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Ficha Técnica de Diodo LED SMD Amarelo 3.0mm x 3.0mm x 0.55mm - Tensão Direta 2.0-2.6V - Dissipação de Potência ~1.09W - Documentação Técnica em Português

Especificações técnicas detalhadas para um Diodo Emissor de Luz SMD Amarelo de 3.0x3.0x0.55mm com chip AlGaInP, projetado para iluminação automotiva interna e externa.
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Capa do documento PDF - Ficha Técnica de Diodo LED SMD Amarelo 3.0mm x 3.0mm x 0.55mm - Tensão Direta 2.0-2.6V - Dissipação de Potência ~1.09W - Documentação Técnica em Português

1. Visão Geral do Produto

Este documento fornece dados técnicos abrangentes para um Diodo Emissor de Luz (LED) Amarelo de Alto Brilho para Montagem em Superfície (SMD). O dispositivo utiliza um chip semicondutor de AlGaInP para produzir luz amarela e é encapsulado num pacote compacto de 3,0 mm x 3,0 mm x 0,55 mm. Projetado principalmente para os rigorosos requisitos da indústria automotiva, este LED oferece uma combinação de desempenho, confiabilidade e adequação para processos de montagem automatizados.

1.1 Análise Detalhada de Parâmetros Técnicos

As especificações principais definem os limites operacionais e o desempenho do LED em condições padrão (Ts=25°C). Os valores máximos absolutos são críticos para garantir a confiabilidade a longo prazo e não devem ser excedidos. A tensão direta (VF) é especificada entre 2,0V e 2,6V com uma corrente de teste de 350mA, indicando a queda de tensão através do diodo quando iluminado. O fluxo luminoso varia de 40,9 lm a 55,3 lm na mesma corrente, definindo o seu brilho. O comprimento de onda dominante (λD) encontra-se no espectro amarelo, especificamente entre 587,5 nm e 595 nm. Um amplo ângulo de visão de 120 graus (típico) garante uma iluminação ampla e uniforme. Os principais máximos absolutos incluem uma corrente direta (IF) de 420 mA, uma corrente direta de pico (IFP) de 700 mA em condições pulsadas, uma tensão reversa (VR) de 5V e uma tolerância à descarga eletrostática (ESD) de 2000V (HBM). A faixa de temperatura de operação e armazenamento é especificada de -40°C a +125°C, com uma temperatura máxima de junção (TJ) de 150°C.

1.2 Vantagens Principais e Mercado-Alvo

O LED é projetado com várias características essenciais que o tornam adequado para aplicações de alta confiabilidade. Utiliza um encapsulamento de Composto de Moldagem Epóxi (EMC), que oferece resistência superior ao calor e à luz ultravioleta em comparação com plásticos tradicionais, melhorando a estabilidade de cor a longo prazo e a manutenção do fluxo luminoso. O seu ângulo de visão extremamente amplo é ideal para aplicações que requerem iluminação de área uniforme. O produto é totalmente compatível com os processos padrão de montagem e soldagem por Tecnologia de Montagem em Superfície (SMT), facilitando a fabricação em grande volume. É fornecido em fita carretel para equipamentos automáticos de "pick-and-place". Atende aos requisitos do Nível de Sensibilidade à Umidade (MSL) 2 e é compatível com as diretivas RoHS. Crucialmente, os seus testes de qualificação estão alinhados com a diretriz AEC-Q102 para qualificação por teste de estresse de semicondutores discretos de grau automotivo, tornando-o uma escolha robusta para o principal mercado-alvo: iluminação automotiva, tanto para aplicações internas quanto externas.

2. Especificações Técnicas Aprofundadas

2.1 Características Fotométricas e Elétricas

O desempenho fotométrico é centrado numa corrente de teste de 350mA. A estrutura de classificação por tensão direta é dividida em três faixas: C0 (2,0-2,2V), D0 (2,2-2,4V) e E0 (2,4-2,6V). O fluxo luminoso é similarmente classificado em NB (40,9-45,3 lm), OA (45,3-50,0 lm) e OB (50,0-55,3 lm). O comprimento de onda dominante é categorizado em D2 (587,5-590 nm), E1 (590-592,5 nm) e E2 (592,5-595 nm). Esta classificação tridimensional (Tensão, Fluxo, Comprimento de Onda) permite aos projetistas selecionar componentes com características muito próximas para um desempenho consistente nas suas aplicações. A resistência térmica, um parâmetro-chave para a gestão térmica, é especificada como Rth JS real = 11°C/W (típico) e Rth JS elétrico = 9°C/W (típico), medida da junção ao ponto de solda. Estes valores são críticos para calcular a temperatura da junção em condições operacionais, garantindo que permaneça abaixo do máximo de 150°C.

