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Ficha Técnica do LED UV LTPL-C036UVG395 - Comprimento de Onda de Pico 395nm - 3.7V Típ. - 4.4W Máx. - Documento Técnico em Português

Ficha técnica detalhada do LED UV de alta potência LTPL-C036UVG395, com comprimento de onda de pico de 395nm, fluxo radiante típico de 1240mW a 700mA e especificações para aplicações de cura UV.
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1. Visão Geral do Produto

Esta série de produtos representa uma fonte de luz ultravioleta (UV) avançada e energeticamente eficiente, projetada para processos de cura UV e outras aplicações comuns. Ela combina com sucesso a longa vida útil operacional e a alta confiabilidade inerentes à tecnologia de Diodo Emissor de Luz (LED) com os níveis de intensidade tradicionalmente associados às fontes de luz UV convencionais. Esta combinação oferece uma flexibilidade de design significativa e abre novos caminhos para que a iluminação UV de estado sólido substitua as tecnologias UV mais antigas e menos eficientes.

1.1 Características e Vantagens Principais

2. Análise Detalhada das Especificações Técnicas

2.1 Valores Máximos Absolutos

Estes valores definem os limites extremos além dos quais pode ocorrer dano permanente ao dispositivo. A operação nestas condições não é garantida e deve ser evitada em projetos confiáveis.

Nota Crítica:A operação prolongada do LED sob condições de polarização inversa pode levar à degradação do componente ou a uma falha catastrófica. A proteção adequada do circuito é essencial.

2.2 Características Eletro-Óticas (Ta=25°C)

Estes parâmetros são medidos em condições padrão de teste (If = 700mA, Ta=25°C) e definem o desempenho central do LED.

3. Explicação do Sistema de Binning

Para garantir consistência na produção, os LEDs são classificados em bins de desempenho. O código do bin está marcado em cada saco de embalagem.

3.1 Binning da Tensão Direta (Vf)

Os LEDs são categorizados com base na sua queda de tensão direta a 700mA.
V0: 2.8V - 3.2V
V1: 3.2V - 3.6V
V2: 3.6V - 4.0V
V3: 4.0V - 4.4V
Tolerância: ±0.1V

3.2 Binning do Fluxo Radiante (mW)

Os LEDs são classificados pela sua potência ótica de saída a 700mA.
PR: 1050 mW - 1135 mW
RS: 1135 mW - 1225 mW
ST: 1225 mW - 1325 mW
TU: 1325 mW - 1430 mW
UV: 1430 mW - 1545 mW
Tolerância: ±10%

3.3 Binning do Comprimento de Onda de Pico (Wp)

Os LEDs são agrupados de acordo com o seu comprimento de onda de emissão de pico.
P3T: 390 nm - 395 nm
P3U: 395 nm - 400 nm
Tolerância: ±3nm

4. Análise das Curvas de Desempenho

4.1 Fluxo Radiante Relativo vs. Corrente Direta

Esta curva mostra que a saída ótica (fluxo radiante) aumenta com a corrente direta, mas não de forma linear. Tendencialmente satura a correntes mais elevadas devido ao aumento da temperatura de junção e à queda de eficiência. Os projetistas devem selecionar uma corrente de operação que equilibre a intensidade de saída com a eficiência e a longevidade.

4.2 Distribuição Espectral Relativa

O gráfico espectral confirma a emissão UV de banda estreita centrada em torno de 395nm. Esta é uma característica dos LEDs UV baseados em InGaN. O espectro estreito é vantajoso para aplicações que requerem ativação de comprimento de onda específico, como certos fotoiniciadores em resinas UV-curáveis.

4.3 Padrão de Radiação (Ângulo de Visão)

O gráfico da característica de radiação ilustra a distribuição espacial da luz. O típico ângulo de visão de 55° indica um feixe moderadamente amplo, adequado para aplicações que requerem iluminação de área em vez de um ponto altamente focado.

4.4 Corrente Direta vs. Tensão Direta (Curva I-V)

Esta curva fundamental demonstra a relação exponencial típica de um díodo. A tensão direta aumenta com a corrente. A inclinação da curva na região de operação está relacionada com a resistência dinâmica do dispositivo.

4.5 Fluxo Radiante Relativo vs. Temperatura de Junção

Esta é uma curva crítica para a gestão térmica. Mostra que a saída ótica do LED diminui à medida que a temperatura de junção (Tj) aumenta. Um dissipador de calor eficaz é fundamental para manter uma saída alta e estável e garantir a fiabilidade a longo prazo.

