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LED SMD Amarelo com Ângulo de Visão de 120 Graus - Características Elétricas/Ópticas - Aplicações em Acessórios Automotivos - Documento Técnico em Português

Ficha técnica detalhada para um LED SMD amarelo de alta luminosidade projetado para aplicações em acessórios automotivos. Abrange especificações, classificação (binning), características térmicas e diretrizes de montagem.
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Índice

1. Visão Geral do Produto

Este documento fornece especificações técnicas abrangentes para um Diodo Emissor de Luz (LED) de Alto Desempenho para Montagem em Superfície (SMD). O dispositivo é projetado para confiabilidade e desempenho em ambientes exigentes, visando especificamente aplicações em acessórios no setor automotivo. Seu fator de forma miniatura e encapsulamento padronizado o tornam adequado para processos automatizados de montagem em placas de circuito impresso (PCB) e projetos com espaço limitado.

1.1 Características e Vantagens Principais

O LED incorpora várias características-chave que contribuem para sua robustez e facilidade de integração:

1.2 Mercado-Alvo e Aplicações

A aplicação principal pretendida é parasistemas de acessórios automotivos. Isso inclui recursos de iluminação interior e exterior que não fazem parte dos sistemas de iluminação críticos para segurança (ex.: faróis, luzes de freio). Exemplos podem incluir luzes indicadoras do painel, iluminação ambiente, luzes de saída, ou indicadores de status para vários subsistemas do veículo. A combinação de alta luminosidade, amplo ângulo de visão e qualificação automotiva o torna adequado para esses propósitos.

2. Parâmetros Técnicos: Interpretação Objetiva em Profundidade

Esta seção fornece uma análise detalhada das características elétricas, ópticas e térmicas do dispositivo. Todos os parâmetros são especificados a uma temperatura ambiente (Ta) de 25°C, salvo indicação em contrário.

2.1 Valores Máximos Absolutos

Esses valores definem os limites além dos quais pode ocorrer dano permanente ao dispositivo. A operação sob ou nesses limites não é garantida.

2.2 Características Térmicas

O gerenciamento térmico é crítico para o desempenho e longevidade do LED. Esses parâmetros definem como o calor viaja a partir da junção semicondutora.

2.3 Características Elétricas e Ópticas

Estes são os parâmetros de desempenho típicos sob condições de teste padrão (IF= 140mA, Ta=25°C).

3. Explicação do Sistema de Classificação (Binning)

Para garantir cor e desempenho consistentes na produção, os LEDs são classificados em bins com base em parâmetros-chave. O código do lote segue o formato: Vf / Iv / Wd (ex.: D/DA/3).

3.1 Classificação da Tensão Direta (Vf)

Os bins garantem que os LEDs tenham quedas de tensão semelhantes, o que é importante para compartilhamento de corrente em circuitos paralelos ou para um projeto de driver previsível.

3.2 Classificação da Intensidade Luminosa (Iv)

Isso agrupa os LEDs pelo brilho de sua saída de luz.

3.3 Classificação do Comprimento de Onda Dominante (Wd)

Isso garante uma cor amarela percebida consistente entre lotes de produção.

4. Análise das Curvas de Desempenho

Dados gráficos fornecem insights sobre como o LED se comporta sob condições variáveis.

4.1 Distribuição Espacial (Padrão do Feixe)

O diagrama polar fornecido (Fig. 2) representa visualmente o ângulo de visão de 120 graus. Ele mostra a intensidade luminosa relativa em função do ângulo a partir do eixo central. O padrão é tipicamente Lambertiano ou quase Lambertiano para LEDs de ângulo tão amplo, significando que a intensidade diminui com o cosseno do ângulo.

4.2 Corrente Direta vs. Tensão Direta / Intensidade Luminosa

Embora não explicitamente representado graficamente no trecho fornecido, as curvas típicas para LEDs de AlInGaP mostram uma relação não linear. A tensão direta (VF) aumenta logaritmicamente com a corrente. A intensidade luminosa (IV) é geralmente proporcional à corrente direta até um certo ponto, após o qual ocorre uma queda de eficiência devido ao aumento do calor e outros efeitos semicondutores. Operar nos 140mA recomendados provavelmente está dentro da região de alta eficiência.

4.3 Dependência da Temperatura

O desempenho do LED é sensível à temperatura. À medida que a temperatura da junção aumenta:

5. Informações Mecânicas e de Encapsulamento

5.1 Dimensões do Encapsulamento e Identificação de Polaridade

O LED utiliza um contorno de encapsulamento padrão EIA. As dimensões críticas incluem comprimento, largura e altura, com uma tolerância típica de ±0,2mm. Uma nota de projeto importante é que oterminal do ÂNODO também atua como o dissipador de calor primáriopara o LED. Isso significa que a almofada do ânodo na PCB deve ser projetada para maximizar a dissipação térmica, pois é o principal caminho para o calor sair da junção do LED e entrar na PCB.

