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Ficha Técnica do Fototransístor Infravermelho LTR-C971-TB - Pacote de Visão Lateral - Vce 30V - Documentação Técnica em Português

Ficha técnica do fototransístor infravermelho LTR-C971-TB. Inclui características, especificações máximas, parâmetros elétricos/ópticos, dimensões e diretrizes de aplicação.
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1. Visão Geral do Produto

O LTR-C971-TB é um componente discreto de fototransístor infravermelho projetado para aplicações de sensoriamento. Faz parte de uma ampla linha de produtos destinada a fornecer soluções para detecção infravermelha, apresentando características adequadas para um desempenho confiável em diversos sistemas eletrónicos. O dispositivo é projetado para atender aos padrões da indústria para processos automáticos de colocação e soldagem.

1.1 Características

1.2 Aplicações

2. Dimensões do Componente

O contorno mecânico e as dimensões do fototransístor LTR-C971-TB são fornecidos nos desenhos da ficha técnica. Todas as dimensões são especificadas em milímetros, com uma tolerância padrão de ±0,1 mm, salvo indicação em contrário. É importante consultar os desenhos dimensionais detalhados para um projeto preciso da área de montagem na PCB. As especificações estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

3. Especificações Máximas Absolutas

A tabela seguinte lista as especificações máximas absolutas para o fototransístor LTR-C971-TB a uma temperatura ambiente (TA) de 25°C. Exceder estes limites pode causar danos permanentes ao dispositivo.

Parâmetro Especificação Máxima Unidade
Dissipação de Potência 100 mW
Tensão Coletor-Emissor 30 V
Tensão Emissor-Coletor 5 V
Faixa de Temperatura de Operação -40 a +85 °C
Faixa de Temperatura de Armazenamento -55 a +100 °C
Condição de Soldagem Infravermelha 260°C por no máximo 10 segundos. -

Um perfil de refluxo infravermelho sugerido para processos sem chumbo também está incluído na ficha técnica para referência durante a montagem.

4. Características Elétricas e Ópticas

Os principais parâmetros elétricos e ópticos são definidos a TA=25°C. Estas características são cruciais para o projeto do circuito e a previsão de desempenho.

Parâmetro Símbolo Min. Typ. Max. Unidade Condição de Teste
Tensão de Ruptura Coletor-Emissor V(BR)CEO 30 - - V IR = 100μA, Ee = 0mW/cm²
Tensão de Ruptura Emissor-Coletor V(BR)ECO 5 - - V IE = 100µA, Ee = 0mW/cm²
Tensão de Saturação Coletor-Emissor VCE(SAT) - - 0.4 V IC = 100µA, Ee=0.5mW/cm²
Tempo de Subida Tr - 15 - μs VCE =5V, IC = 1mA, RL = 1KΩ
Tempo de Descida Tf - 15 - μs VCE =5V, IC = 1mA, RL = 1KΩ
Corrente de Coletor no Escuro ICEO - - 100 nA VCE = 20V, Ee = 0mW/cm²
Corrente de Coletor no Estado Ligado IC(ON) - 4.0 - mA VCE = 5V, Ee= 0.5mW/cm², λ=940nm

Nota: A tolerância de teste para IC(ON) é de ±15%.

5. Curvas de Desempenho Típicas

A ficha técnica inclui um conjunto de curvas características típicas medidas a 25°C de temperatura ambiente (salvo indicação em contrário). Estes gráficos representam visualmente a relação entre parâmetros-chave, como a corrente do coletor versus irradiância, o tempo de resposta sob diferentes cargas e a dependência da corrente de escuro com a temperatura. Analisar estas curvas ajuda os engenheiros a compreender o comportamento do dispositivo em condições de operação não padronizadas ou variáveis, o que é essencial para um projeto de sistema robusto.

6. Layout e Recomendações para as Ilhas de Solda

São fornecidas as dimensões recomendadas para as ilhas de solda no layout da PCB, a fim de garantir uma soldagem adequada e estabilidade mecânica. A ficha técnica sugere o uso de um estêncil metálico para a impressão da pasta de solda com uma espessura de 0,1 mm (4 mils) ou 0,12 mm (5 mils). Seguir estas dimensões de ilha e especificações do estêncil é fundamental para obter juntas de solda confiáveis durante o processo de refluxo e prevenir problemas como o "tombstoning" ou solda insuficiente.

