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Ficha Técnica do Display LED LTS-4817CKS-P - Dígito 0,39 Polegadas - Amarelo AlInGaP - Tensão Direta 2,6V - Dissipação 70mW - Documento Técnico em Português

Ficha técnica completa do LTS-4817CKS-P, um display LED SMD de dígito único de 0,39 polegadas com chips amarelos AlInGaP, contendo especificações elétricas, características ópticas, dimensões e diretrizes de soldagem.
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1. Visão Geral do Produto

O LTS-4817CKS-P é um módulo de display LED de alto desempenho, de montagem em superfície (SMD) e de dígito único. Foi concebido para aplicações que requerem leituras numéricas nítidas e brilhantes num formato compacto. O dispositivo utiliza a tecnologia avançada de chip LED AlInGaP (Fosfeto de Alumínio, Índio e Gálio) cultivado num substrato de GaAs, conhecida pela sua alta eficiência e excelente pureza de cor, particularmente no espectro amarelo. O display apresenta uma face cinza com segmentos brancos, proporcionando alto contraste para uma legibilidade ideal. É configurado como um dispositivo de ânodo comum, uma configuração padrão para simplificar o circuito de acionamento em aplicações com múltiplos dígitos, e inclui um ponto decimal à direita.

1.1 Características e Vantagens Principais

1.2 Aplicações Alvo e Mercado

Este display é ideal para uma vasta gama de equipamentos eletrónicos que requerem indicadores numéricos. Aplicações típicas incluem instrumentação industrial (ex.: medidores de painel, temporizadores, contadores), eletrodomésticos (ex.: fornos micro-ondas, máquinas de lavar, equipamentos de áudio), painéis de instrumentos automóveis (para displays auxiliares), dispositivos médicos e equipamentos de teste e medição. O seu encapsulamento SMD (Dispositivo de Montagem em Superfície) torna-o perfeitamente adequado para processos de montagem automatizada, reduzindo custos de fabrico e melhorando a confiabilidade na produção em grande volume.

2. Parâmetros Técnicos e Interpretação Objetiva

Esta secção fornece uma análise objetiva e detalhada das especificações elétricas e ópticas do dispositivo, conforme definido na ficha técnica.

2.1 Especificações Máximas Absolutas

Estas especificações definem os limites de stress além dos quais pode ocorrer dano permanente no dispositivo. A operação nestes ou próximos destes limites não é recomendada para uso normal.

2.2 Características Elétricas e Ópticas (Típicas a 25°C)

Estes parâmetros descrevem o desempenho do dispositivo em condições normais de operação.

3. Explicação do Sistema de Categorização (Binning)

A ficha técnica afirma que os dispositivos são "categorizados por intensidade luminosa." Isto implica um processo de binning onde os LEDs são classificados após a produção com base na saída de luz medida (em µcd) a uma corrente de teste especificada (provavelmente 10mA ou 20mA). Isto garante que os clientes recebam peças com níveis de brilho consistentes. Embora os códigos de bin específicos não sejam detalhados neste documento, os projetistas devem consultar o fabricante para conhecer as categorias de intensidade disponíveis, a fim de garantir consistência na sua aplicação, especialmente ao usar múltiplos displays lado a lado.

4. Análise das Curvas de Desempenho

A ficha técnica referencia "Curvas Típicas de Características Elétricas/Ópticas." Embora os gráficos específicos não sejam fornecidos no texto, as curvas padrão para tais dispositivos normalmente incluem:

Os projetistas devem usar estas curvas para otimizar as condições de acionamento, compreender os efeitos térmicos e prever o desempenho em diferentes ambientes operacionais.

5. Informações Mecânicas e de Encapsulamento

5.1 Dimensões do Encapsulamento

O dispositivo está alojado num encapsulamento de montagem em superfície. Notas dimensionais importantes da ficha técnica incluem: todas as dimensões estão em milímetros com uma tolerância geral de ±0,25 mm. Existem controlos de qualidade específicos para a face do display: material estranho num segmento deve ser ≤10 mils, contaminação por tinta na superfície ≤20 mils, bolhas num segmento ≤10 mils e curvatura do refletor ≤1% do seu comprimento. A rebarba do pino de plástico está limitada a um máximo de 0,14 mm. Estas especificações garantem uma aparência física consistente e uma montagem confiável.

