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Ficha Técnica do LED SMD LTST-C171KDWT - Lente Difusa Branca - Chip Vermelho AlInGaP - Corrente Direta 30mA - Dissipação de Potência 75mW - Documento Técnico em Português

Ficha técnica completa do LED SMD LTST-C171KDWT. Características incluem chip vermelho AlInGaP ultrabrilhante, lente difusa branca, ângulo de visão de 130 graus, conformidade RoHS e compatibilidade com soldagem por refluxo IR.
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Capa do documento PDF - Ficha Técnica do LED SMD LTST-C171KDWT - Lente Difusa Branca - Chip Vermelho AlInGaP - Corrente Direta 30mA - Dissipação de Potência 75mW - Documento Técnico em Português

1. Visão Geral do Produto

O LTST-C171KDWT é uma lâmpada LED de montagem em superfície (SMD) projetada para montagem automatizada em placas de circuito impresso (PCB). Pertence a uma família de componentes miniaturizados, concebidos para aplicações com restrições de espaço numa vasta gama de equipamentos eletrónicos modernos.

1.1 Vantagens Principais e Mercado-Alvo

Este LED utiliza um chip semicondutor Ultra Brilhante de AlInGaP (Fosfeto de Alumínio, Índio e Gálio) para produzir luz vermelha, que é depois difundida através de uma lente branca. Esta combinação visa uma elevada intensidade luminosa com um ângulo de visão amplo e uniforme. As suas principais vantagens incluem compatibilidade com máquinas automáticas de pick-and-place e com processos de soldagem por refluxo por infravermelhos (IR), que são padrão na fabricação eletrónica de alto volume. O dispositivo é conforme com a diretiva RoHS, cumprindo regulamentações ambientais. As aplicações-alvo abrangem telecomunicações (ex.: telemóveis), automação de escritório (ex.: computadores portáteis, sistemas de rede), eletrodomésticos, equipamento industrial e funções específicas de iluminação, como retroiluminação de teclados, indicadores de estado, micro-displays e luminárias de sinalização.

2. Análise Aprofundada dos Parâmetros Técnicos

Uma compreensão completa das especificações elétricas e óticas é crítica para um projeto de circuito fiável e uma previsão de desempenho precisa.

2.1 Valores Máximos Absolutos

Estes valores definem os limites de stress além dos quais pode ocorrer dano permanente. São especificados a uma temperatura ambiente (Ta) de 25°C. A corrente direta contínua máxima (IF) é de 30 mA. É permitida uma Corrente Direta de Pico mais elevada de 80 mA, mas apenas em condições pulsadas com um ciclo de trabalho de 1/10 e uma largura de pulso de 0,1 ms, útil para sinalização breve e de alta intensidade. A potência máxima que o dispositivo pode dissipar é de 75 mW. A Tensão Reversa máxima admissível (VR) é de 5 V; exceder este valor pode causar a ruptura da junção PN do LED. As faixas de temperatura de operação e armazenamento são, respetivamente, de -30°C a +85°C e de -40°C a +85°C.

2.2 Características Elétricas e Óticas

Estes são os parâmetros de desempenho típicos medidos a Ta=25°C e uma corrente de teste padrão (IF) de 20 mA. A Intensidade Luminosa (Iv) tem uma ampla gama, desde um mínimo de 11,2 mcd (milicandela) até um máximo de 45,0 mcd, com valores específicos determinados pelo processo de binning. O Ângulo de Visão (2θ1/2) é de 130 graus, indicando um padrão de emissão muito amplo, adequado para iluminação de área ou indicadores que precisam de ser vistos a partir de posições fora do eixo. O Comprimento de Onda Dominante (λd), que define a cor percebida, varia de 630 nm a 660 nm, situando-o na região vermelha do espectro. A Tensão Direta típica (VF) varia de 1,6 V a 2,4 V a 20 mA. A Corrente Reversa (IR) é tipicamente muito baixa, com um máximo de 10 µA aos 5 V completos de polarização reversa.

3. Explicação do Sistema de Binning

Para garantir consistência na produção, os LEDs são classificados em categorias de desempenho ou "bins".

3.1 Binning de Intensidade Luminosa

O LTST-C171KDWT utiliza um sistema de binning baseado na intensidade luminosa medida a 20 mA. Os bins são definidos da seguinte forma: Código de Bin "L" cobre de 11,2 a 18,0 mcd, Bin "M" cobre de 18,0 a 28,0 mcd, e Bin "N" cobre de 28,0 a 45,0 mcd. Aplica-se uma tolerância de +/-15% à intensidade dentro de cada bin. Os projetistas devem especificar o bin necessário ao encomendar, para garantir a uniformidade de brilho exigida pela sua aplicação, especialmente quando utilizam múltiplos LEDs num *array*.