2.2 Análise de Curvas de Desempenho

Embora os dados gráficos específicos sejam referenciados no documento fonte, as curvas ópticas características típicas para tal produto incluiriam vários gráficos essenciais para o projeto do circuito e térmico. A curva Corrente Direta vs. Tensão Direta (I-V) mostra a relação não linear entre corrente e tensão, crucial para projetar o circuito de acionamento. A curva Fluxo Luminoso Relativo vs. Corrente Direta ilustra como a saída de luz aumenta com a corrente, tipicamente de forma sublinear em correntes mais elevadas devido aos efeitos de aquecimento. A curva Fluxo Luminoso Relativo vs. Temperatura da Junção é vital, mostrando a depreciação da saída de luz à medida que a temperatura da junção do LED aumenta; uma dissipação de calor eficaz é necessária para minimizar esta queda. A curva de Distribuição Espectral de Potência mostraria o pico no comprimento de onda amarelo dominante e a forma do espectro de luz emitido. Finalmente, o Padrão de Ângulo de Visão descreveria a distribuição espacial da intensidade da luz, confirmando o amplo ângulo de feixe de 120 graus.

3. Mecânica, Embalagem e Montagem

3.1 Informações Mecânicas e do Pacote

O LED apresenta uma pegada compacta com dimensões de 3,0 mm de comprimento, 3,0 mm de largura e uma altura de 0,55 mm. Os desenhos dimensionais detalhados incluem vistas de topo, lado e fundo. A vista de fundo mostra claramente a disposição dos terminais do ânodo e cátodo, que é assimétrica para garantir a polaridade correta durante a colocação. Um padrão de soldagem recomendado (land pattern) é fornecido para o projeto da Placa de Circuito Impresso (PCB), com dimensões de 2,40 mm x 1,55 mm para o terminal do cátodo e 0,55 mm x 0,65 mm para o terminal do ânodo, com um espaçamento de 0,50 mm entre eles. Aderir a este padrão de soldagem é essencial para obter uma junta de solda confiável e um correto auto-alinhamento durante o processo de refluxo.

3.2 Diretrizes para Refluxo de Solda e Montagem

O componente é projetado para processos padrão de soldagem por refluxo SMT. São fornecidas instruções específicas para garantir a confiabilidade. O Nível de Sensibilidade à Umidade (MSL) é classificado como Nível 2. Isto significa que o dispositivo pode ser exposto a condições ambientais da fábrica (≤ 30°C / 60% UR) por até um ano. Se a bolsa protetora contra humidade for aberta, os componentes devem ser soldados dentro de 168 horas (1 semana) nas mesmas condições, a menos que sejam "assados" de acordo com procedimentos padrão (ex., 125°C por 24 horas) para remover a humidade absorvida. Não seguir o manuseio MSL pode levar a "fendas de pipoca" ou delaminação durante o processo de soldagem por refluxo em alta temperatura. Um perfil de refluxo padrão sem chumbo com temperatura de pico não excedendo 260°C é aplicável.

3.3 Embalagem e Informação de Encomenda

Os LEDs são fornecidos embalados para montagem automática. Estão alojados em fita carretel relevada com dimensões de bolsa especificadas para segurar firmemente o componente de 3,0x3,0mm. Esta fita é enrolada em carreteis padrão. As dimensões dos carreteis (como diâmetro externo, diâmetro do cubo e largura) estão em conformidade com os padrões comuns da indústria (como a EIA-481) para garantir a compatibilidade com equipamentos de colocação automática. A etiquetagem no carretel fornece informações de rastreabilidade, incluindo número da peça, quantidade, número do lote e código de data. Para armazenamento e envio, vários carreteis são embalados em bolsas barreira à humidade com sílica gel e cartões indicadores de humidade para manter a classificação MSL 2, e depois colocados em caixas de cartão.

