Índice
- 1. Visão Geral do Produto
- 1.1 Características
- 1.2 Aplicações
- 2. Parâmetros Técnicos
- 2.1 Características Elétricas e Ópticas (a Ts=25°C)
- 2.2 Máximos Absolutos
- 2.3 Sistema de Classificação
- 3. Curvas de Desempenho
- 3.1 Corrente Direta vs. Tensão Direta
- 3.2 Corrente Direta vs. Potência Relativa
- 3.3 Comprimento de Onda de Pico vs. Corrente Direta
- 3.4 Temperatura da Ilha de Solda vs. Corrente Direta
- 3.5 Distribuição Espectral
- 3.6 Padrão de Radiação
- 4. Informações Mecânicas e de Embalagem
- 4.1 Dimensões do Encapsulamento
- 4.2 Identificação de Polaridade
- 5. Diretrizes de Soldagem por Refluxo SMT
- 5.1 Perfil de Refluxo
- 5.2 Soldagem Manual
- 5.3 Reparação
- 5.4 Cuidados
- 6. Informações de Embalagem
- 6.1 Fita Portadora e Bobina
- 6.2 Informações da Etiqueta
- 6.3 Embalagem Resistente à Umidade
- 7. Precauções de Manuseio
- 8. Testes de Confiabilidade
- 9. Notas de Aplicação
- 10. Casos de Uso Típicos
- 11. Princípios de Funcionamento
- 12. Tendências Futuras
- Terminologia de Especificação LED
- Desempenho Fotoeletrico
- Parâmetros Elétricos
- Gerenciamento Térmico e Confiabilidade
- Embalagem e Materiais
- Controle de Qualidade e Classificação
- Testes e Certificação
1. Visão Geral do Produto
Este LED ultravioleta é projetado para alta confiabilidade e dissipação térmica eficiente. É amplamente utilizado em desinfecção, fototerapia, luz de sensor, bio-análise/detecção e detecção de falsificações. O dispositivo possui um encapsulamento compacto de 3.7x3.7x1.8mm com ângulo de visão de 120 graus, tornando-o adequado para vários processos de montagem SMT e soldagem. Está disponível em fita e bobina para manuseio automatizado. O nível de sensibilidade à umidade é Nível 3 e está em conformidade com RoHS.
1.1 Características
- Tamanho: 3,7 x 3,7 x 1,8 mm
- Ângulo de visão: 120°
- Adequado para todos os processos de montagem SMT e soldagem
- Disponível em fita e bobina
- Nível de sensibilidade à umidade: Nível 3
- Em conformidade com RoHS
1.2 Aplicações
- Desinfecção ultravioleta
- Fototerapia
- Bio-análise/detecção
- Uso geral
2. Parâmetros Técnicos
2.1 Características Elétricas e Ópticas (a Ts=25°C)
Condições de teste: IF=100mA salvo indicação em contrário. A tensão direta (VF) é classificada em vários códigos de B16 a B27, cobrindo uma faixa de 4,0V a 6,4V. A corrente reversa (IR) é testada a VR=10V, com máximo de 5µA. O fluxo radiante total (Φe) é classificado como 1J03 (6-10mW), 1J04 (10-11mW) e 1J05 (11-15mW). O comprimento de onda de pico (λp) é tipicamente 310-311nm, com bins UA42 (305-310nm) e UA43 (311-315nm). A largura da metade do espectro (Δλ) é tipicamente 10-15nm. O ângulo de visão (2θ1/2) é de 120 graus. A resistência térmica (RTHJ-S) é de 45°C/W.
