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Ficha Técnica da Série LED de Alta Potência 1W SMD - Montagem em Superfície - Tensão 2.65-3.55V - Potência 1W - Multicor - Documentação Técnica em Português

Ficha técnica para uma série de LED de alta potência 1W para montagem em superfície (SMD). Inclui características, especificações máximas, fluxo luminoso, nomenclatura e especificações para LEDs brancos e coloridos.
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Capa do documento PDF - Ficha Técnica da Série LED de Alta Potência 1W SMD - Montagem em Superfície - Tensão 2.65-3.55V - Potência 1W - Multicor - Documentação Técnica em Português

1. Visão Geral do Produto

A série Shwo representa uma linha de dispositivos LED de alta potência para montagem em superfície, projetados para aplicações de iluminação exigentes. A sua filosofia de design central combina uma elevada saída luminosa com um fator de forma compacto, tornando-a uma solução versátil para um amplo espectro de necessidades de iluminação.

1.1 Vantagens e Posicionamento Central

Um diferencial chave desta série é o seu *thermal pad* (almofada térmica) eletricamente isolado. Esta característica oferece uma conveniência significativa aos projetistas ao desacoplar a gestão térmica das considerações de layout elétrico, simplificando o design da PCB e aumentando a fiabilidade. A série posiciona-se como uma solução promissora para atender aos requisitos contemporâneos de Iluminação de Estado Sólido, oferecendo um equilíbrio entre desempenho, tamanho e flexibilidade de design.

1.2 Aplicações Alvo

O dispositivo é adequado para uma vasta gama de aplicações de iluminação, incluindo, mas não se limitando a: iluminação geral, iluminação de *flash*, iluminação de foco, iluminação de sinalização e vários equipamentos de iluminação industrial e comercial. Casos de uso específicos mencionados são iluminação decorativa e de entretenimento, luzes marcadoras de orientação (ex.: para degraus, vias de saída), iluminação automóvel exterior e interior, e iluminação para agricultura.

2. Características Principais e Conformidade

3. Parâmetros Técnicos: Interpretação Objetiva em Profundidade

3.1 Especificações Máximas Absolutas

Os limites operacionais do dispositivo são definidos para garantir fiabilidade a longo prazo. A corrente direta máxima em DC (I_F) é de 700mA quando a temperatura do *thermal pad* é mantida a 25°C. Para operação em pulso, é permitida uma corrente de pico de pulso (I_Pulse) de 1000mA sob um ciclo de trabalho de 1/10 a 1kHz. A temperatura máxima da junção (T_J) é de 125°C, e a gama de temperatura de operação para o *thermal pad* (T_Opr) é de -40°C a +100°C. É crucial notar que estes LEDs não são projetados para operação em polarização inversa.

3.2 Características Térmicas

A gestão térmica é fundamental para LEDs de alta potência. A resistência térmica (R_th) varia conforme a cor: é de 10°C/W para LEDs Azul, Verde, Branco Frio, Branco Neutro e Branco Quente, e de 12°C/W para LEDs Vermelho, Âmbar e Laranja. Este parâmetro indica a eficácia com que o calor é transferido da junção do LED para o *thermal pad*. Um valor mais baixo significa melhor desempenho térmico, o que está diretamente ligado a uma maior saída de luz e a uma vida útil mais longa.

3.3 Características Fotométricas e Elétricas

O fluxo luminoso ou potência radiométrica é especificado a uma corrente de acionamento de 350mA com o *thermal pad* a 25°C. A ficha técnica fornece valores mínimos para vários números de peça em diferentes cores. Por exemplo, os valores típicos mínimos de fluxo luminoso variam de aproximadamente 45 lm para Âmbar a 530 lm para Azul Royal (medido como potência radiométrica em mW). A tensão direta (V_f) para as variantes de LED branco é classificada numa gama de 2.65V a 3.55V.

4. Explicação do Sistema de Binning

4.1 Binning de Comprimento de Onda/Temperatura de Cor

A nomenclatura do produto inclui códigos específicos para a cor. Para LEDs brancos, isto corresponde a bins de Temperatura de Cor Correlacionada (CCT). A série oferece uma ampla gama de CCT, desde 2700K (Branco Quente) até 6500K (Branco Frio), com opções intermédias como 3000K, 3500K, 4000K, 4500K, 5000K e 5700K. Cada CCT é ainda dividida em múltiplos passos da Elipse de MacAdam (ex.: 57K-1 a 57K-4) para garantir uma consistência de cor apertada. Para LEDs monocromáticos, os bins são definidos por gamas de comprimento de onda dominante (ex.: Vermelho: 620-630nm, Azul: 460-485nm).