4. Engenharia de Aplicação e Considerações de Projeto

4.1 Sugestões de Aplicação e Notas de Projeto

A aplicação principal é a iluminação automotiva. Isto inclui aplicações internas como retroiluminação do painel de instrumentos, iluminação de interruptores e luz ambiente, bem como aplicações externas como luzes de posição laterais, indicadores de mudança de direção e luzes de circulação diurna (frequentemente em combinação com outras cores). Ao projetar com este LED, a gestão térmica é primordial. A corrente direta máxima de 420mA não deve ser utilizada continuamente sem verificar que a temperatura da junção permanece abaixo de 150°C. Os projetistas devem calcular a temperatura da junção (Tj) usando a fórmula: Tj = Ts + (Rth JS * PD), onde Ts é a temperatura no ponto de solda, Rth JS é a resistência térmica e PD é a dissipação de potência (VF * IF). Uma área de cobre de PCB adequada (ponto térmico) e uma possível dissipação de calor são necessárias para dissipar o calor. O circuito de acionamento deve ser controlado por corrente, não por tensão, para garantir uma saída de luz estável e evitar o descontrolo térmico ("thermal runaway").

4.2 Comparação e Diferenciação Técnica

Comparado com outros LEDs amarelos ou lâmpadas incandescentes tradicionais para uso automotivo, este dispositivo oferece vantagens distintas. Contra outros LEDs SMD amarelos, a sua qualificação AEC-Q102 é um diferenciador chave para confiabilidade de grau automotivo. A utilização de um pacote EMC proporciona melhor retenção de desempenho em condições de alta temperatura e humidade em comparação com plásticos padrão PPA ou PCT. A sua pegada de 3,0x3,0mm é um tamanho comum, oferecendo um equilíbrio entre saída de luz e espaço na placa. Quando comparado com LEDs através do orifício ("through-hole"), o formato SMD permite projetos mais pequenos, leves e automatizáveis. O amplo ângulo de visão de 120 graus reduz o número de LEDs necessários para uma iluminação uniforme em comparação com dispositivos de ângulo mais estreito.

4.3 Perguntas Frequentes (Baseado nos Parâmetros Técnicos)

P: Qual é a corrente de operação recomendada?

R: Embora o máximo absoluto seja 420mA, a condição padrão de teste e classificação é 350mA. Este é um ponto de operação típico recomendado que equilibra uma boa saída de luz com uma geração de calor gerível. A corrente de operação real deve ser determinada com base no projeto térmico da aplicação.

P: Como interpreto as classificações de VF, Fluxo e Comprimento de Onda (WD)?

R: O produto é caracterizado em classificações para tensão direta (C0/D0/E0), fluxo luminoso (NB/OA/OB) e comprimento de onda dominante (D2/E1/E2). O número da peça específico encomendado incluirá códigos especificando a sua combinação de classificações, garantindo que recebe LEDs com propriedades elétricas e ópticas consistentes.

R: Por que a resistência térmica é dada como dois valores diferentes (\"real\" e \"elétrico\")?

A: A resistência térmica \"real\" é medida usando um sensor de temperatura. O método \"elétrico\" infere a temperatura da junção a partir de mudanças na tensão direta do LED, que depende da temperatura. Ambos são válidos; o método elétrico é frequentemente mais prático para medição in-situ, enquanto o método real é uma calibração direta.

P: Posso acionar este LED com uma fonte de 5V?

R: Não diretamente, sem um circuito limitador de corrente. A tensão direta é apenas de 2,0-2,6V. Conectá-lo diretamente a 5V faria com que uma corrente excessiva fluísse, danificando imediatamente o dispositivo. Deve ser usado um resistor em série ou, preferencialmente, um circuito de acionamento de corrente constante.

5. Aprofundamento Técnico: Princípios e Contexto

5.1 Introdução ao Princípio de Funcionamento

A emissão de luz amarela baseia-se no princípio de eletroluminescência em semicondutores de fosfeto de alumínio, gálio e índio (AlGaInP). Quando uma tensão direta é aplicada através da junção p-n do diodo, elétrons e lacunas são injetados na região ativa. Estes portadores de carga recombinam-se, libertando energia na forma de fotões. A energia específica da banda proibida da composição do material AlGaInP determina o comprimento de onda (cor) da luz emitida. Neste caso, a banda proibida é projetada para produzir fotões na região amarela do espectro visível (aproximadamente 590 nm). O encapsulante de composto de moldagem epóxi (EMC) protege o chip semicondutor, proporciona estabilidade mecânica e molda a saída de luz através do seu design de lente para alcançar o amplo ângulo de visão.

