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Ficha Técnica do LED SMD LTSA-G6SPVEKTU - AlInGaP Vermelho - Ângulo de Visão de 120° - 1,90-2,65V @140mA - 530mW - Documento Técnico em Português

Ficha técnica completa do LED SMD LTSA-G6SPVEKTU. Características: fonte vermelha AlInGaP, ângulo de visão de 120°, tensão direta de 1,90-2,65V, dissipação de 530mW e qualificação AEC-Q101 para aplicações automotivas.
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Índice

1. Visão Geral do Produto

Este documento fornece as especificações técnicas completas para o LTSA-G6SPVEKTU, um díodo emissor de luz (LED) de montagem em superfície (SMD). Este componente pertence a uma família de LEDs projetados em encapsulamentos miniaturizados, otimizados para processos de montagem automatizada em placas de circuito impresso (PCB) e aplicações onde as restrições de espaço são uma preocupação primária. O dispositivo é construído utilizando a tecnologia de semicondutor Fosfeto de Alumínio, Índio e Gálio (AlInGaP), conhecida por produzir emissão de luz vermelha de alta eficiência.

A filosofia de design central por trás deste LED é oferecer uma fonte de luz compacta e confiável, adequada para integração em conjuntos eletrónicos modernos. O seu encapsulamento está em conformidade com as dimensões padrão da Electronic Industries Alliance (EIA), garantindo compatibilidade com uma ampla gama de máquinas de pick-and-place automatizadas utilizadas na fabricação em grande volume. Uma característica fundamental é a sua compatibilidade com os processos de soldadura por reflow infravermelho (IR), que é o método padrão para fixar componentes SMD às PCBs. Isto torna-o uma escolha ideal para substituir LEDs de orifício passante em novos projetos ou para implementar soluções de iluminação em dispositivos eletrónicos densamente compactados.

O mercado-alvo principal para este modelo específico de LED é a indústria automotiva, particularmente para aplicações de iluminação interior e acessórios não críticos. Exemplos incluem luzes indicadoras do painel de instrumentos, retroiluminação de botões ou funcionalidades de iluminação ambiente. O componente foi submetido a testes de qualificação com referência ao padrão AEC-Q101, que define os testes de qualificação por stress para componentes semicondutores discretos em aplicações automotivas, indicando um foco na fiabilidade sob as condições exigentes encontradas nos veículos.

2. Parâmetros Técnicos: Interpretação Objetiva e Aprofundada

2.1 Valores Máximos Absolutos

Os valores máximos absolutos definem os limites além dos quais pode ocorrer dano permanente no dispositivo. Estes valores são especificados a uma temperatura ambiente (Ta) de 25°C e não devem ser excedidos em nenhuma condição de operação.

2.2 Características Térmicas

A gestão térmica é crucial para o desempenho e longevidade do LED. Estes parâmetros descrevem a eficácia com que o calor é transferido para longe da junção emissora de luz.

2.3 Características Elétricas e Óticas

Estes são os parâmetros de desempenho chave medidos numa condição de teste padrão de 25°C de temperatura ambiente e uma corrente direta (IF) de 140mA, salvo indicação em contrário.

3. Explicação do Sistema de Classificação (Binning)

Para garantir consistência na produção em massa, os LEDs são classificados (binning) com base em parâmetros chave após a fabricação. O LTSA-G6SPVEKTU utiliza um sistema de três códigos (ex.: F/EA/1) impresso na etiqueta da embalagem.

3.1 Classificação da Tensão Direta (Vf)

Classifica o LED com base na sua queda de tensão direta a 140mA. Os designers selecionam um bin para garantir brilho e consumo de corrente consistentes quando múltiplos LEDs são conectados em paralelo.

3.2 Classificação da Intensidade Luminosa (Iv)

Classifica o LED com base na sua potência ótica de saída a 140mA. Isto permite aos designers selecionar um nível de brilho adequado para a aplicação.

3.3 Classificação do Comprimento de Onda Dominante (Wd)

Para este número de peça específico, todas as unidades caem num único bin de comprimento de onda para garantir consistência de cor.

