Índice
- 1. Visão Geral do Produto
- 1.1 Características Principais
- 2. Dimensões e Dados Mecânicos
- 3. Valores Máximos Absolutos
- 4. Características Eletro-Ópticas
- 5. Sistema de Código de Classificação (Binning)
- 5.1 Classificação da Tensão Direta (Vf)
- 5.2 Classificação do Fluxo Radiante (Φe)
- 5.3 Classificação do Comprimento de Onda Dominante (Wd)
- 6. Curvas de Desempenho Típicas e Análise
- 6.1 Fluxo Radiante Relativo vs. Corrente Direta
- 6.2 Distribuição Espectral Relativa
- 6.3 Padrão de Radiação (Ângulo de Visão)
- 6.4 Corrente Direta vs. Tensão Direta (Curva I-V)
- 6.5 Fluxo Radiante Relativo vs. Temperatura da Junção
- 7. Diretrizes de Montagem e Aplicação
- 7.1 Recomendações de Soldagem
- 7.2 Layout Recomendado das Pistas na PCB
- 7.3 Considerações sobre o Circuito de Acionamento
- 7.4 Limpeza e Manuseio
- 8. Especificações de Embalagem
- 9. Cenários de Aplicação e Notas de Projeto
- 9.1 Aplicações Típicas
- 9.2 Considerações Críticas de Projeto
- 10. Princípios e Contexto Técnico
1. Visão Geral do Produto
O LTPL-C035BH450 é um LED azul de montagem em superfície (SMD) e alta potência, projetado para aplicações de iluminação de estado sólido. Representa uma fonte de luz energeticamente eficiente e ultracompacta que combina a longa vida útil e a confiabilidade inerentes aos Diodos Emissores de Luz com uma saída óptica significativa. Este dispositivo oferece flexibilidade de projeto e alto brilho, permitindo a substituição de tecnologias de iluminação convencionais em diversas aplicações.
1.1 Características Principais
- Acionamento compatível com Circuito Integrado (C.I.).
- Conformidade com as diretivas RoHS (Restrição de Substâncias Perigosas) e construção sem chumbo (Pb-free).
- Projetado para reduzir os custos operacionais de energia.
- Contribui para a redução dos custos de manutenção do sistema devido à sua longa vida operacional.
2. Dimensões e Dados Mecânicos
O encapsulamento do LED possui um formato compacto. As dimensões críticas incluem um tamanho do corpo de aproximadamente 3,5mm x 3,5mm. A altura da lente e o comprimento/largura do substrato cerâmico têm tolerâncias mais apertadas de ±0,1mm, enquanto outras dimensões mecânicas têm uma tolerância de ±0,2mm. É crucial observar que o grande "thermal pad" (ponto de contacto térmico) na parte inferior do encapsulamento está eletricamente isolado (neutro) dos terminais elétricos do ânodo e do cátodo, o que é essencial para uma gestão térmica adequada e isolamento elétrico no projeto do circuito.
3. Valores Máximos Absolutos
Tensões ou correntes além destes limites podem causar danos permanentes ao dispositivo. Todas as especificações são definidas a uma temperatura ambiente (Ta) de 25°C.
- Corrente Direta Contínua (If):700 mA
- Consumo de Potência (Po):2,8 W
- Faixa de Temperatura de Operação (Topr):-40°C a +85°C
- Faixa de Temperatura de Armazenamento (Tstg):-55°C a +100°C
- Temperatura Máxima da Junção (Tj):125°C
Nota Importante:Operar o LED em condições de polarização reversa por períodos prolongados pode resultar em danos ou falha do componente.
4. Características Eletro-Ópticas
Os seguintes parâmetros são medidos a Ta=25°C sob uma condição de teste de If = 350mA, que é um ponto de operação típico.
- Tensão Direta (Vf):Mínimo 2,8V, Típico 3,3V, Máximo 3,8V.
- Fluxo Radiante (Φe):Mínimo 510mW, Típico 600mW, Máximo 690mW. Esta é a potência radiante total medida com uma esfera integradora.
- Comprimento de Onda Dominante (Wd):Varia de 440nm a 460nm, posicionando-o no espectro azul.
