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Ficha Técnica da Lâmpada LED LTL-R42FSFAD - Diâmetro T-1 - Lente Difusa Âmbar - 2.0V Típico - 52mW - Documento Técnico em Português

Ficha técnica da lâmpada LED de montagem furo passante LTL-R42FSFAD, com lente difusa âmbar, chip AlInGaP, comprimento de onda dominante de 586nm e especificações de potência, corrente e classificação térmica.
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Capa do documento PDF - Ficha Técnica da Lâmpada LED LTL-R42FSFAD - Diâmetro T-1 - Lente Difusa Âmbar - 2.0V Típico - 52mW - Documento Técnico em Português

Índice

1. Visão Geral do Produto

A LTL-R42FSFAD é uma lâmpada LED de montagem furo passante, projetada para aplicações de indicação de estado e sinalização numa vasta gama de equipamentos eletrónicos. Pertence à categoria de LEDs indicadores discretos de terminais radiais, comumente utilizados onde são necessários montagem direta em PCB e alta visibilidade.

1.1 Vantagens Principais e Posicionamento do Produto

Este dispositivo foi concebido para uma integração simples em conjuntos de placas de circuito. As suas principais vantagens incluem um perfil de baixo consumo de energia aliado a uma elevada eficiência luminosa, tornando-o adequado tanto para dispositivos alimentados a bateria como por rede elétrica. O produto é construído como um componente sem chumbo e está em total conformidade com as diretivas RoHS (Restrição de Substâncias Perigosas), alinhando-se com os padrões ambientais e regulamentares modernos para a fabricação eletrónica.

1.2 Mercado-Alvo e Âmbito de Aplicação

Este LED destina-se a aplicações que requerem indicadores visuais fiáveis e de longa duração. A sua flexibilidade de design, oferecida através de várias especificações de intensidade e ângulo de visão, torna-o aplicável em vários setores-chave:

2. Análise Aprofundada dos Parâmetros Técnicos

Uma compreensão abrangente dos parâmetros elétricos e óticos é crucial para um design de circuito fiável e para garantir um desempenho consistente.

2.1 Especificações Absolutas Máximas

Estas especificações definem os limites de stress além dos quais pode ocorrer dano permanente no dispositivo. A operação nestes limites não é garantida e deve ser evitada para um desempenho de longo prazo fiável.

2.2 Características Elétricas e Óticas a TA=25°C

Estes são os parâmetros de desempenho típicos e garantidos em condições de teste padrão.

3. Sistema de Especificação por Tabela de Bins

O produto é classificado em bins de desempenho para garantir consistência dentro de um lote de produção. Os designers podem especificar bins para atender a requisitos de aplicação mais rigorosos.

3.1 Binning de Intensidade Luminosa

Os LEDs são categorizados com base na sua intensidade luminosa medida a 10 mA.

3.2 Binning de Comprimento de Onda Dominante

Os LEDs também são classificados pelo seu comprimento de onda dominante para controlar a consistência da cor.

Os códigos de bin específicos para intensidade e comprimento de onda estão marcados em cada saco de embalagem, permitindo rastreabilidade e uso seletivo na fabricação.

4. Análise das Curvas de Desempenho

Embora dados gráficos específicos sejam referenciados na ficha técnica, as relações típicas são descritas abaixo com base na física padrão dos LEDs e nos parâmetros fornecidos.

4.1 Corrente Direta vs. Tensão Direta (Curva I-V)

O LED exibe uma característica I-V não linear típica de um díodo. A tensão direta (VF) tem uma gama especificada de 1,6V a 2,5V a 10 mA. Esta curva é essencial para projetar o circuito limitador de corrente. A tensão aumentará ligeiramente com a corrente e diminuirá com o aumento da temperatura da junção para uma dada corrente.

4.2 Intensidade Luminosa vs. Corrente Direta

A intensidade luminosa (Iv) é aproximadamente proporcional à corrente direta (IF) numa gama operacional significativa. Os valores especificados de Iv são dados a IF=10mA. Operar na corrente contínua máxima de 20 mA produzirá uma saída de luz mais elevada, mas os designers devem garantir que o limite de dissipação de potência (Pd) não seja excedido, considerando a tensão direta resultante.