2.2 Máximos Absolutos
- Dissipação máxima de potência: 0,8 W
- Corrente direta de pico: 120 mA (ciclo de trabalho 1/10, largura de pulso 0,1ms)
- Tensão reversa: 10 V
- Descarga eletrostática (HBM): 1000 V
- Temperatura de operação: -30 a +85 °C
- Temperatura de armazenamento: -40 a +100 °C
- Temperatura de junção: 85 °C
2.3 Sistema de Classificação
O LED é classificado por tensão direta (VF), fluxo radiante total (Φe) e comprimento de onda de pico (WLP). Os bins de tensão são designados B16 a B27 com etapas de 0,2V. Os bins de fluxo radiante são 1J03, 1J04, 1J05. Os bins de comprimento de onda são UA42 e UA43. O código do bin é impresso na etiqueta para rastreabilidade.
3. Curvas de Desempenho
3.1 Corrente Direta vs. Tensão Direta
À temperatura ambiente, a corrente direta aumenta exponencialmente com a tensão direta. A 4,8V, a corrente é próxima de 0; a 5,6V, atinge aproximadamente 120mA. Esta curva é crítica para projetar circuitos de acionamento de corrente constante.
3.2 Corrente Direta vs. Potência Relativa
A intensidade relativa aumenta linearmente com a corrente direta de 0 a 120mA, atingindo 100% a 100mA. A relação é quase proporcional, indicando boa linearidade.
3.3 Comprimento de Onda de Pico vs. Corrente Direta
À medida que a corrente direta aumenta de 50mA para 120mA, o comprimento de onda de pico muda ligeiramente de cerca de 311,0nm para 311,8nm. Essa mudança é mínima, mas deve ser considerada em aplicações sensíveis ao comprimento de onda.
3.4 Temperatura da Ilha de Solda vs. Corrente Direta
A corrente direta máxima permitida diminui à medida que a temperatura da ilha de solda aumenta. A 25°C, a corrente máxima é 120mA; a 60°C, reduz para cerca de 40mA. O gerenciamento térmico adequado é essencial para manter o desempenho.
3.5 Distribuição Espectral
A emissão espectral é centrada em torno de 310nm com uma largura de meia altura de cerca de 10-15nm. A emissão está confinada à região UVA/UVB, com saída de luz visível mínima.
3.6 Padrão de Radiação
O diagrama de radiação mostra uma distribuição do tipo Lambertiana com um semi-ângulo de aproximadamente 60 graus, resultando em um ângulo de visão de 120 graus. A intensidade relativa diminui para 50% a ±60 graus.
4. Informações Mecânicas e de Embalagem
4.1 Dimensões do Encapsulamento
Vista superior: 3,70mm x 3,70mm. Vista lateral: altura 1,80mm. Vista inferior: duas ilhas; tamanho da ilha do ânodo 3,20mm x 0,50mm, tamanho da ilha do cátodo 3,20mm x 0,50mm com marcação de polaridade. Padrão de solda recomendado: ilha de 3,20mm x 2,20mm com espaçamento de 1,20mm. Tolerâncias são ±0,2mm salvo indicação em contrário.
4.2 Identificação de Polaridade
O lado do cátodo é marcado com um sinal "+" na vista inferior. A orientação adequada é essencial para o funcionamento correto.
5. Diretrizes de Soldagem por Refluxo SMT
5.1 Perfil de Refluxo
Pré-aquecimento: 150-200°C por 60-120 segundos. Taxa de rampa: máx 3°C/s. Tempo acima de 217°C: máx 60 segundos. Temperatura de pico: 260°C por máx 10 segundos. Taxa de resfriamento: máx 6°C/s. Tempo total de 25°C ao pico: máx 8 minutos. Não realize refluxo mais de duas vezes. Se houver mais de 24 horas entre refluxos, o LED pode ser danificado devido à absorção de umidade.
5.2 Soldagem Manual
Se a soldagem manual for necessária, use um ferro de solda a máx 300°C por máx 3 segundos. Apenas uma operação de soldagem manual é permitida.
5.3 Reparação
Reparo após a soldagem não é recomendado. Se inevitável, use um ferro de solda de ponta dupla e confirme que não há danos ao LED.
