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Ficha Técnica do LED Branco LTW-420DS4 - Pacote T-1 de 5mm - Tensão Direta de 3.2V - Dissipação de 120mW - Documento Técnico em Português

Ficha técnica do LTW-420DS4, um LED branco de 5mm T-1 para montagem furo passante. Especificações incluem intensidade luminosa até 5500mcd, ângulo de visão de 45 graus e conformidade RoHS.
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1. Visão Geral do Produto

O LTW-420DS4 é um díodo emissor de luz (LED) branco projetado para montagem em furo passante em placas de circuito impresso (PCBs). É oferecido no popular pacote T-1 (5mm) de diâmetro com lente transparente, tornando-o adequado para uma ampla gama de aplicações de indicação e iluminação. O dispositivo utiliza tecnologia InGaN (Nitreto de Gálio e Índio) para produzir luz branca.

1.1 Vantagens Principais

As principais vantagens deste LED incluem sua conformidade com as diretivas RoHS (Restrição de Substâncias Perigosas), indicando que é um produto livre de chumbo. Oferece alta eficiência luminosa com consumo de energia relativamente baixo, sendo energeticamente eficiente. O dispositivo é projetado para compatibilidade com circuitos integrados devido aos seus baixos requisitos de corrente. Seu design de furo passante permite montagem versátil em PCBs ou painéis, proporcionando estabilidade mecânica.

1.2 Mercados-Alvo e Aplicações

Este LED é direcionado a vários setores de eletrônica. As principais áreas de aplicação incluem periféricos de computador para indicação de status, equipamentos de comunicação, eletrônicos de consumo, eletrodomésticos e sistemas de controle industrial. Sua função principal é servir como indicador de status ou fonte de iluminação de baixo nível nesses dispositivos.

2. Análise Detalhada dos Parâmetros Técnicos

Esta seção fornece uma análise objetiva e detalhada das principais características elétricas, ópticas e térmicas do LED, conforme definido na ficha técnica.

2.1 Especificações Máximas Absolutas

Estas especificações definem os limites além dos quais pode ocorrer dano permanente ao dispositivo. Elas não se destinam à operação normal.

2.2 Características Elétricas e Ópticas (TA=25°C)

Estes são os parâmetros de desempenho típicos sob condições padrão de teste.

2.3 Características Térmicas

O fator de derating para a corrente direta contínua é especificado como linear a partir de 30°C a uma taxa de 0,45 mA/°C. Isto significa que para cada grau Celsius que a temperatura ambiente sobe acima de 30°C, a corrente direta contínua máxima permitida deve ser reduzida em 0,45 mA para evitar exceder os limites máximos de temperatura de junção e dissipação de potência. Por exemplo, a uma temperatura ambiente de 70°C, a corrente contínua máxima seria reduzida para aproximadamente 30 mA - (0,45 mA/°C * (70-30)°C) = 12 mA.

3. Explicação do Sistema de Classificação (Binning)

Os parâmetros-chave do LED são classificados em bins para garantir consistência dentro de um lote de produção e permitir que os projetistas selecionem componentes que atendam a requisitos específicos.

3.1 Classificação da Intensidade Luminosa (Iv)

Os LEDs são classificados em três bins de intensidade: QR (1150-1900 mcd), ST (1900-3200 mcd) e UV (3200-5500 mcd). Uma tolerância de ±15% se aplica aos limites dos bins.

3.2 Classificação da Tensão Direta (VF)

A tensão é classificada em etapas de 0,2V de 2,8V a 3,8V, com códigos de 2E a 6E. Isto auxilia no projeto de circuitos de acionamento de corrente consistentes, especialmente quando vários LEDs são conectados em paralelo.

3.3 Classificação da Tonalidade (Cromaticidade)

O ponto de cor branca é classificado de acordo com as coordenadas de cromaticidade CIE 1931. A ficha técnica define oito classificações primárias de tonalidade (A1, A2, B1, B2, C1, C2, D1, D2), cada uma representando uma área quadrilátera específica no diagrama de cromaticidade. Uma tolerância de ±0,01 é aplicada a cada limite de coordenada desses bins. Isto garante consistência de cor entre LEDs do mesmo bin de tonalidade.

4. Análise das Curvas de Desempenho

Embora o trecho da ficha técnica fornecido mencione curvas típicas, uma análise padrão cobriria os seguintes relacionamentos, que são cruciais para o projeto.