- Ângulo de Visão (2θ1/2):Tipicamente 130 graus, definindo a dispersão angular da luz emitida.
- Resistência Térmica, Junção-Cápsula (Rth jc):Tipicamente 9,5 °C/W com uma tolerância de medição de ±10%. Este parâmetro é crítico para calcular o aumento da temperatura da junção sob potência operacional.
5. Sistema de Código de Classificação (Binning)
Os LEDs são classificados ("binned") com base em parâmetros-chave para garantir consistência. O código de classificação está marcado em cada saco de embalagem.
5.1 Classificação da Tensão Direta (Vf)
Os LEDs são categorizados em cinco classes (V1 a V5) com base na sua tensão direta a 350mA, com cada classe cobrindo uma faixa de 0,2V de 2,8V a 3,8V. A tolerância dentro de uma classe é de ±0,1V.
5.2 Classificação do Fluxo Radiante (Φe)
Os LEDs são classificados em seis classes de fluxo (W1 a W6), cada uma representando uma faixa de 30mW de 510mW a 690mW a 350mA. A tolerância do fluxo radiante é de ±10%.
5.3 Classificação do Comprimento de Onda Dominante (Wd)
São definidas quatro classes de comprimento de onda (D4I a D4L), cada uma cobrindo uma faixa de 5nm de 440nm a 460nm. A tolerância do comprimento de onda dominante é de ±3nm.
6. Curvas de Desempenho Típicas e Análise
A ficha técnica fornece vários gráficos que ilustram o desempenho do dispositivo em várias condições (a 25°C, salvo indicação em contrário).
6.1 Fluxo Radiante Relativo vs. Corrente Direta
Esta curva mostra que a saída óptica (fluxo radiante) aumenta com a corrente direta, mas eventualmente satura e pode diminuir em correntes muito altas devido à queda de eficiência e efeitos térmicos. Operar próximo aos típicos 350mA proporciona um bom equilíbrio entre saída e eficiência.
6.2 Distribuição Espectral Relativa
O gráfico descreve o espectro de emissão estreito característico de um LED azul, centrado no comprimento de onda dominante (ex.: 450nm). A largura espectral (Largura a Meia Altura) é tipicamente estreita para LEDs monocromáticos.
6.3 Padrão de Radiação (Ângulo de Visão)
O diagrama polar ilustra a distribuição espacial da intensidade, confirmando o amplo ângulo de visão de 130 graus. O padrão é tipicamente Lambertiano ou quase Lambertiano para este tipo de encapsulamento.
6.4 Corrente Direta vs. Tensão Direta (Curva I-V)
Esta curva fundamental mostra a relação exponencial entre corrente e tensão para um díodo. A tensão direta aumenta com a corrente e também é dependente da temperatura.
6.5 Fluxo Radiante Relativo vs. Temperatura da Junção
Esta é uma curva crítica para a gestão térmica. Ela demonstra que a saída óptica de um LED diminui à medida que a temperatura da junção (Tj) aumenta. É necessário um dissipador de calor eficaz para manter a Tj o mais baixa possível, garantindo uma saída de luz estável e de longo prazo, além da confiabilidade.
7. Diretrizes de Montagem e Aplicação
7.1 Recomendações de Soldagem
O dispositivo é adequado para soldagem por refluxo ou manual. É fornecido um perfil detalhado de soldagem por refluxo, especificando limites de tempo e temperatura para pré-aquecimento, estabilização, refluxo (com um limite de temperatura de pico) e arrefecimento. As principais precauções incluem: evitar taxas de arrefecimento rápidas, usar a menor temperatura de soldagem possível e limitar os ciclos de refluxo a um máximo de três. A soldagem manual deve ser a 300°C no máximo por 2 segundos no máximo, realizada apenas uma vez. A soldagem por imersão não é recomendada nem garantida.
7.2 Layout Recomendado das Pistas na PCB
É fornecido um padrão de pistas ("footprint") detalhado para o projeto da PCB. Isto inclui as dimensões e espaçamento para as duas pistas elétricas (ânodo e cátodo) e o grande "thermal pad" central. Um projeto adequado das pistas é essencial para a estabilidade mecânica, conexão elétrica e, mais importante, para uma transferência eficiente de calor do encapsulamento do LED para a PCB.