4.2 Binning de Fluxo Luminoso

Os LEDs são ordenados com base na sua saída mínima de fluxo luminoso em condições de teste padrão. O próprio número de peça codifica este valor mínimo de fluxo. Por exemplo, códigos como 'F51', 'F61', 'F91' no número de peça indicam diferentes níveis mínimos de fluxo para uma determinada cor e corrente de acionamento.

4.3 Binning de Tensão Direta

A tensão direta é outro parâmetro crítico para o design elétrico, particularmente para acionar múltiplos LEDs em série. Os números de peça dos LEDs brancos especificam uma gama de bin de tensão direta (ex.: 2.65-3.55V). Alguns códigos de encomenda dividem ainda mais isto em sub-bins como U4 (2.65-2.95V), V1 (2.95-3.25V) e V2 (3.25-3.55V), permitindo um emparelhamento de corrente mais preciso no design do *driver*.

5. Nomenclatura do Número de Peça e Encomenda

A convenção de nomenclatura do produto segue um formato estruturado:ELSW – ABCDE – FGHIJ – V1234.

Este sistema permite a identificação e encomenda precisa de LEDs com características óticas, elétricas e térmicas específicas.

6. Especificações do LED Branco

A ficha técnica fornece tabelas detalhadas para variantes padrão e de alto fluxo luminoso de LED branco. Todos os LEDs brancos estão em conformidade com os padrões de binning ANSI. Os parâmetros-chave listados para cada código de encomenda incluem o fluxo luminoso mínimo, a gama específica do bin CCT, a gama de tensão direta e o Índice de Renderização de Cor (CRI) mínimo. Os valores de CRI são tipicamente 70 para Branco Frio e 75 para as variantes Branco Neutro e Branco Quente. O ângulo de visão típico para a série padrão é de 120°.

7. Diretrizes Mecânicas, de Montagem e Manuseamento

7.1 Soldadura e Reflow

O dispositivo destina-se à montagem SMT. A temperatura máxima de soldadura durante o *reflow* não deve exceder 260°C, e é permitido um máximo de dois ciclos de *reflow*. Os projetistas devem aderir ao perfil de *reflow* recomendado para a pasta de soldar específica utilizada.

7.2 Sensibilidade à Humidade e Armazenamento

Com uma classificação MSL Nível 1, os componentes têm vida útil ilimitada em condições padrão de fábrica (≤30°C/85% HR). Isto elimina a necessidade de cozedura prévia ao uso em circunstâncias normais, simplificando a gestão de inventário. A gama de temperatura de armazenamento é de -40°C a +100°C.

8. Sugestões de Aplicação e Considerações de Design

8.1 Design Térmico

O *thermal pad* eletricamente isolado é uma vantagem significativa. Os projetistas devem garantir um caminho térmico adequado desde o *pad* para o dissipador de calor da PCB, utilizando *vias* térmicas e área de cobre suficientes. Um dissipador de calor adequado é essencial para manter a temperatura da junção abaixo de 125°C, garantindo a saída luminosa nominal e a longevidade. As diferentes resistências térmicas para várias cores devem ser consideradas no modelo térmico.

8.2 Design Elétrico

É recomendado um *driver* de corrente constante para um desempenho e estabilidade ótimos. A informação de binning da tensão direta deve ser usada para calcular a tensão apropriada do *driver*, especialmente quando se ligam múltiplos LEDs em série. A proteção ESD de 8KV é robusta, mas ainda são aconselhadas as precauções padrão de manuseamento de ESD durante a montagem.

8.3 Design Ótico

O padrão de radiação Lambertiano (para a maioria das variantes) proporciona uma distribuição de luz ampla e uniforme. Para aplicações que requerem ótica secundária, este padrão é geralmente bem adequado. Os projetistas devem considerar os valores mínimos de fluxo luminoso nos seus cálculos fotométricos do sistema.

