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Folha de Dados Técnica de LED SMD Amarelo 0402 - Dimensões 1,0x0,5x0,4mm - Tensão 1,7-2,4V - Potência 48mW

Folha de dados técnica abrangente para um LED de montagem em superfície amarelo no encapsulamento 0402. Inclui características elétricas e ópticas detalhadas, dimensões, sistema de *binning*, curvas de desempenho, diretrizes de soldadura SMT e informações de aplicação.
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Capa do documento PDF - Folha de Dados Técnica de LED SMD Amarelo 0402 - Dimensões 1,0x0,5x0,4mm - Tensão 1,7-2,4V - Potência 48mW

Índice

1. Visão Geral do Produto

Este documento detalha as especificações de um Diodo Emissor de Luz (LED) Amarelo, compacto e de alto desempenho, concebido para aplicações de tecnologia de montagem em superfície (SMT). O dispositivo é fabricado com um *chip* semicondutor amarelo e está alojado num encapsulamento miniatura com *footprint* 0402, tornando-o adequado para eletrónica moderna com restrições de espaço.

1.1 Descrição Geral

O LED é uma fonte de luz monocromática que emite na região do espetro amarelo. A sua construção primária envolve um *chip* amarelo encapsulado numa resina. O fator de forma ultra pequeno (1,0mm x 0,5mm x 0,4mm) é um facilitador-chave para projetos de PCB de alta densidade, comuns em eletrónica de consumo, interiores automóveis e painéis de controlo industrial.

1.2 Características e Vantagens Principais

1.3 Aplicações-Alvo e Mercado

Este LED foi concebido como um componente versátil para sinalização e retroiluminação. Os seus mercados-alvo principais incluem:

2. Análise Aprofundada dos Parâmetros Técnicos

O desempenho do LED é caracterizado em condições de teste específicas, tipicamente a uma temperatura ambiente (Ts) de 25°C e a uma corrente direta (IF) de 5mA. Compreender estes parâmetros é crítico para um correto desenho do circuito e previsão de desempenho.

2.1 Características Elétricas e Ópticas

As principais métricas de desempenho são sumarizadas nas tabelas da folha de dados. Uma interpretação detalhada é fornecida abaixo:

2.2 Valores Absolutos Máximos (*Ratings*)

Estes valores definem os limites de stress além dos quais pode ocorrer dano permanente. Não é garantida operação abaixo ou nestes limites.

3. Explicação do Sistema de *Binning*

Para garantir consistência de cor e brilho na produção, os LEDs são classificados em *bins* com base em parâmetros-chave. Este dispositivo emprega um sistema de *binning* multidimensional.

3.1 *Binning* de Tensão Direta (VF)

O LED é categorizado em sete *bins* de tensão (A2, B1, B2, C1, C2, D1, D2). Isto permite aos projetistas selecionar componentes com tolerâncias de tensão mais apertadas para aplicações onde o consumo de corrente consistente ou a correspondência de tensão entre vários LEDs em série é crítica.

3.2 *Binning* de Comprimento de Onda Dominante (λD)

A emissão amarela é classificada em quatro *bins* de comprimento de onda (D10, D20, E10, E20). Isto garante uniformidade de cor dentro de um único lote de produção. Para aplicações que exigem consistência de cor precisa, especificar um único *bin* de comprimento de onda é essencial.

3.3 *Binning* de Intensidade Luminosa (IV)

Seis *bins* de intensidade (A00 a F00) são definidos. Isto proporciona flexibilidade: os projetistas podem escolher *bins* de brilho mais baixo para indicadores subtis ou *bins* de brilho mais alto para aplicações que requerem alta visibilidade. A tolerância do *binning* (±10%) deve ser considerada nos cálculos de brilho.

4. Análise das Curvas de Desempenho

Os gráficos fornecidos oferecem uma visão mais profunda do comportamento do dispositivo em condições variáveis.

4.1 Tensão Direta vs. Corrente Direta (Curva IV)

O gráfico mostra uma relação não linear. A tensão direta aumenta com a corrente, mas não de forma linear, o que é típico da característica exponencial I-V de um díodo. Esta curva é essencial para projetar o circuito limitador de corrente, frequentemente uma simples resistência, para garantir operação estável face a variações na tensão de alimentação.

