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Ficha Técnica do LED SMD Azul com Lente Difusa LTST-E681UBWT - Dimensões do Pacote - Tensão 3.8V - Potência 114mW - Documento Técnico em Português

Ficha técnica completa de um LED SMD azul InGaN com lente difusa. Inclui características elétricas/ópticas, valores máximos absolutos, códigos de binagem, dimensões do pacote e diretrizes de montagem.
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Capa do documento PDF - Ficha Técnica do LED SMD Azul com Lente Difusa LTST-E681UBWT - Dimensões do Pacote - Tensão 3.8V - Potência 114mW - Documento Técnico em Português

1. Visão Geral do Produto

Este documento fornece as especificações técnicas completas para um diodo emissor de luz (LED) de montagem em superfície (SMD). O dispositivo apresenta uma fonte de luz azul que utiliza tecnologia InGaN (Nitreto de Gálio e Índio) e é encapsulado com uma lente difusa. Esta combinação foi projetada para fornecer um amplo ângulo de visão com uma emissão de luz suavizada, sendo adequada para aplicações que requerem iluminação uniforme em vez de um feixe focalizado. O produto está em conformidade com as diretrizes RoHS (Restrição de Substâncias Perigosas), classificando-o como um produto ecológico. É fornecido em fita padrão da indústria de 8mm em carretéis de 7 polegadas, tornando-o totalmente compatível com equipamentos automáticos de montagem pick-and-place e processos padrão de soldagem por refluxo infravermelho (IR).

2. Análise Aprofundada dos Parâmetros Técnicos

2.1 Valores Máximos Absolutos

Os valores máximos absolutos definem os limites além dos quais pode ocorrer dano permanente ao dispositivo. Estes valores são especificados a uma temperatura ambiente (Ta) de 25°C. A dissipação máxima contínua de potência é de 114 mW. A corrente direta contínua não deve exceder 30 mA em condições normais de operação. Para operação pulsada, é permitida uma corrente direta de pico de 100 mA, mas apenas sob condições estritas: um ciclo de trabalho de 1/10 e uma largura de pulso de 1ms. O dispositivo é classificado para operação dentro de uma faixa de temperatura de -40°C a +85°C e pode ser armazenado em ambientes que variam de -40°C a +100°C.

2.2 Características Elétricas e Ópticas

O desempenho é detalhado sob condições padrão de teste em Ta=25°C. O principal parâmetro óptico, a intensidade luminosa (Iv), tem um valor típico de 900 milicandelas (mcd) a uma corrente direta (IF) de 30mA, com um valor mínimo especificado de 355 mcd. O dispositivo oferece um ângulo de visão (2θ1/2) muito amplo de 120 graus, definido como o ângulo onde a intensidade cai para metade do seu valor axial. Eletricamente, a tensão direta típica (VF) é de 3,8V a 30mA, com um máximo de 3,8V. A corrente reversa (IR) é limitada a um máximo de 10 μA quando uma tensão reversa (VR) de 5V é aplicada. É fundamental notar que o dispositivo não foi projetado para operar sob polarização reversa; esta condição de teste é apenas para caracterização.

2.3 Características Espectrais

As propriedades espectrais definem a qualidade da cor da luz emitida. O comprimento de onda de emissão de pico (λP) é tipicamente 468 nanômetros (nm). O comprimento de onda dominante (λd), que é o comprimento de onda único percebido pelo olho humano para definir a cor, situa-se na faixa de 465 nm a 475 nm quando acionado a 30mA. A meia-largura espectral (Δλ), uma medida da pureza da cor, é tipicamente 25 nm.

3. Explicação do Sistema de Binagem

Para garantir consistência nas aplicações, os LEDs são classificados em bins com base em parâmetros-chave. Este sistema permite que os projetistas selecionem componentes que atendam a requisitos específicos de tolerância para o seu circuito.

3.1 Binagem da Tensão Direta

A tensão direta (VF) é classificada em etapas de 0,2V. Os códigos de bin variam de D7 (2,8V - 3,0V) a D11 (3,6V - 3,8V). A tolerância dentro de cada bin é de +/-0,1V. Selecionar LEDs do mesmo bin de tensão é crucial para obter uniformidade de brilho quando vários dispositivos são conectados em paralelo sem resistores limitadores de corrente individuais.

3.2 Binagem da Intensidade Luminosa

A intensidade luminosa é categorizada em bins com valores mínimos crescentes. Os bins são T2 (355-450 mcd), U1 (450-560 mcd), U2 (560-710 mcd) e V1 (710-900 mcd). A tolerância em cada bin de intensidade é de +/-11%. Esta binagem permite a correspondência de brilho em matrizes com múltiplos LEDs.

3.3 Binagem do Comprimento de Onda Dominante

O comprimento de onda dominante, que determina a cor azul percebida, é classificado em duas faixas: AC (465,0 nm - 470,0 nm) e AD (470,0 nm - 475,0 nm). A tolerância para cada bin é de +/- 1nm, garantindo uma consistência de cor rigorosa.