7. Especificações de Embalagem em Fita e Bobina

O LTR-C971-TB é fornecido no formato fita e bobina, adequado para linhas de montagem automatizadas de alto volume. São especificadas as dimensões detalhadas da embalagem, tanto para a fita transportadora quanto para a bobina. As notas principais incluem: todas as dimensões estão em milímetros, os compartimentos vazios de componentes são selados com fita de cobertura superior, cada bobina de 13 polegadas contém 6000 peças, é permitido um máximo de dois componentes ausentes consecutivos, e a embalagem está em conformidade com as especificações ANSI/EIA 481-1-A-1994.

8. Cuidados Importantes e Diretrizes de Manuseio

8.1 Aplicação Pretendida

Este componente foi projetado para uso em equipamentos eletrónicos comuns, incluindo equipamentos de escritório, dispositivos de comunicação e aplicações domésticas. Não se destina a sistemas críticos de segurança onde uma falha possa colocar em risco a vida ou a saúde (por exemplo, aviação, dispositivos médicos). Para tais aplicações, é necessária consulta prévia ao fornecedor do componente antes do projeto.

8.2 Condições de Armazenamento

O armazenamento adequado é essencial para manter a confiabilidade do componente. Para sacos selados à prova de umidade com dessecante, armazene a ≤30°C e ≤90% de UR, com um período recomendado de uso de um ano. Uma vez que a embalagem original é aberta, os componentes devem ser armazenados a ≤30°C e ≤60% de UR. É aconselhável completar a soldagem por refluxo infravermelho dentro de uma semana após a abertura. Para armazenamento mais longo fora do saco original, utilize um recipiente selado com dessecante ou um dessecador de nitrogénio. Componentes armazenados fora da embalagem por mais de uma semana devem ser pré-aquecidos a aproximadamente 60°C por pelo menos 20 horas antes da soldagem.

8.3 Limpeza

Se a limpeza for necessária, utilize solventes à base de álcool, como o álcool isopropílico. Evite o uso de produtos de limpeza químicos agressivos ou desconhecidos que possam danificar o encapsulamento ou a lente.

8.4 Processo de Soldagem

São fornecidas recomendações detalhadas de soldagem para garantir a confiabilidade da montagem.

A ficha técnica enfatiza que o perfil de temperatura ideal depende do projeto específico da placa, dos componentes, da pasta de solda e do forno. Recomenda-se usar o perfil compatível com JEDEC fornecido como um alvo genérico e respeitar os limites tanto da JEDEC quanto do fabricante da pasta de solda.

8.5 Recomendação do Circuito de Acionamento

Para aplicações envolvendo múltiplos dispositivos, é fortemente recomendado um resistor limitador de corrente em série para cada fototransístor no circuito. Esta prática, ilustrada como "Modelo de Circuito (A)" na ficha técnica, ajuda a garantir a uniformidade da corrente e o desempenho consistente em todos os dispositivos. A conexão alternativa em paralelo sem resistores individuais ("Modelo de Circuito (B)") pode levar a variações de brilho ou sensibilidade devido às diferenças nas características corrente-tensão (I-V) de cada dispositivo.

9. Informações do Produto e Revisões

O fabricante reserva-se o direito de modificar a aparência e as especificações do produto para melhoria sem aviso prévio. Os projetistas devem sempre consultar a versão mais recente da ficha técnica para obter as informações mais atuais.

10. Análise Técnica Detalhada e Considerações de Projeto

10.1 Princípio de Funcionamento

Um fototransístor infravermelho funciona convertendo a luz infravermelha incidente numa corrente elétrica. É essencialmente um transistor de junção bipolar onde a corrente de base é gerada por fotões que atingem a junção base-coletor (que atua como um fotodíodo). Quando a luz infravermelha de comprimento de onda suficiente (tipicamente 940nm para este dispositivo) ilumina a área ativa, são gerados pares eletrão-lacuna. Esta fotocorrente é então amplificada pelo ganho do transistor, resultando numa corrente de coletor muito maior que pode ser facilmente medida pelo circuito externo. O pacote de visão lateral com lente negra abobadada ajuda a definir um campo de visão específico e pode oferecer alguma rejeição à luz visível ambiente.