4.2 Corrente Direta vs. Intensidade Luminosa Relativa

Esta curva demonstra que a saída de luz aumenta com a corrente de acionamento, mas não necessariamente de uma forma perfeitamente linear, especialmente a correntes mais altas. Ajuda os projetistas a escolher uma corrente de operação que equilibre brilho com eficiência e longevidade do dispositivo.

4.3 Dependência da Temperatura

Dois gráficos-chave ilustram os efeitos térmicos:Temperatura do *Pin* vs. Intensidade Relativa:Mostra que a saída de luz tipicamente diminui à medida que a temperatura ambiente (ou do *pin*) aumenta. Este efeito de extinção térmica (*thermal quenching*) deve ser considerado em ambientes de alta temperatura.Temperatura do *Pin* vs. Corrente Direta:Indica como a tensão direta (implícita pela corrente a uma tensão fixa) muda com a temperatura. Os LEDs têm um coeficiente de temperatura negativo para a tensão direta, o que pode ser usado para deteção de temperatura nalgumas aplicações.

4.4 Características Espetrais

Corrente Direta vs. Comprimento de Onda Dominante:Mostra um desvio mínimo no comprimento de onda de pico com a mudança da corrente de acionamento, indicando uma boa estabilidade de cor.Intensidade Relativa vs. Comprimento de Onda:A curva de distribuição espetral confirma que a emissão está centrada na região amarela (cerca de 590nm) com a largura de banda a meia altura especificada, mostrando um único pico bem definido sem bandas laterais significativas.

5. Informações Mecânicas e de Encapsulamento

5.1 Dimensões e Tolerâncias do Encapsulamento

O contorno físico é definido por vistas superior, inferior e lateral. As dimensões-chave incluem um comprimento total de 1,0mm, uma largura de 0,5mm e uma altura de 0,4mm. Salvo indicação em contrário, as tolerâncias dimensionais são de ±0,2mm. É fornecida uma recomendação para o padrão de soldadura (*land pattern*), com duas pastilhas de dimensões 0,6mm x 0,5mm e um espaçamento de 0,22mm entre elas. Respeitar este padrão é crítico para a formação correta da junta de solda e para o auto-alinhamento durante o refluxo.

5.2 Identificação da Polaridade

O cátodo (terminal negativo) está claramente marcado. A identificação correta da polaridade é essencial durante a montagem para evitar polarização inversa, o que pode danificar o dispositivo.

6. Diretrizes de Soldadura e Montagem

6.1 Processo de Soldadura por Refluxo SMT

O LED foi concebido para processos padrão de soldadura por refluxo por infravermelhos ou convecção. Embora perfis específicos de temperatura de pico e tempo acima do líquido (*TAL*) não sejam detalhados no excerto fornecido, aplicam-se as melhores práticas gerais para componentes MSL Nível 3. Estas incluem: - Utilizar o componente dentro do seu tempo de vida útil especificado após a abertura da embalagem selada, ou fazer pré-aquecimento de acordo com as diretrizes do nível MSL para remover humidade. - Seguir um perfil de refluxo recomendado com um pré-aquecimento gradual, rampa controlada até à temperatura de pico (tipicamente não excedendo 260°C por alguns segundos), e arrefecimento controlado para minimizar o choque térmico. - Garantir que o volume da pasta de soldar e o desenho da abertura da *stencil* correspondam ao padrão de soldadura recomendado para obter filetes de solda fiáveis sem ponteamentos ou efeito de "lápide" (*tombstoning*).

6.2 Precauções de Manuseamento e Armazenamento

6.3 Condições de Armazenamento

O dispositivo deve ser armazenado num ambiente seco e fresco dentro do intervalo de temperatura de armazenamento especificado de -40°C a +85°C. Deve ser evitado o armazenamento a longo prazo em condições de elevada humidade.