4. Análise das Curvas de Desempenho

A ficha técnica fornece curvas de desempenho típicas que são essenciais para compreender o comportamento do dispositivo em condições não padrão. Estas curvas são representações gráficas de como os parâmetros chave mudam.

4.1 Intensidade Luminosa Relativa vs. Corrente Direta

Esta curva (Fig. 1 na ficha técnica) mostra como a saída de luz aumenta com a corrente direta. É tipicamente não linear; o aumento do brilho diminui à medida que a corrente aumenta devido à queda de eficiência e ao aumento dos efeitos térmicos. Esta curva é vital para selecionar a corrente de operação para alcançar um brilho desejado, mantendo a eficiência e a fiabilidade.

4.2 Distribuição Espacial (Padrão do Feixe)

O diagrama polar (Fig. 2) representa visualmente o ângulo de visão de 120 graus. Mostra a intensidade luminosa em função do ângulo a partir do eixo central. O padrão para este LED é tipicamente Lambertiano ou quase-Lambertiano, significando que a intensidade é aproximadamente proporcional ao cosseno do ângulo de visão, resultando numa iluminação ampla e uniforme adequada para muitas aplicações de indicadores e iluminação.

4.3 Tensão Direta vs. Corrente Direta

Esta curva ilustra a relação entre a tensão através do LED e a corrente que o atravessa. Demonstra a característica exponencial I-V do díodo. A curva desloca-se com a temperatura; a tensão direta tipicamente diminui à medida que a temperatura da junção aumenta para uma dada corrente. Isto é importante para o design de drivers de corrente constante.

4.4 Intensidade Luminosa Relativa vs. Temperatura Ambiente

Esta curva mostra como a saída de luz diminui à medida que a temperatura ambiente (e consequentemente, da junção) aumenta. Os LEDs são sensíveis à temperatura, e a saída de luz pode cair significativamente a altas temperaturas. Compreender esta derating é crítica para aplicações que operam em ambientes quentes, como interiores automotivos, para garantir que o brilho suficiente seja mantido em todas as condições.

5. Informações Mecânicas e de Encapsulamento

5.1 Dimensões do Encapsulamento

O LED vem num encapsulamento SMD padrão. As características mecânicas principais incluem:

5.2 Layout Recomendado das Almofadas de Fixação na PCB

A ficha técnica inclui um desenho detalhado do padrão recomendado de almofadas de cobre na PCB para soldadura por reflow infravermelho. Aderir a este layout é crítico por várias razões:

6. Diretrizes de Soldadura e Montagem

6.1 Perfil de Soldadura por Reflow IR

O dispositivo é qualificado para processos de soldadura sem chumbo (Pb-free). A ficha técnica especifica um perfil de reflow recomendado em conformidade com a J-STD-020. Os parâmetros chave incluem:

Seguir este perfil previne choque térmico no encapsulamento do LED e nas ligações internas por fio, garantindo fiabilidade a longo prazo.

6.2 Soldadura Manual (Se Necessário)

Se for necessário retrabalho manual, é necessária extrema cautela:

6.3 Armazenamento e Manuseamento

Este produto é classificado como Nível de Sensibilidade à Humidade (MSL) 2 de acordo com a JEDEC J-STD-020.

6.4 Limpeza

Se a limpeza pós-soldadura for necessária, apenas os solventes especificados devem ser utilizados:

7. Embalagem e Informação de Encomenda

7.1 Especificações da Fita e da Bobina

Os LEDs são fornecidos em embalagem padrão da indústria para montagem automatizada:

8. Sugestões de Aplicação

8.1 Cenários de Aplicação Típicos

8.2 Considerações e Notas de Design

9. Comparação e Diferenciação Técnica

Embora uma comparação direta com concorrentes não seja fornecida no documento fonte, as características diferenciadoras chave do LTSA-G6SPVEKTU podem ser inferidas a partir das suas especificações:

10. Perguntas Frequentes (Baseadas em Parâmetros Técnicos)

P1: Qual é a diferença entre o Comprimento de Onda de Pico (631nm) e o Comprimento de Onda Dominante (620-629nm)?
R: O Comprimento de Onda de Pico é o pico físico do espectro de luz que o chip emite. O Comprimento de Onda Dominante é o comprimento de onda único que o olho humano percebe como a cor, calculado a partir das coordenadas de cromaticidade. Estão relacionados mas são métricas diferentes; o Comprimento de Onda Dominante é utilizado para a classificação por cor (binning).