4. Análise das Curvas de Desempenho

Embora dados gráficos específicos sejam referenciados na ficha técnica (por exemplo, Figura 1 para emissão de pico, Figura 5 para ângulo de visão), as curvas típicas para tal dispositivo ilustrariam relações importantes. Estas geralmente incluem a curva corrente direta vs. tensão direta (curva I-V), que mostra a relação exponencial e auxilia no projeto do driver. A curva de intensidade luminosa relativa vs. corrente direta demonstra como a saída de luz aumenta com a corrente, frequentemente em uma região quase linear antes que a eficiência caia em correntes mais altas. A curva de distribuição espectral de potência mostraria a concentração de energia luminosa em torno do pico de 468nm com a meia-largura definida de 25nm. Compreender estas curvas é essencial para otimizar o desempenho do LED em uma aplicação específica, como definir a corrente de acionamento correta para alcançar o brilho e a eficiência desejados.

5. Informações Mecânicas e de Pacote

5.1 Dimensões do Pacote do Dispositivo

O LED está em conformidade com as dimensões padrão do pacote SMD da EIA. Desenhos mecânicos detalhados são fornecidos na ficha técnica, especificando comprimento, largura, altura, espaçamento dos terminais e geometria da lente. Todas as dimensões estão em milímetros, com uma tolerância geral de ±0,2mm, salvo indicação em contrário. A lente difusa é integrada ao pacote, determinando as características ópticas finais.

5.2 Padrão Recomendado de Trilhas na PCB

Um layout recomendado de trilhas de fixação na placa de circuito impresso (PCB) é fornecido para processos de soldagem por refluxo infravermelho e por fase de vapor. Seguir este padrão de trilhas é crítico para obter juntas de solda confiáveis, alinhamento adequado e dissipação de calor eficaz durante o processo de soldagem. O projeto das trilhas garante volume de solda suficiente e evita problemas como o tombamento do componente.

5.3 Identificação da Polaridade

Como todos os diodos, o LED tem um ânodo e um cátodo. O pacote inclui marcações ou características (como um entalhe, um ponto ou um canto cortado) para identificar o terminal do cátodo. A polaridade correta deve ser observada durante a montagem para garantir o funcionamento do dispositivo. A aplicação de tensão reversa pode danificar o LED.

6. Diretrizes de Soldagem e Montagem

6.1 Perfil de Soldagem por Refluxo

A ficha técnica referencia um perfil de refluxo IR sugerido, compatível com o padrão J-STD-020B para soldagem sem chumbo. Um perfil genérico é fornecido, com parâmetros-chave incluindo uma temperatura de pré-aquecimento de 150-200°C, um tempo de pré-aquecimento de até 120 segundos no máximo, uma temperatura de pico não excedendo 260°C e um tempo total acima do líquido (tempo de soldagem) de 10 segundos no máximo. É enfatizado que o perfil real deve ser caracterizado para o projeto específico da PCB, componentes, pasta de solda e forno utilizados.

6.2 Condições de Armazenamento

O armazenamento adequado é vital para manter a soldabilidade. Sacos à prova de umidade não abertos, com dessecante, devem ser armazenados a ≤30°C e ≤70% de Umidade Relativa (UR), com uma vida útil de um ano. Uma vez que a embalagem original é aberta, os componentes devem ser armazenados a ≤30°C e ≤60% UR. Componentes expostos às condições ambientais por mais de 168 horas (7 dias) devem ser aquecidos a aproximadamente 60°C por pelo menos 48 horas antes da soldagem para remover a umidade absorvida e evitar danos de "estouro" (popcorning) durante o refluxo.

6.3 Limpeza

Se a limpeza após a soldagem for necessária, apenas solventes especificados devem ser usados. A ficha técnica recomenda imergir o LED em álcool etílico ou isopropílico à temperatura normal por menos de um minuto. O uso de limpadores químicos não especificados ou agressivos pode danificar o pacote plástico e a lente.

7. Embalagem e Informações de Pedido

A embalagem padrão consiste em uma fita transportadora relevada de 8mm de largura que contém os LEDs. A fita é enrolada em carretéis com diâmetro de 7 polegadas (178mm). Cada carretel completo contém 2000 peças. Para quantidades menores que um carretel completo, é especificada uma quantidade mínima de embalagem de 500 peças para os restantes. A embalagem segue as especificações ANSI/EIA-481. O número de peça LTST-E681UBWT identifica exclusivamente esta variante específica: cor azul, lente difusa, com os bins elétricos e ópticos definidos.

8. Notas de Aplicação e Considerações de Projeto

8.1 Método de Acionamento

LEDs são dispositivos acionados por corrente. Para garantir brilho uniforme e evitar a concentração de corrente, é fortemente recomendado usar um resistor limitador de corrente em série para cada LED, especialmente ao conectar múltiplos LEDs em paralelo. Acionar o LED diretamente de uma fonte de tensão sem regulação de corrente não é aconselhado, pois pequenas variações na tensão direta podem levar a grandes diferenças na corrente e no brilho, e potencialmente a falha por sobrecorrente.