5.2 Projeto Recomendado da Almofada de Fixação na PCB

Um diagrama do padrão de solda é fornecido para soldagem por refluxo IR. Seguir esta recomendação é essencial para alcançar a formação adequada da junta de solda, garantir uma boa conexão elétrica e, criticamente, maximizar a transferência de calor da almofada do ânodo/dissipador para as camadas de cobre da PCB. O tamanho e a forma desta almofada influenciam diretamente a resistência térmica efetiva (RθJS).

6. Diretrizes de Soldagem e Montagem

6.1 Perfil de Soldagem por Refluxo IR

Um gráfico detalhado do perfil de refluxo é especificado, em conformidade com J-STD-020 para processos sem chumbo. Os parâmetros-chave incluem:

6.2 Soldagem Manual (Se Necessário)

Se reparo manual for necessário:

6.3 Limpeza

Se a limpeza pós-soldagem for necessária, apenas solventes especificados devem ser usados para evitar danos ao encapsulamento do LED. Os agentes recomendados são álcool etílico ou álcool isopropílico. O LED deve ser imerso à temperatura ambiente por menos de um minuto.

7. Precauções de Armazenamento e Manuseio

7.1 Sensibilidade à Umidade

Este produto é classificado comoNível de Sensibilidade à Umidade (MSL) 2de acordo com JEDEC J-STD-020.

7.2 Precaução de Aplicação

O LED é projetado para equipamentos eletrônicos e acessórios automotivos comuns. Para aplicações onde uma falha poderia colocar diretamente em risco a vida ou a saúde (ex.: sistemas primários de aviação, suporte de vida médico, dispositivos de segurança crítica), uma avaliação de confiabilidade específica e consulta ao fabricante são necessárias antes da incorporação ao projeto.

8. Informações de Embalagem e Pedido

8.1 Especificações da Fita e Bobina

O dispositivo é fornecido em fita transportadora embutida padrão do setor.

8.2 Informações da Etiqueta

A etiqueta da bobina inclui o código de descrição do lote no formato Vf_Bin/Iv_Bin/Wd_Bin (ex.: D/DA/3), permitindo a rastreabilidade das características elétricas e ópticas do lote.

9. Sugestões de Aplicação e Considerações de Projeto

9.1 Cenários de Aplicação Típicos

9.2 Considerações Críticas de Projeto

  1. Gerenciamento Térmico:Este é o aspecto mais crítico. O layout da PCB deve maximizar o tamanho e a conectividade térmica (usando vias para as camadas de cobre internas ou do plano de fundo) daalmofada do ânodo, pois é o principal caminho térmico. A falha em fazê-lo levará a temperaturas de junção mais altas, redução da saída de luz, aceleração da depreciação do lúmen e vida útil mais curta.
  2. Acionamento de Corrente:Use um circuito driver de corrente constante, não um simples resistor limitador de corrente conectado a uma fonte de tensão variável, para uma saída de luz estável e consistente. Certifique-se de que o driver possa fornecer a corrente necessária (5-200mA DC) e possa lidar com a classificação de tensão direta dos LEDs usados.
  3. Projeto Óptico:O ângulo de visão de 120 graus fornece luz difusa e ampla. Para feixes focados, ópticas secundárias (lentes) seriam necessárias. A lente \"transparente\" significa que o LED emite a cor amarela nativa sem difusão.
  4. Proteção contra ESD:Embora não declarado explicitamente como sensível, implementar proteção básica contra ESD nas linhas de controle que acionam o LED é uma boa prática para robustez.

10. Comparação e Diferenciação Técnica

Embora uma comparação direta lado a lado com outros números de peça não seja fornecida nesta ficha técnica, os principais diferenciadores deste LED podem ser inferidos a partir de suas especificações:

11. Perguntas Frequentes (Baseadas em Parâmetros Técnicos)

P1: Qual é a diferença entre Comprimento de Onda de Pico e Comprimento de Onda Dominante?
R: O Comprimento de Onda de Pico (λP) é o comprimento de onda físico onde o LED emite a maior potência óptica. O Comprimento de Onda Dominante (λd) é um valor calculado que representa a cor percebida pelo olho humano, com base em todo o espectro de emissão e nas funções de correspondência de cores CIE. λdé mais relevante para especificação de cor.

P2: Por que há uma corrente direta mínima (5mA)?
R: Em correntes muito baixas, a saída de luz de um LED pode se tornar instável e não linear. Especificar um mínimo garante que o dispositivo opere em uma região previsível e estável de sua curva de desempenho.

