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Folha de Dados da Série Shwo(F) LED 1W - Pacote SMT - Corrente de Acionamento 350mA/1000mA/1500mA - Branco Frio/Neutro/Quente - Documentação Técnica em Português

Folha de dados técnica para a série Shwo(F) de LED de alta potência para montagem em superfície. Características incluem alto brilho, tamanho compacto, proteção ESD até 8KV, soldagem SMT e conformidade RoHS. Adequado para iluminação geral, decorativa, de sinalização e agrícola.
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Capa do documento PDF - Folha de Dados da Série Shwo(F) LED 1W - Pacote SMT - Corrente de Acionamento 350mA/1000mA/1500mA - Branco Frio/Neutro/Quente - Documentação Técnica em Português

1. Visão Geral do Produto

A série Shwo(F) representa um dispositivo LED de alta potência para montagem em superfície, projetado para fornecer alta saída luminosa a partir de um fator de forma compacto. Esta linha de produtos é concebida para atender às exigências rigorosas das aplicações modernas de Iluminação de Estado Sólido (SSL), equilibrando desempenho com fiabilidade. O nome da série, derivado de uma palavra que significa "Cintilar", descreve apropriadamente a sua saída de luz brilhante e focada, comparável a objetos celestes.

A vantagem central desta série reside na sua combinação de uma pequena pegada do pacote com alta eficiência luminosa. Isto torna-a uma solução ideal para aplicações onde o espaço é limitado, mas é necessária uma alta saída de luz. O dispositivo é construído para ser robusto, apresentando proteção ESD integrada, e está em conformidade com as principais normas ambientais e de segurança.

1.1 Aplicações Alvo

A versatilidade da série Shwo(F) permite a sua implementação num amplo espectro de cenários de iluminação. As suas aplicações primárias incluem:

2. Análise Profunda dos Parâmetros Técnicos

Esta secção fornece uma análise objetiva e detalhada das principais especificações técnicas que definem o desempenho e os limites operacionais dos LEDs da série Shwo(F).

2.1 Valores Máximos Absolutos

Estes valores definem os limites de stress além dos quais pode ocorrer dano permanente no dispositivo. Não é recomendada a operação nestes limites ou perto deles por períodos prolongados.

2.2 Características Fotométricas e Elétricas

O desempenho do LED é caracterizado sob condições de teste específicas, tipicamente com o *thermal pad* estabilizado a 25°C.

Fluxo Luminoso:A folha de dados fornece uma classificação detalhada para o fluxo luminoso mínimo. Por exemplo, os LEDs Branco Frio são oferecidos em classes que vão desde 130 lm (J41CX) até 175 lm (JJ1CX) quando acionados a 350mA. As variantes Branco Neutro e Branco Quente têm as suas próprias classes de fluxo correspondentes, sendo que o Branco Quente tipicamente apresenta valores de saída ligeiramente inferiores para correntes de acionamento equivalentes, devido à eficiência de conversão do fósforo.

Tensão Direta (VF):Embora não listado no excerto fornecido, a nomenclatura do produto inclui um código "V" para a classificação da tensão direta. Este parâmetro é crucial para o projeto do *driver*, pois determina a tensão de alimentação necessária para uma determinada corrente.

Características de Cor:Os LEDs brancos são categorizados pela Temperatura de Cor Correlacionada (CCT): Branco Frio (4745-7050K), Branco Neutro (3710-4745K) e Branco Quente (2580-3710K). O excerto fornecido também menciona Azul Royal (445-460nm) como uma opção de LED colorido. A classificação de cromaticidade garante a consistência da cor dentro de uma faixa definida no diagrama de cromaticidade CIE.

2.3 Gestão Térmica

Um dissipador de calor eficaz é fundamental para o desempenho e longevidade do LED. A classificação de resistência térmica de 5 °C/W especifica a eficiência com que o calor viaja da junção do LED para o *thermal pad*. Para manter uma temperatura de junção segura, o percurso térmico deste *pad* para o ambiente (através do PCB e possivelmente de um dissipador de calor) deve ser projetado com baixa impedância térmica. Exceder a temperatura máxima da junção acelerará a depreciação dos lúmens e pode levar a uma falha catastrófica.

