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Folha de Dados Técnicos do LED UVC LTPL-G35UVC275PR - Dimensões 3.5x3.5x1.2mm - Tensão 5.9V Típ. - Potência 2.0W Máx. - Comprimento de Onda de Pico 274nm

Folha de dados técnica completa para o LED UVC LTPL-G35UVC275PR, com comprimento de onda de pico de 274nm, fluxo radiante típico de 35mW e especificações para aplicações de esterilização.
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Capa do documento PDF - Folha de Dados Técnicos do LED UVC LTPL-G35UVC275PR - Dimensões 3.5x3.5x1.2mm - Tensão 5.9V Típ. - Potência 2.0W Máx. - Comprimento de Onda de Pico 274nm

Índice

1. Visão Geral do Produto

A série de produtos LTPL-G35UVC representa um avanço significativo em fontes de luz ultravioleta de estado sólido projetadas para aplicações de esterilização e médicas. Este produto combina os benefícios inerentes da tecnologia de Diodo Emissor de Luz (LED), como longa vida operacional e alta confiabilidade, com níveis de desempenho adequados para substituir fontes de luz ultravioleta convencionais. Foi projetado para oferecer flexibilidade de design e possibilitar novas aplicações em áreas que requerem irradiação UVC eficaz.

As características principais deste produto incluem sua compatibilidade com sistemas de acionamento de circuito integrado (C.I.), conformidade com as diretivas RoHS (Restrição de Substâncias Perigosas), garantindo que seja livre de chumbo, e custos operacionais e de manutenção geralmente mais baixos em comparação com tecnologias UV tradicionais, como lâmpadas de mercúrio. O mercado-alvo principal inclui fabricantes de equipamentos dos setores de dispositivos médicos, purificação de água, esterilização de ar e desinfecção de superfícies.

2. Interpretação Profunda dos Parâmetros Técnicos

2.1 Valores Máximos Absolutos

O dispositivo é especificado para operação sob limites ambientais e elétricos rigorosos para garantir confiabilidade. Os valores máximos absolutos, medidos a uma temperatura ambiente (Ta) de 25°C, definem os limites além dos quais pode ocorrer dano permanente.

Uma nota crítica alerta contra a operação do LED sob condições de polarização reversa por períodos prolongados, pois isso pode levar à falha do componente.

2.2 Características Eletro-Ópticas

As métricas de desempenho central são definidas em Ta=25°C e uma corrente de teste (If) de 250mA, que é considerada um ponto de operação típico.

3. Explicação do Sistema de Classificação (Binning)

Para garantir consistência no projeto de aplicação, os LEDs são classificados em lotes (bins) com base em parâmetros-chave. O código do lote está marcado na embalagem.

3.1 Classificação da Tensão Direta (Vf)

Os LEDs são categorizados em cinco lotes (V1 a V5) com base em sua tensão direta a 250mA. Cada lote cobre uma faixa de 0.5V, de 5.2-5.7V (V1) até 7.2-7.7V (V5). A tolerância dentro de cada lote é de ±0.1V. Isso permite que os projetistas selecionem LEDs com características elétricas semelhantes para conexões paralelas ou circuitos de compartilhamento de corrente.

3.2 Classificação do Fluxo Radiante (Φe)

A potência óptica de saída é classificada em quatro categorias (X1 a X4). O lote X2, por exemplo, abrange LEDs com fluxo radiante entre 30.0 mW e 35.0 mW a 250mA. O lote X4 especifica um mínimo de 40.0 mW. A tolerância é de ±7%. Esta classificação é essencial para aplicações que requerem uma dose mínima específica de irradiância.

3.3 Classificação do Comprimento de Onda de Pico (Wp)

Atualmente, todos os dispositivos estão em um único lote de comprimento de onda, W1, que abrange de 265nm a 280nm. A tolerância é de ±3nm. Isso garante que todos os dispositivos emitam dentro da faixa germicida eficaz.

4. Análise das Curvas de Desempenho

A folha de dados fornece vários gráficos que ilustram o comportamento do dispositivo sob condições variadas. Todas as curvas são baseadas em uma temperatura ambiente de 25°C, salvo indicação em contrário.

4.1 Fluxo Radiante Relativo vs. Corrente Direta

Esta curva mostra que a saída óptica aumenta com a corrente de acionamento, mas não é perfeitamente linear. Ela demonstra a relação entre entrada elétrica e saída óptica, ajudando a determinar o ponto de operação ideal para eficiência e saída.