4. Análise das Curvas de Desempenho

Embora curvas gráficas específicas sejam referenciadas na ficha técnica, as suas implicações são padrão. A curva Corrente Direta vs. Tensão Direta (I-V) mostra a relação exponencial típica de um díodo. A curva Intensidade Luminosa vs. Corrente Direta demonstra como a saída de luz aumenta com a corrente, tipicamente numa região quase linear em torno do ponto de operação recomendado. A curva Intensidade Luminosa vs. Temperatura Ambiente é crucial, uma vez que a saída do LED geralmente diminui com o aumento da temperatura; compreender este *derating* é essencial para projetos que operam em ambientes de temperatura elevada. O gráfico de Distribuição Espectral mostraria a concentração da luz emitida em torno do comprimento de onda de pico de aproximadamente 650 nm.

5. Informações Mecânicas e de Embalagem

5.1 Dimensões Físicas e Polaridade

O LED é fornecido numa *footprint* de pacote EIA padrão. As dimensões exatas de comprimento, largura e altura são fornecidas em milímetros com uma tolerância típica de ±0,1 mm. O componente possui um indicador de polaridade, crucial para a orientação correta durante a montagem. O cátodo é tipicamente marcado, muitas vezes por um tom esverdeado no lado correspondente do encapsulamento ou por um entalhe no corpo de plástico.

5.2 Layout Recomendado das *Pads* da PCB

É sugerido um desenho de padrão de solda (*land pattern*) para garantir uma soldagem fiável e uma estabilidade mecânica adequada. Este padrão especifica o tamanho e a forma das *pads* de cobre na PCB, incluindo quaisquer definições de alívio térmico ou máscara de solda, para otimizar a formação da junta de solda durante o refluxo.

5.3 Embalagem em Fita e Bobina

Para montagem automatizada, os LEDs são fornecidos em fita transportadora relevada de 8 mm de largura, enrolada em bobinas de 7 polegadas (178 mm) de diâmetro. Cada bobina contém 3000 unidades. A embalagem segue as especificações ANSI/EIA 481. Notas importantes incluem: bolsas vazias na fita são seladas com fita de cobertura, a quantidade mínima de encomenda para remanescentes é de 500 peças, e é permitido um máximo de dois componentes consecutivos em falta por bobina.

6. Diretrizes de Soldagem e Montagem

6.1 Condições de Soldagem por Refluxo IR

O dispositivo é qualificado para processos de soldagem sem chumbo (*lead-free*). A temperatura de pico de refluxo recomendada é de 260°C, e o tempo acima desta temperatura de pico não deve exceder 10 segundos. Recomenda-se um perfil térmico completo que inclua fases de pré-aquecimento (ex.: 150-200°C por até 120 segundos) para evitar choque térmico e garantir a ativação adequada da pasta de solda. A ficha técnica referencia normas JEDEC como base para o desenvolvimento do perfil, enfatizando que o perfil final deve ser caracterizado para o projeto específico da PCB, pasta de solda e forno utilizados.

6.2 Armazenamento e Manuseamento

Os LEDs são sensíveis à humidade. Quando selados na sua embalagem original à prova de humidade com dessecante, devem ser armazenados a ≤ 30°C e ≤ 90% de HR e utilizados dentro de um ano. Uma vez aberta a embalagem, a "vida útil no chão de fábrica" é limitada. Para MSL 2a (Nível de Sensibilidade à Humidade 2a), os componentes devem ser soldados por refluxo IR dentro de 672 horas (28 dias) após exposição às condições ambientais da fábrica (≤ 30°C / 60% HR). Para exposições mais longas, é necessário um cozimento a aproximadamente 60°C durante pelo menos 20 horas antes da soldagem, para remover a humidade absorvida e prevenir danos de "*popcorning*" durante o refluxo. Precauções contra descarga eletrostática (ESD) são obrigatórias; recomenda-se o uso de pulseiras e bancadas de trabalho aterradas.

6.3 Limpeza

Se for necessária limpeza após a soldagem, apenas devem ser utilizados solventes especificados. A imersão do LED em álcool etílico ou isopropílico à temperatura ambiente por menos de um minuto é aceitável. Produtos químicos não especificados ou agressivos podem danificar a lente de plástico ou o encapsulamento.

7. Notas de Aplicação e Considerações de Projeto

7.1 Projeto do Circuito de Acionamento

Os LEDs são dispositivos acionados por corrente. Para garantir um brilho consistente e evitar a concentração de corrente, é fortemente recomendado o uso de um resistor limitador de corrente em série para cada LED, mesmo quando múltiplos LEDs estão ligados em paralelo a uma fonte de tensão. O valor do resistor (R) é calculado usando a Lei de Ohm: R = (Vcc - VF) / IF, onde Vcc é a tensão de alimentação, VF é a tensão direta do LED (use o valor máximo da ficha técnica para maior fiabilidade) e IF é a corrente direta desejada. Não é recomendado acionar LEDs diretamente a partir de uma fonte de tensão sem regulação de corrente, pois pode levar a *thermal runaway* e falha do dispositivo.