4.3 Dependência da Temperatura

O desempenho do LED é sensível à temperatura. A intensidade luminosa tipicamente diminui à medida que a temperatura da junção aumenta. A ficha técnica fornece um fator de derating para a corrente (0,27 mA/°C acima de 30°C) para gerir os efeitos térmicos. A tensão direta também tem um coeficiente de temperatura negativo.

5. Informação Mecânica e de Embalagem

5.1 Dimensões de Contorno

O LED está em conformidade com o padrão de encapsulamento de diâmetro T-1 (3mm). Notas dimensionais-chave incluem:

5.2 Identificação de Polaridade

Os LEDs de furo passante normalmente usam o comprimento do terminal ou um ponto plano no flange da lente para indicar a polaridade. O terminal mais longo é geralmente o ânodo (positivo), e o terminal mais curto é o cátodo (negativo). O ponto plano no flange está frequentemente adjacente ao cátodo. Os designers devem consultar a amostra física ou o desenho detalhado para o marcador específico utilizado neste componente.

6. Diretrizes de Soldadura e Montagem

A manipulação adequada é crítica para evitar danos durante o processo de montagem.

6.1 Formação dos Terminais

Se os terminais precisarem de ser dobrados, a dobra deve ser feita num ponto a pelo menos 3mm da base da lente do LED. A base do suporte dos terminais não deve ser usada como fulcro. Toda a formação deve ser concluída antes do processo de soldadura e à temperatura ambiente normal.

6.2 Processo de Soldadura

Deve ser mantida uma folga mínima de 2mm entre a base da lente e o ponto de soldadura. Deve-se evitar imergir a lente na solda.

6.3 Armazenamento e Limpeza

Para armazenamento, o ambiente não deve exceder 30°C ou 70% de humidade relativa. Os LEDs removidos da sua embalagem original devem ser utilizados dentro de três meses. Para limpeza, apenas solventes à base de álcool, como álcool isopropílico, devem ser usados se necessário.

7. Informação de Embalagem e Encomenda

7.1 Especificações de Embalagem

Os LEDs são embalados em quantidades a granel:

8. Recomendações para Design de Aplicação

8.1 Design do Circuito de Acionamento

Os LEDs são dispositivos operados por corrente. Para garantir brilho uniforme ao acionar múltiplos LEDs, é obrigatório um resistor limitador de corrente em série para cada LED ou para cada string paralela. O circuito recomendado (Circuito A) usa um resistor em série com cada LED. Evite ligar diretamente múltiplos LEDs em paralelo sem resistores individuais (Circuito B), pois pequenas variações na tensão direta (VF) podem causar um desequilíbrio significativo de corrente e brilho desigual.

O valor do resistor em série (R) pode ser calculado usando a Lei de Ohm: R = (Vcc - VF) / IF, onde Vcc é a tensão de alimentação, VF é a tensão direta do LED (use o valor máximo para fiabilidade), e IF é a corrente direta desejada.

8.2 Proteção contra Descarga Eletrostática (ESD)

O LED pode ser danificado por descarga eletrostática. Devem ser tomadas precauções durante a manipulação e montagem:

8.3 Considerações de Gestão Térmica

Embora a dissipação de potência seja baixa, um layout adequado da PCB pode ajudar. Garanta um espaçamento adequado de outros componentes geradores de calor. Aderir à curva de derating de corrente acima de 30°C ambiente é essencial para manter a fiabilidade, especialmente em ambientes fechados ou de alta temperatura.

9. Comparação e Diferenciação Técnica

A LTL-R42FSFAD diferencia-se no mercado de LEDs indicadores de furo passante através de vários atributos-chave. O uso de um material semicondutor de AlInGaP (Fosfeto de Alumínio, Índio e Gálio) para o chip âmbar de 586nm oferece maior eficiência e melhor estabilidade térmica em comparação com tecnologias mais antigas como o GaAsP. A lente difusa proporciona um ângulo de visão muito amplo de 100 graus, tornando-a superior para aplicações onde a posição de visualização não está fixa diretamente à frente do LED. A sua combinação de uma baixa tensão direta típica (2,0V) e uma estrutura clara de binning tanto para intensidade como para comprimento de onda fornece aos designers um desempenho previsível e a capacidade de especificar para aplicações críticas de cor ou brilho.

10. Perguntas Frequentes (FAQ)

10.1 Posso acionar este LED a 20 mA continuamente?

Sim, 20 mA é a corrente direta contínua máxima especificada. No entanto, deve garantir que a dissipação de potência (Pd = VF * IF) não exceda 52 mW. A 20 mA e uma VF máxima de 2,5V, a potência seria de 50 mW, que está dentro do limite. Considere sempre a temperatura ambiente e aplique derating se estiver acima de 30°C.