7. Informações sobre Embalagem e Encomenda

7.1 Especificações de Embalagem Padrão

O dispositivo é fornecido em embalagem de fita e bobina (*tape-and-reel*) adequada para montagem automatizada.

7.2 Embalagem Resistente à Humidade

Para componentes sensíveis à humidade, a fita e bobina são seladas dentro de um saco de barreira à humidade (MBB) com um cartão indicador de humidade (HIC) e desumidificante para manter um ambiente de baixa humidade durante o armazenamento e transporte.

7.3 Embalagem Externa

Várias bobinas são acondicionadas em caixas de cartão para expedição, com especificações que provavelmente incluem dimensões da caixa e densidade de empacotamento para evitar danos durante a logística.

8. Recomendações de Aplicação e Considerações de Projeto

8.1 Circuitos de Aplicação Típicos

O método de acionamento mais comum é uma resistência limitadora de corrente em série. O valor da resistência (R) é calculado utilizando a Lei de Ohm: R = (V_alimentação - VF_LED) / IF, onde VF_LED é a tensão direta à corrente desejada IF. Utilizar o VF máximo do *bin* garante que a corrente não excede os limites mesmo com tolerâncias dos componentes. Para brilho constante com variações da tensão de alimentação ou temperatura, recomenda-se uma simples fonte de corrente constante (ex., usando um transístor ou um CI *driver* de LED dedicado).

8.2 Gestão Térmica no Projeto

Dada a resistência térmica de 450°C/W, a dissipação de potência deve ser gerida cuidadosamente. Por exemplo, à corrente contínua máxima de 20mA e a um VF de 2,4V (máx.), a dissipação de potência Pd = 0,020A * 2,4V = 48mW. O aumento de temperatura desde o ponto de soldadura até à junção seria ΔT = Pd * RθJ-S = 0,048W * 450°C/W = 21,6°C. Se a temperatura da PCB for 70°C, a temperatura de junção seria ~91,6°C, o que está próximo do limite máximo de 95°C. Portanto, em aplicações de alta temperatura ambiente, é necessário reduzir a corrente de operação (*derating*).

8.3 Considerações de Projeto Óptico

O amplo ângulo de visão de 140° é ideal para indicadores omnidirecionais. Para aplicações que requerem um feixe mais direcional, podem ser utilizadas lentes externas ou guias de luz. A cor amarela é altamente visível para o olho humano e é frequentemente usada para indicadores de cautela ou que captam a atenção.

9. Comparação e Diferenciação Técnica

Embora não seja fornecida uma comparação direta lado a lado com outros produtos, os principais fatores diferenciadores deste LED podem ser inferidos a partir das suas especificações:

10. Perguntas Frequentes (Com Base nos Parâmetros Técnicos)

10.1 Como seleciono a resistência limitadora de corrente correta?

Utilize a tensão direta máxima (VF) do seu *bin* selecionado ou esperado no cálculo para garantir que a corrente nunca excede o valor desejado, mesmo com as variações mais desfavoráveis dos componentes. Para uma alimentação de 5V e um objetivo de 5mA utilizando um LED do *bin* C2 (VF máx = 2,2V), R = (5V - 2,2V) / 0,005A = 560 Ohms. Uma resistência padrão de 560Ω seria adequada.

10.2 Posso acionar este LED com uma alimentação de 3,3V?

Sim, para a maioria dos *bins* de tensão. Por exemplo, com um VF de 2,0V (típico), uma alimentação de 3,3V fornece margem (*headroom*) suficiente para uma resistência em série. O valor da resistência seria menor, ex., para 5mA: R = (3,3V - 2,0V) / 0,005A = 260 Ohms.

10.3 Por que é que a intensidade luminosa é especificada a 5mA em vez dos 20mA máximos?

5mA é uma condição de teste padrão que permite uma comparação consistente entre diferentes modelos de LED e fabricantes. A intensidade a correntes mais altas pode ser estimada a partir das curvas de desempenho, mas pode variar mais devido a efeitos térmicos. Operar a correntes mais baixas também melhora a longevidade e a eficiência.