4.1 Corrente Direta vs. Tensão Direta (Curva I-V)

Um LED é um díodo com uma característica I-V exponencial. A curva mostra a relação entre a corrente que flui através do LED e a tensão sobre ele. A tensão de "joelho" está em torno da VF típica (3,2V). Operar significativamente acima da tensão de joelho leva a um rápido aumento na corrente, que deve ser controlado por um resistor limitador de corrente externo ou um driver de corrente constante.

4.2 Intensidade Luminosa vs. Corrente Direta

Esta curva normalmente mostra que a intensidade luminosa aumenta com a corrente direta, mas não necessariamente de forma perfeitamente linear, especialmente em correntes mais altas onde a eficiência pode cair devido ao aquecimento. A classificação Iv da ficha técnica é especificada em 20mA, que é um ponto de operação comum.

4.3 Intensidade Luminosa vs. Temperatura Ambiente

A saída de luz de um LED geralmente diminui à medida que a temperatura de junção aumenta. Compreender este derating é essencial para aplicações que operam em ambientes de alta temperatura para garantir que o brilho suficiente seja mantido.

5. Informações Mecânicas e do Pacote

5.1 Dimensões de Contorno

O LED está em um pacote radial com terminais T-1 (5mm). O diâmetro do corpo é de aproximadamente 5mm. Os terminais são projetados para inserção em furo passante. O material do suporte/espaciador é especificado como plástico de náilon preto, e a própria lente do LED é branca. Uma nota mecânica importante é que todas as dimensões têm uma tolerância de ±0,25mm, salvo indicação em contrário.

5.2 Identificação de Polaridade

Para LEDs de furo passante, a polaridade é tipicamente indicada pelo comprimento do terminal (o terminal mais longo é o ânodo, positivo) e/ou por um ponto plano na borda da lente de plástico (geralmente adjacente ao cátodo, negativo). A ficha técnica deve ser consultada para a marcação específica deste modelo.

6. Diretrizes de Soldagem e Montagem

O manuseio adequado é crítico para evitar danos.

6.1 Formação dos Terminais

Os terminais devem ser dobrados em um ponto a pelo menos 3mm de distância da base da lente do LED. A base do quadro de terminais não deve ser usada como ponto de apoio. A dobra deve ser realizada à temperatura ambiente eantesdo processo de soldagem.

6.2 Processo de Soldagem

Soldagem Manual (Ferro):Temperatura máxima de 350°C por no máximo 3 segundos por terminal. O ponto de solda não deve estar mais próximo que 2mm da base da lente/bulbo de epóxi. Não deve ser aplicado estresse nos terminais enquanto o LED estiver quente.
Soldagem por Onda:As condições recomendadas incluem um pré-aquecimento de até 100°C por no máximo 60 segundos, uma temperatura da onda de solda de 260°C no máximo por 5 segundos no máximo. A posição de imersão não deve ser inferior a 2mm da base do bulbo de epóxi. Deve-se evitar imergir a lente na solda.
Nota Importante:A soldagem por refluxo infravermelho (IR) é explicitamente declarada comonãoadequada para este produto LED do tipo furo passante. Temperatura ou tempo excessivos podem deformar a lente ou causar falha catastrófica.

6.3 Armazenamento e Limpeza

Para armazenamento, o ambiente não deve exceder 30°C ou 70% de umidade relativa. LEDs removidos de sua embalagem original devem ser usados dentro de três meses. Para armazenamento mais longo fora da embalagem original, recomenda-se um recipiente selado com dessecante ou ambiente de nitrogênio. Se a limpeza for necessária, solventes à base de álcool, como álcool isopropílico, devem ser usados.

7. Embalagem e Informações de Pedido

7.1 Especificação de Embalagem

Os LEDs são embalados em sacos. As quantidades padrão por saco são 1000, 500, 200 ou 100 peças. Dez desses sacos são colocados em uma caixa interna, totalizando 10.000 peças. Oito caixas internas são embaladas em uma caixa de transporte externa, resultando em um total de 80.000 peças por caixa externa. A ficha técnica observa que em cada lote de envio, apenas a embalagem final pode ser uma embalagem não completa.

7.2 Rotulagem e Identificação

O código do bin de intensidade luminosa (Iv) está marcado em cada saco de embalagem, permitindo que os usuários identifiquem o grau de desempenho do conteúdo.

8. Recomendações de Aplicação

8.1 Circuitos de Aplicação Típicos

Um LED é um dispositivo operado por corrente. Para garantir brilho uniforme quando vários LEDs são conectados em paralelo, éfortemente recomendadousar um resistor limitador de corrente individual em série com cada LED (Circuito A na ficha técnica). Conectar LEDs diretamente em paralelo sem resistores individuais (Circuito B) é desencorajado, pois pequenas variações na tensão direta (VF) entre os LEDs podem causar diferenças significativas no compartilhamento de corrente e, consequentemente, no brilho. O valor do resistor pode ser calculado usando a Lei de Ohm: R = (Vfonte - VF) / IF, onde VF é a tensão direta típica ou máxima da ficha técnica, e IF é a corrente de operação desejada (por exemplo, 20mA).