7.3 Considerações sobre o Circuito de Acionamento
Os LEDs são dispositivos acionados por corrente. Para garantir um brilho uniforme ao conectar vários LEDs em paralelo, é fortemente recomendado usar um resistor limitador de corrente separado em série com cada LED (Modelo de Circuito A). Conectar LEDs diretamente em paralelo sem resistores individuais (Modelo de Circuito B) é desencorajado devido ao possível desequilíbrio de brilho causado por pequenas variações na tensão direta (Vf) de cada dispositivo. O LED deve ser operado sob polarização direta; a corrente reversa contínua deve ser evitada para prevenir danos.
7.4 Limpeza e Manuseio
Se a limpeza for necessária, apenas solventes à base de álcool, como álcool isopropílico, devem ser utilizados. Produtos químicos de limpeza não especificados podem danificar o encapsulamento do LED. O dispositivo não deve ser utilizado em ambientes com alto teor de enxofre (ex.: certas vedantes, adesivos) ou em condições de alta humidade (acima de 85% HR), condensação ou atmosferas corrosivas, pois estes podem degradar os eletrodos banhados a ouro e afetar a confiabilidade.
8. Especificações de Embalagem
Os LEDs são fornecidos em fita e carretel para montagem automatizada. A ficha técnica inclui dimensões detalhadas tanto para a fita transportadora relevada (tamanho do bolso, passo) quanto para o carretel (diâmetro, tamanho do cubo). Notas importantes de embalagem: os bolsos são selados com fita de cobertura, um carretel de 7 polegadas comporta no máximo 500 peças, a quantidade mínima de pedido para remanescentes é de 100 peças e é permitido um máximo de dois componentes ausentes consecutivos por carretel. A embalagem está em conformidade com os padrões EIA-481-1-B.
9. Cenários de Aplicação e Notas de Projeto
9.1 Aplicações Típicas
Este LED azul de alta potência é adequado para aplicações que requerem luz azul brilhante e eficiente. Isto inclui iluminação arquitetónica, sinalização, iluminação auxiliar automotiva (onde é usada mistura de cores), iluminação para entretenimento/palco e como fonte de luz primária em equipamentos médicos ou industriais especializados. A sua emissão azul também é fundamental para gerar luz branca quando combinada com fósforos em encapsulamentos de LED branco convertido por fósforo.
9.2 Considerações Críticas de Projeto
- Gestão Térmica:A baixa resistência térmica (9,5°C/W) destaca a necessidade de um caminho térmico eficaz. A PCB deve usar "thermal vias" sob o "thermal pad" conectadas a um grande plano de cobre ou a um dissipador de calor externo para manter a temperatura da junção bem abaixo do máximo de 125°C.
- Acionamento por Corrente:Utilize um driver de corrente constante, não uma fonte de tensão constante. A corrente de operação recomendada é de 350mA, mas o driver deve ser projetado considerando a tensão direta máxima (até 3,8V) e a regulação de corrente necessária.
- Projeto Óptico:O amplo ângulo de visão de 130 graus pode exigir ópticas secundárias (lentes, refletores) para alcançar o padrão de feixe desejado para aplicações específicas.
- Classificação (Binning) para Consistência:Para aplicações onde a uniformidade de cor ou brilho é crítica (ex.: matrizes com múltiplos LEDs), especifique códigos de classificação apertados para fluxo radiante (Φe) e comprimento de onda dominante (Wd) durante a aquisição.
10. Princípios e Contexto Técnico
O LTPL-C035BH450 é baseado em tecnologia de semicondutores, especificamente usando materiais como Nitreto de Gálio e Índio (InGaN) para emitir luz no espectro azul quando os eletrões se recombinam com as lacunas através da "bandgap" do dispositivo. O comprimento de onda dominante é determinado pela composição precisa das camadas semicondutoras. A alta potência nominal é alcançada através de um design eficiente do "chip", um encapsulamento que extrai luz e gere calor de forma eficaz, e interconexões internas robustas. A tendência nestes LEDs é para maior eficiência (mais saída de luz por watt elétrico de entrada), maior densidade de potência e melhor confiabilidade a temperaturas operacionais elevadas, impulsionada por avanços no crescimento epitaxial, materiais de encapsulamento e tecnologia de fósforos para conversão de luz branca.
