante 60-120 segundos.
- Tempo Acima do Líquidus (217°C):60-150 segundos.
- Temperatura de Pico:260°C no máximo.
- Tempo Dentro de 5°C do Pico:10 segundos no máximo.
- Taxa de Aquecimento:Máximo de 3°C/segundo.
- Taxa de Arrefecimento:Máximo de 6°C/segundo.
Limite:A soldagem por refluxo não deve ser realizada mais de duas vezes.

6.2 Soldagem Manual

Se a soldagem manual for inevitável:
- Temperatura da ponta do ferro:<350°C.
- Tempo de contacto por terminal: ≤ 3 segundos.
- Potência do ferro de soldar: ≤ 25W.
- Permita um intervalo mínimo de 2 segundos entre soldar cada terminal.
A soldagem manual apresenta um risco maior de dano térmico.

6.3 Armazenamento e Sensibilidade à Umidade

Os LEDs são embalados numa bolsa de barreira resistente à humidade com dessecante.
1. Não abra a bolsa até estar pronto para usar.
2. Após a abertura, os LEDs não utilizados devem ser armazenados a ≤ 30°C e ≤ 60% de Humidade Relativa.
3. A "vida útil após abertura" é de 168 horas (7 dias).
4. Se excedido, ou se o indicador de dessecante mudou de cor, é necessário um processo de secagem (bake-out): 60 ±5°C durante 24 horas antes do uso.

6.4 Precauções de Uso

7. Embalagem e Informações para Pedido

7.1 Especificações da Fita e da Bobina

Os componentes são fornecidos em fita transportadora embutida padrão da indústria, em bobinas de 7 polegadas de diâmetro.
- Largura da Fita:8 mm.
- Compartimentos por Bobina:3000 unidades.
- Dimensões detalhadas da bobina, fita transportadora e fita de cobertura são fornecidas nos desenhos da ficha técnica.

7.2 Explicação do Rótulo

O rótulo da bobina contém informações críticas para rastreabilidade e verificação:
- CPN:Número de Peça do Cliente.
- P/N:Número de Peça do Fabricante (ex.: 17-215/BHC-BP2Q2M/3T).
- QTY:Quantidade da embalagem.
- CAT:Classificação de Intensidade Luminosa (ex.: P2, Q1, Q2).
- HUE:Classificação de Cromaticidade/Comprimento de Onda Dominante (ex.: A10, A11).
- REF:Classificação de Tensão Direta (ex.: 5, 6, 7, 8).
- LOT No:Número do lote de fabricação para rastreabilidade.

8. Sugestões de Aplicação e Considerações de Projeto

8.1 Cenários de Aplicação Típicos

8.2 Considerações para Projeto do Circuito

  1. Acionamento de Corrente:Use sempre um resistor em série. Calcule o valor do resistor R = (V_alimentação - VF) / IF. Use o VF máximo do grupo (ex.: 3,95V) para o cálculo de corrente no pior caso, para garantir que IF nunca exceda 20mA.
  2. Gestão Térmica:Embora a dissipação de potência seja baixa, garanta cobre adequado na PCI ou ventilação se operar em altas temperaturas ambientes (>70°C) para manter a saída de luz e a longevidade.
  3. Proteção ESD:Implemente proteção ESD nas linhas de entrada se o LED for acessível ao utilizador, e siga procedimentos de manuseamento seguros contra ESD durante a montagem.

8.3 Restrições de Aplicação

A ficha técnica contém um aviso crítico. Este produto destina-se a aplicações comerciais e industriais gerais. Não foiespecificamente projetado ou qualificado para aplicações de alta confiabilidade onde uma falha possa levar a consequências graves. Isto inclui, mas não se limita a:- Sistemas militares, aeroespaciais ou de aviação.
- Sistemas de segurança automotiva (ex.: luzes de travagem, indicadores de airbag).
- Equipamentos médicos críticos ou de suporte à vida.
Para tais aplicações, devem ser adquiridos componentes com as qualificações e dados de confiabilidade apropriados.
9. Comparação e Diferenciação Técnica

Embora uma comparação direta exija dados específicos da concorrência, os principais diferenciadores desta plataforma de LED podem ser inferidos:

vs. LEDs SMD Maiores (ex.: 3528, 5050):

P1: Posso acionar este LED a 30mA para obter mais brilho?

R:
Não. A Especificação Máxima Absoluta para corrente direta contínua (IF) é 20mA. Exceder esta especificação compromete a confiabilidade e pode causar falha imediata ou prematura. A especificação de pico de 100mA é apenas para pulsos muito curtos.P2: A faixa de tensão direta é ampla (2,75-3,95V). Como projeto o meu circuito?

R:
Deve projetar para o pior caso (VF mais alto) para garantir que o resistor limitador de corrente fornece controlo de corrente adequado para todas as unidades. Usar o VF máximo (3,95V) no seu cálculo do resistor garante que nenhum LED excederá o limite de 20mA, mesmo que o seu VF real seja menor.P3: O que acontece se soldar este LED mais de duas vezes?