8.2 Considerações de Projeto

9. Comparação e Diferenciação Técnica

Comparado com tecnologias mais antigas, como lâmpadas incandescentes, este LED oferece eficiência energética muito superior, vida útil mais longa e velocidades de comutação mais rápidas. Dentro do mercado de LEDs, seus principais diferenciais são sua combinação específica de pacote (T-1 de 5mm furo passante), cor branca, bins de intensidade e tensão definidos e um ângulo de visão de 45 graus. Ele é posicionado como um LED indicador de uso geral, em vez de uma fonte de iluminação de alta potência.

10. Perguntas Frequentes (Baseadas nos Parâmetros Técnicos)

P: Posso acionar este LED diretamente de uma fonte de 5V?
R: Não. Você deve usar um resistor em série. Por exemplo, com uma VF típica de 3,2V e um IF desejado de 20mA, o valor do resistor seria (5V - 3,2V) / 0,02A = 90 Ohms. Um resistor padrão de 91 ou 100 Ohm seria adequado.

P: O que significa a "tolerância de ±15%" na intensidade luminosa?
R: Significa que a intensidade real medida de um LED de um determinado bin (por exemplo, bin ST: 1900-3200 mcd) pode ser 15% maior ou menor que os limites nominais do bin. Esta é uma margem de variação de produção.

P: Por que dobrar o terminal a pelo menos 3mm do corpo é tão importante?
R: Dobrar mais perto do corpo cria estresse mecânico excessivo nas ligações internas dos fios e na encapsulação de epóxi, o que pode levar a quebra imediata ou falhas latentes ao longo do tempo.

P: Posso usar este LED para aplicações externas?
R: A ficha técnica afirma que é bom para placas internas e externas. No entanto, para ambientes externos severos, são necessárias considerações de projeto adicionais para impermeabilização, resistência aos raios UV dos materiais externos e ciclagem de temperatura mais ampla.

11. Exemplo Prático de Caso de Uso

Cenário: Projetando um painel de indicador de status para um roteador de rede.O painel requer 10 LEDs brancos brilhantes para indicar energia, atividade de rede e status da porta. O projetista seleciona o LTW-420DS4 do bin de intensidade UV para alta visibilidade. Um barramento de 5V está disponível na PCB. O cálculo para o resistor em série é realizado usando a VF máxima (3,8V) para garantir que a corrente nunca exceda 20mA mesmo com as peças de pior caso: R = (5V - 3,8V) / 0,02A = 60 Ohms. Um resistor de 62 Ohm, 1/4W é escolhido para cada LED. O layout da PCB posiciona os LEDs com espaçamento de terminais de 2,54mm (0,1"), e os furos são posicionados para permitir um raio de curvatura de 5mm para os terminais após a inserção. Durante a montagem, um processo de soldagem por onda é usado com os perfis de temperatura e tempo especificados, garantindo que a onda de solda não entre em contato com o corpo do LED.

12. Introdução ao Princípio de Operação

Um LED é um díodo semicondutor de junção p-n. Quando uma tensão direta é aplicada, elétrons do material tipo n se recombinam com lacunas do material tipo p dentro da região ativa. Este processo de recombinação libera energia na forma de fótons (luz). A cor (comprimento de onda) da luz emitida é determinada pela banda proibida de energia do material semicondutor. LEDs brancos são tipicamente criados usando um chip de LED InGaN azul revestido com uma camada de fósforo. A luz azul do chip excita o fósforo, que então emite luz amarela. A combinação de luz azul e amarela é percebida pelo olho humano como branca.

13. Tendências Tecnológicas

A tendência geral na tecnologia LED é em direção a maior eficiência (mais lúmens por watt), maior densidade de potência e melhor reprodução de cores. Para LEDs do tipo indicador, como o LTW-420DS4, as tendências incluem miniaturização (pacotes menores como dispositivos de montagem em superfície 0402 ou 0201), integração de resistores limitadores de corrente dentro do pacote e o desenvolvimento de LEDs com ângulos de visão mais amplos ou padrões de feixe específicos. A ciência dos materiais subjacente continua a melhorar, produzindo pontos de cor mais consistentes e tempos de vida operacional mais longos. A mudança em direção às normas RoHS e outros padrões de conformidade ambiental é agora um requisito básico para componentes eletrônicos.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.