8.2 Gerenciamento Térmico

Embora a dissipação de potência seja relativamente baixa (114mW máx.), um projeto térmico adequado prolonga a vida útil do LED e mantém a saída de luz estável. A temperatura máxima de junção de operação é um fator chave. Garantir área de cobre adequada na PCB para dissipação de calor, evitar a colocação perto de outras fontes de calor e aderir aos limites de corrente especificados são práticas essenciais.

8.3 Escopo de Aplicação

Este LED destina-se ao uso em equipamentos eletrônicos comuns, incluindo equipamentos de escritório, dispositivos de comunicação e eletrodomésticos. Para aplicações que requerem confiabilidade excepcional onde uma falha pode comprometer a segurança (por exemplo, aviação, dispositivos médicos, sistemas de transporte), qualificação adicional e consulta com o fabricante do componente são obrigatórias.

9. Comparação e Diferenciação Técnica

Os principais fatores de diferenciação para este LED são a sua combinação de um chip azul InGaN com uma lente difusa, resultando em um amplo ângulo de visão de 120 graus. Comparado com LEDs de lente transparente, a lente difusa fornece uma emissão de luz mais uniforme e suave, reduzindo o brilho e os pontos quentes. A estrutura específica de binagem para tensão, intensidade e comprimento de onda permite uma seleção de alta precisão em aplicações sensíveis à cor e ao brilho. A sua compatibilidade com processos padrão de refluxo IR e embalagem em fita e carretel torna-o uma solução pronta para linhas de fabricação automatizadas de alto volume.

10. Perguntas Frequentes (FAQ)

P: Posso acionar este LED sem um resistor limitador de corrente?

R: Não. Um LED deve ser acionado com uma corrente controlada. Um resistor em série é o método mais simples para definir a corrente ao usar uma fonte de tensão. Sem ele, a corrente é determinada pela tensão da fonte de alimentação e pela resistência dinâmica do LED, que é muito baixa e pode levar à fuga térmica e destruição.

P: Qual é a diferença entre comprimento de onda de pico e comprimento de onda dominante?

R: O comprimento de onda de pico (λP) é o comprimento de onda no qual a saída de potência espectral é máxima (468nm aqui). O comprimento de onda dominante (λd) é derivado do diagrama de cromaticidade CIE e representa o comprimento de onda único que o olho humano percebe como a cor da luz (465-475nm aqui). Para uma fonte monocromática como um LED azul, eles geralmente são próximos.

P: Por que a umidade de armazenamento é tão importante?

R: Os pacotes plásticos SMD podem absorver umidade do ar. Durante o processo de soldagem por refluxo em alta temperatura, essa umidade retida pode vaporizar rapidamente, criando pressão interna que pode rachar o pacote ou descolar ligações internas - um fenômeno conhecido como "estouro" (popcorning). Os procedimentos especificados de armazenamento e aquecimento previnem isso.

11. Exemplos Práticos de Aplicação

Exemplo 1: Painel de Indicador de Status:Uma matriz destes LEDs pode ser usada atrás de um painel translúcido ou fosco para criar uma iluminação de fundo azul uniforme para botões ou ícones em um dispositivo eletrônico de consumo. O amplo ângulo de visão garante visibilidade a partir de várias posições.

Exemplo 2: Iluminação Decorativa:Múltiplos LEDs podem ser espaçados ao longo de uma tira para criar uma iluminação de destaque azul ambiente. A lente difusa ajuda a misturar pontos individuais de luz em um brilho mais contínuo. Os projetistas devem calcular o valor apropriado do resistor em série com base na tensão de alimentação (por exemplo, 5V ou 12V) e na corrente direta desejada (por exemplo, 20mA para menor potência/maior vida útil ou 30mA para brilho máximo).

12. Introdução ao Princípio de Operação

Este LED é baseado em um chip semicondutor feito de InGaN. Quando uma tensão direta é aplicada através da junção p-n, elétrons e lacunas são injetados na região ativa. Quando estes portadores de carga se recombinam, eles liberam energia na forma de fótons (luz). A energia específica da banda proibida do material InGaN determina o comprimento de onda dos fótons emitidos, que neste caso está na região azul do espectro visível. A lente difusa, feita de epóxi ou silicone, contém partículas de dispersão que aleatorizam a direção da luz emitida, ampliando o ângulo do feixe e suavizando sua aparência.

13. Tendências Tecnológicas

A tecnologia subjacente para LEDs azuis, InGaN, foi um desenvolvimento revolucionário que possibilitou LEDs brancos (via conversão de fósforo) e telas de cores completas. As tendências atuais na tecnologia de LED SMD focam em aumentar a eficácia luminosa (mais saída de luz por watt de entrada elétrica), melhorar o índice de reprodução de cor (IRC) para LEDs brancos, alcançar maiores densidades de potência em pacotes menores e aumentar a confiabilidade sob maior estresse térmico e de corrente. Inovações em embalagens também visam melhor gerenciamento térmico e controle óptico mais preciso. O dispositivo descrito representa uma implementação madura e econômica desta tecnologia central para aplicações gerais de indicação e iluminação.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.