5.2 Estudo de Caso de Aplicação

Considere o projeto de uma luz de cortesia de porta automotiva, que projeta luz no chão quando a porta é aberta. Um projetista pode selecionar 2-4 destes LEDs amarelos para um efeito acolhedor e quente. Eles projetariam uma pequena PCB com o padrão de soldagem recomendado. Os LEDs seriam acionados por um circuito simples de corrente constante, talvez integrado no módulo de controlo de carroçaria, ajustado para 300-350mA por LED. O amplo ângulo de visão de 120 graus do LED garante uma ampla e uniforme poça de luz sem pontos escuros, reduzindo o número de componentes necessários. A qualificação AEC-Q102 garante que as luzes funcionarão de forma confiável em toda a faixa de temperatura do veículo, desde invernos gelados até dias quentes de verão, e ao longo de toda a vida útil do veículo. O pacote EMC garante que a cor amarela não se desvaneça significativamente ao longo do tempo devido ao calor do próprio LED ou à exposição à luz solar.

5.3 Tendências e Contexto da Indústria

O uso de LEDs na iluminação automotiva continua a crescer, impulsionado por vantagens em eficiência energética, flexibilidade de design, tamanho compacto e longa vida útil. Há uma tendência clara para funções de iluminação mais sofisticadas e dinâmicas, como piscas animados e iluminação ambiente adaptativa. Os LEDs amarelos permanecem essenciais para funções de sinalização específicas (indicadores de mudança de direção) e para iluminação ambiente estética. A indústria exige padrões de confiabilidade e desempenho cada vez mais elevados, o que se reflete na adoção de diretrizes como a AEC-Q102. Além disso, há um desenvolvimento contínuo para melhorar a eficiência (lúmens por watt) e a consistência de cor dos LEDs, bem como para aprimorar materiais de encapsulamento para um desempenho térmico e longevidade ainda melhores em ambientes automotivos severos. A tendência para pacotes mais pequenos e mais potentes também continua, permitindo designs de luz mais elegantes.

Terminologia de Especificação LED

Explicação completa dos termos técnicos LED

Desempenho Fotoeletrico

Termo Unidade/Representação Explicação Simples Por Que Importante
Eficácia Luminosa lm/W (lumens por watt) Saída de luz por watt de eletricidade, maior significa mais eficiente energeticamente. Determina diretamente o grau de eficiência energética e custo de eletricidade.
Fluxo Luminoso lm (lumens) Luz total emitida pela fonte, comumente chamada de "brilho". Determina se a luz é brilhante o suficiente.
Ângulo de Visão ° (graus), ex., 120° Ângulo onde a intensidade da luz cai à metade, determina a largura do feixe. Afeta o alcance de iluminação e uniformidade.
CCT (Temperatura de Cor) K (Kelvin), ex., 2700K/6500K Calor/frescor da luz, valores mais baixos amarelados/quentes, mais altos esbranquiçados/frios. Determina a atmosfera de iluminação e cenários adequados.
CRI / Ra Sem unidade, 0–100 Capacidade de reproduzir cores de objetos com precisão, Ra≥80 é bom. Afeta a autenticidade da cor, usado em locais de alta demanda como shoppings, museus.
SDCM Passos da elipse MacAdam, ex., "5 passos" Métrica de consistência de cor, passos menores significam cor mais consistente. Garante cor uniforme em todo o mesmo lote de LEDs.
Comprimento de Onda Dominante nm (nanômetros), ex., 620nm (vermelho) Comprimento de onda correspondente à cor dos LEDs coloridos. Determina a tonalidade de LEDs monocromáticos vermelhos, amarelos, verdes.
Distribuição Espectral Curva comprimento de onda vs intensidade Mostra a distribuição de intensidade nos comprimentos de onda. Afeta a reprodução de cor e qualidade.