9. Perguntas Comuns Baseadas em Parâmetros Técnicos

P: Qual é o consumo real de energia do LED "1W"?
R: A designação "1W" refere-se tipicamente a uma condição de acionamento comum, frequentemente por volta de 350mA. A potência real consumida é o produto da tensão direta (V_f) e da corrente de acionamento (I_f). Por exemplo, a 350mA e uma V_f de 3.2V, a potência é de aproximadamente 1.12W.

P: Como é que a temperatura do *thermal pad* afeta a saída de luz?
R: A saída de luz diminui à medida que a temperatura da junção aumenta. A ficha técnica especifica o fluxo a T_pad=25°C. Em aplicações reais, é necessário um arrefecimento eficaz para minimizar o aumento de temperatura e manter uma elevada eficiência e cor consistente.

P: Posso acionar este LED com correntes superiores a 350mA?
R: A Especificação Máxima Absoluta para corrente DC é de 700mA. Embora seja possível operar até esta corrente, irá gerar significativamente mais calor, exigir uma gestão térmica mais robusta e pode afetar a vida útil e a estabilidade da cor. Os dados de desempenho (fluxo luminoso) são fornecidos a 350mA.

10. Exemplo Prático de Caso de Uso

Considere o design de um *downlight* de alta qualidade para uso residencial, requerendo luz branca quente (3000K) com boa renderização de cor (CRI >75). Um projetista selecionaria um número de peça como ELSW-F71M1-0LPGS-C3000 da ficha técnica. Isto especifica um fluxo mínimo de 70 lm a 350mA, uma CCT de 3000K (dentro dos bins 30K-1 a 30K-4), uma tensão direta entre 2.65V e 3.55V, e um CRI mínimo de 75. O projetista iria então:

  1. Projetar uma PCB com uma almofada de cobre e *vias* térmicas suficientes sob o *thermal pad* do LED para dissipar o calor.
  2. Selecionar um *driver* de corrente constante capaz de fornecer 350mA com uma conformidade de tensão que acomode a gama V_f de múltiplos LEDs, se usados em série.
  3. Incorporar ótica apropriada (ex.: uma lente secundária ou refletor) para alcançar o ângulo de feixe desejado para o *downlight*.
  4. Usar o valor mínimo de fluxo de 70 lm no cálculo total de lúmens do sistema para garantir que o equipamento final atinge os seus objetivos fotométricos.

11. Introdução ao Princípio de Funcionamento

Os Diodos Emissores de Luz (LEDs) são dispositivos semicondutores que emitem luz quando uma corrente elétrica os atravessa. Este fenómeno, chamado eletroluminescência, ocorre quando os eletrões se recombinam com lacunas de eletrões dentro do dispositivo, libertando energia na forma de fotões. O comprimento de onda específico (cor) da luz é determinado pela banda proibida de energia dos materiais semicondutores utilizados. Os LEDs brancos são tipicamente criados usando um *chip* de LED azul ou ultravioleta revestido com um material de fósforo. O fósforo absorve uma porção da luz do *chip* e reemite-a em comprimentos de onda mais longos (amarelo, vermelho), misturando-se com a luz azul restante para produzir luz branca. A temperatura de cor correlacionada (CCT) e o Índice de Renderização de Cor (CRI) são controlados pela composição e espessura da camada de fósforo.

12. Tendências e Contexto da Indústria

A série Shwo, com o seu formato SMD, alta potência e *thermal pad* isolado, alinha-se com várias tendências-chave na iluminação de estado sólido. A indústria continua a avançar para uma maior eficácia (lúmens por watt), fiabilidade melhorada e maior integração de design. As embalagens SMD permitem montagem automatizada e em grande volume, reduzindo custos de fabrico. A mudança para binning padronizado (como ANSI) facilita a consistência e intercambiabilidade nos produtos de iluminação. Além disso, características como a certificação LM-80 e a conformidade livre de halogéneos atendem às crescentes exigências do mercado por longevidade, sustentabilidade e responsabilidade ambiental. A adequação do dispositivo para diversas aplicações, desde iluminação geral até automóvel e agricultura, reflete o papel crescente dos LEDs para além da simples iluminação, em áreas como iluminação centrada no ser humano, comunicação (Li-Fi) e estimulação do crescimento de plantas.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.