3. Explicação do Sistema de Classificação

A série Shwo(F) emprega uma estrutura de classificação abrangente para garantir desempenho e cor consistentes para os utilizadores finais. As classes são grupos de LEDs ordenados por parâmetros medidos específicos.

3.1 Classificação do Fluxo Luminoso

Os LEDs são classificados com base na sua saída de luz mínima a uma corrente de teste padrão (350mA). O código da classe (ex., JJ, J8, JH para Branco Frio) corresponde diretamente a um fluxo luminoso mínimo garantido em lúmens. Isto permite aos projetistas selecionar com certeza o nível de brilho necessário para a sua aplicação.

3.2 Classificação de Cor/Cromaticidade

Para LEDs brancos, a classificação primária é pela Temperatura de Cor Correlacionada (CCT), conforme definido na tabela "Ofertas de Cor" (C, N, M). Dentro de cada faixa de CCT, uma classificação de cromaticidade adicional (o código "1234" no número de peça) garante que a luz branca emitida se situe dentro de uma área rigorosamente controlada no gráfico de cores, minimizando diferenças de cor visíveis entre LEDs individuais num luminário.

3.3 Classificação da Tensão Direta

Os LEDs também são classificados pela sua queda de tensão direta a uma corrente especificada. Isto é indicado pelo código "V" no número de peça. Agrupar LEDs por VFajuda a projetar circuitos *driver* mais eficientes e consistentes, especialmente quando vários LEDs estão conectados em série.

4. Análise das Curvas de Desempenho

Os dados gráficos, embora não totalmente detalhados no excerto, são críticos para compreender o comportamento do dispositivo em condições reais.

4.1 Saída de Luz Típica vs. Temperatura do *Thermal Pad*

A saída de luz do LED diminui à medida que a temperatura no *thermal pad* (e consequentemente na junção) aumenta. Uma curva de derating mostraria tipicamente o fluxo luminoso relativo a cair de 100% a 25°C para uma percentagem mais baixa a temperaturas elevadas (ex., 85°C). Esta curva é essencial para calcular a verdadeira saída de luz numa aplicação onde o LED não pode ser mantido a 25°C.

4.2 Fluxo Luminoso Relativo Típico vs. Corrente Direta

Esta curva mostra como a saída de luz escala com a corrente de acionamento. Embora a saída geralmente aumente com a corrente, a relação não é perfeitamente linear, e a eficiência (lúmens por watt) frequentemente diminui a correntes mais altas devido ao aumento da carga térmica e efeitos de *droop*. A folha de dados provavelmente fornece este gráfico para ajudar os projetistas a otimizar o compromisso entre brilho e eficácia.

4.3 Curvas de Derating de Corrente

Para evitar sobreaquecimento, a corrente direta máxima permitida deve ser reduzida à medida que a temperatura ambiente ou do *thermal pad* aumenta. As curvas de derating especificam a corrente de operação segura a temperaturas acima de 25°C, garantindo que a temperatura máxima da junção nunca é excedida.

5. Informação Mecânica e de Embalagem

5.1 Configuração dos *Pads*

O dispositivo utiliza um layout de *pads* para Tecnologia de Montagem em Superfície (SMT). Embora um desenho dimensional específico não esteja no excerto, a configuração dos *pads* é uma parte crítica da folha de dados. Define a pegada para o projeto do PCB, incluindo a localização e o tamanho dos *pads* de conexão elétrica e, crucialmente, o grande *thermal pad*. O *thermal pad* é essencial para transferir calor do *die* do LED para a placa de circuito impresso.

5.2 Identificação de Polaridade

Os LEDs SMT devem ter marcações de polaridade claras (tipicamente uma marca de cátodo) na embalagem ou no diagrama da pegada para garantir a orientação correta durante a montagem. Polaridade incorreta impedirá o dispositivo de iluminar.

5.3 Embalagem do Emissor

Os LEDs são fornecidos em embalagem de fita e carretel adequada para máquinas de montagem *pick-and-place* automatizadas. O código "P" no número de peça denota embalagem "Fita". Este formato protege os dispositivos e garante um manuseamento eficiente durante a fabricação em volume.