5. Informações Mecânicas e de Embalagem

5.1 Dimensões de Contorno

O dispositivo apresenta um pacote de montagem em superfície (SMD). Notas dimensionais principais incluem:
- Todas as dimensões lineares estão em milímetros (mm).
- A tolerância dimensional geral é de ±0.2mm.
- A altura da lente e o comprimento/largura do substrato cerâmico têm uma tolerância mais apertada de ±0.1mm.
- O *thermal pad* (geralmente a almofada central por baixo) está eletricamente isolado (neutro) dos terminais elétricos do ânodo e do cátodo. Isto permite que seja ligado a um plano de terra ou a um dissipador de calor para gestão térmica sem criar um curto-circuito elétrico.

5.2 Layout Recomendado para as Almofadas de Ligação na PCB

É fornecido um *footprint* recomendado para o design da placa de circuito impresso (PCB). Isto inclui o tamanho e o espaçamento para o ânodo, cátodo e *thermal pad*. Seguir este layout garante uma soldadura adequada, uma ligação elétrica correta e, mais importante, uma transferência térmica ótima da junção do LED para a PCB.

6. Diretrizes de Soldadura e Montagem

6.1 Perfil de Soldadura por Reflow

É fornecido um perfil detalhado de temperatura vs. tempo para soldadura por reflow. Os parâmetros-chave incluem:
- Taxa de aquecimento na pré-aquecimento.
- Temperatura e tempo de *soak* (pré-aquecimento).
- Temperatura de pico de reflow (não deve exceder a temperatura máxima nominal do LED).
- Taxa de arrefecimento. Não é recomendado um processo de arrefecimento rápido, pois pode induzir tensão térmica.
Notas Importantes:
1. Todas as especificações de temperatura referem-se à superfície superior do pacote do LED.
2. O perfil pode necessitar de ajustes com base na pasta de soldar específica utilizada.
3. A temperatura de soldadura mais baixa possível que garante uma junção fiável é sempre desejável para minimizar a tensão térmica no LED.
4. A soldadura manual, se necessária, deve ser limitada a uma temperatura máxima do ferro de 300°C por não mais de 2 segundos, e realizada apenas uma vez.
5. A soldadura por reflow não deve ser realizada mais de três vezes no mesmo dispositivo.

6.2 Limpeza

Se for necessária limpeza após a soldadura, devem ser utilizados apenas solventes à base de álcool, como álcool isopropílico (IPA). Limpadores químicos não especificados ou agressivos podem danificar o material do pacote, a lente ou os componentes internos do LED.

6.3 Método de Acionamento

Os LEDs são dispositivos acionados por corrente. Para garantir um brilho uniforme quando vários LEDs estão ligados em paralelo num circuito, é fortemente recomendado utilizar um resistor limitador de corrente individual em série com cada LED. Isto compensa pequenas variações na tensão direta (Vf) entre dispositivos individuais, prevenindo a "corrente desequilibrada" e garantindo um desempenho e longevidade consistentes em toda a matriz.

7. Embalagem e Manuseamento

7.1 Especificações da Fita e da Bobina

Os LEDs são fornecidos em fita transportadora embutida e bobinas de padrão industrial para montagem automática *pick-and-place*.
- As dimensões da fita (tamanho do bolso, *pitch*) são especificadas.
- São fornecidas as dimensões da bobina (diâmetro de 7 polegadas), com uma capacidade máxima de 500 peças por bobina.
- Os bolsos vazios na fita são selados com uma fita de cobertura.
- A embalagem está em conformidade com as especificações EIA-481-1-B.
- É permitido um máximo de dois componentes em falta consecutivos (bolsos vazios) de acordo com o padrão de embalagem.

8. Dados de Fiabilidade

Foi executado um plano de teste de fiabilidade abrangente, demonstrando a robustez do produto. Todos os testes mostraram zero falhas em dez amostras, indicando alta fiabilidade sob várias condições de stress.

Critérios de Falha:Um dispositivo é considerado uma falha se, após o teste, a sua tensão direta (Vf) variar mais de ±10% ou o seu fluxo radiante (Φe) degradar mais de ±15% em relação aos valores típicos iniciais.

9. Notas de Aplicação e Considerações de Design

9.1 Aplicação Principal: Cura UV

Este LED é idealmente adequado para aplicações de cura UV, que incluem:
- Cura de adesivos (ex.: montagem eletrónica, dispositivos médicos).
- Cura de tintas e revestimentos (ex.: impressão, revestimentos conformais).
- Cura de resinas para impressão 3D (polimerização em tanque).
O comprimento de onda de 395nm é eficaz para iniciar uma ampla gama de fotoiniciadores comuns usados em formulações industriais.

9.2 Outras Aplicações UV

- Verificação de moeda e documentos.
- Inspeção não destrutiva (inspeção por penetrantes fluorescentes).
- Fototerapia médica e cosmética (sob orientação médica apropriada e certificação do dispositivo).
- Purificação de ar e água (quando combinado com catalisadores apropriados).

