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Ficha Técnica do LED SMD 17-215/S2C-CP2R1B/3T - Laranja Brilhante - 2.0x1.25x0.8mm - 2.35V Máx. - 60mW - Documento Técnico em Português

Ficha técnica completa do LED SMD 17-215/S2C-CP2R1B/3T em laranja brilhante. Inclui especificações detalhadas, características eletro-ópticas, informação de binning, dimensões do encapsulamento, diretrizes de soldagem e notas de aplicação.
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Capa do documento PDF - Ficha Técnica do LED SMD 17-215/S2C-CP2R1B/3T - Laranja Brilhante - 2.0x1.25x0.8mm - 2.35V Máx. - 60mW - Documento Técnico em Português

1. Visão Geral do Produto

O 17-215/S2C-CP2R1B/3T é um LED de montagem superficial (SMD) projetado para aplicações miniaturizadas e de alta densidade. Ele utiliza tecnologia de semicondutor AIGaInP para produzir uma luz laranja brilhante. Este componente é caracterizado pela sua pegada compacta, construção leve e compatibilidade com processos modernos de montagem automatizada.

1.1 Vantagens Principais

As vantagens primárias deste LED derivam do seu encapsulamento SMD. O seu tamanho significativamente menor em comparação com LEDs tradicionais de chumbo permite o design de placas de circuito impresso (PCBs) mais compactas. Isto leva a uma maior densidade de componentes, reduz os requisitos de espaço de armazenamento para componentes e produtos acabados e, em última análise, permite a criação de equipamentos finais mais pequenos. A natureza leve do encapsulamento torna-o particularmente adequado para dispositivos eletrónicos portáteis e miniaturizados onde o peso é um fator crítico.

1.2 Mercado-Alvo e Aplicações

Este LED destina-se a aplicações de iluminação geral e indicação em eletrónica de consumo e industrial. Áreas de aplicação específicas incluem retroiluminação de painéis de instrumentos, interruptores e símbolos; funções de indicação e retroiluminação em dispositivos de telecomunicações como telefones e máquinas de fax; e como fonte de retroiluminação plana para ecrãs de cristais líquidos (LCDs). O seu design de propósito geral torna-o adequado para uma vasta gama de outras tarefas de indicação e iluminação de baixo nível.

2. Análise Profunda das Especificações Técnicas

Esta secção fornece uma análise objetiva e detalhada dos parâmetros técnicos chave do dispositivo, conforme definido nas suas classificações absolutas máximas e características eletro-ópticas.

2.1 Classificações Absolutas Máximas

As classificações absolutas máximas definem os limites de stress além dos quais pode ocorrer dano permanente no dispositivo. Estas não são condições de operação recomendadas.

2.2 Características Eletro-Ópticas

Medidas numa condição de teste padrão de 25°C e uma corrente direta (IF) de 20 mA, estes parâmetros definem o desempenho do dispositivo.

3. Explicação do Sistema de Binning

Para garantir desempenho consistente na produção, os LEDs são classificados em bins de desempenho. Isto permite aos designers selecionar componentes que atendam a critérios específicos para a sua aplicação.

3.1 Binning de Intensidade Luminosa

A intensidade luminosa é categorizada em quatro bins (P2, Q1, Q2, R1), com valores mínimos e máximos definidos. Por exemplo, o bin R1 contém LEDs com intensidade entre 112,00 mcd e 140,00 mcd. Os designers podem especificar um código de bin para garantir um nível mínimo de brilho para a sua aplicação.

3.2 Binning de Comprimento de Onda Dominante

O comprimento de onda dominante, que se correlaciona com a cor percebida, é classificado em dois intervalos: D9 (603,50 - 606,50 nm) e D10 (606,50 - 609,50 nm). Este controlo rigoroso garante consistência de cor entre múltiplos LEDs numa matriz ou ecrã.

3.3 Binning de Tensão Direta

A tensão direta é classificada em três códigos: 0 (1,75 - 1,95V), 1 (1,95 - 2,15V) e 2 (2,15 - 2,35V). O conhecimento do bin de VFpode ser importante para o design da fonte de alimentação, especialmente ao acionar múltiplos LEDs em série, para garantir distribuição uniforme de corrente e brilho.

4. Análise das Curvas de Desempenho

Embora o PDF refira curvas típicas de características eletro-ópticas, os gráficos específicos para parâmetros como intensidade luminosa relativa vs. corrente direta, tensão direta vs. temperatura de junção e distribuição espectral não são fornecidos no conteúdo extraído. Numa ficha técnica completa, estas curvas são críticas para compreender o comportamento do dispositivo em condições não padrão (ex., diferentes correntes de acionamento ou temperaturas ambientes). Os designers usariam a curva IV para determinar o valor necessário do resistor limitador de corrente e as curvas de derating térmico para entender como a saída luminosa diminui com o aumento da temperatura de junção.