6. Diretrizes de Soldadura e Montagem

6.1 Parâmetros de Soldadura por *Reflow*

O dispositivo está classificado para uma temperatura máxima de soldadura de 260°C e pode suportar um máximo de dois ciclos de *reflow*. Perfis de *reflow* padrão sem chumbo (com uma temperatura de pico tipicamente entre 240-260°C) são aplicáveis. A massa térmica do pacote, especialmente do *thermal pad*, deve ser considerada ao desenvolver o perfil de *reflow* para garantir que todas as juntas de solda façam *reflow* corretamente.

6.2 Sensibilidade à Humidade

A série Shwo(F) está classificada no Nível de Sensibilidade à Humidade (MSL) 1 de acordo com as normas JEDEC. Este é o nível mais robusto, indicando uma vida útil ilimitada em condições ≤30°C/85% RH. Não é necessário pré-aquecimento antes da utilização se a vedação da embalagem estiver intacta. Isto simplifica a logística de armazenamento e manuseamento.

6.3 Condições de Armazenamento

A temperatura de armazenamento recomendada é entre -40°C a +100°C. Embora o MSL 1 seja tolerante, ainda é uma boa prática armazenar componentes num ambiente seco e controlado para evitar qualquer potencial contaminação ou degradação.

7. Informação de Encomenda e Rotulagem do Produto

7.1 Nomenclatura do Número de Modelo

O número de peça segue uma estrutura detalhada: ELSWF–ABCDE–FGHIJ–V1234. Cada segmento transmite informação específica:

Este sistema permite a seleção precisa da variante exata de LED necessária para uma aplicação.

7.2 Rotulagem do Produto

A embalagem do carretel e da fita incluirá etiquetas com o número de peça completo, quantidade, código de data e outra informação de rastreabilidade para garantir o manuseamento correto do material e o controlo de inventário.

8. Considerações de Projeto de Aplicação

8.1 Seleção do *Driver*

Um *driver* de corrente constante é obrigatório para operar LEDs de potência. A saída de corrente do *driver* deve corresponder ao ponto de operação pretendido do LED (ex., 350mA, 700mA, ou até à corrente máxima nominal). A faixa de tensão de conformidade do *driver* deve ser suficiente para acomodar a soma das tensões diretas de todos os LEDs na série, considerando a classe de tensão (código V) e o efeito da temperatura em VF.

8.2 Projeto Térmico

Este é o aspeto mais crítico do projeto de LED de alta potência. O PCB deve ser projetado para funcionar como um dissipador de calor. Isto envolve:

É fortemente recomendada a simulação ou medição da temperatura do *thermal pad* do LED nas piores condições de operação.

8.3 Projeto Ótico

O padrão de radiação Lambertiano proporciona um ângulo de visão amplo e uniforme. Para aplicações que requerem um feixe focalizado, devem ser usadas óticas secundárias (lentes ou refletores). O pequeno tamanho do pacote da série Shwo(F) permite conjuntos óticos compactos.

9. Conformidade e Normas Ambientais

O produto é projetado para cumprir várias normas internacionais chave:

Estas conformidades são essenciais para produtos destinados à venda em mercados globais, particularmente na Europa.

10. Fiabilidade e Vida Operacional

Embora números específicos de vida útil L70 ou L90 (tempo até 70% ou 90% da saída de luz inicial) não sejam fornecidos no excerto, a longevidade de um LED está diretamente ligada às suas condições de operação. O fator principal é a temperatura da junção. Operar o LED bem dentro dos seus valores máximos nominais, especialmente mantendo uma baixa temperatura de junção através de uma gestão térmica eficaz, é a ação mais importante para garantir uma longa vida operacional e uma lenta depreciação dos lúmens. A temperatura máxima nominal da junção de 150°C é um limite, não um alvo; mais baixa é sempre melhor para a fiabilidade.

11. Comparação e Diferenciação Técnica

A série Shwo(F) posiciona-se na paisagem competitiva dos LEDs de alta potência SMT através de vários atributos chave:

12. Perguntas Frequentes (Baseadas em Parâmetros Técnicos)

P: Posso acionar este LED com uma fonte de tensão constante?