4.2 Distribuição Espectral Relativa

Este gráfico descreve o espectro de emissão, mostrando a intensidade da luz em diferentes comprimentos de onda. Ele confirma a emissão de pico em torno de 274nm e a largura de banda espectral, o que é importante para entender a eficácia do LED contra microorganismos específicos.

4.3 Corrente Direta vs. Tensão Direta (Curva I-V)

A característica elétrica fundamental de um diodo. Esta curva é essencial para projetar o circuito de acionamento de corrente, pois mostra a tensão necessária para atingir uma corrente desejada.

4.4 Fluxo Radiante Relativo vs. Temperatura de Junção

Esta curva crítica mostra como a saída óptica diminui à medida que a temperatura de junção (Tj) aumenta. O gerenciamento térmico eficaz é primordial para manter alta potência de saída ao longo da vida útil do LED.

4.5 Características de Radiação (Distribuição Espacial)

Um gráfico polar ilustrando a distribuição de intensidade angular, confirmando o ângulo de visão de 120 graus. Isso é vital para o projeto do sistema óptico, a fim de garantir irradiação uniforme de uma superfície alvo.

4.6 Curva de Derating da Corrente Direta

Este gráfico define a corrente direta máxima permitida em função da temperatura ambiente. À medida que a temperatura sobe, a corrente segura máxima diminui para evitar que a temperatura de junção exceda seu limite de 105°C.

4.7 Tensão Direta vs. Temperatura de Junção

Mostra a relação entre a tensão direta e a temperatura da junção semicondutora, que pode ser usada para monitoramento indireto de temperatura ou para entender o comportamento dependente da temperatura.

5. Informações Mecânicas e de Embalagem

5.1 Dimensões de Contorno

O encapsulamento do LED tem uma pegada quadrada. Todas as dimensões são fornecidas em milímetros com uma tolerância padrão de ±0.2mm, salvo indicação em contrário. O tamanho físico é um fator-chave para o layout da PCB e integração em produtos finais.

5.2 Pad de Fixação Recomendado para PCB

Um diagrama detalhado do padrão de solda (land pattern) é fornecido para a Placa de Circuito Impresso (PCB). Seguir estas dimensões e espaçamentos recomendados para os pads é crucial para obter juntas de solda confiáveis, transferência térmica adequada e estabilidade mecânica. A tolerância de especificação para o pad é de ±0.1mm.

5.3 Identificação de Polaridade

A folha de dados inclui marcações ou diagramas indicando as conexões do ânodo e do cátodo. A polaridade correta deve ser observada durante a montagem para evitar danos.

6. Diretrizes de Soldagem e Montagem

6.1 Perfil de Soldagem por Refluxo Sugerido

Um perfil de refluxo detalhado para montagem com solda sem chumbo é especificado. Os parâmetros-chave incluem:

O tempo total de 25°C até a temperatura de pico não deve exceder 8 minutos. A soldagem por refluxo deve ser realizada no máximo três vezes.

6.2 Soldagem Manual

Se a soldagem manual for necessária, a temperatura da ponta do ferro não deve exceder 300°C, e o tempo de contato deve ser limitado a no máximo 2 segundos, para apenas uma operação.

6.3 Limpeza

Se a limpeza for necessária após a soldagem, apenas solventes à base de álcool, como álcool isopropílico, devem ser usados. Limpadores químicos não especificados podem danificar o encapsulamento do LED.

6.4 Método de Acionamento

O LED é um dispositivo operado por corrente. Para garantir saída de luz uniforme ao conectar vários LEDs, eles devem ser acionados em uma configuração em série ou usando reguladores de corrente individuais para cada ramo paralelo. Acionadores de corrente constante são fortemente recomendados em vez de fontes de tensão constante.

7. Informações de Embalagem e Pedido

7.1 Embalagem em Fita e Carretel

Os LEDs são fornecidos em fita transportadora em relevo em carretéis para montagem automatizada. As especificações-chave de embalagem incluem:

Dimensões detalhadas para os compartimentos da fita e para o carretel são fornecidas na folha de dados.

8. Sugestões de Aplicação

8.1 Cenários de Aplicação Típicos

8.2 Considerações de Projeto

9. Confiabilidade e Testes

9.1 Plano de Teste de Confiabilidade

O produto passa por uma série abrangente de testes de confiabilidade para garantir robustez sob várias condições de estresse. Os testes principais incluem:

Todos os testes de vida operacional são conduzidos com o LED montado em um dissipador de calor metálico especificado.

9.2 Critérios de Falha

Um dispositivo é considerado com falha se, após o teste, sua tensão direta aumentar mais de 10% do valor inicial, ou se seu fluxo radiante cair abaixo de 50% da medição inicial, ambos medidos a 250mA.

