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Folha de Dados Técnica do LED UV LTPL-C034UVD375 - 3.7x3.7x1.6mm - Tensão 3.7V - Potência 2W - Comprimento de Onda de Pico 375nm - Documento Técnico em Português

Folha de dados técnica detalhada para o LED UV LTPL-C034UVD375, com comprimento de onda de pico de 375nm, fluxo radiante de 470mW e especificações para aplicações de cura UV.
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Capa do documento PDF - Folha de Dados Técnica do LED UV LTPL-C034UVD375 - 3.7x3.7x1.6mm - Tensão 3.7V - Potência 2W - Comprimento de Onda de Pico 375nm - Documento Técnico em Português

1. Visão Geral do Produto

Este produto é um diodo emissor de luz ultravioleta (LED UV) de alta eficiência, projetado principalmente para processos de cura UV e outras aplicações comuns de UV. Representa uma solução de iluminação de estado sólido que visa substituir fontes de luz UV convencionais, combinando a longa vida útil e a confiabilidade inerentes à tecnologia LED com níveis competitivos de brilho. Isto permite maior flexibilidade de projeto e abre novas oportunidades em aplicações que requerem iluminação UV.

1.1 Características e Vantagens Principais

O dispositivo oferece várias vantagens distintas em relação às fontes UV tradicionais:

2. Parâmetros Técnicos: Interpretação Objetiva e Detalhada

2.1 Valores Máximos Absolutos

Estes valores definem os limites além dos quais pode ocorrer dano permanente ao dispositivo. Eles são especificados a uma temperatura ambiente (Ta) de 25°C.

Nota Importante:A operação prolongada sob condições de polarização reversa pode levar à falha do componente.

2.2 Características Eletro-Ópticas

Estes são os parâmetros de desempenho típicos medidos em Ta=25°C e uma corrente direta (If) de 350mA, que parece ser o ponto de operação recomendado.

3. Explicação do Sistema de Classificação (Binning)

Os LEDs são classificados em grupos de desempenho (bins) para garantir consistência. O código do bin está marcado na embalagem.

3.1 Classificação da Tensão Direta (Vf)

Os LEDs são categorizados em quatro bins de tensão (V0 a V3) com base na sua tensão direta a 350mA. Por exemplo, o bin V1 inclui LEDs com Vf entre 3.2V e 3.6V. A tolerância é de +/- 0.1V.

3.2 Classificação do Fluxo Radiante (Φe)

A potência óptica de saída é classificada de R2 (350-380 mW) até R9 (560-590 mW). O bin típico parece ser R5 (440-470 mW). A tolerância é de +/- 10%.

3.3 Classificação do Comprimento de Onda de Pico (Wp)

O comprimento de onda UV é classificado em dois grupos: P3P (370-375 nm) e P3Q (375-380 nm). A tolerância é de +/- 3 nm. Isto permite a seleção para aplicações sensíveis a comprimentos de onda UV específicos.

4. Análise das Curvas de Desempenho

4.1 Fluxo Radiante Relativo vs. Corrente Direta

O fluxo radiante aumenta com a corrente direta, mas não linearmente. Os projetistas devem equilibrar a saída óptica desejada com a potência elétrica de entrada e a geração de calor resultante. Operar significativamente acima de 350mA pode reduzir a eficiência e a vida útil.

4.2 Distribuição Espectral Relativa

Esta curva mostra o espectro de emissão, confirmando o pico na região de 375nm (UVA) e a largura de banda espectral. É importante para aplicações onde a pureza espectral ou a energia específica do fóton é crítica.

4.3 Padrão de Radiação

O diagrama polar ilustra o ângulo de visão de 130 graus, mostrando a distribuição de intensidade. Isto é vital para projetar ópticas para coletar, colimar ou focar a luz UV em uma área alvo.

4.4 Corrente Direta vs. Tensão Direta (Curva I-V)

Esta curva fundamental mostra a relação exponencial típica dos diodos. O ponto de operação (ex.: 350mA, ~3.7V) é onde o dispositivo é caracterizado. A curva auxilia no projeto do circuito de acionamento de corrente apropriado.

4.5 Fluxo Radiante Relativo vs. Temperatura de Junção

Este gráfico demonstra o impacto negativo do aumento da temperatura de junção na saída de luz. À medida que a temperatura aumenta, o fluxo radiante diminui. Portanto, um dissipador de calor eficaz é essencial para manter um desempenho óptico estável e elevado.

5. Informações Mecânicas e do Pacote

5.1 Dimensões de Contorno

O pacote tem uma área de aproximadamente 3.7mm x 3.7mm. As dimensões principais incluem a altura da lente e o tamanho do substrato cerâmico, que têm tolerâncias mais apertadas (±0.1mm) em comparação com outros recursos (±0.2mm). O pad térmico é eletricamente isolado do ânodo e do cátodo, permitindo que seja conectado a um dissipador de calor para gerenciamento térmico sem criar um curto-circuito elétrico.