9.3 Considerações de Design Críticas

  1. Gestão Térmica:Este é o fator mais importante para o desempenho e a vida útil. A baixa resistência térmica (5°C/W) só é eficaz se o LED estiver corretamente montado num dissipador de calor adequado. A temperatura de junção (Tj) deve ser mantida o mais baixa possível, idealmente bem abaixo do valor máximo nominal de 110°C.
  2. Acionamento por Corrente Constante:Utilize sempre um *driver* de LED de corrente constante, não uma fonte de tensão constante. Isto garante uma saída de luz estável e protege o LED de *thermal runaway*.
  3. Proteção contra ESD:Embora não explicitamente declarado para este LED de potência, o manuseamento com as devidas precauções contra Descarga Eletrostática (ESD) é considerado uma boa prática para todos os dispositivos semicondutores.
  4. Design Ótico:Considere ótica secundária (lentes, refletores) se for necessário um padrão de feixe específico, uma vez que o ângulo de visão nativo é de 55°.

10. Comparação Técnica e Contexto de Mercado

Este LED representa a evolução das fontes de luz UV. Comparado com tecnologias tradicionais como lâmpadas de vapor de mercúrio, oferece vantagens distintas:
- Ligação/Desliga Instantânea:Sem tempo de aquecimento ou arrefecimento.
- Longa Vida Útil:Dezenas de milhares de horas contra milhares para lâmpadas.
- Eficiência:Maior eficiência de conversão elétrica-ótica, reduzindo custos de energia.
- Tamanho Compacto & Flexibilidade de Design:Permite designs de produto mais pequenos e inovadores.
- Ecológico:Não contém mercúrio, é compatível com RoHS e reduz resíduos perigosos.
- Pureza Espectral:Emite um pico estreito em ~395nm sem o espectro amplo e a radiação infravermelha (calor) das lâmpadas, o que pode ser benéfico para substratos sensíveis.

11. Perguntas Frequentes (FAQs)

P1: Qual é a corrente de operação típica para este LED?
R1: Embora possa suportar até 1000mA, as características eletro-óticas e o *binning* são especificados a 700mA, que é um ponto de operação recomendado comum que equilibra a saída e a eficiência.

P2: Por que é que o *thermal pad* é eletricamente neutro?
R2: Isto permite aos projetistas ligar a almofada diretamente a uma grande área de cobre (terra térmica) na PCB para máxima dissipação de calor, sem se preocuparem em criar um curto-circuito elétrico com o ânodo ou o cátodo.

P3: Posso acionar vários LEDs em paralelo a partir de uma fonte de corrente?
R3: Não é recomendado sem resistores individuais em série para cada LED. Devido a variações naturais no Vf, os LEDs em paralelo não partilharão a corrente uniformemente, levando a uma incompatibilidade de brilho e a uma potencial sobrecorrente em alguns dispositivos.

P4: Como interpreto o código de *bin*?
R4: O código no saco (ex.: V1/ST/P3U) indica-lhe o grupo de desempenho específico para esse LED: o seu *bin* de Tensão Direta (V1), o seu *bin* de Fluxo Radiante (ST) e o seu *bin* de Comprimento de Onda de Pico (P3U). Isto permite uma seleção precisa em aplicações que requerem um rigoroso emparelhamento de parâmetros.

12. Princípios de Operação e Tecnologia

Esta é uma fonte de luz baseada em semicondutor. Quando uma tensão direta que excede a sua energia de *bandgap* é aplicada, os eletrões e as lacunas recombinam-se na região ativa do *chip*, libertando energia na forma de fotões (luz). O comprimento de onda específico de 395nm é alcançado através da engenharia do *bandgap* dos materiais semicondutores utilizados, tipicamente nitreto de alumínio e gálio (AlGaN) ou nitreto de índio e gálio (InGaN) com composições específicas. A luz UV é emitida através de um pacote transparente que inclui uma lente para moldar o feixe de saída.

13. Tendências da Indústria e Perspetiva Futura

O mercado para LEDs UV está a experienciar um crescimento significativo, impulsionado por:
1. Eliminação Progressiva das Lâmpadas de Mercúrio:Regulamentações globais como a Convenção de Minamata estão a acelerar a adoção de alternativas sem mercúrio.
2. Avanços em Eficiência e Potência:A I&D contínua está a melhorar a eficiência *wall-plug* (WPE) e a potência máxima de saída dos LEDs UV-C, UV-B e UV-A, tornando-os viáveis para aplicações mais exigentes.
3. Miniaturização e Integração:Os LEDs UV permitem dispositivos portáteis e alimentados por bateria para desinfeção, cura e deteção, abrindo novos mercados de consumo e profissionais.
4. Sistemas Inteligentes e Conectados:A integração com sensores e plataformas IoT permite um controlo preciso da dose e monitorização remota em sistemas de cura e purificação. O produto aqui documentado faz parte desta tendência mais ampla em direção a soluções UV de estado sólido eficientes, fiáveis e controláveis.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.