10.2 Análise dos Parâmetros-Chave

10.3 Projeto do Circuito de Aplicação

A configuração mais comum é usar o fototransístor no modo de comutação de emissor comum. O coletor é conectado à tensão de alimentação (VCC) através de um resistor de carga (RL), e o emissor é ligado à terra. O sinal de saída é retirado do nó do coletor. O valor de RL é uma escolha de projeto fundamental: um RL maior fornece uma maior excursão de tensão de saída para uma determinada fotocorrente (ganho mais alto), mas retarda o tempo de resposta devido ao aumento da constante de tempo RC. As especificações de velocidade da ficha técnica são dadas com RL=1KΩ, fornecendo um ponto de referência. Para aplicações analógicas que requerem resposta linear, o dispositivo deve ser operado no modo fotodíodo (base aberta, usando apenas a junção coletor-base) ou com polarização cuidadosa para evitar a saturação.

10.4 Considerações Ambientais e de Montagem

A faixa de temperatura de operação de -40°C a +85°C torna o dispositivo adequado para ambientes de consumo, industriais e alguns automotivos. Os projetistas devem considerar o coeficiente de temperatura da corrente de escuro e da sensibilidade, que tipicamente aumentam e diminuem com a temperatura, respetivamente. As diretrizes rigorosas do perfil de soldagem são necessárias porque o encapsulamento plástico e as ligações internas por fio são sensíveis ao choque térmico e ao calor excessivo. Seguir o perfil baseado na JEDEC minimiza o stress e previne falhas latentes.

10.5 Comparação e Seleção

Ao selecionar um sensor infravermelho, os engenheiros comparam fototransístores com fotodíodos. Os fototransístores oferecem maior ganho (corrente de saída por unidade de luz), mas são geralmente mais lentos e têm uma resposta mais não linear em comparação com os fotodíodos. O LTR-C971-TB, com a sua amplificação integrada, é uma excelente escolha para deteção digital simples (presença/ausência de um sinal IR) ou sensoriamento analógico de baixa velocidade onde é necessária uma saída alta sem estágios adicionais de amplificador. Para ligações de dados de alta velocidade ou medição precisa de luz analógica, um fotodíodo PIN pode ser mais apropriado.

10.6 Exemplo Prático de Utilização

Um caso de uso típico é num sensor de proximidade infravermelho para uma torneira sem contato. Um LED emissor infravermelho emite pulsos a 940nm. O fototransístor LTR-C971-TB, colocado nas proximidades, deteta o sinal refletido. Quando uma mão é colocada sob a torneira, ela reflete a luz IR de volta para o sensor, fazendo com que a corrente do coletor aumente. Esta mudança é detetada por um microcontrolador, que então ativa a válvula de água. O pacote de visão lateral permite um módulo de sensor compacto onde o LED e o fototransístor são montados no mesmo plano da PCB. A sensibilidade do dispositivo garante uma deteção confiável mesmo com reflexos fracos, e a sua velocidade é mais do que adequada para esta interface lenta de movimento humano. O projeto incluiria o resistor em série recomendado para o LED de acionamento e um resistor de carga adequado (por exemplo, 10kΩ) no coletor do fototransístor para traduzir a mudança de corrente numa tensão mensurável para a entrada ADC ou comparador do microcontrolador.

10.7 Tendências da Indústria

A tendência nos componentes infravermelhos discretos é em direção a uma maior integração, pacotes menores e desempenho melhorado. Embora dispositivos como o LTR-C971-TB permaneçam vitais para projetos sensíveis ao custo ou com restrições de espaço, há uma adoção crescente de soluções integradas que combinam o fotodetector, o amplificador e a lógica digital (como saída I²C) num único pacote. Estes módulos simplificam o projeto, mas podem ter um custo mais elevado. Outra tendência é o aumento do uso de filtros de comprimento de onda específicos integrados no pacote para melhorar a imunidade ao ruído da luz ambiente, uma característica mencionada como disponível na linha de produtos mais ampla. Para tarefas básicas de deteção, o fototransístor discreto oferece um equilíbrio ideal entre desempenho, custo e flexibilidade de projeto.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.