5.2 Pad de Fixação Recomendado para PCB

Um projeto de padrão de solda é fornecido para a placa de circuito impresso (PCB). Isto inclui os pads para os dois contatos elétricos (ânodo e cátodo) e o maior pad térmico central. Um projeto adequado do pad é crítico para uma soldagem confiável e uma transferência de calor eficaz do pacote do LED para a PCB.

6. Diretrizes de Soldagem e Montagem

6.1 Perfil de Soldagem por Refluxo

Um perfil detalhado de temperatura-tempo é fornecido para soldagem por refluxo. Os parâmetros principais incluem uma temperatura de pico de 260°C medida no corpo do pacote, com um tempo acima de 240°C não excedendo 30 segundos. Uma taxa de resfriamento controlada é recomendada. A soldagem manual é possível, mas deve ser limitada a 300°C por no máximo 2 segundos, apenas uma vez.

6.2 Notas Importantes de Montagem

7. Informações de Embalagem e Pedido

7.1 Especificações da Fita e da Bobina

Os componentes são fornecidos em fita transportadora embutida selada com fita de cobertura. A fita é enrolada em bobinas de 7 polegadas, com um máximo de 500 peças por bobina. Para quantidades menores, um pacote mínimo de 100 peças está disponível. A embalagem está em conformidade com os padrões EIA-481-1-B.

8. Sugestões de Aplicação

8.1 Cenários de Aplicação Típicos

8.2 Considerações de Projeto

9. Confiabilidade e Testes

Um plano abrangente de testes de confiabilidade está documentado, incluindo:

Todos os testes relataram zero falhas nas amostras testadas, indicando uma construção robusta e confiabilidade do produto. Os critérios para julgar um dispositivo como falho são uma mudança na tensão direta além de ±10% ou uma mudança no fluxo radiante além de ±30% dos valores iniciais.

10. Comparação e Posicionamento Técnico

Este LED UV se posiciona como uma alternativa energeticamente eficiente às fontes UV convencionais, como lâmpadas de vapor de mercúrio. Diferenciais principais incluem:

11. Perguntas Frequentes (Baseadas nos Parâmetros Técnicos)

11.1 Qual é a corrente de operação recomendada?

A folha de dados caracteriza o dispositivo a 350mA, que provavelmente é a corrente de operação típica recomendada (está abaixo do máximo absoluto de 500mA). Operar nesta corrente garante desempenho e confiabilidade ideais, conforme validado pelos testes de vida.

11.2 Como selecionar a classificação correta para minha aplicação?

Escolha com base nos requisitos do seu sistema: -Bin Vf:Afeta o projeto do driver e a tensão da fonte de alimentação. Bins mais apertados garantem uma divisão de corrente mais uniforme em matrizes paralelas. -Bin Φe:Determina a potência óptica. Selecione um bin mais alto (ex.: R6, R7) para mais intensidade. -Bin Wp:Crítico para processos com uma sensibilidade espectral específica. Escolha P3P ou P3Q conforme necessário.

11.3 Por que o gerenciamento térmico é tão importante?

A alta temperatura de junção reduz diretamente a saída de luz (como mostrado nas curvas de desempenho) e acelera a degradação do LED, encurtando sua vida útil. O valor da resistência térmica (14.7°C/W) quantifica este desafio; um caminho de menor resistência térmica da junção para o ambiente é essencial.

12. Caso Prático de Projeto e Uso

Caso: Projetando uma Lâmpada de Ponto para Cura UV

  1. Especificação:O objetivo é entregar >400mW de luz UV de 375nm em um ponto de 10mm de diâmetro para cura de adesivos.
  2. Seleção do LED:Escolha um LED do bin de fluxo R5 (440-470mW) ou superior para garantir potência suficiente após as perdas ópticas.
  3. Circuito de Acionamento:Projete um driver de corrente constante ajustado para 350mA com margem de tensão apropriada (ex.: fonte de 5V para um LED de ~3.7V).
  4. Projeto Térmico:Monte o LED em uma PCB de núcleo metálico (MCPCB) ou em um dissipador de calor dedicado. Calcule a resistência térmica necessária do dissipador para manter a temperatura de junção abaixo de, por exemplo, 85°C em um ambiente de 40°C.
  5. Óptica:Use uma lente colimadora ou de foco na frente do LED para concentrar o feixe amplo de 130 graus no pequeno ponto desejado.
  6. Integração:Aloje a montagem em um invólucro mecanicamente robusto e termicamente condutivo, com travas de segurança para prevenir a exposição à luz UV.

13. Introdução ao Princípio de Funcionamento

Este dispositivo é uma fonte de luz semicondutora. Quando uma tensão direta é aplicada, elétrons e lacunas se recombinam dentro da região ativa do chip semicondutor, liberando energia na forma de fótons. Os materiais semicondutores específicos (tipicamente envolvendo nitreto de alumínio e gálio - AlGaN) são projetados para que a banda proibida de energia corresponda às energias dos fótons no espectro ultravioleta (em torno de 375nm ou 3.31 eV). A luz gerada é extraída através da lente do pacote.

14. Tendências de Desenvolvimento

O campo dos LEDs UV está evoluindo ativamente. As tendências incluem:

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.