Parâmetros Elétricos

Termo Símbolo Explicação Simples Considerações de Design
Tensão Direta Vf Tensão mínima para ligar o LED, como "limiar de partida". A tensão do driver deve ser ≥Vf, tensões somam-se para LEDs em série.
Corrente Direta If Valor de corrente para operação normal do LED. Normalmente acionamento de corrente constante, corrente determina brilho e vida útil.
Corrente de Pulsação Máxima Ifp Corrente de pico tolerável por curtos períodos, usada para dimerização ou flash. A largura do pulso e ciclo de trabalho devem ser rigorosamente controlados para evitar danos.
Tensão Reversa Vr Tensão reversa máxima que o LED pode suportar, além pode causar ruptura. O circuito deve evitar conexão reversa ou picos de tensão.
Resistência Térmica Rth (°C/W) Resistência à transferência de calor do chip para a solda, mais baixo é melhor. Alta resistência térmica requer dissipação de calor mais forte.
Imunidade ESD V (HBM), ex., 1000V Capacidade de suportar descarga eletrostática, mais alta significa menos vulnerável. Medidas antiestáticas necessárias na produção, especialmente para LEDs sensíveis.

Gerenciamento Térmico e Confiabilidade

Termo Métrica Chave Explicação Simples Impacto
Temperatura de Junção Tj (°C) Temperatura operacional real dentro do chip LED. Cada redução de 10°C pode dobrar a vida útil; muito alta causa decaimento da luz, deslocamento de cor.
Depreciação do Lúmen L70 / L80 (horas) Tempo para o brilho cair para 70% ou 80% do inicial. Define diretamente a "vida de serviço" do LED.
Manutenção do Lúmen % (ex., 70%) Porcentagem de brilho retida após o tempo. Indica retenção de brilho ao longo do uso de longo prazo.
Deslocamento de Cor Δu′v′ ou elipse MacAdam Grau de mudança de cor durante o uso. Afeta a consistência da cor nas cenas de iluminação.
Envelhecimento Térmico Degradação do material Deterioração devido a alta temperatura a longo prazo. Pode causar queda de brilho, mudança de cor ou falha de circuito aberto.

Embalagem e Materiais

Termo Tipos Comuns Explicação Simples Características e Aplicações
Tipo de Pacote EMC, PPA, Cerâmica Material da carcaça protegendo o chip, fornecendo interface óptica/térmica. EMC: boa resistência ao calor, baixo custo; Cerâmica: melhor dissipação de calor, vida mais longa.
Estrutura do Chip Frontal, Flip Chip Arranjo dos eletrodos do chip. Flip chip: melhor dissipação de calor, eficácia mais alta, para alta potência.
Revestimento de Fósforo YAG, Silicato, Nitreto Cobre o chip azul, converte alguns para amarelo/vermelho, mistura para branco. Diferentes fósforos afetam eficácia, CCT e CRI.
Lente/Óptica Plana, Microlente, TIR Estrutura óptica na superfície controlando a distribuição da luz. Determina o ângulo de visão e curva de distribuição de luz.

Controle de Qualidade e Classificação

Termo Conteúdo de Binning Explicação Simples Propósito
Bin de Fluxo Luminoso Código ex. 2G, 2H Agrupado por brilho, cada grupo tem valores de lúmen mín/máx. Garante brilho uniforme no mesmo lote.
Bin de Tensão Código ex. 6W, 6X Agrupado por faixa de tensão direta. Facilita o emparelhamento do driver, melhora a eficiência do sistema.
Bin de Cor Elipse MacAdam de 5 passos Agrupado por coordenadas de cor, garantindo faixa estreita. Garante consistência de cor, evita cor irregular dentro do dispositivo.
Bin CCT 2700K, 3000K etc. Agrupado por CCT, cada um tem faixa de coordenadas correspondente. Atende aos diferentes requisitos de CCT da cena.

Testes e Certificação

Termo Padrão/Teste Explicação Simples Significado
LM-80 Teste de manutenção do lúmen Iluminação de longo prazo a temperatura constante, registrando decaimento de brilho. Usado para estimar vida do LED (com TM-21).
TM-21 Padrão de estimativa de vida Estima a vida sob condições reais com base nos dados LM-80. Fornece previsão científica de vida.
IESNA Sociedade de Engenharia de Iluminação Abrange métodos de teste ópticos, elétricos, térmicos. Base de teste reconhecida pela indústria.
RoHS / REACH Certificação ambiental Garante nenhuma substância nociva (chumbo, mercúrio). Requisito de acesso ao mercado internationalmente.
ENERGY STAR / DLC Certificação de eficiência energética Certificação de eficiência energética e desempenho para iluminação. Usado em aquisições governamentais, programas de subsídios, aumenta a competitividade.