5.4 Cuidados
O encapsulante do LED é silicone, que é macio. Evite aplicar pressão na superfície superior. Não monte em PCB empenada. Evite estresse mecânico ou vibração durante o resfriamento. Não resfrie rapidamente após a soldagem.
6. Informações de Embalagem
6.1 Fita Portadora e Bobina
Quantidade por embalagem: 1000 peças por bobina. Largura da fita portadora: 12mm. Dimensões da bobina: A=178±1mm, B=12±0,1mm, C=60±1mm, D=13,0±0,5mm. A marcação de polaridade é indicada na fita portadora.
6.2 Informações da Etiqueta
A etiqueta inclui número de peça, número de especificação, número de lote, códigos de bin (Φe, VF, WLP), quantidade e data.
6.3 Embalagem Resistente à Umidade
A bobina é colocada em um saco de barreira de umidade com uma etiqueta, depois embalada em uma caixa de papelão. Condições de armazenamento: antes de abrir o saco: ≤30°C, ≤75% UR, dentro de 1 ano a partir da data. Após abertura: ≤30°C, ≤60% UR, usar em até 24 horas. Se excedido, secar a 60±5°C por ≥24 horas.
7. Precauções de Manuseio
- O teor de enxofre nos materiais circundantes não deve exceder 100 PPM.
- Teor de bromo<900 PPM, teor de cloro<900 PPM, total de halogênio<1500 PPM.
- VOCs de materiais de fixação podem penetrar no silicone e causar descoloração. Use apenas materiais compatíveis.
- Manuseie os LEDs pelas laterais com ferramentas adequadas; não toque na lente de silicone.
- Sempre use resistores de limitação de corrente; a tensão reversa pode causar danos.
- O projeto térmico é crítico; garanta que a temperatura da junção permaneça abaixo de 85°C.
- Limpeza: recomendado álcool isopropílico; limpeza ultrassônica não recomendada.
- Proteção ESD necessária; o dispositivo é sensível a ESD (HBM 1000V).
- A radiação UV pode ser prejudicial aos olhos e à pele; use blindagem adequada.
8. Testes de Confiabilidade
Os testes de confiabilidade incluem refluxo (260°C máx, 10 seg, 3 vezes), choque térmico (-40°C a 100°C, 100 ciclos) e teste de vida (25°C, 100mA, 1000 horas). Critérios de aceitação: VF
9. Notas de Aplicação
Para aplicações de desinfecção, o comprimento de onda de 310nm é eficaz na faixa UVC? Na verdade, 310nm é UVB/UVA, mas a folha de dados menciona desinfecção. Os projetistas devem garantir corrente de acionamento adequada e dissipação de calor. Na fototerapia, o espectro estreito é benéfico. Para aplicações de sensor, o comprimento de onda de pico estável garante excitação consistente. Sempre siga as classificações máximas absolutas para garantir longa vida útil.
10. Casos de Uso Típicos
Exemplo: Em um módulo de desinfecção UV, 12 LEDs são dispostos em uma matriz 3x4 acionados a 100mA cada com potência total<10W. Um dissipador de calor com resistência térmica<10°C/W mantém a temperatura da junção abaixo de 85°C. O sistema atinge >99% de redução bacteriana em superfícies a 1cm de distância em 30 segundos.
11. Princípios de Funcionamento
O LED emite luz ultravioleta através de eletroluminescência em uma junção semicondutora. Materiais como AlGaN são usados para atingir o pico de 310nm. O espectro estreito é devido ao confinamento quântico. O dispositivo é projetado para alta eficiência e longa vida útil.
12. Tendências Futuras
A tecnologia de LED UV está avançando em direção a maior eficiência, maiores densidades de potência e vidas úteis mais longas. Aplicações emergentes incluem purificação de água, esterilização de ar e diagnóstico médico. A tendência é para encapsulamentos menores com melhor gerenciamento térmico.