5.2 Ligação dos Pinos e Polaridade

O diagrama de circuito interno e a tabela de ligação dos pinos mostram uma configuração de ânodo comum para o dígito de 7 segmentos e para o ponto decimal. Os dois pinos de ânodo comum (pinos 3 e 8) estão internamente ligados. Os cátodos para os segmentos A a G e o ponto decimal (DP) estão em pinos separados (1, 2, 4, 5, 6, 7, 9, 10). O pino 5 é identificado como o cátodo para o ponto decimal à direita. A identificação correta da polaridade é crítica para o projeto do circuito, a fim de evitar a polarização reversa dos LEDs.

5.3 Padrão Recomendado para as Ilhas de Solda (Pad Pattern)

É fornecido um diagrama do padrão de ilhas (land pattern) para orientar o projeto da PCB (Placa de Circuito Impresso). Seguir este padrão recomendado, que inclui tamanho, espaçamento e características de alívio térmico adequados para as ilhas, é essencial para obter juntas de solda confiáveis durante a soldagem por reflow e para manter a integridade mecânica da ligação.

6. Diretrizes de Soldagem e Montagem

6.1 Instruções de Soldagem SMT

O dispositivo foi concebido para soldagem por reflow. Instruções críticas incluem:

Seguir estas diretrizes previne danos térmicos nos chips LED, no encapsulamento de plástico e nas ligações internas por fio (wire bonds).

6.2 Sensibilidade à Humidade e Armazenamento

Os displays SMD são enviados em embalagem à prova de humidade. Devem ser armazenados a 30°C ou menos e a 60% de Humidade Relativa (HR) ou menos. Uma vez aberto o saco selado, os componentes começam a absorver humidade da atmosfera. Se as peças não forem usadas imediatamente e não forem armazenadas num ambiente seco controlado (ex.: um armário seco), devem ser "cozidas" (baked) antes da soldagem por reflow para prevenir o "efeito pipoca" (popcorning) ou a delaminação causada pela rápida expansão do vapor durante o processo de reflow a alta temperatura. A ficha técnica fornece condições específicas de cozedura: 60°C por ≥48 horas para peças em bobinas, ou 100°C por ≥4 horas / 125°C por ≥2 horas para peças a granel. A cozedura deve ser realizada apenas uma vez.

7. Informações de Embalagem e Encomenda

7.1 Especificações de Embalagem

O dispositivo é fornecido em fita transportadora relevada (embossed) enrolada em bobinas, adequada para máquinas de pick-and-place automatizadas.

7.2 Número da Peça e Revisão

O número base da peça é LTS-4817CKS-P. O sufixo "-P" pode indicar uma variante específica ou tipo de embalagem. A própria ficha técnica tem um histórico de revisões (Revisão A, efetiva a 11/01/2020), e os projetistas devem sempre usar a revisão mais recente para garantir que têm as especificações mais atuais.

8. Notas de Aplicação e Considerações de Projeto

8.1 Circuito de Aplicação Típico

Para um display de ânodo comum como o LTS-4817CKS-P, os ânodos (pinos 3 e 8) são ligados a uma tensão de alimentação positiva (VCC). Cada pino de cátodo (para os segmentos A-G e DP) é ligado a uma resistência limitadora de corrente e depois à saída de um CI driver (ex.: um decodificador/driver ou um pino GPIO de um microcontrolador). O driver drena corrente para o terra para iluminar o segmento. O valor da resistência limitadora de corrente (RLIMIT) é calculado usando a Lei de Ohm: RLIMIT= (VCC- VF) / IF, onde VFé a tensão direta do LED (use 2,6V típico) e IFé a corrente direta desejada (ex.: 10mA ou 20mA).

8.2 Considerações de Projeto

9. Comparação e Diferenciação Técnica

O LTS-4817CKS-P diferencia-se pelo uso da tecnologia AlInGaP para emissão amarela. Comparado com tecnologias mais antigas como o GaAsP (Fosfeto de Arsénio e Gálio), o AlInGaP oferece uma eficiência luminosa significativamente maior, resultando numa saída mais brilhante para a mesma corrente de acionamento, melhor estabilidade térmica e pureza de cor superior (largura espectral mais estreita). O seu encapsulamento SMD e tamanho de dígito de 0,39 polegadas posicionam-no bem face a outros displays numéricos SMD, oferecendo um equilíbrio entre legibilidade e poupança de espaço na placa. A inclusão da categorização por intensidade (binning) é um diferenciador de qualidade chave para aplicações que requerem aparência uniforme.

10. Perguntas Frequentes (FAQs)

P1: Qual é a diferença entre comprimento de onda de pico (λp) e comprimento de onda dominante (λd)?