5. Informação Mecânica e do Encapsulamento

5.1 Dimensões do Encapsulamento

O dispositivo apresenta um encapsulamento SMD padrão. As dimensões principais (com uma tolerância típica de ±0,1mm salvo indicação em contrário) são aproximadamente 2,0mm de comprimento, 1,25mm de largura e 0,8mm de altura. A ficha técnica inclui um desenho dimensionado detalhado mostrando o layout dos terminais, o contorno do componente e a marcação de polaridade (tipicamente indicada por uma marca de cátodo no encapsulamento).

5.2 Identificação de Polaridade e Montagem

A polaridade correta é essencial para a operação. O encapsulamento inclui um marcador visual para identificar o cátodo. O padrão de terminais recomendado para a PCB (design dos terminais) é fornecido para garantir a formação adequada da junta de solda e estabilidade mecânica durante o refluxo. A adesão a este padrão é crucial para uma montagem automatizada fiável.

6. Diretrizes de Soldagem e Montagem

O manuseamento e soldagem adequados são críticos para a fiabilidade.

6.1 Armazenamento e Sensibilidade à Humidade

Os componentes são embalados num saco resistente à humidade com dessecante. O saco não deve ser aberto até que as peças estejam prontas para uso. Após a abertura, os LEDs não utilizados devem ser armazenados a ≤30°C e ≤60% de humidade relativa e usados dentro de 168 horas (7 dias). Se este prazo for excedido ou se o indicador de dessecante mostrar saturação, é necessário um tratamento térmico (bake-out) a 60 ±5°C durante 24 horas antes da soldagem para prevenir danos de \"popcorning\" durante o refluxo.

6.2 Perfil de Soldagem por Refluxo

É especificado um perfil de refluxo sem chumbo (Pb-free):

A soldagem por refluxo não deve ser realizada mais de duas vezes no mesmo dispositivo.

6.3 Soldagem Manual e Retrabalho

Se a soldagem manual for necessária, a temperatura da ponta do ferro deve estar abaixo de 350°C, aplicada por não mais de 3 segundos por terminal. Recomenda-se um ferro de baixa potência (<25W). Deve ser observado um intervalo de arrefecimento de pelo menos 2 segundos entre a soldagem de cada terminal. O retrabalho é fortemente desencorajado. Se for absolutamente inevitável, deve ser usado um ferro de soldar de dupla cabeça especializado para aquecer simultaneamente ambos os terminais, e o impacto nas características do LED deve ser verificado previamente.

7. Embalagem e Informação de Encomenda

7.1 Embalagem em Fita e Bobina

Os LEDs são fornecidos em fita transportadora relevada de 8mm de largura enrolada em bobinas de 7 polegadas de diâmetro. Cada bobina contém 3000 peças. São fornecidas dimensões detalhadas para os compartimentos da fita transportadora e da bobina para garantir compatibilidade com equipamentos de pick-and-place automatizados.

7.2 Explicação do Rótulo

O rótulo da bobina contém informação crítica para rastreabilidade e aplicação correta:

8. Considerações de Design de Aplicação

8.1 Limitação de Corrente é Obrigatória

Os LEDs são dispositivos acionados por corrente.É absolutamente necessário um resistor limitador de corrente externo.A tensão direta tem um coeficiente de temperatura negativo e uma tolerância de fabrico. Um ligeiro aumento na tensão de alimentação sem um resistor em série causará um grande aumento, potencialmente destrutivo, na corrente direta. O valor do resistor (R) é calculado usando a Lei de Ohm: R = (Valimentação- VF) / IF, onde IFé a corrente de acionamento desejada (≤25 mA DC).

8.2 Gestão Térmica

Embora o encapsulamento seja pequeno, a dissipação de potência (até 60 mW) gera calor. Para uma longevidade ótima e saída de luz estável, garanta que a PCB fornece um alívio térmico adequado. Evite colocar o LED em espaços fechados sem ventilação. A temperatura ambiente máxima de operação é 85°C; a temperatura real da junção será mais alta.

8.3 Restrições de Aplicação

Este produto é projetado para aplicações comerciais e industriais gerais. Não é especificamente qualificado para aplicações de alta fiabilidade onde a falha possa levar a ferimentos graves ou perdas, como sistemas de segurança automóvel (airbags, travagem), sistemas militares/aeroespaciais ou equipamento médico de suporte à vida. Para tais aplicações, devem ser adquiridos componentes com qualificações e dados de fiabilidade apropriados.