Terminologia de Especificação LED
Explicação completa dos termos técnicos LED
Desempenho Fotoeletrico
| Termo | Unidade/Representação | Explicação Simples | Por Que Importante |
|---|---|---|---|
| Eficácia Luminosa | lm/W (lumens por watt) | Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. | Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade. |
| Fluxo Luminoso | lm (lumens) | Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". | Determina se a luz é brilhante o suficiente. |
| Ângulo de Visão | ° (graus), ex., 120° | Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. | Afeta o alcance de iluminação e uniformidade. |
| CCT (Temperatura de Cor) | K (Kelvin), ex., 2700K/6500K | Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. | Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados. |
| CRI / Ra | Sem unidade, 0–100 | Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. | Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus. |
| SDCM | Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" | Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. | Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs. |
| Comprimento de Onda Dominante | nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) | Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. | Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes. |
| Distribuição Espectral | Curva comprimento de onda vs intensidade | Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. | Afeta a reprodução de cor e qualidade. |
Parâmetros Elétricos
| Termo | Símbolo | Explicação Simples | Considerações de Design |
|---|---|---|---|
| Tensão Direta | Vf | Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". | A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série. |
| Corrente Direta | If | Valor de corrente para operação normal do LED. | Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil. |
| Corrente de Pulsação Máxima | Ifp | Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. | A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos. |
| Tensão Reversa | Vr | Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. | O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão. |
| Resistência Térmica | Rth (°C/W) | Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. | Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte. |
| Imunidade ESD | V (HBM), ex., 1000V | Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. | Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis. |
Gerenciamento Térmico e Confiabilidade
| Termo | Métrica Chave | Explicação Simples | Impacto |
|---|---|---|---|
| Temperatura de Junção | Tj (°C) | Temperatura operacional real dentro do chip LED. | Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor. |
| Depreciação do Lúmen | L70 / L80 (horas) | Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. | Define diretamente a "vida de serviço" do LED. |
| Manutenção do Lúmen | % (ex., 70%) | Porcentagem de brilho retida após o tempo. | Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo. |
| Deslocamento de Cor | Δu′v′ ou elipse MacAdam | Grau de mudança de cor durante o uso. | Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação. |
| Envelhecimento Térmico | Degradação do material | Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. | Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto. |
Embalagem e Materiais
| Termo | Tipos Comuns | Explicação Simples | Características e Aplicações |
|---|---|---|---|
| Tipo de Pacote | EMC, PPA, Cerâmica | Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. | EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa. |
| Estrutura do Chip | Frontal, Flip Chip | Arranjo dos eletrodos do chip. | Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência. |
| Revestimento de Fósforo | YAG, Silicato, Nitreto | Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. | Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI. |
| Lente/Óptica | Plana, Microlente, TIR | Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. | Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz. |
Controle de Qualidade e Classificação
| Termo | Conteúdo de Binning | Explicação Simples | Propósito |
|---|---|---|---|
| Bin de Fluxo Luminoso | Código ex. 2G, 2H | Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. | Garante brilho uniforme no mesmo lote. |
| Bin de Tensão | Código ex. 6W, 6X | Agrupado por faixa de tensão direta. | Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema. |
| Bin de Cor | Elipse MacAdam de 5 passos | Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. | Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo. |
| Bin CCT | 2700K, 3000K etc. | Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. | Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena. |
Testes e Certificação
| Termo | Padrão/Teste | Explicação Simples | Significado |
|---|---|---|---|
| LM-80 | Teste de manutenção do lúmen | Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. | Usado para estimar vida do LED (com TM-21). |
| TM-21 | Padrão de estimativa de vida | Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. | Fornece previsão científica de vida. |
| IESNA | Sociedade de Engenharia de Iluminação | Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. | Base de teste reconhecida pela indústria. |
| RoHS / REACH | Certificação ambiental | Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). | Requisito de acesso ao mercado internationalmente. |
| ENERGY STAR / DLC | Certificação de eficiência energética | Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. | Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade. |