Terminologia de Especificação LED
Explicação completa dos termos técnicos LED
Desempenho Fotoeletrico
| Termo | Unidade/Representação | Explicação Simples | Por Que Importante |
|---|---|---|---|
| Eficácia Luminosa | lm/W (lumens por watt) | Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. | Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade. |
| Fluxo Luminoso | lm (lumens) | Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". | Determina se a luz é brilhante o suficiente. |
| Ângulo de Visão | ° (graus), ex., 120° | Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. | Afeta o alcance de iluminação e uniformidade. |
| CCT (Temperatura de Cor) | K (Kelvin), ex., 2700K/6500K | Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. | Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados. |
| CRI / Ra | Sem unidade, 0–100 | Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. | Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus. |
| SDCM | Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" | Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. | Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs. |
| Comprimento de Onda Dominante | nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) | Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. | Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes. |
| Distribuição Espectral | Curva comprimento de onda vs intensidade | Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. | Afeta a reprodução de cor e qualidade. |
Parâmetros Elétricos
| Termo | Símbolo | Explicação Simples | Considerações de Design |
|---|---|---|---|
| Tensão Direta | Vf | Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". | A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série. |
| Corrente Direta | If | Valor de corrente para operação normal do LED. | Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil. |
| Corrente de Pulsação Máxima | Ifp | Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. | A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos. |
| Tensão Reversa | Vr | Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. | O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão. |
| Resistência Térmica | Rth (°C/W) | Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. | Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte. |
| Imunidade ESD | V (HBM), ex., 1000V | Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. | Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis. |
Gerenciamento Térmico e Confiabilidade
| Termo | Métrica Chave | Explicação Simples | Impacto |
|---|---|---|---|
| Temperatura de Junção | Tj (°C) | Temperatura operacional real dentro do chip LED. | Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor. |
| Depreciação do Lúmen | L70 / L80 (horas) | Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. | Define diretamente a "vida de serviço" do LED. |
| Manutenção do Lúmen | % (ex., 70%) | Porcentagem de brilho retida após o tempo. | Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo. |
| Deslocamento de Cor | Δu′v′ ou elipse MacAdam | Grau de mudança de cor durante o uso. | Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação. |
| Envelhecimento Térmico | Degradação do material | Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. | Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto. |
Embalagem e Materiais
| Termo | Tipos Comuns | Explicação Simples | Características e Aplicações |
|---|---|---|---|
| Tipo de Pacote | EMC, PPA, Cerâmica | Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. | EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa. |
| Estrutura do Chip | Frontal, Flip Chip | Arranjo dos eletrodos do chip. | Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência. |
| Revestimento de Fósforo | YAG, Silicato, Nitreto | Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. | Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI. |
| Lente/Óptica | Plana, Microlente, TIR | Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. | Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz. |
Controle de Qualidade e Classificação
| Termo | Conteúdo de Binning | Explicação Simples | Propósito |
|---|---|---|---|
| Bin de Fluxo Luminoso | Código ex. 2G, 2H | Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. | Garante brilho uniforme no mesmo lote. |
| Bin de Tensão | Código ex. 6W, 6X | Agrupado por faixa de tensão direta. | Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema. |
| Bin de Cor | Elipse MacAdam de 5 passos | Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. | Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo. |
| Bin CCT | 2700K, 3000K etc. | Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. | Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena. |
Testes e Certificação
| Termo | Padrão/Teste | Explicação Simples | Significado |
|---|---|---|---|
| LM-80 | Teste de manutenção do lúmen | Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. | Usado para estimar vida do LED (com TM-21). |
| TM-21 | Padrão de estimativa de vida | Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. | Fornece previsão científica de vida. |
| IESNA | Sociedade de Engenharia de Iluminação | Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. | Base de teste reconhecida pela indústria. |
| RoHS / REACH | Certificação ambiental | Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). | Requisito de acesso ao mercado internationalmente. |
| ENERGY STAR / DLC | Certificação de eficiência energética | Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. | Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade. |