9. Comparação e Diferenciação Técnica

Os diferenciadores chave deste LED são a sua combinação de um encapsulamento SMD muito compacto (permitindo miniaturização), um amplo ângulo de visão de 130 graus (bom para iluminação de área) e o uso da tecnologia AIGaInP que tipicamente oferece maior eficiência e melhor saturação de cor no espetro vermelho-laranja-âmbar em comparação com tecnologias mais antigas como a GaAsP. A sua conformidade com as normas RoHS, REACH e sem halogéneos torna-o adequado para mercados globais com regulamentações ambientais rigorosas.

10. Perguntas Frequentes (FAQ)

P: Que resistor preciso para uma alimentação de 5V para acionar este LED a 20mA?

R: Usando a VFmáxima de 2,35V para um design conservador: R = (5V - 2,35V) / 0,020A = 132,5Ω. Um resistor padrão de 130Ω ou 150Ω seria adequado. Confirme sempre a corrente real com medições.

P: Posso pulsar este LED a correntes mais altas para flashes mais brilhantes?

R: Sim, mas apenas dentro das Classificações Absolutas Máximas. Pode pulsar até 60 mA, mas o ciclo de trabalho deve ser de 10% ou menos (ex., 1ms ligado, 9ms desligado) a uma frequência de 1 kHz. A corrente média não deve exceder 25 mA.

P: Como garanto cor consistente entre múltiplos LEDs no meu produto?

R: Especifique um bin de comprimento de onda dominante apertado (apenas D9 ou D10, não misturado) ao encomendar. Para a maior consistência, encomende do mesmo lote de fabrico (LOT No.).

P: O saco está aberto há uma semana. Ainda posso usar os LEDs?

R: Primeiro, verifique o indicador de dessecante. Se mudou de cor, ou se passaram 168 horas desde a abertura, deve fazer um tratamento térmico (bake) dos LEDs a 60°C durante 24 horas antes de tentar soldá-los para prevenir danos induzidos por humidade.

11. Estudo de Caso de Design e Utilização

Cenário: Projetar um painel de indicadores de estado para um router de rede.O painel requer 10 LEDs laranja para mostrar atividade de ligação e estado de energia. O espaço na PCB é limitado.

Escolhas de Design:O LED 17-215 é selecionado pela sua pequena pegada de 2,0x1,25mm, permitindo que todos os 10 LEDs caibam numa fila apertada. O amplo ângulo de visão de 130 graus garante que os indicadores sejam visíveis de vários ângulos. O designer especifica o bin R1 para intensidade luminosa para garantir visibilidade numa sala bem iluminada e o bin D10 para um tom laranja consistente. Um resistor de 150Ω é colocado em série com cada LED, ligado ao barramento do sistema de 3,3V, resultando numa corrente de acionamento de aproximadamente 18-20 mA dependendo do bin de VFdo LED individual. O layout da PCB segue o padrão de terminais recomendado, e a casa de montagem usa o perfil de refluxo sem chumbo especificado.

12. Introdução ao Princípio Tecnológico

Este LED é baseado em material semicondutor de Fosfeto de Alumínio, Índio e Gálio (AIGaInP) crescido num substrato. Quando uma tensão direta é aplicada, eletrões e lacunas são injetados na região ativa onde se recombinam, libertando energia na forma de fotões (luz). A proporção específica de alumínio, índio e gálio na rede cristalina determina a energia da banda proibida, que define diretamente o comprimento de onda (cor) da luz emitida—neste caso, laranja (~611 nm). A lente de resina \"água clara\" é usada para maximizar a extração de luz do chip semicondutor sem alterar a cor, ao contrário de resinas difusas ou tingidas.

13. Tendências e Desenvolvimentos da Indústria

A tendência em LEDs SMD para aplicações de indicação e retroiluminação continua em direção a maior eficiência (mais saída de luz por mA de corrente), tamanhos de encapsulamento mais pequenos para maior densidade e melhor consistência e estabilidade de cor ao longo da temperatura e vida útil. Há também um forte impulso para uma adoção mais ampla de materiais amigos do ambiente, como evidenciado pela conformidade deste produto com normas sem halogéneos e sem chumbo. Além disso, a integração de funcionalidades, como resistores limitadores de corrente incorporados ou drivers IC dentro do encapsulamento do LED, é uma tendência crescente para simplificar o design do circuito e poupar espaço na placa, embora este dispositivo em particular permaneça um componente discreto.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.