10. Comparação Técnica e Vantagens

Comparado às lâmpadas germicidas tradicionais (por exemplo, lâmpadas de mercúrio de baixa pressão que emitem a 254nm), este LED UVC oferece várias vantagens distintas:

11. Perguntas Frequentes (Baseadas nos Parâmetros Técnicos)

P: Qual é a corrente de operação típica para este LED?

R: As características eletro-ópticas são especificadas a 250mA, que é um ponto de operação comum. A corrente máxima absoluta é de 300mA.

P: Como garantir que vários LEDs tenham o mesmo brilho?

R: Use as informações de classificação (binning). Selecione LEDs do mesmo lote de Fluxo Radiante (Φe) (por exemplo, X2) e acione-os com uma corrente idêntica, preferencialmente em uma configuração em série ou com regulação de corrente individual para strings paralelas.

P: Por que o gerenciamento térmico é tão importante para este LED?

R: Como mostrado na curva \"Fluxo Radiante Relativo vs. Temperatura de Junção\", a saída óptica diminui significativamente à medida que a temperatura sobe. Exceder a temperatura de junção máxima (105°C) também pode levar à degradação acelerada e falha prematura. Um dissipador de calor adequado é inegociável para desempenho e confiabilidade.

P: Posso acionar este LED com uma fonte de alimentação de tensão constante?

R: Não é recomendado. LEDs são dispositivos acionados por corrente. Uma pequena mudança na tensão direta (como visto na classificação Vf) pode causar uma grande mudança na corrente devido à característica exponencial I-V do diodo, levando a saída inconsistente e potencial dano por sobrecorrente. Sempre use um acionador de corrente constante.

P: Quais materiais são seguros para usar perto da janela de saída do LED?

R: A radiação UVC degrada muitos materiais orgânicos. Use materiais resistentes a UVC, como certos tipos de vidro de quartzo, PTFE (Teflon) ou plásticos especializados estáveis a UVC para lentes, janelas e componentes da carcaça no caminho da luz.

12. Estudo de Caso de Projeto e Uso

Cenário: Projetando uma Garrafa Portátil para Esterilização de Água.

Um projetista está criando uma garrafa de água reutilizável com esterilização UVC integrada. O LTPL-G35UVC275PR é selecionado por seu tamanho compacto e saída de 274nm.

Implementação:

1. Projeto Elétrico:Uma pequena bateria de lítio recarregável alimenta um conversor elevador/acionador de corrente constante configurado para 250mA para acionar um único LED em série com o acionador.

2. Projeto Térmico:O LED é montado em uma pequena MCPCB de alumínio personalizada, que é termicamente conectada à parede metálica interna da câmara da garrafa, usando-a como um dissipador de calor passivo.

3. Projeto Óptico:O feixe de 120 graus do LED é usado para irradiar o volume de água diretamente. Um revestimento refletivo nas paredes da câmara melhora a uniformidade.

4. Projeto de Segurança:O circuito inclui um temporizador para garantir que uma dose suficiente (por exemplo, 60 segundos) seja entregue. Um intertravamento mecânico impede que o LED seja ativado se a tampa da garrafa não estiver totalmente selada, e a câmara é opaca para bloquear o vazamento de UVC.

5. Seleção de Componentes:LEDs dos lotes de fluxo X2 ou X3 são escolhidos para garantir uma saída radiante mínima, e o acionador é especificado para lidar com a faixa de tensão V1-V5.

13. Introdução ao Princípio

Os Diodos Emissores de Luz UVC operam com base no princípio da eletroluminescência em materiais semicondutores. Quando uma tensão direta é aplicada através da junção p-n, elétrons e lacunas se recombinam, liberando energia na forma de fótons. O comprimento de onda desses fótons é determinado pela energia da banda proibida do material semicondutor. Para emissão UVC (200-280nm), são usados materiais como nitreto de gálio e alumínio (AlGaN). A composição específica das camadas de AlGaN é projetada para produzir uma emissão de pico a 274nm, que corresponde a uma energia de fóton de aproximadamente 4.52 elétron-volts (eV). Esta luz ultravioleta de alta energia é absorvida pelo DNA e RNA dos microorganismos, causando dímeros de timina que interrompem a replicação e levam à inativação ou morte da célula, proporcionando o efeito germicida.

14. Tendências de Desenvolvimento

O campo dos LEDs UVC está evoluindo rapidamente. As principais tendências observáveis nesta folha de dados e no mercado em geral incluem:

Essas tendências estão impulsionando a adoção da tecnologia UVC de estado sólido em uma gama crescente de aplicações de esterilização e purificação.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.