R1: O comprimento de onda de pico é o comprimento de onda no qual o espectro de emissão tem a sua intensidade máxima. O comprimento de onda dominante é o comprimento de onda único da luz monocromática que corresponde à cor percebida da saída do LED. Para um LED de espectro estreito como este, eles estão muito próximos (587nm vs 588nm).

P2: Posso acionar este LED a 25mA continuamente?

R2: Sim, mas apenas se a temperatura ambiente (Ta) estiver a 25°C ou abaixo. A temperaturas ambientes mais elevadas, deve reduzir a corrente de acordo com o fator de redução especificado de 0,28 mA/°C para evitar exceder a temperatura máxima da junção e degradar a confiabilidade.

P3: Por que é importante o teste da corrente reversa se não devo operá-lo em reverso?

R3: O teste de IRé uma medida de controlo de qualidade. Uma corrente de fuga reversa elevada pode indicar um defeito na junção PN do chip LED.

P4: O meu processo de montagem requer duas passagens de reflow. Isto é permitido?

R4: Sim, mas está estritamente limitado a um máximo de duas passagens. Deve garantir que a placa e os componentes arrefeçam completamente até à temperatura ambiente entre o primeiro e o segundo ciclo de reflow.

11. Exemplo de Aplicação Prática

Cenário: Projetar um display simples para um temporizador digital.

Um projetista está a criar um temporizador de contagem decrescente com um display de 2 dígitos que mostra minutos e segundos. Usaria dois dispositivos LTS-4817CKS-P. Os ânodos comuns de cada dígito seriam ligados a pinos GPIO separados de um microcontrolador configurados como saídas. Os 14 pinos de cátodo (7 segmentos + DP para cada dígito) seriam ligados em conjunto através dos dois dígitos (ou seja, todos os cátodos do segmento 'A' ligados, todos os cátodos do segmento 'B' ligados, etc.) e cada um ligado a uma resistência limitadora de corrente e depois a um pino GPIO ou a um CI driver externo capaz de drenar a corrente necessária. O microcontrolador usaria multiplexagem por divisão de tempo: ligaria o ânodo para o dígito dos 'minutos', definiria o padrão de cátodos para o número de minutos desejado, aguardaria um curto período (ex.: 5ms), depois desligaria esse ânodo, ligaria o ânodo para o dígito dos 'segundos', definiria o padrão de cátodos para os segundos, aguardaria e repetiria. Isto acontece mais rápido do que o olho humano pode perceber, criando a ilusão de ambos os dígitos estarem continuamente iluminados. O ponto decimal à direita em cada dígito poderia ser usado como um separador de dois pontos (colon) piscante entre minutos e segundos.

12. Introdução ao Princípio Tecnológico

O LTS-4817CKS-P é baseado no material semicondutor AlInGaP cultivado epitaxialmente num substrato de Arsenieto de Gálio (GaAs). Quando uma tensão direta é aplicada através da junção PN deste material, eletrões e lacunas são injetados na região ativa onde se recombinam. Este processo de recombinação liberta energia na forma de fotões (luz). A composição específica dos átomos de Alumínio, Índio, Gálio e Fósforo na rede cristalina determina a energia da banda proibida (bandgap), que dita diretamente o comprimento de onda (cor) da luz emitida. Para este dispositivo, a composição é ajustada para produzir fotões na gama de comprimentos de onda amarela (~587-588 nm). O chip é então encapsulado com uma lente de plástico moldada que molda a saída de luz e fornece proteção ambiental.

13. Tendências e Desenvolvimentos da Indústria

A tendência em tecnologias de display como o LTS-4817CKS-P é para uma eficiência ainda maior, permitindo displays mais brilhantes com menor consumo de energia, o que é crítico para dispositivos alimentados por bateria. Há também um impulso contínuo para a miniaturização, mantendo ou melhorando a legibilidade. A integração é outra tendência, com a eletrónica de acionamento por vezes sendo incorporada no próprio módulo de display para simplificar o projeto do sistema. Além disso, os avanços em materiais e encapsulamento estão a melhorar o desempenho térmico e a confiabilidade a longo prazo dos LEDs, permitindo que sejam usados em ambientes mais exigentes. Embora os displays de matriz de pontos, a cores completas e OLED estejam a expandir-se em aplicações de alta gama, os displays LED monocromáticos de dígito único como este permanecem altamente relevantes devido à sua simplicidade, robustez, baixo custo e excelente legibilidade numa ampla gama de condições de iluminação.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.