10.2 Qual é a diferença entre comprimento de onda dominante e comprimento de onda de pico?

O comprimento de onda de pico (λP) é o único comprimento de onda onde a potência espetral de saída é mais alta. O comprimento de onda dominante (λd) é um valor calculado derivado das coordenadas de cor no diagrama de cromaticidade CIE; representa o comprimento de onda único de uma luz monocromática pura que corresponderia à cor percebida do LED. Para fins de design relacionados com a cor, o comprimento de onda dominante é tipicamente o parâmetro mais relevante.

10.3 Por que é necessário um resistor em série mesmo que a minha fonte de alimentação seja limitada em corrente?

Um resistor em série dedicado fornece uma regulação de corrente local e precisa para cada LED. Também oferece proteção contra picos de tensão transitórios e ajuda a equilibrar a corrente em configurações paralelas. Confiar apenas numa fonte de alimentação global limitada em corrente pode não impedir o desequilíbrio de corrente entre LEDs devido a variações de VF.

11. Estudo de Caso de Design Prático

Cenário:Projetar um painel de estado com cinco indicadores âmbar uniformes, alimentados por uma linha de 5V DC num ambiente com temperatura ambiente máxima de 40°C.

Passos de Design:

  1. Seleção de Corrente:Definir uma corrente direta (IF) de 10 mA para um equilíbrio entre brilho e longevidade.
  2. Derating Térmico:A 40°C (10°C acima do início do derating), reduza a corrente máxima: 20 mA - (10°C * 0,27 mA/°C) = 17,3 mA. O nosso alvo de 10 mA é seguro.
  3. Cálculo do Resistor:Use VF máxima (2,5V) para fiabilidade. R = (5V - 2,5V) / 0,01A = 250 Ω. O valor padrão mais próximo (ex., 240 Ω ou 270 Ω) pode ser usado, recalculando a corrente real.
  4. Layout do Circuito:Use o Circuito A recomendado: um resistor de 240Ω em série com cada um dos cinco LEDs, todos ligados entre a linha de 5V e o terra.
  5. Especificação do Bin:Para uma aparência uniforme, especifique um único bin de intensidade luminosa (ex., DE) e um único bin de comprimento de onda dominante (ex., H18) ao encomendar.
  6. Layout da PCB:Coloque os LEDs com um raio de curvatura dos terminais de pelo menos 3mm, garanta uma folga de 2mm da lente à almofada de solda e siga práticas de montagem seguras contra ESD.

12. Introdução ao Princípio de Funcionamento

A LTL-R42FSFAD opera com base no princípio da eletroluminescência numa junção p-n semicondutora. Quando uma tensão direta que excede o limiar de ativação do díodo é aplicada, os eletrões do semicondutor AlInGaP tipo n recombinam-se com as lacunas da região tipo p. Este evento de recombinação liberta energia na forma de fotões (luz). A composição específica da liga de AlInGaP determina a energia da banda proibida, que define diretamente o comprimento de onda (cor) da luz emitida—neste caso, âmbar a aproximadamente 586 nm. A lente de epóxi difusa que envolve o chip serve para dispersar a luz, alargando o ângulo de visão e suavizando a aparência da minúscula fonte de luz.

13. Tendências e Contexto Tecnológico

LEDs de furo passante como a LTL-R42FSFAD representam uma tecnologia madura e altamente fiável. Embora os LEDs de montagem em superfície (SMD) dominem os novos designs devido à sua pegada menor e adequação para montagem automatizada pick-and-place, os LEDs de furo passante mantêm uma relevância significativa. As suas vantagens incluem uma resistência mecânica de ligação superior, prototipagem e reparação manuais mais fáceis, frequentemente maior intensidade luminosa num único ponto e melhor dissipação de calor através dos terminais. A tendência dentro deste segmento é para materiais de maior eficiência (como o AlInGaP aqui utilizado), binning de desempenho mais apertado para consistência de cor e intensidade, e conformidade inabalável com padrões ambientais globais como o RoHS. Eles continuam a ser a escolha preferida para aplicações que requerem durabilidade extrema, alta visibilidade em ambientes adversos, ou onde a montagem furo passante é exigida pelo design ou por padrões legados.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.