P2: Posso acionar este LED com 200mA continuamente?
R: Embora 200mA seja a corrente CC máxima absoluta, a operação contínua neste limite gerará calor significativo (até ~530mW). Para operação confiável a longo prazo, é aconselhável fazer derating da corrente. Operar na condição de teste típica de 140mA ou inferior melhorará a eficiência e a vida útil.

P3: Por que a corrente mínima é de 5mA?
R: Abaixo deste limiar, a saída de luz do LED torna-se muito baixa e potencialmente instável. A junção semicondutora requer uma corrente mínima para superar processos de recombinação não radiativa e produzir iluminação útil e consistente.

P4: Como seleciono o bin Vf correto para o meu design?
R: Se acionar múltiplos LEDs em paralelo a partir da mesma fonte de tensão, usar LEDs do mesmo bin Vf garante uma partilha de corrente e brilho mais uniforme. Para designs que usam resistores limitadores de corrente individuais ou drivers de corrente constante por LED, o bin Vf é menos crítico.

P5: O MSL é Nível 2. O que acontece se não secar componentes antigos?
R: A humidade absorvida pode vaporizar-se rapidamente durante o processo de soldadura por reflow de alta temperatura, criando pressão de vapor dentro do encapsulamento do LED. Isto pode causar delaminação interna, fissuração da lente de epóxi (efeito pipoca) ou levantamento do fio de ligação, levando a falha imediata ou latente.

11. Caso Prático de Design e Utilização

Cenário: Projetando um conjunto de painel de instrumentos com múltiplos indicadores de aviso vermelhos.

Um designer está a criar um novo conjunto de instrumentos para um veículo. Várias luzes de aviso (ex.: sistema de travões, bateria) precisam de ser vermelho brilhante e claramente visíveis a partir da posição do condutor. O LTSA-G6SPVEKTU é selecionado pela sua referência automotiva, amplo ângulo de visão de 120° (garantindo visibilidade mesmo a partir de olhares fora do eixo) e cor vermelha AlInGaP.

Implementação:O designer utiliza um driver de LED de corrente constante capaz de fornecer 140mA por canal. Cada LED é conectado ao seu próprio canal do driver. O layout da PCB segue estritamente o padrão recomendado de almofadas, e a almofada térmica do ânodo de cada LED é conectada a uma área de cobre dedicada na camada superior, que é costurada com múltiplas vias a um plano de terra interno para espalhamento de calor. Os LEDs são especificados a partir do bin de intensidade luminosa EA (7,1-9,0 cd) e do bin de tensão E (2,20-2,35V) para consistência. As PCBs montadas são submetidas a reflow IR usando o perfil sem chumbo especificado. Após a montagem, os indicadores fornecem iluminação vermelha brilhante e uniforme em todo o painel, cumprindo todos os requisitos de visibilidade e fiabilidade para o ambiente automotivo.

12. Introdução ao Princípio de Operação

Os Díodos Emissores de Luz (LEDs) são dispositivos semicondutores que convertem energia elétrica diretamente em luz através de um processo chamado eletroluminescência. O núcleo do LTSA-G6SPVEKTU é um chip feito de Fosfeto de Alumínio, Índio e Gálio (AlInGaP). Este material é um semicondutor composto com uma energia de bandgap específica.

Quando uma tensão direta é aplicada através da junção p-n do LED, os eletrões da região tipo-n e as lacunas da região tipo-p são injetados na região ativa. Quando um eletrão se recombina com uma lacuna, ele cai de um estado de energia mais alto na banda de condução para um estado de energia mais baixo na banda de valência. A diferença de energia é libertada na forma de um fotão (uma partícula de luz). O comprimento de onda (cor) deste fotão é determinado pela energia de bandgap do material semicondutor. Para o AlInGaP, esta bandgap é projetada para produzir fotões na porção vermelha do espectro visível (~620-630nm). A lente de epóxi transparente que envolve o chip protege-o, molda o feixe de saída de luz (para 120 graus) e melhora a extração de luz do material semicondutor.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.