10.4 O que acontece se eu exceder a temperatura máxima de junção?

A operação sustentada acima da Tj máx (95°C) acelerará a degradação do LED, levando a uma diminuição permanente da saída de luz (*lumen depreciation*) e a uma possível mudança de cor ao longo do tempo. Em casos extremos, pode causar uma falha catastrófica.

11. Casos de Utilização Prática e Exemplos de Implementação

11.1 Eletrónica de Consumo: Anel de Estado de Altifalante Inteligente

Múltiplos LEDs amarelos 0402 podem ser colocados à volta do perímetro de um altifalante inteligente para criar um anel de estado luminoso. O amplo ângulo de visão garante que a luz é visível de qualquer direção na sala. O baixo consumo de energia e o pequeno tamanho são perfeitos para tais dispositivos compactos. A corrente seria definida para um nível médio (ex., 10mA) utilizando um *bin* com intensidade consistente (ex., D00) para uma aparência uniforme.

11.2 Interior Automóvel: Retroiluminação de Botões do *Dashboard*

O intervalo de temperatura de operação do LED (-40°C a +85°C) torna-o adequado para interiores automóveis. Pode ser usado para retroiluminar botões de controlo climático ou de infotenimento. A cor amarela é frequentemente usada para certos indicadores de aviso ou específicos de função. A robustez contra ESD e vibração (inerente à montagem SMT) é um benefício-chave aqui.

11.3 Painel de Controlo Industrial: Indicador de Falha

Num painel de controlo de máquina de fábrica, um conjunto destes LEDs amarelos pode indicar um aviso não crítico ou modo de espera. Os *bins* de alto brilho (E00, F00) garantem visibilidade em ambientes industriais bem iluminados. A classificação MSL Nível 3 garante que sobrevive ao processo SMT típico usado na fabricação de placas de controlo.

12. Introdução ao Princípio Operacional

Os Diodos Emissores de Luz (LEDs) são dispositivos semicondutores que convertem energia elétrica diretamente em luz através de um processo chamado eletroluminescência. Quando uma tensão direta é aplicada através da junção p-n, os eletrões da região tipo n recombinam-se com as lacunas da região tipo p na camada ativa. Esta recombinação liberta energia na forma de fotões (partículas de luz). O comprimento de onda específico (cor) da luz emitida é determinado pela largura da banda proibida (*bandgap*) do material semicondutor utilizado na região ativa. Para luz amarela, são comumente usados materiais como Fosfeto de Alumínio Gálio Índio (AlGaInP). O encapsulamento epóxi serve para proteger o delicado *chip* semicondutor, moldar o feixe de saída de luz e fornecer a estrutura mecânica para soldadura.

13. Tendências e Contexto da Indústria

O mercado para LEDs SMD, especialmente em encapsulamentos miniatura como 0402 e mais pequenos (ex., 0201), continua a crescer impulsionado pela miniaturização dos dispositivos eletrónicos. As principais tendências que influenciam componentes como este incluem: -Maior Eficiência:A investigação contínua em ciência dos materiais visa melhorar a eficácia luminosa (lúmens por watt) dos LEDs coloridos, embora o amarelo historicamente tenha menor eficácia do que os LEDs azuis ou brancos que usam conversão por fósforo. -Exigências de Fiabilidade Mais Elevadas:À medida que os LEDs são usados em aplicações mais críticas (automóvel, médicas), as especificações para tempo de vida, estabilidade de cor ao longo do tempo e desempenho em condições adversas tornam-se mais rigorosas. -Integração e Iluminação Inteligente:Embora este seja um componente discreto, a tendência mais ampla é para módulos LED integrados com *drivers* e lógica de controlo incorporados. No entanto, LEDs discretos como este permanecem essenciais para funções de indicador simples e para projetos flexíveis onde são necessários esquemas ópticos personalizados. -*Binning* de Cor e Intensidade Mais Apertado:Para atender às exigências de aplicações como grandes videowalls ou retroiluminação uniforme, os fabricantes estão a oferecer produtos com tolerâncias de *binning* cada vez mais apertadas, uma característica refletida no sistema de *binning* detalhado deste componente.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.