P3: Posso acionar este LED com uma fonte de 12V e um resistor?
R: Tecnicamente sim, mas não é recomendado para desempenho ou confiabilidade ideais. O cálculo R = (12V - VF) / IFé simples, mas qualquer variação na tensão da fonte ou na tensão direta do LED (devido à classificação ou temperatura) causará uma grande variação na corrente e, portanto, no brilho. Um driver de corrente constante é fortemente preferido.

P4: O ânodo é o dissipador de calor. Isso significa que a almofada do cátodo não é termicamente importante?
R> Correto. O caminho térmico primário é intencionalmente projetado através do ânodo. Embora a conexão do cátodo conduza algum calor, o layout da PCB deve focar os esforços de gerenciamento térmico (grande área de cobre, vias térmicas) exclusivamente na almofada do ânodo para máxima eficácia.

12. Caso Prático de Projeto e Uso

Cenário: Projetando uma tira de luz ambiente para console central automotivo.

  1. Análise de Requisitos:Necessidade de iluminação amarela suave e uniforme ao longo de uma tira de 30cm, visível de várias posições dos assentos. A tensão de operação é o sistema nominal de 12V do veículo. O ambiente de temperatura varia de partidas a frio até uma cabine quente.
  2. Seleção de Componentes:Este LED é adequado devido à sua qualificação automotiva, amplo ângulo de visão (para difusão uniforme) e cor amarela. A alta luminosidade permite que ele seja acionado abaixo de sua corrente máxima para maior eficiência e vida útil mais longa.
  3. Projeto do Circuito:Um CI driver de LED de corrente constante chaveado é selecionado, configurado para fornecer 100mA por LED. Isso está abaixo do ponto de teste de 140mA, proporcionando margem para derating térmico. A configuração de corrente do driver é independente das flutuações do sistema elétrico de 9-16V do veículo.
  4. Layout da PCB:O projeto usa uma matriz linear de LEDs. O passo mais crítico é projetar uma grande área sólida de cobre para a almofada do ânodo de cada LED, conectada através de múltiplas vias térmicas a um plano de terra interno dedicado que atua como espalhador de calor. As almofadas do cátodo são conectadas com trilhas finas.
  5. Integração Óptica:Os LEDs são colocados atrás de um guia de luz/difusor branco leitoso ou texturizado para espalhar o feixe de 120 graus em uma linha de luz perfeitamente uniforme, escondendo \"pontos quentes\" individuais dos LEDs.
  6. Validação:A montagem é testada em toda a faixa de temperatura para garantir que a saída de luz atenda aos requisitos quando quente e que nenhuma falha relacionada à condensação ocorra durante ciclos de umidade (validando que os procedimentos de manuseio MSL-2 foram seguidos).

13. Introdução Tecnológica

Este LED utiliza um sistema de material semicondutor deAlInGaP (Fosfeto de Alumínio, Índio e Gálio). Este material é particularmente eficiente na produção de luz nas regiões amarela, laranja, vermelha e âmbar do espectro. As principais vantagens do AlInGaP incluem alta eficiência quântica interna e boa estabilidade térmica em comparação com alguns outros sistemas de materiais. A lente \"transparente\" é tipicamente feita de epóxi ou silicone de alta temperatura que é transparente ao comprimento de onda emitido, permitindo que a cor pura do chip semicondutor seja vista sem alteração ou difusão.

14. Tendências e Desenvolvimentos do Setor

A tendência geral em LEDs SMD, particularmente para aplicações automotivas e industriais, é em direção a:

  1. Maior Eficiência (lm/W):Melhorias contínuas no crescimento epitaxial e no projeto do chip produzem mais saída de luz para a mesma entrada elétrica, reduzindo o consumo de energia e a carga térmica.
  2. Maior Densidade de Potência e Melhor Gerenciamento Térmico:Novos projetos de encapsulamento incorporam melhores caminhos térmicos (como o dissipador de calor dedicado do ânodo aqui) e materiais para lidar com correntes de acionamento mais altas em pegadas menores.
  3. Confiabilidade Aprimorada e Qualificação Rigorosa:Padrões como o AEC-Q101 são continuamente revisados, e espera-se que os componentes atendam a testes mais rigorosos para vidas úteis mais longas, especialmente em aplicações automotivas onde vidas úteis de 10-15 anos são comuns.
  4. Classificação Mais Apertada e Consistência de Cor:À medida que aplicações como iluminação ambiente se tornam mais estéticas, a demanda por LEDs com coordenadas de cor extremamente consistentes (além do simples comprimento de onda dominante) e intensidade entre lotes de produção está aumentando.
  5. Integração:Há uma tendência em direção à integração de múltiplos chips de LED, circuitos de controle e, às vezes, ópticas em únicos \"módulos de LED\" mais inteligentes para simplificar o projeto do usuário final.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.