7.2 Gestão Térmica

Embora a dissipação de potência seja relativamente baixa (75 mW máx.), uma gestão térmica eficaz na PCB continua a ser importante para a fiabilidade a longo prazo e para manter a intensidade luminosa. Garantir uma área de cobre adequada em torno da *pad* térmica do LED (se aplicável) e uma ventilação geral da PCB ajuda a dissipar o calor, especialmente em aplicações de alta temperatura ambiente ou quando o LED é acionado próximo da sua corrente máxima nominal.

7.3 Âmbito de Aplicação e Limitações

Este LED destina-se a equipamentos eletrónicos de uso geral. A ficha técnica alerta explicitamente contra a sua utilização em aplicações críticas para a segurança, onde uma falha possa colocar em risco vidas ou a saúde — como aviação, controlo de transportes, dispositivos médicos ou sistemas de suporte de vida — sem consulta prévia e qualificação específica.

8. Comparação e Diferenciação Técnica

O principal diferenciador do LTST-C171KDWT é a utilização de um chip de AlInGaP com uma lente difusa branca. Comparado com os LEDs vermelhos tradicionais de GaAsP ou GaP, a tecnologia AlInGaP oferece tipicamente maior eficiência e melhor estabilidade de desempenho com a temperatura. A lente difusa branca proporciona um ângulo de visão mais amplo e uniforme em comparação com uma lente transparente ou "*water-clear*", que geralmente tem um feixe mais focado. Isto torna-o superior para aplicações que requerem iluminação de área ampla e suave, em vez de um foco direcionado.

9. Perguntas Frequentes (Baseadas em Parâmetros Técnicos)

P: Posso acionar este LED continuamente a 30 mA?

R: Sim, 30 mA é a corrente direta contínua máxima nominal. Para uma longevidade ideal, é frequentemente recomendado operar ligeiramente abaixo deste máximo, por exemplo, a 20 mA (a condição de teste padrão).

P: Qual é a diferença entre Comprimento de Onda Dominante e Comprimento de Onda de Pico?

R: O Comprimento de Onda de Pico (λp) é o comprimento de onda único no qual o espectro de emissão é mais forte. O Comprimento de Onda Dominante (λd) é derivado das coordenadas de cor no diagrama de cromaticidade CIE e representa o comprimento de onda único que melhor corresponde à cor percebida da luz. O λd é mais relevante para a especificação da cor.

P: Por que é necessário um resistor em série mesmo para uma alimentação de tensão constante?

R: A tensão direta (VF) de um LED tem uma tolerância de fabrico e diminui com o aumento da temperatura. Uma fonte de tensão constante faria com que a corrente aumentasse de forma incontrolável à medida que o LED aquece, podendo levar a *thermal runaway*. Um resistor em série fornece *feedback* negativo, estabilizando a corrente.

10. Caso Prático de Projeto e Utilização

Cenário: Projetar um painel de indicadores de estado para um router de rede.O painel requer quatro LEDs vermelhos de estado com brilho uniforme. O sistema utiliza uma linha de 5V. Passos do projeto: 1) Selecionar o bin de intensidade luminosa necessário (ex.: Bin "M" para 18-28 mcd). 2) Calcular o resistor em série. Usando o VF máximo de 2,4V e um IF alvo de 20 mA: R = (5V - 2,4V) / 0,02A = 130 Ω. Pode ser utilizado o valor padrão mais próximo de 130 Ω ou 150 Ω. 3) Projetar o *layout* da PCB usando o padrão de *pads* recomendado, garantindo o alinhamento correto da polaridade. 4) Especificar o perfil de refluxo IR de acordo com as diretrizes durante a montagem da PCB. 5) Após a montagem, verificar a uniformidade da intensidade em condições de operação.

11. Introdução ao Princípio de Funcionamento

Um LED é um díodo semicondutor. Quando uma tensão direta é aplicada aos seus terminais (ânodo positivo em relação ao cátodo), eletrões do semicondutor tipo-n e lacunas do semicondutor tipo-p são injetados na região ativa. Quando estes portadores de carga se recombinam, a energia é libertada na forma de fotões (luz). O material semicondutor específico (AlInGaP neste caso) determina a energia da banda proibida e, consequentemente, o comprimento de onda (cor) da luz emitida. A lente difusa branca contém partículas de dispersão que alargam a saída de luz inicialmente direcional do chip, criando um ângulo de visão amplo e uniforme.

12. Tendências Tecnológicas

A tendência geral nos LEDs SMD é para maior eficiência (mais lúmens por watt), melhor reprodução de cor e maior fiabilidade. Para LEDs do tipo indicador, a miniaturização continua enquanto se mantém ou aumenta o brilho. Há também um foco em expandir a gama de cores e temperaturas de cor disponíveis. Os processos de fabrico estão a ser refinados para alcançar tolerâncias de binning mais apertadas, fornecendo aos projetistas um desempenho mais consistente. A busca por maior tolerância à temperatura e compatibilidade com processos de soldagem sem chumbo e de alta temperatura continua a ser um foco-chave da indústria.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.