R:
A ficha técnica afirma explicitamente que o refluxo não deve ser feito mais de duas vezes. Ciclos térmicos adicionais podem tensionar as ligações internas dos fios, degradar a lente de epóxi ou descolar o invólucro, levando a uma confiabilidade reduzida ou falha catastrófica.P4: O LED é classificado para operação de -40°C a +85°C. Funcionará a 90°C?

R:
A temperatura de operação é uma especificação, não uma garantia de desempenho. Embora possa não falhar imediatamente a 90°C, a sua intensidade luminosa será significativamente reduzida, a sua vida útil será drasticamente encurtada e a operação não é garantida. Projete o sistema para manter o ambiente do LED dentro da faixa especificada.11. Caso Prático de Projeto e Uso

Cenário: Projetar um painel de indicadores de estado com 10 LEDs azuis uniformes.

Seleção de Classificação:
1. Para garantir uniformidade visual, especifique grupos restritos tanto para Intensidade Luminosa (ex.: todos Q2: 90-112 mcd) como para Comprimento de Onda Dominante (ex.: todos A10: 467,5-470,5 nm). Isto pode ser um requisito de pedido especial.Projeto do Circuito:
2. Usando uma fonte de 5V e o pior caso VF de 3,95V (do grupo 8). Resistor necessário R = (5V - 3,95V) / 0,020A = 52,5 Ohms. Use o valor padrão mais próximo (ex.: 56 Ohms). Recalcule a corrente real para um VF típico de 3,35V: I = (5V - 3,35V) / 56 = 29,5mA. Isto excede a especificação de 20mA! Portanto, deve usar o VF mínimo (2,75V) para calcular a corrente máxima possível: I_max = (5V - 2,75V) / 56 = 40,2mA. Isto é perigoso. A solução é usar um resistor maior. Visando 15mA para margem: R = (5V - 2,75V) / 0,015A ≈ 150 Ohms. Isto garante que a corrente permaneça entre 10mA (para VF=3,95V) e 15mA (para VF=2,75V), seguramente abaixo do limite de 20mA para todos os grupos.Layout:
3. Posicione os LEDs com orientação consistente. Forneça pequenas pastilhas de alívio térmico se necessário, mas garanta bons filetes de solda.Montagem:
4. Siga o perfil de refluxo com precisão. Armazene as bobinas abertas num armário seco se não forem usadas dentro de 7 dias.12. Introdução ao Princípio de Funcionamento

Este LED opera com base no princípio da eletroluminescência numa junção p-n de semicondutor. A região ativa é composta por InGaN. Quando uma tensão direta que excede o limiar de ativação do díodo é aplicada, eletrões da região tipo-n e lacunas da região tipo-p são injetados na região ativa. Quando estes portadores de carga se recombinam, libertam energia na forma de fotões (luz). A composição específica da liga de InGaN determina a energia da banda proibida, que dita diretamente o comprimento de onda (cor) da luz emitida—neste caso, azul (~468 nm). O invólucro de resina epóxi serve para proteger o chip semicondutor, moldar o feixe de saída de luz (ângulo de visão de 130 graus) e fornecer a estrutura mecânica para soldagem.

13. Tendências e Contexto Tecnológico

O LED 17-215 representa um estágio maduro na tecnologia de LED SMD. As principais tendências neste setor incluem:

Maior Eficiência:
- O desenvolvimento contínuo de técnicas de crescimento epitaxial visa produzir mais lúmens por watt (eficácia), reduzindo o consumo de energia para uma determinada saída de luz.Miniaturização:
- A tendência para invólucros mais pequenos (ex.: tamanhos imperiais 0402, 0201) continua a permitir matrizes de iluminação de maior densidade e integração em dispositivos cada vez mais pequenos.Melhor Consistência de Cor:
- Avanços em algoritmos de classificação e controlo de fabricação a nível de wafer levam a distribuições de parâmetros mais restritas, reduzindo a necessidade de seleções de classificação apertada e dispendiosas.Confiabilidade Aprimorada:
- A investigação em materiais de invólucro mais robustos, métodos de fixação do chip e fósforos (para LEDs brancos) foca-se em estender a vida útil operacional, especialmente em condições de alta temperatura e humidade.Integração Inteligente:
- Uma tendência mais ampla envolve integrar circuitos de controlo (ex.: drivers de corrente constante, endereçabilidade) diretamente com o chip de LED ao nível do invólucro, embora isto seja mais comum em LEDs de potência do que em pequenos indicadores.Este componente enquadra-se neste panorama como uma solução confiável, económica e padronizada para necessidades básicas de indicação e retroiluminação, aproveitando processos de fabricação bem estabelecidos.

This component fits into the landscape as a reliable, cost-effective, and standardized solution for basic indicator and backlighting needs, leveraging well-established manufacturing processes.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.