R: Não. Os LEDs são dispositivos acionados por corrente. Uma fonte de tensão constante não regulará a corrente, levando a uma fuga térmica e destruição do LED. Utilize sempre um *driver* de corrente constante.

P: A folha de dados mostra desempenho a 25°C. Que saída posso esperar a 60°C?

R: Deve consultar a curva "Saída de Luz Típica vs. Temperatura do *Thermal Pad*". A saída de luz diminui com a temperatura. A 60°C, o fluxo luminoso relativo será uma percentagem (ex., ~85-90%) do valor a 25°C. O seu projeto térmico deve ter em conta este *derating*.

P: Qual é a diferença entre a série padrão, alta e super alta luminância?

R: As diferenças primárias estão na corrente de acionamento máxima permitida (1000mA vs. 1500mA) e nas classes de fluxo luminoso correspondentemente mais altas disponíveis. As versões de alta luminância usam provavelmente tecnologia de *die* ou embalagem mais avançada para lidar com densidades de potência mais altas.

P: É sempre necessário um dissipador de calor?

R: Depende da corrente de acionamento e do ambiente da aplicação. Na corrente nominal total (1000mA/1500mA), um dissipador de calor dedicado é quase certamente necessário. A correntes mais baixas (ex., 350mA) e com um bom projeto térmico do PCB, um dissipador de calor autónomo pode não ser necessário, mas ainda é necessária uma análise térmica cuidadosa.

13. Exemplos Práticos de Projeto e Utilização

Exemplo 1: Luminária de Sinal de Saída

Um engenheiro está a projetar um sinal de saída de baixo perfil e eficiente em energia. Seleciona um LED Shwo(F) em Branco Neutro (ex., ELSWF-J71NX-...), acionado a 350mA para atingir o brilho necessário com alta eficácia. O pacote SMT compacto permite que o módulo de luz seja muito fino. A classificação MSL 1 simplifica o processo de montagem na sua fábrica. Projeta um PCB de duas camadas com um grande plano de cobre na camada inferior ligado ao *thermal pad* do LED através de uma matriz de *vias*, garantindo que a temperatura da junção permanece baixa para uma fiabilidade a longo prazo.

Exemplo 2: Iluminação Industrial de Alto Pé-Direito

Para um luminário industrial de alta saída, o projetista escolhe a variante da série Super Alta Luminância, acionada a 1200mA. Múltiplos LEDs são dispostos num PCB de núcleo metálico (MCPCB) que é depois fixado a um grande dissipador de calor de extrusão de alumínio. O *driver* é selecionado para fornecer uma constante de 1200mA, com uma faixa de tensão suficientemente alta para alimentar uma série de 12 LEDs em série. A classificação de cromaticidade detalhada (o código "1234") é especificada para ser idêntica para todos os LEDs adquiridos, garantindo luz branca uniforme em todo o luminário sem variação de cor visível.

14. Introdução ao Princípio de Operação

Díodos Emissores de Luz (LEDs) são dispositivos semicondutores que emitem luz através de eletroluminescência. Quando uma tensão direta é aplicada através da junção p-n, os eletrões e as lacunas recombinam-se dentro do material semicondutor, libertando energia na forma de fotões. O comprimento de onda (cor) da luz emitida é determinado pela banda proibida de energia do material semicondutor. Para LEDs brancos como a série Shwo(F), um *chip* LED azul é revestido com uma camada de fósforo. Parte da luz azul é convertida pelo fósforo em comprimentos de onda mais longos (amarelo, vermelho), e a mistura de luz azul e convertida é percebida pelo olho humano como branca. A mistura específica de fósforos determina a Temperatura de Cor Correlacionada (CCT) da luz branca.

15. Tendências e Desenvolvimentos Tecnológicos

A indústria de Iluminação de Estado Sólido continua a evoluir ao longo de várias trajetórias chave relevantes para componentes como a série Shwo(F):

A série Shwo(F), com o seu foco em alto brilho, proteção robusta e classificação abrangente, alinha-se com a procura do mercado por fontes de luz fiáveis, de alto desempenho e consistentes para aplicações de iluminação profissional.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.